Portuguese Abstracts
Welcome to the BJO Portuguese
Abstracts
This edition
includes Portuguese translations of the abstracts of all Clinical and
Laboratory Science articles from the August 2004 issue.
The full text is only available in English to subscribers or on a pay per
view basis (US$12 per article)
Benvindo aos Resumos em Portugues do BJO
Esta edi��o inclue resumos de todos os artigos de Ci�ncias Cl�nica e Laboratorial publicados em Agosto de 2004.
Os textos completos, em Ingl�s, est�o dispon�veis somente para assinantes ou sob pagamento (US$12 por artigo).
August/
Agosto 2004
Volume 88 Number/ n�mero 8
Clinical science - scientific reports
Ci�ncia cl�nica � relatos cient�ficos
Clinical science - extended reports
Ci�ncia cl�nica � relatos extendidos
Laboratory science - scientific reports
Ci�ncia laboratorial � relatos cient�ficos
Laboratory science - scientific reports
Ci�ncia laboratorial � relatos cient�ficos
Editors/
Editores: Dr Daniel de
Souza Pereira and Dr Jonathan Lake
bhisit{at}itsa.ucsf.edu
bhisit{at}itsa.ucsf.edu
Clinical science - scientific reports
Estudo de distribui��o aleat�ria
comparando mitomicina-C a 0,02% e auto-enxerto limboconjuntival para
ex�rese de pter�gio prim�rio
Alvin L. Young, Gloria Y.S. Leung, Angus K.K. Wong, Lulu L. Cheng
e Dennis S.C. Lam
Portuguese Abstract
English Abstract
English Full text
Transplante penetrante de c�rnea: Indica��es ao longo de per�odo de
10 anos (1990 a 1999).
Nada Al-Yousuf, Ioannis Mavrikakis, Emmanouil Mavrikakis e Sheraz
Daya
Portuguese Abstract
English Abstract English Full text
Caracter�sticas do �ngulo da syndrome exfoliativa: n�o h� correla��o
com dano �ptico.
Caroline J Cobb, Graciela C Blanco e George L Spaeth
Portuguese Abstract
English Abstract
English Full text
Estudo prospectivo de distribui��o aleat�ria comparando lidoca�na
gel 2% com anestesia subtenoniana para trabeculectomia
Monica M Carrillo, Yvonne M Buys, Dana Faingold e Graham E Trope
Portuguese Abstract
English Abstract
English Full text
O local da cirurgia filtrante
influencia o controle da press�o intra-ocular a m�dio e longo prazo em
olhos de baixo risco?
Anil K Negi, Andrew W Kiel e Stephen A Vernon
Portuguese Abstract
English Abstract
English Full text
Estudo prospectivo de distrubui��o
aleat�ria comparando trabeculectomia com viscocanalostomia com uso de
anti-metab�litos adjuvantes para o manejo de glaucoma de �ngulo aberto
sem controle medicamentoso.
David P.S. O'Brart, Marion Shiew e Beth Edmunds
Portuguese Abstract
English Abstract
English Full text
Cegueira noturna estacion�ria (CNE) e
eletrofisiologia tipo Schubert-Bornschein em uma fam�lia com heran�a
dominante
Stamatina A Kabanarou, Graham E Holder, Fred W Fitzke, Alan C Bird
e Andrew R Webster
Portuguese Abstract
English Abstract
English Full text
Efic�cia de vitrectomia central
precedendo procedimento triplo corneal
Kenji Konomi, Jun Shimazaki, Shigeto Shimmura, Naoko Akabane, Eiki
Goto e Kazuo Tsubota
Portuguese Abstract
English Abstract
English Full text
Efeito da hemodi�lise na circula��o
da retina de pacientes com doen�a renal em est�gio terminal
Taiji Nagaoka, Yoshihiro Takeyama, Shinichi Kanagawa, Koichi
Sakagami, Fumihiko Mori e Akitoshi Yoshida
Portuguese Abstract
English Abstract
English Full text
Clinical science - extended reports
Um novo sistema de an�lise da
profundidade da c�mara anterior perif�rica � Princ�pio, precis�o e
reprodutibilidade
Kenji Kashiwagi, Fumiko Kashiwagi, Yoshiki Toda, Yasuyuki Osada,
Toyoaki Tsumura e Shigeo Tsukahara
Portuguese Abstract
English Abstract
English Full text
Avalia��o quantitativa das altera��es
na biometria do segmento anterior ap�s iridotomia perif�rica por laser
utiliando analisador de profundidade de c�mara anterior desenvolvido
recentemente
Kenji Kashiwagi, Keitetsu Abe e Shigeo Tsukahara
Portuguese Abstract
English Abstract
English Full text
O Estudo de Cataratas de Auckland:
avalia��es de aspectos cl�nicos, visuais, topograficos da c�rnea e
satisfa��o do paciente nos p�s-operat�rio de dois anos
Andrew M Thompson, Nisha Sachdev, Tracey Wong, Andrew F Riley,
Christina N Grupcheva e Charles NJ McGhee
Portuguese Abstract
English Abstract
English Full text
Medidas do fluxo sangu�neo da retina
e dano neuroret�nico da rima no glaucoma
Joanne FJ Logan, Simon JA Rankin e Jonathan A Jackson
Portuguese Abstract
English Abstract
English Full text
Fototrombose mediada por Indocianina
Verde no manejo de Neovasculariza��o de Cor�ide Predominantemente
Cl�ssica secund�ria a Degenera��o Macular Relacionada a Idade
Michel Eid Farah, Jose Augusto Cardillo, Ana C. Luzardo, Daniela
Calucci, George Williams e Rog�rio A Costa
Portuguese Abstract
English Abstract
English Full text
Altera��o da circula��o da cor�ide na
regi�o macular em pacientes com diabetes tipo2
Taiji Nagaoka, Norihiko Kitaya, Ryoichi Sugawara, Harumasa Yokota,
Fumihiko Mori, Taiichi Hikichi, Naoki Fujio e Akitoshi Yoshida
Portuguese Abstract
English Abstract
English Full text
Fatores de risco para desenvolvimeto de retinopatia diab�tica
proliferativa em cirurgia do v�treo
Hideharu Funatsu, Hidetoshi Yamashita, Hidetaka Noma, Tatsuya
Mimura, Kumi Sakata e Sadao Hori
Portuguese Abstract
English Abstract
English Full text
Pacientes com retinoblastoma com
fatores oculares de alto risco patol�gico: Quem precisa de terapia
adjuvante?
Guillermo L Chantada, Ira J Dunkel, Mar�a T de D�vila e David H
Abramson
Portuguese Abstract
English Abstract
English Full text
Um Relato Multic�ntrico do Grupo
Mexicano de Retinoblastoma
Carlos A Leal-Leal, Martha E Flores-Rojo, Aurora Medina-Sanson,
Fernando Cerecedo-D�az, Sandra S�nchez-F�lix, Oscar Gonz�lez-Ramella,
Fernando P�rez-P�rez, Ricardo G�mez-Mart�nez, Armando Quero-Hern�ndez,
Eduardo Altamirano-Alvarez, Francisco Alejo-Gonzalez, Jose Jesus
Figueroa-Carbajal, Andrea Ellis-Irigoyen, Isodoro Tejocote-Romero,
Roberto Cervantes-Paz, Francisco Pantoja-Guillen, Lourdes Vega-Vega e
Francisco Carrete-Ram�rez
Portuguese Abstract
English Abstract
English Full text
Laboratory science - scientific reports
Efeitos da melatonina na retina
tratada com �xido n�trico
Andrew W Siu, Genaro G Ortiz, Gloria Benitez-King, Chi H To e
Russel J Reiter
Portuguese Abstract
English Abstract
English Full text
Diferen�a na Express�o do Fator de
Crescimento de Tecido Conectivo na Micr�glia e nos Pericitos da Retina
de Humanos Diab�ticos
Esther J. Kuiper, Antonella N. Witmer, Ingeborg Klaasssen, Noelynn
Oliver, Roel Goldschmeding e Reinier O. Schlingemann
Portuguese Abstract
English Abstract
English Full text
Laboratory science - extended reports
Indometacina diminui a tens�o de
oxig�nio no nervo �ptico e reduz o efeito da inibi��o da anidrase
carb�nica e da inspira��o de CO2
Daniella Bach Pedersen, Thor Eysteinsson, Einar Stef�nsson, Jens
Folke Kiilgaard, Morten la Cour, Bang Kurt e Peter Koch Jensen
Portuguese Abstract
English Abstract
English Full text
Clinical science - scientific reports
| Estudo de distribui��o
aleat�ria comparando mitomicina-C a 0,02% e auto-enxerto
limboconjuntival para ex�rese de pter�gio prim�rio Alvin L. Young, Gloria Y.S. Leung, Angus K.K. Wong, Lulu L. Cheng e Dennis S.C. Lam Resumo Introdu��o: Mitomicina C (MMC) e autoenxerto limboconjuntival (ALC) s�o adjuvantes bem conhecidos na preven��o da recidiva do pter�gio. Este estudo tem como objetivo comparar os resultados destes tratamentos. M�todos: Estudo prospectivo de casos consecutivos de pter�gio prim�rio (fevereiro de 2001 a mar�o de 2002) distribu�dos aleatoriamente em 2 grupos adjuvantes: 1) MMC 0,02% peroperat�rio por 5 minutos ou 2) ALC. Os pacientes foram observados em fun��o da recidiva (definida como invas�o fibrovascular da c�rnea > 1,5mm) e complica��es pelo per�odo de um ano. Resultados: 115 olhos de 114 pacients que completaram o estudo foram distribu�dos aleatoriamente para receber MMC (n=63) e ALC (n=52). Ocorreram 10 recidivas (15,9%) no grupo da MMC e apenas uma recidiva (1,9%) no grupo da ALC. Houve diferen�a estatisticamente significativa no �ndice de recidiva entre os dois grupos (p=0,04). Ocorreram 3 cistos conjuntivais, 3 simbl�faros, 1 granuloma e 1 dellen. N�o ocorreram complica��es visualmente significantes em ambos os grupos. Conclus�o: Embora o ALC tenha apresentado melhores resultados ap�s um ano, ele � tecnicamente mais dif�cil e inaplic�vel em casos com dist�rbios l�mbicos pr�vios. Excis�o simples seguida por aplica��o de MMC ou ALC s�o adjuvantes seguros e aceit�veis para excis�o de pter�gio. Escolha do adjuvante deve ser realizada com cuidado baseada na avalia��o do risco de recidiva, pr�ticas locais e experi�ncia do cirurgi�o. |
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| Transplante penetrante de
c�rnea: Indica��es ao longo de per�odo de 10 anos (1990 a 1999) Nada Al-Yousuf, Ioannis Mavrikakis, Emmanouil Mavrikakis e Sheraz Daya Resumo Objetivos: Determinar as indica��es de transplante penetrante de c�rnea (TC) na Unidade de Corneopl�stica e Banco de Olhos, um centro de refer�ncia terci�rio, ao longo de um per�odo de 10 anos. M�todos: Todos os prontu�rios de pacientes submetidos a TC na nossa institui��o entre 1990 e 1999 foram revistos retrospectivamente. Dos 1096 procedimentos realizados nestes per�odo, 784 prontu�rios puderam ser revistos (72%). Resultados: Retransplante foi a indica��o mais comum, respons�vel por 40,9% de todos os casos. Ceratocone foi a segunda indica��o mais comum (15%) seguido pela distrofia endotelial de Fuchs (9,3%), ceratopatia bolhosa do pseudof�cico (7,6%) e ceratite viral (5,9%), que incluiu herpes simples e herpes zoster e mostrou uma tend�ncia decrescente, utilizando-se an�lise por regress�o (p<0,005). No subgrupo de retransplantes, ceratite viral foi respons�vel por 21,2% dos diagn�sticos prim�rios. A causa mais comum de falha do enxerto no subgrupo de retransplante foi fal�ncia endotelial (41,8%). Conclus�o: Retransplante � a principal indica��o para TC, tendo a doen�a viral, embora em n�meros decrescentes, como principal diagn�stico prim�rio. |
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| Caracter�sticas do �ngulo
da syndrome exfoliativa: n�o h� correla��o com dano �ptico Caroline J Cobb, Graciela C Blanco e George L Spaeth Resumo Objetivos: Determinar se as caracter�sticas goniosc�picas do �ngulo da c�mara anterior em pacientes com s�ndrome exfoliativa s�o correlacionadas com a gravidade do glaucoma. Introdu��o: A patog�nese exata do glaucoma na s�ndrome exfoliativa n�o � clara. H� alguns ind�cios de que �ngulos estreitos s�o mais comuns em s�ndrome exfoliativa e que isto pode ser um componente da doen�a. O grau de pigmenta��o tamb�m � considerado fator de influ�ncia na press�o intra-ocular. M�todos: Estudo prospectivo consecutivo de pacientes com s�ndrome exfoliativa foi realizado. Setenta e oito pacientes com s�ndrome exfoliativa foram examinados por um oftalmologista e submetidos a gonioscopia e fundoscopia ap�s midr�ase. Resultados: �ngulo da c�mara anterior, inser��o da �ris, grau de pigmenta��o e presen�a ou aus�ncia da linha de Sampaolesi n�o foram correlacionadas ao grau de dano do disco do nervo �ptico. Conclus�es: N�o h� associa��es aparentes entre as caracter�sticas do �ngulo e gravidade do glaucoma em pacientes com s�ndrome exfoliativa. |
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| O local da cirurgia
filtrante influencia o controle da press�o intra-ocular a m�dio e
longo prazo em olhos de baixo risco? Anil K Negi, Andrew W Kiel e Stephen A Vernon Resumo |
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| Estudo prospectivo de
distribui��o aleat�ria comparando lidoca�na gel 2% com anestesia
subtenoniana para trabeculectomia Monica M Carrillo, Yvonne M Buys, Dana Faingold e Graham E Trope Resumo Objetivos: Comparar as propriedades analg�sicas da lidoca�na gel 2% � anestesia subtenoniana com lidoca�na 2% sem epinefrina em trabeculectomia. M�todos: Estudo cl�nico de distribui��o aleat�ria. 59 pacientes consecutivos com programa��o para trabeculectomia no Hospital Ocidental de Toronto foram distribu�dos de forma aleat�ria para receber anestesia t�pica com gel de lidoca�na a 2% ou anestesia subtenoniana com lidoca�na a 2%. Ambos os grupos receberam seda��o padronizada com midazolam, fentanil e/ou propofol. A escala visual an�loga foi utilizada para medir a dor per-operat�ria. O conforto do paciente, a avalia��o do cirurgi�o da colabora��o per-operat�ria do paciente, volume necess�rio de anest�sico, necessidade de anestesia complementar e quaisquer complica��es foram registradas. Os dois grupos foram comparados por meio do teste T de Student. Resultados: O grupo da anestesia subtenoniana e o grupo da lidoca�na gel 2% n�o mostraram diferen�a significativa no score de dor subjetiva (18,3 +/- 16,2 vs 19,8 +/- 12,4 respectivamente p = 0,739) e na escala de satisfa��o cir�rgica (3,6+/- 0,7 e 3,8+/-0,6 respectivamente p = 0,328). Quatro pacientes necessitaram de anestesia complementar, todos no grupo subteniano. Conclus�o: Lidoca�na t�pica gel 2% � t�o eficaz quanto a anestesia subtenoniana para controle da dor em pacientes submetidos a trabeculectomia. Lidoca�na gel 2% � semelhante � anestesia subtenoniana em comforto do paciente e satisfa��o do cirurgi�o. |
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English Full text
| Estudo prospectivo de
distrubui��o aleat�ria comparando trabeculectomia com
viscocanalostomia com uso de anti-metab�litos adjuvantes para o
manejo de glaucoma de �ngulo aberto sem controle medicamentoso David P.S. O'Brart, Marion Shiew e Beth Edmunds Resumo Objetivos: Comparar trabeculectomia com viscocanalostomia associado a uso de anti-metab�litos adjuvantes para controle da press�o intra-ocular (PIO) em glaucoma de �ngulo aberto (GAA) M�todos: 45 pacientes (50 olhos) com GAA descontrolado foram distribu�dos aleatoriamente para receber trabeculectomia (25 olhos) ou viscocanalostomia (25 olhos). Durante o pr�-operat�rio todos os olhos foram graduados em rela��o aos fatores de riscos para falha de filtra��o e receberam anti-metab�litos per-operat�rios (5-fluoracil 25mg/ml (5-FU), Mitomicina-C (MMC) 0,2 mg/ml e 0m4mg/ml) seguindo protocolo. Resultados: N�o houve diferen�a significativa entre os grupos em rela��o � idade, sexo, tipo de GAA, medica��es pr�-operat�rias, fatores de risco para falha de filtra��o e PIO pr�-operat�ria. O tempo de seguimento foi de 20 meses (varia��o 3 a 24 meses). Destes, todos os pacientes foram acompanhados por 12 meses ou mais a n�o ser dois pacientes que n�o puderam ser acompanhados aos 3 meses. Aos 12 meses sucesso completo (PIO < 21mmHg sem medica��es anti-glaucomatosas) foi verificado em 91% dos olhos submetidos a trabeculectomia; no entanto, apenas 60% dos casos submetidos a viscocanalostomia obtiveram sucesso completo (p<0,05). Em rela��o a sucesso qualificado (PIO<21mmHg com ou sem medica��o) e PIOs m�dias p�s-operat�rias n�o houve diferen�a entre os dois grupos, embora uma m�dia de medica��es p�s-operat�rias foi menor com a trabeculectomia (0,39) comparado � viscocanalostomia (1,04) (p<0,05). Agulhamentos foram mais necess�rios ap�s trabeculectomia (p<0,02). Goniotomia por YAG foi necess�ria em 3 olhos (13%) ap�s viscocanalostomia. Complica��es transit�rias precoces como c�mara anterior rasa e encidstamento da bolha foram mais comuns no grupo da trabeculectomia (p<0,05). A incid�ncia de catarata p�s-operat�ria tardia foi semelhante em ambos os grupos. Conclus�es: Em rela��o a sucesso completo e n�mero de medica��es anti-glaucomatosas necess�rias no p�s-operat�rio, o controle da PIO aparenta ser melhor com trabeculectomia. Viscocanalostomia est� associada a menos complica��es precoces transit�rias. |
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| Cegueira noturna
estacion�ria (CNE) e eletrofisiologia tipo Schubert-Bornschein em
uma fam�lia com heran�a dominante Stamatina A Kabanarou, Graham E Holder, Fred W Fitzke, Alan C Bird e Andrew R Webster Resumo Introdu��o / Objetivos: Apresentar as caracter�sticas cl�nicas, psicof�sicas e eletrofisiol�gicas de uma fam�lia com cegueira noturna estacion�ria (CNE) de heran�a dominante. M�todos: Cinco membros afetados de tr�s gera��es da fam�lia foram estudados. Quatro indiv�duos afetados foram submetidos a exame oftalmol�gico e investiga��es eletrofisiol�gicas. Tr�s indiv�duos afetados tamb�m foram submetidos a oftalmoscopia com varredura a laser e testes psicof�sicos. Resultados: Indiv�duos afetados relataram cegueira noturna a partir de idade precoce. As acuidades visuais eram normais. Apar�ncias fundosc�picas estavam normais com excess�o de um paciente mais velho mostrando �reas de atrofia coroidoret�nicas perif�ricas. Imagens autofluorescentes n�o mostraram anormalidades grosseiras. ERGs Padr�o ISCEV mostraram respostas espec�ficas de cones indetect�veis e respostas m�ximas eletronegativas, mas respostas ISCE de cones normais. An�lise adicional de ERG S-cone espec�fico estavam com amplitude reduzida em todos os pacientes estudados. N�o havia componente de bastonetes aparentes na curva de adapta��o ao escuro. Pontos dos 30 graus centrais estavam normais em condi��es fot�picas mas mostraram pontos elevados sob condi��es escot�picas tanto para est�mulo vermelho quanto azul. Conclus�es: Resultados da investiga��o desta fam�lia s�o consistentes com uma fun��o prejudicada dos cones. Os achados do ERG sugerem a ocorr�ncia de uma anormalidade p�s-fototransdu��o com envolvimento da via dos bastonetes e S-cones. Esses achados diferem daquelas raras fam�lias relatadas previamente com CNE dominante. |
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| Efic�cia de vitrectomia
central precedendo procedimento triplo corneal Kenji Konomi, Jun Shimazaki, Shigeto Shimmura, Naoko Akabane, Eiki Goto e Kazuo Tsubota Resumo Objetivos: Avaliar a efetividade de vitrectomia central precedendo cirurgia tr�plice (ceratoplastia penetrante, extra��o extracapsular da catarata e implante de lente intra ocular LIO). M�todos: Trinta e um olhos consecutivos de 31 pacientes com indica��o de cirugia tr�plice corneal foram aleatoriamente submetidos a cirurgia tr�plice corneal simples (grupo controle) ou associado � vitrectomia central (grupo vitrectomia). A taxa de sucesso no implante da LIO, posicionamento da LIO, complica��es intra-operat�rias e p�s-operat�rias, perda de c�lulas endoteliais e melhor acuidade visual corrigida (MAVC) foram comparadas. O per�odo de acompanhamento foi de tr�s meses. Fatores que poderiam comtribuir para a eleva��o da press�o v�trea foram tamb�m investigados em cada caso. Resultados: N�o houve diferen�a estatisticamente significante em cada par�metro cl�nico examinado exceto uma tend�ncia � facilita��o no implante da LIO (P=0,11). Houveram dois casos de perda v�trea no grupo controle. Descolamento de retina n�o ocorreu em nenhum dos casos. O �ndice de massa corp�rea e a idade se mostraram relacionados com a eleva��o da press�o v�trea (P<0,05). Conclus�es: Vitrectomia central precedendo procedimento triplo corneal n�o � necess�ria para todos os casos. |
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| Efeito da hemodi�lise na
circula��o da retina de pacientes com doen�a renal em est�gio
terminal Taiji Nagaoka, Yoshihiro Takeyama, Shinichi Kanagawa, Koichi Sakagami, Fumihiko Mori e Akitoshi Yoshida Resumo Objetivos: Investigar o efeito da hemodi�lise na circula��o ret�nica de pacientes com doen�a renal em est�gio terminal (DRET). M�todos: Dezessete pacientes consecutivos com DRET foram recrutados para o estudo. N�s simultaneamente medimos as mudan�as no di�metro vascular e velocidade sangu�nea e calculamos o fluxo sangu�neo ret�nico (FSR) nas veias da retina de pacientes com DRET antes e ap�s hemodi�lise, utilizando um sistema medidor de velocidade com Doppler laser. Al�m disso, examinamos as rela��es ente as mudan�as nos par�metros circulat�rios sist�micos e ret�nicos. Resultados: Ocorreu aumento na m�dia grupal do di�metro vascular (P=0,003) ap�s hemodi�lise. Contudo os valores da velocidade sangu�nea e FSR obtidos ap�s hemodi�lise n�o foram significantemente diferentes dos valores obtidos antes da hemodi�lise (P=0,66 e P=0,63, respectivamente). As mudan�as no di�metro vascular foram negativamente correlacionadas com a mudan�a na MABP, mas as mudan�as na velocidade sangu�nea e FSR foram positivamente correlacionados com a mudan�a na MABP (r=0,683, P<0,002 e r=0,589, P<0,01, respectivamente). Al�m disso, a mudan�a no FSR foi tamb�m inversamente correlacionada ao aumento no hemat�crito (r=-0,693, P<0,002) e � quantidade de fluido removido (r=-0,597, P<0,01). Conclus�o: Nossos resultados indicam que a hemodi�lise e as mudan�as associadas aos par�metros circulat�rios sist�micos devem afetar a circula��o ret�nica em pacientes com DRET. |
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Clinical science - extended reports
| Um novo sistema de
an�lise da profundidade da c�mara anterior perif�rica � Princ�pio,
precis�o e reprodutibilidade Kenji Kashiwagi, Fumiko Kashiwagi, Yoshiki Toda, Yasuyuki Osada, Toyoaki Tsumura e Shigeo Tsukahara Resumo Objetivo: Desenvolver um novo sistema de n�o-contato para a medida quantitativa da profundidade da c�mara anterior (PCA) e investigar sua precis�o assim como reprodutibilidade inter- e intra-observador. Materiais e m�todos: O sistema varre a PCA a partir do eixo �ptico at� o limbo em intervalos de aproximadamente 0,5 segundos e registra 21 imagens consecutivas de l�mpada de fenda em intervalos de 0,4mm. Um programa instalado no computador automaticamente avalia a PCA, espessura central da c�rnea (ECC) e o raio de curvatura corneal (RCC) instantaneamente. Um modelo ocular foi utilizado para pesquisar a precis�o da medida. Examinamos os efeitos da ECC e RCC nos resultados da medida utilizando modelo de simula��o computadorizada para minimizar erros de medida. Tr�s examinadores mediram a PCA em dez olhos normais e a reprodutibilidae inter- e intra-observador foi analisada. Resultados: Os valores de PCA medidos por este sistema foram muito semelhantes aos valores te�ricos. Aumento da RCC e diminui��o da ECC diminuiu o valor da PCA e vice-versa. Ajuste dos dados utilzando a ECC e RCC reduziu com sucesso os erros de medidas. Varia��es inter- e intra-observaodres foram pequenos. Seus coeficientes de varia��o foram de 7,4+2,3 e 6,7+0,7 e estes valores tendem a aumentar com maiores dist�ncias do eixo �ptico. Conclus�o: O sistema atual � capaz de medir a PCA com alta precis�o assim como apresenta alta reprodutibilidade inter- e intra-observador. Apresenta uso potencial na medida quantitativa da PCA e para detec��o de pacientes com �ngulo estreito. |
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| Avalia��o quantitativa
das altera��es na biometria do segmento anterior ap�s iridotomia
perif�rica por laser utiliando analisador de profundidade de
c�mara anterior desenvolvido recentemente Kenji Kashiwagi, Keitetsu Abe e Shigeo Tsukahara Resumo Objetivo: Utilizando o analisador perif�rico de profundade da c�mara anterior por escanemento (APCA), determinamos os efeitos da iridotomia perif�rica por laser (IPL) na profundidade da c�mara anterior (PCA) quantitativamente e a associa��o entre PCA e eleva��o cr�nica da press�o intraocular (PIO) ap�s IPL. Pacientes e m�todos: Dezesseis olhos de 15 pacientes com crise de glaucoma agudo prim�rio de �ngulo fechado (GAPAF), 14 olhos de 14 pacientes com �ngulo estreito crise de GAPAF no olhos contralateral e 13 olhos de 7 pacientes com glaucoma cr�nico de �ngulo estreito (GCAE) foram estudados. O APCA varreu o segmento anterior ocular a partir do eixo �ptico para o limbo e fotografou 21 imagens consecutivas � l�mpada de fenda com intervalos de 0,4mm. Um programa instalado no computador automaticamente avaliou a PCA e fez a m�dia de 3 medidas, utilizadas para an�lise. Resultados: IPL aumentou significativamente a PCA e alterou o contorno da �ris de convexa para c�ncava ou plana em todos os olhos estudados. A extens�o do aumento da PCA induzida pela IPL foi aumentando � medida que se aumentava a dist�ncia do eixo �ptico. Ao comparar PCAs ap�s IPL, ohos que receberam IPL profil�tica mostaram o maior aumento de PCA induzida pela IPL, seguido pelos olhos com GCAE e olhos com crise de GAPAF. A PCA de olhos com crise de GAPAF foi quase a mesma daqueles cujos olhos contralaterais com crise de GAPAF no olho contralateral antes da IPL profil�tica. Olhos com crise de GAPAF mostararm pior controle da PIO ap�s IPL do que olhos com �ngulo estreito e GCAE com IPL. Conclus�es: IPL aumenta significativamente a PCA e a pequena abertura da PCA induzida pela IPL pode contribuir para a eleva��o cr�nica da PIO ap�s IPL. |
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| O Estudo de Cataratas de
Auckland: avalia��es de aspectos cl�nicos, visuais, topograficos
da c�rnea e satisfa��o do paciente nos p�s-operat�rio de dois anos Andrew M Thompson, Nisha Sachdev, Tracey Wong, Andrew F Riley, Christina N Grupcheva e Charles NJ McGhee Resumo Objetivos: Avaliar a satisfa��o cl�nica, visual, topogr�fica e da acuidade visual subjetiva em coorte de pacientes 2 anos ap�s facoemulsifica��o em hospital p�blico da Nova Zel�ndia. M�todos: Estudo prospectivo de amostra representativa de 97 pacientes (20%) selecionados de forma aleat�ria a partir de 480 pacientes de um estudo original de coorte de catarata de Auckland (ECA). O protocolo de avalia��o cl�ncia foi id�ntica ao ECA e incluiu question�rio extenso para permitir compara��es diretas entre ambos os grupos. Resultados: A popula��o estudada foi predominantemente feminina (66%) com m�dia de idade de 76,3 + 9,9 anos. Novas doen�as sist�micas e oculares afetaram 18,4 e 10,3% das pacientes respectivamente e 10,3% necessitaram encaminhamento para cl�nico geral (2,1%) ou oftalmologista (8,2%). A m�dia da acuidade visual corrigida (AVC) foi de 0,2 (0,2) unidades log MAR (6/9 no equivalente Snellen) com equivalente esf�rico m�dio de 0,37 + 1,01 dioptrias e astigmatismo de 0,07 + 0,70 dioptrias ap�s dois anos comparado com AVC m�dia de 0,1 + 0,2 unidades log MAR (6/7,5 no equivalente Snellen) com equivalente esf�rico m�dio de 0,59 + 1,07 dioptrias e astigmatismo de 0,14 + 0,77 dioptrias quatro semanas ap�s a cirurgia. 94,9% dos pacientes apresentaram AVC de 6/12 ou melhor independente da doen�a ocular pr�-existente. A opacidade de c�psula posterior (OCP) foi de 20,4% e isso foi visualmente insignificante em todos os olhos menos nos 3,1% que foram submetidos a capsulotomia por Nd:YAG laser. A eleva��o corneal indicada pelo Orbscan II mostrou estabilidade corneal dois anos ap�s facoemulsifica��o sem complica��es. Embora astigmatismo corneal tivesse sido eliminado em aproximadamente metade dos pacientes um m�s ap�s a cirurgia, o astigmatismo mostrou tend�ncia a regredir para os n�veis pr�-operat�rios com espessamento local da c�rnea no local da incis�o dois anos ap�s cirurgia de catarata. Dos olhos contralaterais, 61,2% foram submetidos a cirurgia de catarata. No total, 75,3% dos pacientes estavam moderadamente ou muito satisfeitos com o n�vel atual de acuidade visual. Conclus�o: Dois anos ap�s cirurgia de catarata os pacientes estavam satisfeitos com o n�vel atual de vis�o. AVC para longe foi de 6/12 ou melhor na maior parte dos olhos. Embora uma minoria tenha desenvolvido OCP suficiente para necessitar de capsulotomia, 10,3% dos olhos desenvolveram nova doen�a ocular com riscos de comprometimento visual. |
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| Medidas do fluxo
sangu�neo da retina e dano neuroret�nico da rima no glaucoma Joanne FJ Logan, Simon JA Rankin e Jonathan A Jackson Resumo Objetivo: Avaliar as caracter�sticas de fluxo sangu�neo em pacientes com glaucoma de press�o normal (GPN), glaucoma prim�rio de �ngulo aberto (GPAA) e um grupo controle, utlizando fluxometria da retina de Heidelberg (FRH). Os par�metros vasculares foram correlacionados com o dano estrutural da cabe�a do nervo �ptico, utilizando o tom�grafo de retina de Heidelberg (TRH). M�todos: Imagens da FRH foram obtidas de 76 pacientes com GPN, 58 com GPAA e 38 controles. Imagens da cabe�a do nervo �ptico, adquiridos com TRH, foram analisadas pela regress�o de Moorfields. As vari�veis da FRH medidas adjacentes ao segmento de rima considerado �anormal� foram comparadas aos par�metros vasculares dos segmentos �normais� da rima. Os par�metros da FRH dos segmentos identificados como �anormais� nos pacientes com glaucoma foram comparados com segmentos pareados do grupo controle. Resultados: Os pacientes com glaucoma apresentaram hemodin�mica ret�nica mais lenta do que o grupo controle. N�o foram encontradas diferen�as significativas nos par�metros da FRH entre pacientes com GPN e GPAA. Os discos com segmentos identificados como �anormais� apresentaram valores de FRH menores do que aqueles com segmento normal correspondentes. Os pacientes glaucomatosos com segmentos normais apresentavam medidas de velocidade, fluxo e volume significativamente menores do que os controles em cada local da amostra. Discuss�o: Este estudo mostra uma rela��o entre o dano estrutural da cabe�a do nervo �ptico e do n�vel de fluxo sangu�neo da retina. As altera��es circulat�rias podem indicar um marcador precoce do processo patol�gico. |
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| Fototrombose mediada por
Indocianina Verde no manejo de Neovasculariza��o de Cor�ide
Predominantemente Cl�ssica secund�ria a Degenera��o Macular
Relacionada a Idade Michel Eid Farah, Jose Augusto Cardillo, Ana C. Luzardo, Daniela Calucci, George Williams e Rog�rio A Costa Resumo Introdu��o / Objetivos: Estudar a efetividade da fototrombose mediada por indocianina verde no manejo de neovasculariza��o de cor�ide secund�ria a degenera��o macular relacionada a idade (DMRI). M�todos: Estudo prospectivo, n�o comparativo, intervencionista de uma s�rie de nove casos de neovasculariza��o subfoveal predominantemente cl�ssica de cor�ide secund�ria a DMRI que persistiram ap�s fotocoagula��o ou terapia fotodin�mica com verteporfirina. Os pacientes foram submetidos a um ou mais tratamentos com inje��o intravenosa de um pequeno volume com alta concentra��o de solu��o de indocianina verde seguido por aplica��o de laser cont�nuo de baixa irradia��o, com �spot� amplo (810nm) por via transpupilar. O acompanhamento foi realizado com medidas de melhor acuidade visual corrigida e manifesta��es exudativas na regi�o macular. Resultados: Ap�s doze meses de acompanhamento a melhor acuidade visual corrigida foi a mesma (+ - 2 linhas ETDRS) em cinco olhos (55%), melhorou mais que 2 linhas ETDRS em tr�s olhos (33%) e piorou mais do que 2 linhas nos olhos restantes. A melhora da vis�o estava relacionada a restaura��o completa ou parcial da arquitetura macular por absor��o do fluido, visto que pioras de vis�o foram, primariamente, resultados de falha na oclus�o substancial da membrana neovascular com o tratamento. N�o ocorreram complica��es relacionadas com o procedimento. Conclus�es: Fototrombose mediada por indocianina verde pode ser uma alternativa efetiva para tratamento de neovasculariza��o subfoveal predominantemente cl�ssica de cor�ide causada por DMRI. |
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| Altera��o da circula��o
da cor�ide na regi�o macular em pacientes com diabetes tipo2 Taiji Nagaoka, Norihiko Kitaya, Ryoichi Sugawara, Harumasa Yokota, Fumihiko Mori, Taiichi Hikichi, Naoki Fujio e Akitoshi Yoshida Resumo Objetivos: Investigar mudan�as no fluxo sangu�neo da cor�ide (FSC) na regi�o foveal em pacientes com diabetes tipo 2. M�todos: Utilisamos fluxometria com Doppler laser para determinar o FSC na regi�o foveal em 70 pacientes com diabetes tipo 2 e 36 pacientes saud�veis com idade e sexo semelhantes (grupo controle). Os pacientes foram classificados em tr�s grupos: 33 pacientes (33 olhos) sem retinopatia diab�tica (NRD), 20 pacientes (20 olhos) com retinopatia diab�tica n�o proliferativa sem edema macular (RDNP/ME-) e 17 pacientes (17 olhos) com RDNP e edema macular (RDP/ME+). N�s utilizamos tamb�m a tomografia de coer�ncia �ptica para medir a espessura foveal. Resultados: Os valores de FSC m�dios por grupo foram 13,5+/-4,9 no grupo controle, 9,4+/-2.5 no NRD, 10,8+/-4,8 no RDNP/ME- e 5,6+/-2,0 no RDP/ME+ (unidades arbitr�rias). A m�dia do FSC do grupo NRD diminuiu (30,2%; p<0,01) comparada ao grupo controle. O valor m�dio do FSC no grupo RDP/ME+ foi tamb�m significantemente menor (48,2%; p<0,01) comparado ao grupo RDP/ME- . Conclus�es: O FSC na regi�o foveal diminui significativamente em pacientes com diabetes, especialmente naqueles com edema macular. |
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| Fatores de risco para
desenvolvimeto de retinopatia diab�tica proliferativa em cirurgia
do v�treo Hideharu Funatsu, Hidetoshi Yamashita, Hidetaka Noma, Tatsuya Mimura, Kumi Sakata e Sadao Hori Resumo Objetivos: Verificar o quanto as medidas dos n�veis v�treos de fator de crescimento vascular endotelial (VEGF) ou angiotensina II (Ang II) podem prever a evolu��o da cirurgia v�trea em pacientes com retinopatia diab�tica proliferativa (RDP). M�todos: Um estudo prospectivo observacional foi realizado em 61 pacientes consecutivos (61 olhos) com RDP submetidos � cirurgia vitreoret�nica. Amostras de fluido v�treo foram obtidas durante as cirurgias. Os n�veis de VEGF no v�treo e plasma foram determinados por ELISA, enquanto os n�veis de Ang II foram medidos por radioimunoensaio. Os pacientes foram prospectivamente acompanhados por 6 meses e a evolu��o foi analisada atrav�s de an�lise de regress�o log�stica. Resultados: N�o foi vista melhora e/ou progress�o de RDP em 15 (25%) DOS 61 olhos. N�veis v�treos de VEGF e Ang II foram significantemente maiores em olhos com progress�o da RDP do que em olhos com regress�o de RDP (p=0,0044 e p=0,0178 respectivamente). Regress�o log�stica multivariada mostrou que os n�veis de VEGF no v�treo aumentaram durante a progress�o da RDP ap�s cirurgia v�trea (rela��o das probabilidades 2,48 p=0,0008). Conclus�o: Altos n�veis v�treos de VEGF est�o relacionados a um risco significativo de progress�o p�s operat�ria da RDP. Os n�veis v�treos de VEGF na ocasi�o da cirurgia podem ser �teis na previs�o da evolu��o. |
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| Pacientes com
retinoblastoma com fatores oculares de alto risco patol�gico: Quem
precisa de terapia adjuvante? Guillermo L Chantada, Ira J Dunkel, Mar�a T de D�vila e David H Abramson Resumo Objetivo: Descrever o acompanhamento de pacientes com retinoblastoma n�o-met�stico unilateral com fatores de alto risco histopatol�gicos ap�s enuclea��o prim�ria, al�m de esclarecer a necessidade e resultados de terapia adjuvante. Pacientes e M�todos: De 1980 a 2001 terapia adjuvante era recomendada apenas para pacientes com acometimento escleral e acometimento p�s-laminar do nervo �ptico (APLNO) com margem positiva ou acometimento coroidal associado, ou, antes de 1994, APLNO isolado. Resultados: 108 de 224 pacientes apresentaram pelo menos um fator de alto risco (cor�ide, esclera, c�mara anterior e/ou APLNO). Pacientes com invas�o isolada coroidal (n=55) ou da c�mara anterior (n=2), e a maior parte de APLNO sem outros fatores de risco (n=21) n�o foram tratados; tr�s recidivaram mas s�o sobreviventes a longo prazo de terapia intensiva. Quatro com APLNO isolado receberam quimioterapia adjuvante e nenhum recidivou. Tr�s de 11 com APLNO e acometimento coroidal ou escleral concomitante que receberam terapia adjuvante recidivaram comparados a dois de quatro pacientes que n�o foram tratados. Dois de cinco pacientes com doen�a escleral recidivaram. Todos os 12 pacientes com margem positiva receberam tratamento adjuvante e nenhum recidivou. No grupo total, todos os quatro pacientes que recidivaram ap�s terapia adjuvante pr�via morreram. Conclus�es: Pacientes recidivados podem ser resgatados com terapia intensiva. Aquele com acometimento coroidal isolado ou PLNO apresentam bom progn�stico sem terapia adjuvante. Pacientes com PLNO com margem positiva apresentam bom progn�stico se tratados com terapia combinada. Aqueles com acometimento escleral ou PLNO com doen�a coroidal associada podem se beneficiar de terapia adjuvante. |
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| Um Relato Multic�ntrico
do Grupo Mexicano de Retinoblastoma Carlos A Leal-Leal, Martha E Flores-Rojo, Aurora Medina-Sanson, Fernando Cerecedo-D�az, Sandra S�nchez-F�lix, Oscar Gonz�lez-Ramella, Fernando P�rez-P�rez, Ricardo G�mez-Mart�nez, Armando Quero-Hern�ndez, Eduardo Altamirano-Alvarez, Francisco Alejo-Gonzalez, Jose Jesus Figueroa-Carbajal, Andrea Ellis-Irigoyen, Isodoro Tejocote-Romero, Roberto Cervantes-Paz, Francisco Pantoja-Guillen, Lourdes Vega-Vega e Francisco Carrete-Ram�rez Resumo Introdu��o: O retinoblastoma (RB) � um tumor relativamente incomum na inf�ncia. A incid�ncia de RB no M�xico � provavelmente maior que a incid�ncia descrita no mundo, contudo n�o existem informa��es suficientes sobre as caracter�sticas dessa doen�a no M�xico. O objetivo desse relato � apresentar os resultados de uma pesquisa cl�nica multic�ntrica sobre RB no M�xico. M�todos: Realizamos um estudo retrospectivo sobre casos de RB tratados em dezesseis institui��es durante os �ltimos seis anos. As vari�veis analisadas foram idade de diagn�stico, g�nero, olho afetado, modalidade de tratamento e estadiamento patol�gico. A taxa de sobreviv�ncia foi avaliada. Resultados: N�s analisamos 500 casos. A idade variou entre 0 e 182 meses. Ocorreram 364 casos unilaterais (72,8%). Enuclea��o foi realizada em 84,9% dos pacientes. O estadiamento de St. Jude foi: 7,4% est�gio I, 52,8% est�gio II, 18,0% est�gio III, 11,4% est�gio IV, 7,2% n�o avaliados e 3,2% sem dados descritos. Quimioterapia foi utilizada em 74,4% dos pacientes. Sobreviv�ncia sem evid�ncias da doen�a foi obtida em 89% dos casos em 73 meses de acompanhamento. Conclus�es: Esse trabalho apresenta um grande n�mero de casos, pioneiro em estudos multic�ntricos em oftalmologia pedi�trica e oncologia em nosso pa�s. Devido ao grande n�mero de pacientes em est�gios avan�ados e a variabilidade no tratamento � evidente a import�ncia de trabalharmos em coopera��o no desenvolvimento de um programa nacional de detec��o precoce assim como um protocolo de tratamento que inclua todas as especialidades envolvidas no cuidado de pacientes com RB. |
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Laboratory science - scientific reports
| Efeitos da melatonina na
retina tratada com �xido n�trico Andrew W Siu, Genaro G Ortiz, Gloria Benitez-King, Chi H To e Russel J Reiter Resumo Objetivos: �xido n�trico (ON) � um radical livre conhecido como causador de danos a c�lulas vivas. Esse estudo avalia o efeito danoso do ON e o efeito protetor da melatonina na retina in vivo. M�todos: Ratos f�meas Wistar (230-250 g) receberam 2 inje��es intraperitoneais de melatonina (5mg/kg) ou ve�culo. Ap�s inje��es intrav�treas de 0,9% de anestesia salina, os animais receberam inje��es de 1 e 1 nM de nitroprussiato de s�dio (NPS) no olho direito e olho esquerdo, respectivamente. Os animais foram divididos em dois grupos e depois sacrificados ap�s 24 hrs (Dia 1) e 96 hrs (Dia 4). A espessura m�dia da camada interna da retina (EmCIR), o n�mero de retinas expressando n�cleos hipercrom�ticos (HC) na camada nuclear interna (CNI) e as c�lulas ganglionares apopt�ticas detectadas foram comparadas. Resultados: Ap�s 1 dia, NPS aumentou significnatemente a EmCIR em 45% (p=0,004), provocou maior express�o de HC na CNI (p=0,01) e n�cleos apopt�ticos (p<0,05) comparado aos olhos controles. Inje��o de melatonina amenizou essas mudan�as. No Dia 4 NPS demonstrou efeitos similares em todos os par�metros na retina. Ap�s a inje��o de melatonina, tanto a express�o de HC na CNI quanto os n�cleos ganglionares apopt�ticos nos olhos tratados com NPS eram similares aos controles, mas as EmCIRs estavam significantemente maiores do que nos controles (p=0,006). Conclus�es: A eleva��o n�o controlada do ON causou mudan�as morfol�gicas e nucleares na retina. A melatonina suprimiu significantemente o aumento na EmCNI, a express�o de HC na CNI e de c�lulas ganglionares apopt�ticas induzidos pelo ON no Dia 1, mas n�o ap�s o Dia 4. A melatonina deve ter um papel protetor na retina com n�veis elevados de ON. |
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| Diferen�a na Express�o do
Fator de Crescimento de Tecido Conectivo na Micr�glia e nos
Pericitos da Retina de Humanos Diab�ticos Esther J. Kuiper, Antonella N. Witmer, Ingeborg Klaasssen, Noelynn Oliver, Roel Goldschmeding e Reinier O. Schlingemann Resumo Objetivo: O fator de crescimento do tecido conectivo (CTGF) estimula a forma��o de matriz extracelular, fibrose e angiog�nese. Ele influencia no desenvolvimento da nefropatia diab�tica e, possivelmente, da retinopatia diab�tica (RD), uma vez que, em culturas de c�lulas vasculares da retina, CTGF � induzido por VEGF-A. Para caracterizar melhor essa influ�ncia n�s investigamos a express�o de CTGF em retinas humanas normais e diab�ticas. M�todos: Atrav�s de imunohistoqu�mica, os padr�es de express�o de CTGF foram estudados na retina de 36 indiv�duos diab�ticos e 18 controles n�o diab�ticos e comparados com marcadores de c�lulas endoteliais (CD31, PAL-E), pericitos (NG2), astr�citos (GFAP) e micr�glia (CD45). Resultados: Na retina, impregna��o distinta e espec�fica de CTGF foi observada na micr�glia situada ao redor ou nas proximidades dos capilares da retina. Nos casos controle, impregna��o espor�dica de peric�tos na parede vascular foi tamb�m observada. Em contraste, na retina de indiv�duos diab�ticos a impregna��o de CTGF na micr�glia foi diminu�da enquanto a impregna��o nos peric�tos foi aumentada. Esse padr�o de impregna��o predominante dos pericitos foi observada em 20 dos 36 diab�ticos e em um dos 18 controles. Os padr�es alterados de impregna��o de CTGF nos diab�ticos n�o se correlacionaram com a impregna��o de PAL-E, um marcador de vazamento vascular ret�nico associado � RD. Conclus�es: Nosso estudo mostra que CTGF � expressado na micr�glia da retina normal, enquanto em uma grande quantidade de pacientes diab�ticos, a express�o de CTGF ocorre nos pericitos da microvasculatura. Esse padr�o alterado de express�o de CTGF aparece sem rela��o com RD e deve, conseq�entemente, representar uma altera��o ret�nica pr�-cl�nica causada pelo diabetes. Nossos resultados sugerem um papel distinto, por�m ainda desconhecido, do CTGF na patog�nese da retinopatia diab�tica. |
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Laboratory science - extended reports
| Indometacina diminui a
tens�o de oxig�nio no nervo �ptico e reduz o efeito da inibi��o da
anidrase carb�nica e da inspira��o de CO2 Daniella Bach Pedersen, Thor Eysteinsson, Einar Stef�nsson, Jens Folke Kiilgaard, Morten la Cour, Bang Kurt e Peter Koch Jensen Resumo Introdu��o / Objetivos: As prostagandinas s�o importantes na regula��o do fuxo sangu�neo. Inspira��o de CO2 e inibi��o da anidrase carb�nica auentam a tens�o de oxig�nio na retina e nervo �ptico. Para estudar o mecanismo desse efeito e o papel da ciclo-oxigenase na regula��o da tens�o de oxig�nio no nervo �ptico (TO2NO) n�s investigamos como a indometacina afeta a TO2NO e o efeito elevador da inspira��o de CO2 e da inibi��o da anidrase carb�nica na TO2NO em porcos. M�todos: A tens�o de oxig�nio no nervo �ptico foi medida em 11 porcos com um eletrodo polarogr�fico de oxig�nio. Os efeitos da indometacina, inspira��o de CO2 (3%) antes e ap�s tratamento com indometacina e inibi��o da anidrase carb�nica com ou sem tratamento com indometacina foram investigados. Resultados: Administra��o de 300 mg de indometacina diminuiu significativamente a tens�o de oxig�nio no nervo �ptico. A inibi��o da anidrase carb�nica e a inspira��o de CO2 aumentaram significantemente a TO2NO. Ap�s aplica��o de indometacina o aumento na TO2NO causado pela inspira��o de CO2e inibi��o da anidrase carb�nica foram significantemente reduzidos. Conclus�o: Administra��o sist�mica de indometacina causa diminui��o da tens�o de oxig�nio no nervo �ptico provavelmente devido � diminui��o do fluxo sangu�neo por vasoconstric��o no nervo �ptico. Al�m disso, a indometacina diminui o efeito elevador da inspira��o de CO2 e da inibi��o da anidrase carb�nica na TO2NO afetando desta forma a reatividade dos vasos no nervo �ptico. |
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