Clinical science - scientific reports
Injeção de bupivacaína nos músculos oculares para tratamento de estrabismo
Alan B Scott, Danielle E Alexander e Joel M Miller
Portuguese Abstract English Abstract English Full text
Níveis elevados de fator derivado do epitélio pigmentado (PEDF) no humor aquoso de pacientes com uveíte
Yumiko Yoshida, Sho-ichi Yamagishi, Takanori Matsui, Kazuo Nakamura, Tsutomu Imaizumi, Koichi Yoshimura e Ryoji Yamakawa
Portuguese Abstract English Abstract English Full text
Previsão de miopia durante a vida através da medida da acuidade visual não corrigida durante a infânica
Phillippa M Cumberland, Catherine S Peckham e Jugnoo S Rahi
Portuguese Abstract English Abstract English Full text
Validade do uso da qualidade de vida relacionada a visão como um ponto-final no tratemento de uveítes intermediária e posterior
Conor C Murphy, Kathrin Greiner, Jarmila Plskova, N Andrew Frost, John V Forrester e Andrew D Dick
Portuguese Abstract English Abstract English Full text
Clinical science - extended reports
Bevacizumab (Avastin) intravítreo como tratametno para neovascularização subfoveal coroidal secundária à miopia patológica
Izumi Yamamoto, Adam H Rogers, Elias Reichel, Paul Yates e Jay S Duker
Portuguese Abstract English Abstract English Full text
Injeção intravítrea de bevacizumab em neovascularização coroidal causada por miopia patológica
Hirokazu Sakaguchi, Yasushi Ikuno, Fumi Gomi, Motohiro Kamei, Miki Sawa, Motokazu Tsujikawa, Yusuke Oshima, Shunji Kusaka e Yasuo Tano
Portuguese Abstract English Abstract English Full text
Impacto da terapia fotodinâmica com verteporfina na endostatina e angiogênese em neovascularização de coróide em humanos
Olcay Tatar, Kei Shinoda, Annemarie Adam, Tillmann Eckert, Claus Eckardt, Klaus Lucke, Christoph Deuter, Karl Ulrich Bartz-Schmidt e Salvatore Grisanti
Portuguese Abstract English Abstract English Full text
Combinação de terapia fotodinâmica e injeção intravítrea de triancinolona no tratamento de neovascularização de coróide secundária à miopia patológica: estudo piloto
Wai-Man Chan, Timothy Y Y Lai, Amy L Wong, David T L Liu e Dennis S C Lam
Portuguese Abstract English Abstract English Full text
Micofenolato mofetil no tratamento de uveítes em crianças
Deshka Georgieva Doycheva, Christoph M. E. Deuter, Nicole Stuebiger, Sabine Biester e Manfred Zierhut
Portuguese Abstract English Abstract English Full text
Influência da torção e descentração de lentes suturadas na sclera na aberração de frente de onda ocular de alta ordem
Tetsuro Oshika, Gentaro Sugita, Kazunori Miyata, Tadatoshi Tokunaga, Tomokazu Samejima, Chikako Okamoto e Yuko Ishii
Portuguese Abstract English Abstract English Full text
Tomografia de coerência óptica do segmento anterior em glaucoma secundário com opacidade corneal após ceratoplastia penetrante.
Farnaz Memarzadeh, Yan Li, Brian A Francis, Ronald E Smith, Julie Gutmark e David Huang.
Portuguese Abstract English Abstract English Full text
Vitrectomia via pars plana com retinotomia periférica após ativador de plasminogênio tissular intravítreo pré operatório: procedimento modificado para drenagem de hemorragia subrretínica maciça
Yusuke Oshima, Masahito Ohji e Yasuo Tano
Portuguese Abstract English Abstract English Full text
Estudo prospectivo de distribuição aleatória de diferentes doses de triancinolona intravítrea para edema macular diabético
Dennis S.C. Lam, Carmen K.M. Chan, Shaheeda Mohamed, Timothy Y.Y. Lai, Chi-wai Tsang, Wai-man Chan e Mahesh P. Shanmugam
Portuguese Abstract English Abstract English Full text
Parâmetros histológicos úteis no reconhecimento de areterite temporal tratada com esteróides. Análise de trita e cinco casos
Ramon L. Font e Venkatesh C. Prabhakaran
Portuguese Abstract English Abstract English Full text
Manifestações oculares da doença de Fabry: dados da pesquisa de acompanhamento de Fabry
Andrea Sodi, Alexander S Ioannidis, Atul Mehta, Clare Davey, Michael Beck e Susanne Pitz
Portuguese Abstract English Abstract English Full text
Uso da pontuação de controle de Newcastle no manuseio de exotropia intermitente
Deborah Buck, Sarah R Hatt, Helen Haggerty, Susan Hrisos, Nicholas Patrick Strong, Nicholas Ian Steen e Michael P Clarke
Portuguese Abstract English Abstract English Full text
Estéreo-acuidde para longe em exotropia
Sarah R Hatt, Helen Haggerty, Deborah Buck, Wendy E Adams, Nicholas P Strong e Michael P Clarke
Portuguese Abstract English Abstract English Full text
Laboratory science - scientific reports
Expressão do fator de crescimento endotelial vascular e seus receptores em rosácea
Justine R Smith, Virginia B Lanier, Rita M Braziel, Katherine M Falkenhagen, Clifton White e James T Rosenbaum
Portuguese Abstract English Abstract English Full text
Transformação neoplásica do epitélio do corpo ciliar está associada à perda de expressão da opticina
David C Assheton, Eoin P Guerin, Carl Sheridan, Paul Bishop e Paul Hiscott
Portuguese Abstract English Abstract English Full text
Função visual na toxoplasmose ocular humana
Janine Scherrer, Milko E Iliev, Markus Halberstadt, Laurent Kodjikian e Justus G Garweg
Portuguese Abstract English Abstract English Full text
Laboratory science - extended reports
Injeção intravítrea de Tacrolimus (FK506) suprime uveíte auto imune experimental em ratos
Keiko Oh-i, Hiroshi Keino, Hiroshi Goto, Naoyuki Yamakawa, Murase Kouhei, Yoshihiko Usui, Takeshi Kezuka, Jun-ichi Sakai, Masaru Takeuchi e Masahiko Usui
Portuguese Abstract English Abstract English Full text
Avaliação ultra-estrutural de lentes intra-oculares Hydroview (H60M) opacificadas explantadas
Nathaniel Knox Cartwright, Eric John Mayer, Brendan M McDonald, Andy Skinner, Chris J Salter, Derek M Tole, John M Sparrow, Andrew D Dick, Bristol IOL Study Group e David J P Ferguson
Portuguese Abstract English Abstract English Full text
Comparação das mudanças estruturais e histopatológicas agudas em olhos humanos de autópsia após ciclofotocoagulação endoscópica e transescleral
Mina B. Pantcheva, Malik Y. Kahook, Joel S Schuman e Robert J Noecker
Portuguese Abstract English Abstract English Full text
Imunopatologia do óleo de silicone intraocular: olhos enucleados
Louisa J Wickham, Riaz H Asaria, Robert Alexander, Phil Luthert e David G Charteris
Portuguese Abstract English Abstract English Full text
Imunopatologia do óleo de silicone intraocular: retina e membranas epirretínicas
Louisa J Wickham, Riaz H Asaria, Robert Alexander, Phil Luthert e David G Charteris
Portuguese Abstract English Abstract English Full text
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Clinical science - scientific reports
Injeção de bupivacaína nos músculos oculares para tratamento de estrabismo
Alan B Scott, Danielle E Alexander e Joel M Miller
Introdução/objetivos: Injeção de bupivacaína na musculatura animal induz um ciclo de degeneração por miotoxicidade, regeneração e hipertrofia das fibras musculares sem efeitos adversos para outros tecidos. Nossa intenção foi utilizar esta hipertrofia induzida para tratar estrabismo.
Métodos: Solução de bupivacaína, 4,5ml a 0,75% foi injetada no músculo reto lateral direito (RLD) de um paciente com queixa de diplopia e que mostrava esotropia de 14 dioptrias prismáticas (dp).
Resultados: A paresia do RLD persistiu por sete dias. Depois o RLD recuperou sua função abdutora com melhora progressiva do alinhameno até esoforia de 4dp que ocorreu nos 33 dias subseqüentes, com eliminação da diplopia. O alinhamento se manteve 54 dias após a injeção. Exame de RM mostrou aumento focal no volume do RLD tratado em 58% da sua área posterior, com menor alteração em sua porção anterior.
Conclusão: Injeção de bupivacaína para indução de hipertrofia muscular e assim alterar o alinhamento ocular foi eficiente em nosso paciente. Este método promete se tornar um útil tratamento adicional para estrabismos.
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Níveis elevados de fator derivado do epitélio pigmentado (PEDF) no humor aquoso de pacientes com uveíte
Yumiko Yoshida, Sho-ichi Yamagishi, Takanori Matsui, Kazuo Nakamura, Tsutomu Imaizumi, Koichi Yoshimura e Ryoji Yamakawa
Introdução/objetivos: Avaliar se os níveis de fator derivado do epitélio pigmentado (PEDF) estão elevados no humor aquoso de pacientes com uveíte.
Métodos: Os níveis de PEDF e fator de necrose tissular (TNF) no humor aquoso foram determinados através de ELISA em 34 pacientes com uveíte e 9 controles com catarata.
Resultados: Os níveis de PEDT e TNF no humor aquoso foram significativamente maiores em pacientes com uveíte comparados aos controles (6,40 µg/ml vs 1,30 µg/ml e 14,73 pg/ml vs 4,20 pg/ml, respectivamente, P<0,01). Correlação positiva foi observada entre PEDF e TNF em pacientes com uveíte (r=0,40, P<0,01). Além disso, os níveis de PEDF no humor aquoso estavam elevados proporcionalmente à atividade da uveíte.
Conclusão: Os resultados demonstraram que os níveis de PEDF no humor aquoso estão elevados em pacientes com uveíte. Nossas observações sugerem que os níveis de PEDF no aquoso devam ser considerados como um sistema de avaliação de inflamação em uveítes.
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Previsão de miopia durante a vida através da medida da acuidade visual não corrigida durante a infânica
Phillippa M Cumberland, Catherine S Peckham e Jugnoo S Rahi
Objetivos: Reportamos a utilidade da acuidade visual de longe (AVL) não corrigida em 16 anos no acompanhameno da miopia e avaliamos o risco de miopia com o tempo de vida em uma coorte de um estudo nacional de natalidade.
Métodos: 1867 membros de 1958 coortes Britânicas de nascimento, das quais haviam dados sobre acuidade visual aos 16 anos foram submetidos à auto-refração como parte de uma pesquisa biomédica aos 45 anos. AVL não corrigida reduzida aos 16 anos de idade (6/12 ou pior em ambos os olhos) foi comparada à refração na idade adulta (equivalente esférico; EE).
Resultados: Apenas um quarto dos indivíduos que desenvolveram miopia até os 45 anos na população estudada tinha acuidade visual reduzida aos 16 anos. Notadamente, metade de todos os adultos com miopia moderada (-2,99 a -5,00) e 31% (11/35) com miopia grave (-6,00 ou mais) tinha boa AVL não corrigida em ambos os olhos aos 16 anos, contudo as sensibilidades foram baixas, variando entre 16% para todas as miopias (limite -0,5 EE) e 69% para alta miopia (limite -6 EE). Contudo, achamos uma alta probabilidade (91%) de miopia primária (EE -0,5 ou mais) causar redução da AVL não corrigida aos 16 anos.
Conclusão: Nesta população, a redução da AVL não corrigida na infância é um “fenótipo” não acurado e inapropriado para avaliação do estado miópico na idade adulta. Contudo, nossos achados suportam a avaliação da AVL em crianças da escola secundária como método eficaz de identificação de erros refrativos (tanto miopia quanto hipermetropia).
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Validade do uso da qualidade de vida relacionada a visão como um ponto-final no tratemento de uveítes intermediária e posterior
Conor C Murphy, Kathrin Greiner, Jarmila Plskova, N Andrew Frost, John V Forrester e Andrew D Dick
Objetivos: O objetivo deste estudo foi avaliar a responsividade do questionário de qualidade de vida relacionada a visão (VR-QOL) – VCM1 para mudanças na acuidade visual em pacientes com uveites posterior e intermediária e validar seu uso como um ponto-final clinico em uveítes.
Metodos: Acuidade visual LogMAR (AV) e VR-QOL usando o questionário VCM1 foram prospectivamente obtidos em 37 pacientes com inflamação intraocular ativa no segmento posterior antes e três meses depois do início de imunossupressão sistêmica com ciclosporina, tacrolimus ou agente anti-TNF, p55TNF-IG. Análise de Spearman foi utilizada para correlacionar melhoras na AV e na VR-QOL no início do estudo e após três meses.
Resultados: A correlação entre as mudanças na AV e VR-QOL foi de moderada a boa para o pior olho (r=0,47, p=0,003) mas ruim para o melhor olho (r= -0,05, p=0,91). A amplitude do efeito dos índices de responsividade e a média de resposta padronizada foram 0,57 e 0,59, respectivamente, demonstrando que o questionário VCM1 é moderadamente responsivo à terapia imunosupressiva para uveíte ativa.
Conclusão: Mudanças na VR-QOL medidas com o questionario VCM1 correlacionaram-se moreradamente bem a mudanças na acuidade visual do pior olho, sugerindo que o VCM1 é um instrumento válido na monitorização da resposta ao tratamento de uveítes.
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Clinical science - extended reports
Bevacizumab (Avastin) intravítreo como tratametno para neovascularização subfoveal coroidal secundária à miopia patológica
Izumi Yamamoto, Adam H Rogers, Elias Reichel, Paul Yates e Jay S Duker
Resumo/objetivos: Avaliar a segurança e eficácia do bevacizumab intravítreo (Avastin) como tratamento de neovascularização subfoveal coroidal (NVC) secundária à miopia patológica.
Métodos: Revisamos retrospectivamente uma série de casos consecutivos de NVC subfoveal primária ou recorrente secundária à miopia, tratados com 1,25 mg de bevacizumab intravítreo entre Agosto de 2005 e Janeiro de 2006 no Centro de Olhos de New England em Boston, Massachusetts, USA (New England Eye Center in Boston, Massachusetts, USA). Dados do exame clínico, fotografia do fundus, angiofluresceínografia, tomografia de coerência óptica e acuidade visual (AV) foram colhidos.
Resultados: Houveram 11 olhos de 9 pacientes. Cinco dos 11 olhos foram tratados previamente com terapia fotodinâmica. AV antes da injeção foi de 20/50 a 20/100 em 6 olhos e 20/200 ou pior em 5 olhos. Após acompanhamento médio de 153 dias (variação, 35 a 224 dias), a medida da AV após a injeção foi de 20/20 a 20/40 em 7 olhos, 20/50 a 20/100 em 1 olho e 20/200 ou pior em 3 olhos. Três olhos receberam 2 injeções e 8 olhos receberam uma. AV melhorou em média +3,5 linhas (variação, -1 a +8 linhas) e 8 de 11 olhos alcançaram visão de 20/50 ou melhor na última visita de acompanhamento. A espessura macular central melhorou de 340µm (variação, 253 a 664 µm) para 234µm (variação, 142 a 308µm), representando uma redução média 103µm (variação, +4 a -356µm). Não foram observadas complicações relacionadas à injeção ou à droga.
Conclusões: Nesta pequena série de olhos com acompanhamento limitado, bevacizumab intravítreo parece ser seguro e potencialmente eficaz em olhos com NVC subfoveal secundária à miopia patológica.
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Injeção intravítrea de bevacizumab em neovascularização coroidal causada por miopia patológica
Hirokazu Sakaguchi, Yasushi Ikuno, Fumi Gomi, Motohiro Kamei, Miki Sawa, Motokazu Tsujikawa, Yusuke Oshima, Shunji Kusaka e Yasuo Tano
Objetivos: Avaliar a eficácia e segurança de uma injeção intravítrea de bevacizumab (Avastin®) para neovascularização coroidal miópica - NVCm).
Métodos: Injeção de bevacizumab (1mg) intravítreo foi realizada em oito olhos de oito pacientes com NVCm em estudo intervencional de série de casos com distribuição não aleatória. A acuidade visual melhor corrigida (AVMC) foi medida e achados de tomografia de coerência óptica (OCT) e angiofluoresceínografia (AFG) foram examinados antes e após o tratamento. O tempo mínimo de acompanhamento foi de 3 meses.
Resultados: A AVMC média foi de 0,26 antes e 0,51 na última visita após o tratamento (p=0,009). A AVMC melhorou duas ou mais linhas em seis olhos (75%) e permaneceu a mesma em dois olhos (25%). Vazamento da MNCm na AFG diminuíu em sete olhos (87,5%). A área da NVC da AFG e a espessura foveal no OCT diminuíram significantemente (p=0,048 e 0,031, respectivamente) após o tratamento. Não houveram complicações maiores.
Conclusões: Injeção intravítrea de bevacizumab parece ser um tratamento eficiente e seguro para o tratamento de MNCm.
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Impacto da terapia fotodinâmica com verteporfina na endostatina e angiogênese em neovascularização de coróide em humanos
Olcay Tatar, Kei Shinoda, Annemarie Adam, Tillmann Eckert, Claus Eckardt, Klaus Lucke, Christoph Deuter, Karl Ulrich Bartz-Schmidt e Salvatore Grisanti
Objetivo: Avaliar o impacto da terapia fotodinâmica com verteporfina (PDT) na endostatina com preocupação na expressão do fator de crescimento edotelial vascular (VEGF) em membranas neovasculares de coróide humanas (MNC) secundárias à degeneração macular relacionada à idade.
Métodos: Revisão retrospectiva de série intervencional de secenta e oito casos de pacientes que foram submetidos à remoção da MNC. Vinte e nove MNCs sem tratamento prévio foram utilizadas como controles. As MNCs foram coradas para CD34, CD105, Ki-67, citoqueratina18, endostatina, E-selectina e VEGF. Pontuação predominante do VEGF sobre endostatina (PS) foi definida calculando a diferença entre as pontuações de coloração de VEGF e endostatina.
Resultados: Em quatro MNC tratadas por PDT 3 dias antes, PS foi significantemente maior no epitélio pigmentado (EPR) (PS=2,5 p=0,0059) e estroma (PS=2 p=0,0152) do que no grupo controle (PS=0). Em intervalos mais longos após PDT, PS foi decrescendo significativamente no EPR (PS=0 p=0,0192) e estroma (PS=0 p=0,0152). Atividade proliferativa foi maior (p=0,1227) mas principalmente relacionada à células inflamatórias. PDT não influenciou significativamente a expressão de E-selectina.
Conclusões: A predominância do VEGF sobre a endostatina logo após PDT deve contribuir para atividade angiogênica aumentada associada à recidivas. Estratégias super-regulando ou rearranjando a endostatina precocemente após PDT deve aumetnar sua eficácia.
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Combinação de terapia fotodinâmica e injeção intravítrea de triancinolona no tratamento de neovascularização de coróide secundária à miopia patológica: estudo piloto
Wai-Man Chan, Timothy Y Y Lai, Amy L Wong, David T L Liu e Dennis S C Lam
Introdução: Avaliar a eficácia e segurança da combinação de injeção intravítrea de triancinolona (TIV) à terapia fotodinâmica (PDT) com verteporfina no tratamento de neovascularização coroidal (NVC) secundária à miopia patológica (MP).
Métodos: Vinte e dois olhos de 22 pacientes com NVC sub ou justa foveal secundária à MP foram recrutados prospectivamente. A evolução de um ano de tratamento foi comparada a um grupo controle de 22 olhos que receberam monoterapia com PDT.
Resultados: Em 1 ano, a AVMC logMAR para o grupo de combinação de TIV à PDT mudou de 0,62 para 0,61 (P=0,74), enquanto o grupo de monoterapia mudou de 0,61 para 0,67 (P=0,33). As médias de AVMC logMAR e proporções de pacientes sem perda de 3 ou mais linhas em 1 ano foram similares entre os dois grupos (P=0,68 e P=0,74 respectivamente). Análise dos subgrupos mostrou que olhos com AVMC logMAR de base pior que 0,6 (equivalente Snellen 20/80) ou MNC com dimensão linear maior que 750m que recebeu terapia combinada tiveram melhor AVMC logMAR média em 1 ano (P=0,023 e P=0,041 respectivamente), com maior proporção de olhos ganhando 2 ou mais linhas de AVMC (p=0,027 e P=0,017 respectivamente) comparado à monoterapia com PDT.
Conclusões: Combinação de TIV e PDT não pareceu resultar em evolução visual significantemente melhor comparada à monoterapia com PDT. Contudo, terapia combinada deve resultar em melhor evolução visual em pacientes selecionados com pior acuidade visual inicial ou MNCs maiores. Estudos adicionais se mostam necessários para investigar o papel da TIV com PDT no tratamento de MNC miópica especialmente em pacientes com piores fatores prognósticos.
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Micofenolato mofetil no tratamento de uveítes em crianças
Deshka Georgieva Doycheva, Christoph M. E. Deuter, Nicole Stuebiger, Sabine Biester e Manfred Zierhut
Introdução: Micofenolato mofetil (MMF) é um novo agente imunosupressivo que inibe seletivamente a proliferação de linfócitos-T e -B. Ele tem se demonstrado um útil imunosupressor no controle de inflamação intraocular com mínimos efeitos colaterais. Não há nenhum estudo investigando o papel do MMF no tratamento de uveíte em pacientes pediátricos.
Objetivos: Avaliar a eficácia do MMF em uveítes da infância e analizar seus possíveis efeitos colaterais.
Métodos: Análise retrospectiva foi realizada em 17 crianças (32 olhos) com inflamação intraocular tratadas com MMF e acompanhadas no Hospital Universitário de Olhos de Tuebingen entre 2000 e 2005. Todas as crianças tinham uveíte crônica não infecciosa (uveíte intermediária idiopática, uveítes associadas a JIA, sarcoidose e síndrome TINU) e receberam MMF por pelo menos 6 meses. Tratamentos com esteróide e/ou outro agente imunosupressivo foram descontinuados antes do início do MMF. As razões para o uso do MMF foram: alta frequência de recorrência de uveíte ameaçando a visão e intolerância a altas doses de esteróides ou outros imunosupressores, com reações adversas graves.
Resultados: 17 crianças (10 masculinos) com idade média de 8 (variação de 2-13 anos) na avaliação inicial da uveíte foram avaliadas. A média de duração do acompanhamento após início do MMF foi de 3 anos (variação de 2 a 5 anos). Um efeito “poupador de esteróide” foi alcançado em 88% dos pacientes. A predinisolona oral foi descontinuada com sucesso em 41% e reduzida a uma dose diária de 5mg ou menos em 47% das crianças. 24% dos pacientes permaneceram livres de recidivas durante o tratamento, mas uma redução na taxa de recidiva foi observada nos outros pacientes, exceto um. Acuidade visual melhoru ou manteve-se a mesma em 13 criancas (76%). Efeitos colaterais leves (cefaléia, reação cutânea, desconforto gastrointestinal) ocorreram em 7 pacientes (41%) e foram causa de descontinuação do MMF em uma criança.
Conclusão: Os resultados do nosso estudo são encorajadores e sugerem que MMF é um agente eficiente também para o tratamento de uveítes em crianças com significante potencial “poupador de esteróide” e perfil aceitável de efeitos colaterais.
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Influência da torção e descentração de lentes suturadas na sclera na aberração de frente de onda ocular de alta ordem
Tetsuro Oshika, Gentaro Sugita, Kazunori Miyata, Tadatoshi Tokunaga, Tomokazu Samejima, Chikako Okamoto e Yuko Ishii
Objetivos: Investigar a influência da torção e descentração de lentes itraoculares suturadas na esclera (LIOs) nas aberrações de frente de onda ocular de alta ordem.
Métodos: Em 45 olhos de 36 pacientes submetidos à fixação escleral de LIO de câmara posterior, torção e descentração das LIOs foram determinadas através de video fotografia Scheimpflug e aberrações de alta ordem para pupila de 4 mm foram medidas utilizando o aberrômetro Hartmann-Shack. Em outros 100 olhos de 100 pacientes submetidos à cirurgia padrão de facectomia com implante de LIO de câmara posterior foram medidas as aberrações de frente de onda ocular de alta ordem.
Resultados: Em olhos com LIO suturada os ângulos de torção e descentração foram de 4,43-3,02 graus (média-desvio padrão) e 0,279-0,162 mm, respectivamente.
Aberração ocular tipo vírgula no grupo de LIO suturada foi de 0,324-0,170 µm, que foi significante mente maior do que no grupo de facectomia padrão (0,169-0,061 µm, p<0,001, teste t-Student). Não hove diferença significante na aberração esférica entre os gupos LIO suturada (0,142-0,065 µm) e facectomia padrão (0,126-0,033 µm) (p=0,254). No grupo de LIO suturada, a torção da LIO se correlacionou significantemente com a aberração ocular tipo vírgula (coeficiente de correlação de Pearson r=0,628, p<0,001), porém não foi encontrada correlação significante entre torção da LIO e aberração ocular esférica (r=0,222, p=0,175). A torção da LIO não se correlacionou com a aberração corneal em vírgula (r=0,289, p=0,171) e esférica (r=0,150, p=0,356). A descentração da LIO não se correlacinou com nenhuma aberração de alta ordem.
Conclusão: Em olhos com LIO de câmara posterior suturada, a torção da lente induz a quantidades significantes de aberrações tipo vírgula.
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Tomografia de coerência óptica do segmento anterior em glaucoma secundário com opacidade corneal após ceratoplastia penetrante.
Farnaz Memarzadeh, Yan Li, Brian A Francis, Ronald E Smith, Julie Gutmark e David Huang.
Objetivo: Avaliar glaucoma secundário em pacientes com opacidade corneal após ceratoplastia penetrante usando tomografia de coerência óptica de segmento anterior (OCT).
Tipo de estudo: Série de casos.
Métodos: Três olhos de três pacientes com opacidade corneal e pressão intraocular elevada foram avaliados com OCT de alta velociade (2000 scans axiais por segundo) com comprimento de onda de 1,3 micron. Imagens em secção transversal do segmento anterior foram analizadas para avaliar as causas da elevação da pressão.
Resultados: Avaliação do segmento anterior por lâmpada de fenda foi limitada pela opacidade corneal em todos os casos. Imagens de OCT permitiram observação das estruturas do segmento anterior atrás das córneas opacas. Usando OCT, identificamos adesões entre a íris e a lente intraocular e bloqueio pupilar como prováveis razões para a elevação da PIO em um caso. Sinéquias periféricas anteriores (SPA) e oclusão de ângulo foram identificados nos demais casos. Em um caso, encontramos a ponta do tubo de drenagem bloqueada por SPA.
Conclusões: OCT é similar ao ultrasom em permitir observação através de córneas opacas. No entanto, OCT tem a vantagem de não necessitar de lente de contato ou imersão. OCT é uma ferramenta valiosa na avaliação da profundidade do ângulo da câmara anterior e das causas de oclusão angular secundária em pacientes com opacidade corneal.
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Vitrectomia via pars plana com retinotomia periférica após ativador de plasminogênio tissular intravítreo pré operatório: procedimento modificado para drenagem de hemorragia subrretínica maciça
Yusuke Oshima, Masahito Ohji e Yasuo Tano
Objetivo: Descrever a evolução de um procedimento modificado para drenagem de hemorragia subretínica densa (HSRs).
Tipo de Estudo: Série retrospectiva intervencional de casos.
Métodos: Revisamos os prontuários de oito olhos consecutivos (8 pacientes) com HSR densa se extendendo para a periferia, envolvendo dois ou mais quadrantes com descolamento de retina hemorrágico e bolhoso. Ativador de plasminogênio tissular foi injetado no vítreo 12 a 24 horas antes da realização de vitrectomia com retinotomia periférica, drenagem da HSR através da retinotomia, utilizando perfluorocarbono líquido, tamponamento com gás e posicionamento pós- operatório. Medidas de avaliação incluíram melhor acuidade visual (AV) pré-operatória e final, complicações e achados angiográficos.
Resultados: As acuidades visuais pré-operatórias variaram de percepção luminosa à 20/200. A maioria dos hematomas subretínicos se moveram pós-operatoriamente para a cavidade vítrea através da retinotomia periférica, utilizando perfluorocarbono líquido. HSRs residuais foram drenadas através da câmara anterior no leito após posicionamento sob pronação durante a noite. HSR recidivou em um olho 14 meses após a cirurgia e foi retratado com sucesso. Não houveram outras complicações sérias. A AV final melhorou em sete olhos (variação, 20/1000-20/60). Lesões polopoidais na vasculature coroidal estavam presentes em três dos sete pacientes.
Conclusões: A técnica parece segura e eficiente para tratamento de HSR maciça. Contudo, a recuperação visual é limitada pela doença macular sujacente. Vasculopatia coroidal polipoidal, além da degeneração macular relacionada à idade, pode ser outra causa de HSC maciça.
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Estudo prospectivo de distribuição aleatória de diferentes doses de triancinolona intravítrea para edema macular diabético
Dennis S.C. Lam, Carmen K.M. Chan, Shaheeda Mohamed, Timothy Y.Y. Lai, Chi-wai Tsang, Wai-man Chan e Mahesh P. Shanmugam
Introdução: Comparar a segurança e eficácia de diferentes doses de triancinolona intravítea (TIV) no tratamtneo de edema macular diabético clinicamente significante (EMCS).
Métodos: Sescenta e três olhos de 63 pacientes com EMCS e espessura central foveal (ECF) > 250 m na tomografia de coerência óptica (OCT) foram distribuídos aleatóriamente para receber 4 (n=23), 6 (n=20) ou 8mg (n=20) de TIV. Pacientes foram acompanhados por 6 meses e alterações na acuidade visual melhor corrigida (AVMC), ECF no OCT e alterações padronizadas na espessura macular (SCMT), além de efeitos colaterais como aumento da pressão intra ocular e formação de catarata foram comparados entre os 3 grupos.
Resultados: Melhora da AVMC e ECF após injeção de TIV ocorrereu em todos os grupos. A melhora média da AVMC aos 6 meses foi significantemente maior para o grupo de 8mg comparado ao de 4mg, com melhora de 9,9 e 3,1 letras ETDRS respectivamente (P=0,047). A SCMT média aos 6 meses para os grupos de 4, 6 e 8mg foram 28,7%, 42,3% e 60,5% respectivamente (P=0,06). A proporção de olhos com SCMT melhoradas em 75% aos 6 meses foi maior no grupo de 8mg, mas a diferença não atingiu diferença estatística significante (P=0,06). Hipertensão ocular (PIO>21mmHg) ocorreu em 39%, 30% e 55% dos olhos nos grupos 4,6 e 8mg, respectivamente (p=0,27).
Conclusões: Maior dose de TIV deve prolongar a duração do benefício visual em DMCS em diabetes e parece resultar em redução mais sustentada do edema macular. Estudos adicionais se fazem necessários para investigar a dose ótima para TIV no tratamento de EMCS em diabetes.
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Parâmetros histológicos úteis no reconhecimento de areterite temporal tratada com esteróides. Análise de trita e cinco casos
Ramon L. Font e Venkatesh C. Prabhakaran
Objetivo: Estabelecer parâmetros histológicos e imunohistoquímicos importantes para auxiliar no reconhecimento de arterite temporal em pacientes tratados com esteóides antes da biópsia, analisando as características clínicas e correlacionando-as aos achados histológicos.
Métodos: Revisão retrospectiva de prontuários de 35 pacientes tratados com esteróides antes da obtenção de amostras de biópsia da artéria temporal, em um periódo de 11 anos entre 1995 e 2005. O estudo foi conduzido no laboratório de patologia oftalmológica do Instituto de Olhos de Cullen. As características clínicas foram avaliadas e correlacionadas aos achados histopatológicos. Cada caso foi avaliado considerando a idade, gênero, raça, achados clínicos, taxa de hemossedimentação, dosagem de corticosteróide (oral versus intravenoso) e duração do tratamento. O intervalo de tempo entre a obtenção da amostra na biópsia e o início da terapia com corticosteróide foi cuidadosamente identificado em cada paciente. Em casos selecionados, marcadores histiocíticos (CD-68 e HAM-56) foram utilizados para identificar a presença de histiócitos epitelióides, o que caracteriza inflamação granulomatosa. Outros estudos imunohistoquímicos (CD3, CD20, CD4, CD8, CD45RO, CD45RA e proteína S-100) foram realizados em casos selecionados para caracterizar células inflamatórias.
Resultados: Acreditamos que os três parâmetros histopatológicos mais confiáveis na areterite temporal tratada com corticosteróides foram os seguintes: 1) camada completa ou incompleta de linfócitos e histiócitos epitelióides entre a camada muscular externa e a adventícia; 2) grandes defeitos circunferenciais na lâmina elástica (melhor vistos com pantacrome de Movat); e 3) ausência de poucas, pequenas e multinucleadas células gigantes. Em alguns casos a artéria principal parece normal enquanto os ramos primários mostram evidência de uma arterite em processo de cura. Os achados histológicos variam de acordo com a via de administração dos esteróides (oral versus intravenoso) e a duração do tratamento antes da obtenção da amostra da biópsia.
Conclusão: Diferenças histológicas sutis podem ser reconhecidas objetivamente entre pacientes com ACG ativa (não tratada) e pacientes que foram tratados com corticosteróides. As alterações histopatológicas mais precoces foram detectadas ao redor do final da 1a semana seguinte à terapia com esteróides (usualmente entre o 4o dia e o final da 1a semana). Os achados histológicos foram mais difíceis de ser reconhecidos após dois a três meses segintes ao tratamento com corticosteróides. Acreditamos que patologistas oculares e gerais devam ser capazes de reconhecer esta entidade baseada em achados histológicos, incluíndo os resultados de colorações especias e marcadores imunohistoquímicos (CD-68 e HAM-56).
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Manifestações oculares da doença de Fabry: dados da pesquisa de acompanhamento de Fabry
Andrea Sodi, Alexander S Ioannidis, Atul Mehta, Clare Davey, Michael Beck e Susanne Pitz
Objetivo: A doença de Fabry é uma desordem lisossomal ligada ao X caracterizada por atividade deficiente da enzima alfa-galactosidase A. Nosso objetivo foi estudar as anormalidades oculares em pacientes com doença de Fabry na pesquisa de acompanhamento de Fabri (FOS) (“FOS-the Fabry Outcome Survey”)
Métodos: Este é o maior estudo de manifestações oculares em pacientes com doença de Fabry. No total, 173 dos 688 pacietentes selecionados no FOS submetidos a exame oftlamológico completo com foco especial em anormalidades corneais, cristalinianas, conjuntivais e vasculares da retina.
Resultados: Córnea verticillata foi reportada em 76,9% das mulheres e 73,1% dos homens; tortuosidade vascular foi observada em 21,9% das mulheres e 48,7% dos homens. Catarata de Fabry foi vista em 9,8% das mulheres e 23,1% dos homens. Córnea verticillata foi assim a anormalidade ocular mais freqüentemente reportada na doença de Fabry tanto em homens homozigotos quanto em mulheres heterozigotas. Tortuosidade da vasculatura conjuntival e retínica e catarata de Fabry foram mais freqüentes em homens do que em mulheres. Tortuosidade vascular foi mais freqüentemente observada em pacientes com quadros mais graves e maior comprometimento das funções renal e cardíaca, sugerindo que isto deve estar associado à maior gravidade da doença. O paciente mais jovem com alterações oculares tinha 3 anos de idade. A prevalência de tortuosidade vascular em homens aumentou com a idade.
Conclusões: A presença de córnea verticillata é um achado importante no diagnóstico de doença de Fabry por estrar freqüentemente presente no momento do diagnóstico. Tortuosidade vascular deve ter algum valor preditivo para envolvimento sistêmico.
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Uso da pontuação de controle de Newcastle no manuseio de exotropia intermitente
Deborah Buck, Sarah R Hatt, Helen Haggerty, Susan Hrisos, Nicholas Patrick Strong, Nicholas Ian Steen e Michael P Clarke
Objetivo: Avaliar o uso da pontução de controle de Newcastle (PCN) (Newcastle Control Score) no manuseio da exotropia intermitente X(T).
Métodos: Crianças com idade < 11 anos com X(T) tiveram uma avaliação com a PCN como parte da conduta de rotina. Outros dados coletados incluíram: acuidade visual, alinhamento para perto, a distância com teste de oclusão alternada com prismas e estereoacuidade para perto (teste de Frisby) e para longe Frisby Davis Distance Stereotest (FD2(tm)). A análise envolveu correlação entre PCN inicial, ângulo e estereocuidade, exame da mudança ao longo do tempo, e regressão logística para determinar preditores de cirurgia.
Resultados: Dados iniciais foram obtidos em 272 crianças e dados de acompanhamento em 157. A idade média (DP) foi de 4 anos (1,9). Medidas completas da PCN foram obtidas para todas, exceto uma criança, no início e todas as crianças no acompanhamento. No início, PCN total e o componente controle de casa correlacionaram-se com estereoacuidade para perto (r=0,22, p<0,01; r=0,19, p<0,02, respectivamente), alinhamento para perto (r=0,34, p<0,001; r=0,19, p<0,02) e alinhamento a distância (r=0,30, p<0,001; r=0,26, p<0,001), mas não com estereoacuidade para perto. O controle clínico a distância correlacionou-se com alinhamento para perto (r=0,16, P<0,02), alinhamento a distância (r=0,27, P<,.001), e esteroacuidade a distância (r=0,25, P<0,03). Alta (ruim) PCN (4) no último acompanhamento predisse cirurgia (P<0,001, relação de probabilidades 29,3, 95% IC 6,2 a 138,7).
Conclusão: PCN é uma medida útil para avaliação da gravidade clinica da X(T), pode ser usada para avaliar melhora ou piora seriadamente e é uma ferramenta útil no manuseio destes pacientes.
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Estéreo-acuidde para longe em exotropia
Sarah R Hatt, Helen Haggerty, Deborah Buck, Wendy E Adams, Nicholas P Strong e Michael P Clarke
Introdução: Estudos sobre estéreo-acuidade em exotropia intermitente (X(T)) sugerem que estéreo-acuidade normal corresponde a bom controle do desvio e que estéreo-acuidade reduzida ou negativa significa controle mais pobre. Os objetivos deste estudo são avaliar a estéreo-acuidde a distância em X(T), utilizando o Frisby Davis Distance Stereo Test (FD2).
Métodos: Crianças com X(T) em que o ângulo de desvio para perto era menor ou igual ao para longe foram elegíveis para o estudo. Coleta de dados prospectivos padronizados incluíram o FD2. Este é um estudo longitudinal em que a evolução é descrita para a primeira consulta, última consulta (6 meses, antes de qualquer cirurgia) e/ou pré e última visita pós-operatória naqueles submetidos à cirurgia.
Resultados: Cento e dez crianças com X(T) foram avaliadas quanto ao FD2 na primeira consulta: 70 compreenderam o teste. Média (DP) de idade foi 4,6 (1,7) anos (variação 2-10 anos). 41/70 (59%) demonstraram respostas positivas e estéreo-acuidade de 30 (12) segundos de arco. A média de acompanhamento antes da cirurgia foi de 13 meses (variação 6-27). No acompanhamento a estéreo-acuidade foi de 24 (11) segundos de arco. Estéreo-acuidade pré e pós-operatória não foi significantemente diferente daqueles não submetidos à cirurgia.
Conclusão: Este estudo é o primeiro relato de estéreo-acuidade em X(T) utilizando o FD2. Pacientes com X(T) podem alcaçar níveis normais de esteriopsia a distância mas uma proporção significante, apesar de compreender o teste, demonstrou uma resposta negativa. Isto sugere que, utilizando o FD2, estéreo-acuidade à distância em X(T) é mais ausente ou normal do que reduzida. Razões possíveis e implicações para isto são discutíveis.
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Laboratory science - scientific reports
Title
Justine R Smith, Virginia B Lanier, Rita M Braziel, Katherine M Falkenhagen, Clifton White e James T Rosenbaum
Objetivo: Rosácea é uma doença crônica, comum, de patogênese debatida, caracterizada por inflamação e abnormalidades vasculares na pele, face e superfície ocular. Reconhecendo que o fator de crescimento endotelial vascular (VEGF) é vasoativo e tem atividades inflamatórias, investigamos a expressão desta molécula e de seus receptores, VEGF-R1 e VEGF-R2, na rosácea.
Métodos: Secções de pele obtidas de 20 pacientes com rosácea foram fixadas em formalina, embebidas em parafina e imunocoradas para detectar a expressão do VEGF, VEGF-R1 e VEGF-R2, usando uma metodologia indireta de recuperação de antígeno incorporado. Secções adjacentes foram coradas com hematoxicilina e eosina.
Resuldados: As biópsias se caracterizaram por infiltração linfohistiocítica perivascular e perifolicular e canais vasculares dilatados. Além disso havia coloração de queratócitos e epitélio, que foram também notados em pele normal. O endotélio vascular,com freqüência, corou-se positivamente para VEGF-R1 (14/20, 70%) e VEGF-R2 (20/20, 100%), mas infreqüentemente para VEGF (2/20, 10%). Na maioria das amostras, leucócitos infiltrantes, incluindo linfócitos, macrófagos e plasmócitos, expressaram VEGF (17/20, 85%), VEGF-R1 (20/20, 100%) e VEGF-R2 (20/20, 100%).
Conclusão: A expressão de receptores de VEGF, tanto pelo endotélio vascular quanto por células infiltrantes mononucleares, é observada em rosácea. Apesar de não ser expressado pelo endotélio, VEGF está presente na epiderme e no epitélio, e é expressado por células infiltrantes. Presença de um ligante ao receptor VEGF pode contribuir para as mudanças vasculares e infiltração celular observada na rosácea.
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Transformação neoplásica do epitélio do corpo ciliar está associada à perda de expressão da opticina
David C Assheton, Eoin P Guerin, Carl Sheridan, Paul Bishop e Paul Hiscott
Introdução /Objetivos: Opticina é uma glicoproteína recentemente descoberta pesente predominatemente dentro do humor vitreo. Ela é sintetizada e excretada pelo epitélio do corpo ciliar (ECC) desde o início de sua formação no embrião, continuando a produção durante a vida. O objetivo dete estudo foi determinar se uma variedade de tumores do corpo ciliar sintetiza opticina com a finalidade de caracterizar melhor seu papel no corpo ciliar saudável e doente.
Métodos: Imunohistoquímica foi utilizada para determinar a distribuição de opticina no ECC humano normal e em lesões hiperplásicas e neoplásicas do ECC.
Resultados: Opticina foi imunolocalizada na superfície da célula basal e material da membrana basal do ECC não pigmentado em nove olhos doadores assim como em quatro lesões hiperplásicas do ECC (adenoma de Fuchs). Contrariamente, nenhuma de oito lesões neoplásicas (dois adenomas e seis adenocarcinomas) do ECC se corou para opticina.
Conclusão: Nossa série suporta a teoria de que opticina é produzida pelo ECC não pigmentado durante a vida adulta. Perda de expressão de opticina por este tecido está associada com e pode contribuir para transformação neoplásica.
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Função visual na toxoplasmose ocular humana
Janine Scherrer, Milko E Iliev, Markus Halberstadt, Laurent Kodjikian e Justus G Garweg
Objetivos: Avaliar o prejuízo funcional em termos de redução da acuidade visual (AV) e defeitos de campo visual em toxoplasmose ocular inativa (TO).
Métodos: 61 pacientes com conhecida TO em estado quiescente foram incluídos neste estudo transversal prospectivo. Exame oftalmológico completo, documentação fotográfica da retina e perimetria computadorizada padrão (Octopus perimeter, programa G2) foram realizados. Classificamos a AV baseados na definição de deficiência visual e cegueira da OMS: normal (melhor que 20/25), perda discreta (20/25 a 20/60), perda moderada (20/60 a 20/400), e perda grave (<20/400). Defeitos do campo visual (CV) foram correspondentemente classificados como leve (desvio médio (MD) < 4 dB), moderado (MD4-12dB) e grave (MD>12dB).
Resultados: 8 pacientes (13%) apresentaram TO bilateral, sendo assim, um total de 69 olhos foram avaliados. Defeitos de CV foram encontrados em 65 olhos (94%), enquanto somente 28 olhos (41%) tiveram um AV reduzida, revelando que achados perimétricos são mais sensíveis em detectar dano cório-retiniano (p<0,001). Correspondência com a localização clínica da cicatriz cório-retiniana foi melhor para o CV (em 70% das vezes) do que para AV (33%). Prejuízo funcional moderado a grave foi registrado em 65,2% para CV e 27,5% para AV.
Conclusão: No seu estado quiescente, TO foi associada a defeitos permanentes de campo visual em mais de 94% dos olhos estudados. Além disso, perimetria automatizada padrão pode refletir melhor o dano funcional encontrado na TO do que a acuidade visual.
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Laboratory science - extended reports
Injeção intravítrea de Tacrolimus (FK506) suprime uveíte auto imune experimental em ratos
Keiko Oh-i, Hiroshi Keino, Hiroshi Goto, Naoyuki Yamakawa, Murase Kouhei, Yoshihiko Usui, Takeshi Kezuka, Jun-ichi Sakai, Masaru Takeuchi e Masahiko Usui
Objetivo: O presente estudo foi planejado para determiner se a injeção intravítrea de tacrolimus (FK506) suprime uveíte auto imune experimental (UAE) em ratos.
Métodos: Ratos foram imunizados com interfotorreceptor retinóide ligado à proteína (IRBP) peptídeo (R14) e injetados com tacrolimus intravítreo no 12º dia após imunização. Inflamação intraocular foi avaliada por biomicroscopia na lâmpada de fenda e exame histopatológico. Os níveis de proteína IFN- e TNF-& alpha nos tecidos oculares foram medidos. Expressão genética de quemoquinas foi determinada nos tecidos oculares através de reação em cadeia de transcripção da polimerase reversa (RT-PCR). Para avaliar o efeito sistêmico da reação intravítrea de tacrolimus, hipersensibilidade tardia (HT) foi medida por raspado de orelha.
Resultados: Quadros clínicos e patológicos demonstraram que a inflamação ocular dos olhos tratados com tacrolimus foi significantemente menor do que dos olhos tratados com veículo. A quantidade de IFN- e TNF-& alpha foi significativamente inibida em olhos tratados com tacrolimus. A expressão genética de MCP-1 e RANTES foi marcadamente reduzida em olhos tratados com tacrolimus. Respotas HT não foram prejudicadas em ratos tratados com tacrolimus.
Conclusões: Injeção intravítrea de tacrolimus foi bastante eficiente na supressão do proceso da UAE sem qualquer efeito adverso na imunidade celular sistêmica. Este tratamento deve ser útil no manejo de pacientes com uveíte grave.
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Avaliação ultra-estrutural de lentes intra-oculares Hydroview (H60M) opacificadas explantadas
Nathaniel Knox Cartwright, Eric John Mayer, Brendan M McDonald, Andy Skinner, Chris J Salter, Derek M Tole, John M Sparrow, Andrew D Dick, Bristol IOL Study Group e David J P Ferguson
Objetivos: Descrição da aparência ultra-estrutural de lentes intra-oculares H60M opacificadas explantadas.
Métodos: 14 lentes explantadas foram examinadas por microscopia eletrônica, e sua aparência comparada a uma lente H60M não-implantada do mesmo período. Espectroscopia com raio-X de comprimento de onda dispersivo (WDX) foi realizada em duas lentes opacificadas.
Resultados: Depósitos na sub-superfície foram vistos em todas as lentes explantadas opacificadas. Estes depósitos somente se espalharam sobre a superfície das lentes mais densamente opacificadas. WDX confirmou que os depósitos continham tanto cálcio quanto fósforo, consistente com cálcio apatita.
Conclusão: Estes achados desafiam a opinião amplamente aceita de que a opacificação de lentes intra-oculares H60M começa na superfície da óptica.
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Comparação das mudanças estruturais e histopatológicas agudas em olhos humanos de autópsia após ciclofotocoagulação endoscópica e transescleral
Mina B. Pantcheva, Malik Y. Kahook, Joel S Schuman e Robert J Noecker
Objetivo: Comparar os efeitos histológicos da ciclofotocoagulação endoscópica (CFE) e transescleral (CFT) no corpo ciliar e outras estruturas de olhos humanos autopsiados em contraste com controles não tratados.
Métodos: CFE e CFT foram realizadas em olhos humanos de autópsia. Detalhadas avaliações histológicas foram realizadas com microscopia de óptica e eletrônica de olhos tratados e comparados a controles não tratados.
Resultados: Mudanças histológicas foram observadas com ambas microscopias em todos os tecidos tratados. Tecidos tratados por CFT mostraram pronunciada perturbação do músculo do corpo ciliar e do estroma, dos processos ciliares e de ambos epitélios ciliares pigmentado e não pigmentado. Tecidos tratados por CFE exibiram pronunciada contração dos processos ciliares com perturbação do epitélio do corpo ciliar, poupando o músculo do corpo ciliar e apresentando menos desorganização estrutural. A esclera não foi afetada por nenhuma modalidade de tratamento.
Conclusões: Tratamento por CFE causou menos dano ao corpo ciliar comparada a CFT quando avaliado por microscopia de óptica e eletrônica. Comparada a CFT, a CFE parece ser uma forma mais seletiva de ciclofotocoagulação, resultando em menos perturbação tecidual enquanto consegue realizar seu objetivo que é destruir o epitélio do corpo ciliar.
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Imunopatologia do óleo de silicone intraocular: olhos enucleados
Louisa J Wickham, Riaz H Asaria, Robert Alexander, Phil Luthert e David G Charteris
Objetivo: Caracterizar a distribuição de óleo de silicone nos tecidos oculares em globos enucleados após descolamento de retina complicado e documentar a distribuição e natureza de qualquer resposta inflamatória associada.
Métodos: Nove olhos enucleados, previamente submetidos à cirurgia para descolamento de retina com óleo de silicone e 7 olhos controles sumetidos à enucleação após cirurgia para descolamento de retina (n=2) ou traumatismo ocular (n=5) foram estudados. Secções histológicas foram examinadas utilizando microscopia óptica para documentar a distribuição do óleo de silicone dentro dos tecidos oculares. Análise himunohistoquímica foi realizada, utilizando a técnica ABC e um painel de anticorpos monoclonais e policlonais. Microscopia eletrônica foi realizada para observar a penetração do óleo de silicone na malha trabecular do ângulo de drenagem da câmara anterior.
Resultados: O óleo de silicone se distribuíu através do globo, notadamente na íris, corpo ciliar, retina, malha trabecular e membranas epirretínicas. Áreas focais de silicone intrarretínico estavam associadas a desarranjo da arquitetura retínica, pontos de retinotomia ou óleo subretínico. A distribuição de macrófagos foi muito correlacionada à distribuição do óleo de silicone. Linfócitos T e B não foram associados ao óleo de silicone a não ser quando doença adicional estava presente, por exemplo membrana ciclítica ou uveíte. Um dos nove olhos tinha óleo de silicone presente no nervo óptico. Em olhos controles a resposta inflamatória foi mediada primariamente por macrófagos e linfócitos T e foi menos marcante do que a observada nos olhos com óleo de silicone.
Conclusão: Este estudo demonstra que o óleo de silicone deve ser sequestrado por tecidos oculares variados e está associado à inflamação localizada mediada por macrófagos.
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Imunopatologia do óleo de silicone intraocular: retina e membranas epirretínicas
Louisa J Wickham, Riaz H Asaria, Robert Alexander, Phil Luthert e David G Charteris
Objetivos: Determinar a resposta inflamatória na retina e membranas epirretínicas após tamponamento com óleo de silicone.
Métodos: Quatorze membranas epirretínicas por vitreoretinopatia proliferativa (PVR), 33 membranas retro-óleo, 19 retinectomias, 14 retinectomias reto-óleo e 37 membranas epirretínicas idiopáticas (controles) foram submetidas à análise imunohistoquímica, utilizando a técnica ABC e um painel de anticorpos monoclonais e policlonais. O número de células positivas contadas em cinco campos de 0,5mm de diâmetro de secções imunohistoqímicas foi graduado de 1 a 4.
Resultados: As contagens de macrófagos foram significantemente maiores em membranas com história de exposição ao óleo de silicone (p<0,001). Resposta inflamatória pode ser observada em 1 mês de de infusão de óleo de silicone e a intensidade não pareceu correlacionada à duração da exposição. Macrófagos foram confinados às membranas epirretínicas na suprefície de amostras de retinectomias em 10 de 14 casos e macrófagos intra-retínicos foram observados apenas em amostras com gliose retínica. Linfócitos T e B foram raramente vistos nas amostras examinadas. Hiperregulação glial marcante foi observada em 11 de 16 amostras de retinectomias e 8 de 11 retinectomias retro-óleo. A quantidade de células gliais foi variável nas membranas mas houve uma tendência ao aumento de sua quantidade após exposição ao óleo de silicone.
Conclusão: Este estudo demonstrou que o uso de óleo de silicone é acompanhado de reação inflamatória, primariamente mediada por macrófagos. Esta resposta pode ser observada em 1 mês após a injeção do óleo de silicone e continua após a remoção do óleo de silicone. Cirurgiões de retina devem estar cientes sobre os potenciais efeitos secundários do óleo de silicone intraocular quando considerado seu uso (e remoção) em cirurgia vítreo-retínica.
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