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Clinical science - scientific reports
Radioterapia estereotática fracionada (REF) para meningiomas paraselares: relato preliminar de resultados visuais
Raed S Behbehani, Tracy McElveen, Robert Sergott, David Andrews e Peter Savino [Portuguese Abstract] [English Abstract] [English Full text]
Transplante de endotélio corneal com membrana de Descemet utilizando um polímero de hidroxietil metacrialato como carregador
Shigeto Shimmura, Hideyuki Miyashita, Kenji Konomi, Naoshi Shinozaki, Tetsushi Taguchi, Hisatoshi Kobayashi, Jun Shimazaki,
Junzo Tanaka e Kazuo Tsubota [Portuguese Abstract] [English Abstract] [English Full text]
Posterior polar cataract is the predominant consequence of a recurrent mutation in the PITX3 gene
P K F Addison, V Berry, A C W Ionides, P J Francis, S S Bhattacharya, and A T Moore [Portuguese Abstract] [English Abstract] [English Full text]
Assimetria Relativa no Fluxo Sangüíneo Capilar Nasal-Temporal na Mácula de Pacientes com Edema Macular Diabético Clinicamente
Significante
Christopher Hudson, John G Flanagan, George S Turner, Hean C Chen, Mustafa H Rawij e David McLeod [Portuguese Abstract] [English Abstract] [English Full text]
Terapia fotodinâmica para neovascularização coroidal não responsiva à imunosupressão
Thorfinn Leslie, Noemi Lois, Dina Christopoulou, John A Olson e John V Forrester
[Portuguese Abstract] [English Abstract] [English Full text]
Eletroretinograma multifocal em crianças em tratamento com atropina para miopia
Chi D. Luu, Adeline M.I. Lau, Adrian H.C. Koh e Donald Tan [Portuguese Abstract] [English Abstract] [English Full text]
Clinical science - extended reports
Retinopatia da prematuridade estágio 3 limiar tratada versus estágio 3 sublimiar de regressão expontânea: estudo longitudinal
da motilidade, evolução da refração e evolução anatômica aos 6 emses e 36 meses Jayashree Sahni, Nim V Subhedar e David Clark [Portuguese Abstract] [English Abstract] [English Full text]
A pressão intraocular pré-operatória prediz quanto o valor da pressão intraocular será subestimada após LASIK para miopia
Etsuo Chihara, Hirokazu Takahashi, Kazushiro Okazaki, Masami Park e Masaki Tanito [Portuguese Abstract] [English Abstract] [English Full text]
Trabeculectomia potencializada no glaucoma pediátrico
Rita Ehrlich, Moshe Snir, Moshe Lusky, Dov Weinberger, Ronit Friling e Dan D Gaton [Portuguese Abstract] [English Abstract] [English Full text]
Elevaç ão do inibidor tecidual de metalloproteinase-1 e do fator de crescimento do tecido conectivo no humor aquoso na sindrome
pseudoexfoliativa
Su Ling Ho, Gulam F Dogar, Jiang Huai Wang, John KG Crean, Qiong Di Wu, Noelynn Oliver, Stephen Weitz, Aidan T Murray, Philip
E Cleary e Colm O'Brien [Portuguese Abstract] [English Abstract] [English Full text]
Compressão do Nervo Óptico por Artéria Carótida Normal em Pacientes com Glaucoma de Pressão Normal Nahoko Ogata, Masahito Imaizumi, Hiroaki Kurokawa, Miwa Arichi e Miyo Matsumura [Portuguese Abstract] [English Abstract] [English Full text]
Avaliando danos glaucomatosos no campo visual por meio de perimetria rarebit
Paolo Brusini, Maria L. Salvetat, Lucia Parisi e Mark Zeppieri [Portuguese Abstract] [English Abstract] [English Full text]
Efeito da trabeculectomia no fluxo sangüíneo ocular
Fatmire Berisha, Karin Schmetterer, Clemens Vass, Susanne Dallinger, Georg Rainer, Oliver Findl, Barbara Kiss e Leopold Schmetterer [Portuguese Abstract] [English Abstract] [English Full text]
Microburacos Maculares: Patogênese e História Natural
Hadi J. Zambarakji, Patricio Schlottmann, Vaughan Tanner, Alexander Assi e Zdenek J. Gregor [Portuguese Abstract] [English Abstract] [English Full text]
Evidências adicionais da heterogenidade genética em vitreoretinopatia exudativa familiar; exclusão de EVR1, EVR3 e EVR4 em
um numeroso pedigree autossômico dominante
Carmel Toomes, Louise M Downey, Helen M Bottomley, Helen A Mintz-Hittner e Chris F Inglehearn [Portuguese Abstract] [English Abstract] [English Full text]
Um estudo detalhado do fenótipo de uma distrofia de cones e bastonetes autossômica dominante (CORD7) associada à mutação no
gene para RIM1
Michel Michaelides, Graham E. Holder, David M. Hunt, Fred W. Fitzke, Alan C. Bird e Anthony T Moore [Portuguese Abstract] [English Abstract] [English Full text]
Imagem da tomografia de coerência óptica realçada através da média de múltiplas varreduras
Birgit Sander, Michael Larsen, Lars Thrane, Jesper Leth Hougaard e Thomas Martini Jorgensen [Portuguese Abstract] [English Abstract] [English Full text]
Experiência na saúde de pais de crianças com distúrbios visuais recém diagnosticados
Jugnoo Sangeeta Rahi, Irene Manaras, Helena Tuomainen e Gillian Lewando Hundt [Portuguese Abstract] [English Abstract] [English Full text]
Incidência de complicações no receptor de enxertos perioculares superficiais e de espessura total de pele
Igal Leibovitch, Shyamala C Huilgol, James Hsuan e Dinesh Selva [Portuguese Abstract] [English Abstract] [English Full text]
Laboratory science - extended reports
Fator de atividade hiperpolarizante aumentada derivada do endotélio nas artérias de resistência em pacientes com glaucoma
de pressão normal: implicações na função vascular do olho
Catherine Cleary, Christine H Buckley, Emer Henry, Paul McLoughlin, Colm O.Brien e Patrick W.F. Hadoke [Portuguese Abstract] [English Abstract] [English Full text]
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Clinical science - scientific reports
Radioterapia estereotática fracionada (REF) para meningiomas paraselares: relato preliminar de resultados visuais Raed S Behbehani, Tracy McElveen, Robert Sergott, David Andrews e Peter Savino
Resumo
Introdução:A radioterapia estereotática fracionada (REF) é um novo método para tratamento de tumores da base do crânio. Ele direciona
a radiação para o alvo específico evitando dano radioativo a estruturas clínicas adjacentes como o aparelho visual. Este estudo
tem como objetivo avaliar os resultados visuaisem pacientes com meningioma paraselar tratados com REF. Métodos: Série retrospectiva de casos de 13 pacientes com meningiomas paraselares que foram tratados com REF em uma instituição de
janeiro de 1995 a janeiro de 2001. Resultados: Acompanhamos 13 pacientes (26 olhos) por, em média, 2 anos. A acuidade visual melhorou em 4 olhos (12,5%), permaneceu estável
em 18 olhos (75%) e piorou em 3 olhos (12,5%). O campo visual melhorou em 15 olhos (57%), permaneceu estável em 6 olhos (23%)
e piorou em 4 olhos (15%). Não foram observados efeitos adversos devidos à radiação. Conclusões: Nossos achados preliminares sugerem que REF é um tratamento seguro e eficaz para meningiomas paraselares.
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Transplante de endotélio corneal com membrana de Descemet utilizando um polímero de hidroxietil metacrialato como carregador. Shigeto Shimmura, Hideyuki Miyashita, Kenji Konomi, Naoshi Shinozaki, Tetsushi Taguchi, Hisatoshi Kobayashi, Jun Shimazaki,
Junzo Tanaka e Kazuo Tsubota
Resumo Objetivos: Avaliar a histologia e a função da membrana de Descemet transplantada com endotélio intacto. Métodos: Olhos de coelhos brancos japoneses e do banco de olhos humano foram utilizados como doadores e receptores do transplante da
membrana de Descemet. O endotéio doador foi hidrodissecado por meio da injeção de indocianina verde a partir de incisão límbica
e depois processada como botão c&oactue;rneo-escleral. Foi trepanada uma área de 6 mm de tecido do doador, que foi a seguir
dobrada pela metade usando um polímero de 6mm como carregador. O endotélio do receptor foi hidrodissecado do limbo com azul
de tripano para corar a membrana de Descemet. Uma descemetorrexe circular contínua (DCC) foi realizada para remover uma porção
circular da membrana de Descemet utilizando cist&oactue;tomo de 27G. O tecido doador foi inserido na câmara anterior por meio
de incisão límbica de 5 mm e aposicionada no estroma do receptor. Os polímeros foram removidos ap&oactue;s transplante. Procedimentos
semelhantes foram realizados tanto nos coelhos quanto nos olhos do banco de olhos. Os olhos de coelho foram corados com hematoxilina-eosina
ap&oactue;s 28 dias e os olhos do banco de olhos foram fixados imediatamente ap&oactue;s cirurgia para avaliar contagem endotelial.
Resultados: Os olhos controle dos coelhos apresentaram edema estromal devido à perda da membrana de Descemet, enquanto os olhos transplantados
apresentaram c&oactue;rneas claras. A paquimetria média dos olhos operados foi de 376,6 + 32,5 μm comparados a 389 + 25,1
μm no olho não operado. A densidade endotelial média imediatamente ap&oactue;s a cirurga nos olhos do banco de olhos foi de
2749+ 288 mm2. Conclus�es: O transplante da membrana de Descemet por DCC produz um enxerto funcionante com interface &oactue;ptica clara semelhante
à c&oactue;rnea controle.
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Posterior polar cataract is the predominant consequence of a recurrent mutation in the PITX3 gene P K F Addison, V Berry, A C W Ionides, P J Francis, S S Bhattacharya, and A T Moore
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Assimetria Relativa no Fluxo Sangüíneo Capilar Nasal-Temporal na Mácula de Pacientes com Edema Macular Diabético Clinicamente
Significante Christopher Hudson, John G Flanagan, George S Turner, Hean C Chen, Mustafa H Rawij e David McLeod
Resumo Objetivos:Comparar o fluxo sang�íneo capilar de pacientes com edema macular diabético clinicamente significante (EMDCS) ao de sujeitos
não diabéticos e determinar a relação entre fluxo sang�íneo e vazamento capilar em pacietes com EMDCS.
Materiais e métodos: A amostra compreendeu 45 sujeitos não diabéticos (idade média de 59 anos) e 18 pacietes diabéticos tipo 2 com EMD (idade
média de 60 anos). A medida do fluxo sang�íneo capilar foi obtida através do fluxômetro de retina de Heidemberg (HRF) e escaneamento
de um campo de 10° x 2.5° centrado na f&oactue;vea. Angiofluoresceinografia foi obtida em cada um dos pacientes diabéticos
ap&oactue;s realização das medidas com HRF.
Resultados: O fluxo sang�íneo capilar temporal foi significativamente menor nos pacientes com EMDCS comparados a sujeitos não diabéticos
de idades semelhantes (ANCOVA, p=0,0011) enquanto a assimetria relativa no fluxo sang�íneo capilar nasal-temporal macular
foi significativamente maior (p=0.0125). Assimetria do fluxo sang�íneo nasal-temporal foi significantemente maior em pacientes
com edema macular diabético e vazamento capilar na área escaneada. (t-test bidirecional, p=0,0071). O fluxo sang�íneo capilar
macular foi sempre menor em áreas de EMDCS e vazamento capilar.
Conclusão: O fluxo sang�íneo capilar estava reduzido em áreas de EMDCS e vazamento capilar, sugerindo a presença de um distùrbio focal
da regulação do fluxo sang�íneo.
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Terapia fotodinâmica para neovascularização coroidal não responsiva à imunosupressão Thorfinn Leslie, Noemi Lois, Dina Christopoulou, John A Olson e John V Forrester
Resumo Objetivo: Descrever a evolução visual e angiográfica de uma série consecutiva de pacientes com neovascularização coroidal (NVC) inflamat&oactue;ria
não responsiva à imunosupressão, tratada com terapia fotodinâmica (PDT). Métodos: Os prontuários médicos de seis pacientes consecutivos com NVCs inflamt&oactue;rias que não obtiveram sucesso com o uso de
imunosupressor sistêmico sendo assim submetidos a PDT foram revisados retrospectivamente. Dados demográficos dos pacientes,
acuidade visual e achados angiofluoresceinográficos foram avaliados. Resultados:Foram avaliados cinco pacientes femininos e 1 masculino com a idade média de 40,8 anos (variação 35-58 anos). Quatro pacientes
tiveram características clínicas consistentes com coroidopatia puntata interna e dois com histoplasmose ocular presumida.
Em todos os casos sinais clínicos de NVC ativa, incluindo fluido subretínico, sangue subretínico, exsudatos duros e/ou diminuição
recente na acuidade visual estavam presentes antes do PDT. Todos os pacientes tinham sido tratados com altas doses de imunosupressores
sistêmicos sem sucesso na regressão da NVC e/ou melhora da visão. As NVCs eram subfoveais em cinco pacientes e justafoveais
em um e todas classificadas como predominantemente clássicas. Ap&oactue;s PDT melhora na visão ocorreu em todos os casos (melhora
média de 18 letras, variação 3-42 letras). Na ùltima visita sinais de diminuição da atividade da NVC foram vistos em todos
os casos. Os pacientes foram acompanhados por uma media de 10 meses (variação 9-20 meses). Conclusão: PDT parece ser uma opção ùtil no manejo de pacientes com NVCs inflamat&oactue;rias não responsivas a terapias imunosupressivas.
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Eletroretinograma multifocal em crianças em tratamento com atropina para miopia Chi D. Luu, Adeline M.I. Lau, Adrian H.C. Koh e Donald Tan
Resumo Objetivo: Avaliar a função retínica através do eletroretinograma multifocal (mfERG) em crianças em uso de atropina t&oactue;pica para
tratamento de miopia. Métodos: mfERGs foram realizados em crianças em tratamento com atropina t&oactue;pica (n=48) uma vez ao dia por dois anos e em um
grupo recebendo placebo (n=57) por um período similar. Todos os exames foram realizados por investigador mascarado, entre
o segundo e terceiro meses de suspensão do tratamento com atropina/placebo. A amplitude e tempo implícito da kernel de primeira
ordem (k1) e o primeiro corte da kernel de segunda ordem (k21) das respostas do mfERG foram utilizadas para estudar a função
da retina externa e interna, respectivamente. Resultados: Não houve redução significante nas amplitudes de resposta de k1 do grupo atropina comparado ao placebo [N1, p = 0,181; P1,
p = 0,150]. Não foram encontradas diferenças significantes no tempo inplícito de k1 entre os grupos [N1, p = 0,767; P1, p
= 0,849]. As diferenças nas amplitudes e tempos implícitos de k21 entre os grupos não foi estatisticamente significante [amplitude
k21, p = 0,058; tempo implícito k21, p = 0,156]. Conclus�es: Uso diário de atropina para tratametno de miopia não tem efeito significante na função retínica como demonstrado pelo mfERG.
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Clinical science - extended reports
Retinopatia da prematuridade estágio 3 limiar tratada versus estágio 3 sublimiar de regressão expontânea: estudo longitudinal
da motilidade, evolução da refração e evolução anatômica aos 6 emses e 36 meses Jayashree Sahni, Nim V Subhedar e David Clark
Resumo Objetivo: Comparar a acuidade visual (AV), equivalente esférico, motilidade ocular e evolução anatômica de crianças com retinopatia
da prematuridade (ROP) estágio 3 limiar tratadas a crianças com ROP estágio 3 sublimiar com regressão expontânea. Método: Revisão retrospectiva de dados coletados de crianças com ROP estágio 3 regredida, com ou sem tratamento, aos seis meses e
três anos examinadas entre 1989 e 1999. Resultados: 85 crianças foram incluídas neste estudo. Quarenta olhos receberam crioterapia, 81 olhos fotocoagulação com laser e 34 olhos
tiveram ROP estágio 3 sublimiar de regressão expontânea. Pontuação de graduação da acuidade de 2 cyclos/grau (c/g) aos 6 meses
foi preditivo de acuidade de optotipo 6/9 em 69% dos olhos e uma pontuação <2c/g aos 6 meses foi preditiva de acuidade <6/9
em 88% dos olhos. Olhos com ROP estágio 3 sublimiar tiveram o dobro de probabilidade de apresentar AV de 6/9 ou melhor aos
36 meses comparados aos olhos tratados. O equivalente esférico médio aos 36 meses foi -6,5 Dioptrias (D) (-21,5D a +1,38D)
em olhos tratados com crioterapia, -2,4D (-13D a +4D) no grupo laser e �0,22D (-9D a +2,25D) no grupo sublimiar. Os ohos dos
grupos tratados eram mais mi&oactue;picos do que olhos do grupo de regressão expontânea (p=0,005). Aos 36 meses, 42 das 85
crianças (i.e. 49%) tinham estrabismo (44% no grupo crioterapia, 26% no grupo laser e 25% no grupo sublimiar). Houve associação
estatisticamente significante entre a presença de estrabismo e anisometropia (p=0,016) e estrabismo e hemorragia intraventricular
(HIV) (p=0,005). Houve diferença estatisticamente significante na incidência de estrabismo entre HIV leve-moderada e grave
(p=0,01). Oito dos 40 olhos do grupo crioterapia e 6 dos 81 olhos do grupo laser desenvolveram ectopia macular. Nenhum dos
olhos do grupo de regressão expontânea tiveram alteração do posicionamento macular. Conclus�es: No nosso estudo, a graduação da acuidade aos 6 meses foi bom preditor da acuidade do optotipo aos 3 anos em todos os grupos.
Olhos com ROP estágio 3 sublimiar de regressão expontânea foram associados com melhor visão aos 3 anos de idade e menores
graus de miopia comparados aos olhos dos grupos tratados. Estrabismo se desenvolveu predominatemente nos grupos tratados e
foi frequentemente associado a dano neurol&oactue;gico e/ou anisometropia. O grupo de regressão expontânea teve melhor evolução
anatômica quando comparado aos grupos em que a retinopatia regrediu ap&oactue;s tratamento.
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A pressão intraocular pré-operatória prediz quanto o valor da pressão intraocular será subestimada após LASIK para miopia Etsuo Chihara, Hirokazu Takahashi, Kazushiro Okazaki, Masami Park e Masaki Tanito
Resumo Objetivos: Avaliar a significância estatística dos parâmetros que afetam a subestimação da pressão intraocular (PIO) após ceratomileuse
in situ (LASIK) para miopia. Métodos: Nesta série de casos prospectivos, foram estudados a idade do paciente, o comprimento axial, a curvatura corneal pré-operatória,
a espessura corneal central (ECC), a PIO pré-operatória e a profundidade de ablação para determinar se estes fatores afetam
a subestimação da PIO nos olhos direitos de 100 pacientes consecutivos submetidos a LASIK. Resultados: A PIO pré-operatória foi o parâmetro mais importante para a subestimação da PIO medida por tonometria de aplanação de Goldmann
(TAG) e tonometria de não contato (ncPIO) após 1 mês (r=0,654, p2=0,427 e r=0,694, p2=0,481, respectivamente) e após 3 meses
(r=0,637, p2=0,406, e r=0,726, p2=0,527, respectivamente). A idade do paciente foi estatisticamente significativa para submestimar
a TAG após 1 mês. Tanto a profundidade de ablação quanto a ECC foram parâmetros significativos para submestimar a ncPIO após
1 e 3 meses utlizando análise de regressão passo a passo (F<4000). No entanto, estes parâmetros apresentaram coeficientes
de correlação bivariada pequenas e foram considerados parâmetros menores. Conclusão: A PIO pré-operatória foi o parâmetro mais importante que afetou a subestimação da PIO após LASIK para miopia. Olhos com PIO
real mais alta apresentaram subestimação maior da PIO após LASIK para miopia. A partir destes resultados, a importância do
módulo de elasticidade para medidas de PIO foi discutida.
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Trabeculectomia potencializada no glaucoma pediátrico Rita Ehrlich, Moshe Snir, Moshe Lusky, Dov Weinberger, Ronit Friling e Dan D Gaton
Resumo Objetivos: Relatar a experiência do nosso departamento com trabeculectomia potencializada com mitomicina-C e 5-fluorouracil no tratamento
de glaucoma pediátrico. Métodos: Foi realizado estudo retrospectivo de série de casos intervencionais. A amostra incluiu 17 crianças (29 olhos) com glaucoma
primário (19 olhos) ou secundário (10 olhos) que foram tratados com trabeculectomia como o procedimento primário entre 1990
e 2002. Foram coletados dados de antecedentes familiares e idade, pressão intraocular pré-operatória e no final do seguimento,
relação disco/escavação (avaliado por desenhos), acuidade visual, complicações e tratamento pós-operatório. Resultados: A idade do paciente variou de 1 mês a 8 anos; a maior parte dos pacientes (n=14, 82,3%) tinham menos de um ano de idade (1
mês a 8 meses, média de 3,95 + 2,56); 3 pacientes (17,7%) apresentaram idade de 3, 5, 8 anos. A duração do seguimento variou
de 3 meses a 120 meses (média 46 meses). A pressão intraocular melhorou significativamente de 21 a 60mmHg (média 33,1 + 10)
antes da cirurgia a 6 – 36mmHg (média 17,1 + 6) após a cirurgia. Conclusões: Trabeculectomia potencializada com mitomicina-C e 5-fluorouracil pode ser utilizada como procedimento primário em grupo selecionado
de pacientes pediátricos com glaucoma.
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Elevaç ão do inibidor tecidual de metalloproteinase-1 e do fator de crescimento do tecido conectivo no humor aquoso na sindrome
pseudoexfoliativa Su Ling Ho, Gulam F Dogar, Jiang Huai Wang, John KG Crean, Qiong Di Wu, Noelynn Oliver, Stephen Weitz, Aidan T Murray, Philip
E Cleary e Colm O'Brien
Resumo Introdução/objetivos: A Síndrome Pseudoexfoliativa (PXF) recentemente foi associada à expressão aumentada do fator de crescimento b1 em transformação
no humor aquoso. Como há preocupações em relação à terapia anti-TGFb. Que pode potencialmente perturbar a manutenção imune
da câmara anterior, pesquisamos os níveis de inibidor tecidual da metalloproteinase-1 (TIMP-1), metalloproteinase-9 (MMP-9)
e fator de crescimento do tecido conectivo (FCTC) no humor aquoso para determinar se estes podem representar alvos terapêuticos
alternativos. Métodos:Amostras do humor aquoso foram coletadas de pacientes submetidos a cirurgia de catarata de rotina. Todos os pacientes foram
divididos em três grupos: síndrome pseudoexfoliativa, uveíte, e controle. O grupo da PXF foi subdividido em 3 graus de acordo
com a densidade do material exfoliativo observado à biomicroscopia assim como a presença de glaucoma. Os níveis de TIMP-1,
MMP-9 e FCTC foram medidos utilizando testes de ELISA. Resultados: Olhos com PXF apresentaram concentração significativamente maior de TIMP-1 no humor aquoso (n=56, média 9,76+ 1,10 ng/ml)
comparados ao grupo controle (n=112, 5,73+ 0,43ng/ml). Conclusão: Níveis aumentados de TIMP-q e níveis diminuídos de MMP-9 no humor aquoso em olhos com PXF podem representar down-regulation
da atividade proteolítica. A concentração aumentada de CTGF apóia a teoria fibrótica da PXF. O controle da expressão de MMP/TIMP
e terapia anti-CTGF podem apresentar potenciais terapêuticos para o controle da morbidade ocular associada à PXF
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Compressão do Nervo Óptico por Artéria Carótida Normal em Pacientes com Glaucoma de Pressão Normal Nahoko Ogata, Masahito Imaizumi, Hiroaki Kurokawa, Miwa Arichi e Miyo Matsumura
Resumo Objetivo: Determinar se a compressão do nervo óptico pela artéria carótida intracranial (ACI) pode ser um fator causador de glaucoma
de pressão normal (GPN). Métodos: Os prontuários médicos de 103 olhos de 54 pacientes japoneses com GPN e 104 olhos de 52 controles com idades semelhantes
foram revisados. Os achados neurológicos das imagens de ressonância magnética (RM) foram avaliados para determiner a relação
entre o nervo óptico e ACI. As características clínicas e condições médicas gerais tais como diabetes e hipertensão sistêmica
foram também comparados entre os dois grupos. Resultados: A prevalência de compressão pela ACI em pacientes com GPN foi 49.5% que foi significantemente maior do que no grupo controle
com 34.7% (P=0,035). Compressão bilateral do nervo óptico foi detectada em 22 pacientes com GPN (40,7%) e isso também foi
significantemente maior (P=0,029) que no grupo controle (11 pacientes, 21,2 %). No grupo GPN olhos com relação C/D de 0,7
mostraram maior porcentagem de compressão (52,6%) comparados aos olhos com relação C/D de 0,7 do grupo controle (12,5%) (P=0,042).
A presença de diabetes e hipertensão não afetou significantemente a incidência de compressão do nervo óptico por ACI. Conclusões: A procentagem significantemente maior de pacientes com GPN que tiveram compressão do nervo óptico pela AIC sugere que compressão
do nervo óptico por ACI pode ser um possível fator causal ou fator de risco para dano do nervo óptico em alguns pacientes
com GPN.
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Avaliando danos glaucomatosos no campo visual por meio de perimetria rarebit Paolo Brusini, Maria L. Salvetat, Lucia Parisi e Mark Zeppieri
Resumo Objetivo: Comparar a perimetria Rarebit (PRB) à perimetria padrão acromática (PPA) na detecção de danos glaucomatosos precoces. Métodos: Quarenta e três pacientes com hipertensão ocular (HO), 39 pacientes com glaucoma primário de ângulo estreito (GPAO) e 41
controles foram estudados. Campos visuais foram avaliados por meio do analisador de campos da Humphrey (ACH) 30-2 e testes
PRB. As diferenças entre os grupos foram avaliadas com os testes de qui-quadrado e Student-Newman-Keuls. A correlação entre
os parâmetros ACH e PRB foi calculada pelos coeficientes de correlação de Pearson e análise de regressão. A sensibilidade
e especificidade do PRB na detecção do dano visual glaucomatoso foram calculadas com algoritmos diferentes. Resultados: O índice médio de acerto no PRB foi de 88,6 + 14,8 nos controles, 79,1 + 10,9% no grupo HO e 64,3 + 13,8% no grupo de GPAO
(diferenças estatisticamente significativas). Boa correlação foi observada nos ACH – desvio médio e o índice médio de acerto
da PRB. O maior AROC (0,95) e sensibilidade ótimas (97,4%) foram obtidas quando um teste de PBR foi definido como tendo (pelo
menos 1): índice de acerto médio de 15 áreas com um índice de erro < 10%; 2 áreas com índice de erro <50%; pelo menos uma
área com índice de erro de 70%. Conclusões: O PBR parece ser um teste perimétrico rápido, confortável e amplamente disponível (necessita somente de um computador pessoal),
mostrando alta sensibilidade e especificidade ao detectar defeitos visuais glaucomatosos precoces
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Efeito da trabeculectomia no fluxo sangüíneo ocular
Fatmire Berisha, Karin Schmetterer, Clemens Vass, Susanne Dallinger, Georg Rainer, Oliver Findl, Barbara Kiss e Leopold Schmetterer
Resumo Objetivo: Evidências atuais sugerem que a insuficiência vascular na cabeça do nervo óptico tem um papel importante na patogênese da
neuropatia óptica glaucomatosa. Trabeculectomia é o procedimento cirúrgico mais comum para tratamento do glaucoma não controlado
clinicamente. Este estudo foi conduzido para investigar se a trabeculectomia é capaz de melhorar a hemodinâmica ocular. Métodos: Trinta pacientes portadores de glaucoma primário de ângulo aberto com indicação cirúrgica foram incluídos no estudo. Os pacientes
foram avaliados antes, 2 e 10 semanas após a trabeculectomia.O fluxo sanguíneo na cabeça do nervo óptico (FSCNO) foi medido
através de fluxometria com scanningg laser Doppler. Medidas da amplitude do pulso do fundo (APF) foram obtidas com interferometria
a laser. Resultados: Devido à diminuição da pressão intraocular houve aumento significante na pressão de perfusão ocular (PPO) após trabeculectomia
(18,5 ± 12,0 % e 19,0 ± 17,1 % em 2 e 10 semanas de pós operatório). Conclusão: Os resultados deste estudo sugerem que a trabeculectomia melhora o fluxo sanguíneo ocular em pacientes com glaucoma crônico
de ângulo aberto.
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Microburacos Maculares: Patogênese e História Natural
Hadi J. Zambarakji, Patricio Schlottmann, Vaughan Tanner, Alexander Assi e Zdenek J. Gregor
Resumo Objetivos: Estudar a história natural e avaliar tomografia de coerência óptica (OCT) e analisador de espessura retínica (RTA) em pacientes
com microburacos maculares. Métodos:Os prontuários médicos de 22 pacientes com defeito foveal ou justafoveal vermelho bem demarcado foram revisados. Angiofluoresceinografia
(AGF), RTA e OCT foram realizados. As medidas para acompanhamento formam acuidade visual (AV) e características dos microburacos
no OCT e RTA. Acompanhamento por longo período foi possível em 13 olhos de 12 pacientes. Resultados: Os pacientes tiveram media de idade de 50 anos e erro refrativo médio de¨C0.93 dioptrias. O sintoma apresentado foi escotoma
central em 14 olhos e metamorfopsia em 8. Todos os pacientes tiveram AV corrigida variando de 20/16 a 20/125, com 20 de 24
olhos (83%) apresentando AV de 20/40. Os sintomas permaneceram estáveis ou melhoraram em 16 de 22 pacientes (72%). Os achados
do OCT foram normais mas anormalidades da retina externa e/ou defeito do epitélio pigmentar da retina (EPR) foram demonstrados
no OCT 3 em 15 de 18 olhos (83%). O mapa topográfico do RTA demonstrou um defeito no local do microburaco em 2 de 12 olhos. Conclusão: Embora o exame biomicroscópico sugira um defeito foveal interno, a varredura com OCT 3 demonstrou uma anormalidade localizada
da retina externa e/ou EPR que não pode ser vista utilizando o OCT 2. Microburacos maculares têm prognóstico favorável a longo
prazo com estabilizção da AV. Envolvimento bilateral é incomum
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Evidências adicionais da heterogenidade genética em vitreoretinopatia exudativa familiar; exclusão de EVR1, EVR3 e EVR4 em
um numeroso pedigree autossômico dominante Carmel Toomes, Louise M Downey, Helen M Bottomley, Helen A Mintz-Hittner e Chris F Inglehearn
Resumo Introdução/objetivos: Vitreoretinopatia exudativa familiar (VREF) é uma causa hereditária de cegueira caracterizada por desenvolvimento anormal
da vasculatura retínica. O objetivo desse estudo foi realizar uma análise dos ligações em uma numerosa família portadora de
VREF a fim de determinar se a mutação envolvida estava em um dos três loci autossômicos dominantes de VREF conhecidos ou em
outro gene ainda não identificado. Métodos: Amostras de DNA genômicos de membros de uma família foram amplificados através de PCR com marcadores fluorescentes de microsatélites
medindo o EVR1/EVR4 locus(11q13-14) e o EVR3 locus(11p12-13). Os produtos resultantes do PCR foram resolvidos através de um
seqüenciador automático de DNA e dos alelos correspondentes. Este dado foi utilizado para constituir haplotipos através de
cada locus e análise de ligações foi realizada para provar ou excluir a ligação. Resultados: A avaliação clínica nesta família sugeriu características típicas de VREF com vascularização retínica periférica sendo o
fenótipo comum em todos os indivíduos afetados. Contudo, análise das ligações provaram que esta família tem uma forma de VREF
geneticamente distinta dos loci EVR1, EVR3 e EVR4. Conclusões: A exclusão da ligação em quaisquer dos loci conhecidos de VREF nesta família prova a existência de um quarto locus para VREF
autossômica dominante e mostra que essa doença rara é muito mais heterogênea que previamente pensado.
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Um estudo detalhado do fenótipo de uma distrofia de cones e bastonetes autossômica dominante (CORD7) associada à mutação no
gene para RIM1 Michel Michaelides, Graham E. Holder, David M. Hunt, Fred W. Fitzke, Alan C. Bird e Anthony T Moore
Resumo Objetivo:Caracterizar o fenótipo de uma distrofia de cones e bastonetes autossômica dominante (CORD7) associada à mutação do Arg844His
no RIM1. Métodos: Oito membros da quarta geração, não consanguínea, de uma família britânica foram examinados clinicamente e subemtidos a testes
eletrofisiológicos, perimetria automatizada adaptada ao escuro, adaptação ao escuro, visão de cores, fotografia colorida do
fundus, angiofluoresceinografia (AFG) e imagem autofluorescete do fundus (IAF). Resultados: A maioria dos indivíduos afetados descreveram uma deterioração progressiva da visão central, visão noturna e campo visual
periférico geralmente entre a terceira e quarta décadas. A acuidade visual variou de 6/6 a 3/60. Teste de visão de cores mostrou
discromatopsia leve a moderada na maioria dos indivíduos. As alterações fundoscópicas compreenderam várias aparências maculares
variando de distúrbios leves no epitélio pigmentar (EPR) a atraofia e pigmentação extensa. Os vasos da retina estavam atenuados
em alguns indivíduos e em dois sujeitos apresentaram áreas de atrofia retínica periférica. PERG ausente ou gravemente reduzido
foi detectado em todos os indivíduos, indicando disfunção macular importante. ERG de campo total mostrou respostas anormais
de cones e bastões. IAF revelou diminuição da autofluorescência macular cirucundada centralmente por uma anel de autofluorescência
aumentada na maioria dos indivíduos. Lesões do tipo‘bull’s-eye’ estavam presentes em dois indivíduos, mostrando um anel de
autofluorescência foveal diminuída margeada perifericamente e centralmente por autofluorescência aumentada. Teste de sensibilidade
fotópica demonstrou limiares elevados no campo visual central com perda de campo periférico superior maior que inferior. Houve
redução da sensibilidade de cones e bastões nos campos visuais cetrais e periféricos com acometimento mais intenso na retina
inferior comparada à superior. Conclusões:O fenótipo detalhado da distrofia de cones e bastonetes autossômica dominante, CORD7, está associado com uma mutação focal
no RIM1, um gene codificador de uma proteína sináptica do fotorreceptor. O padrão de progressão da doença e o acompanhamento
por longo prazo melhoraram o aconselhamento genético e prognóstico. Estes dados fenotípicos serão importantes em caso de terapias
futuras.
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Imagem da tomografia de coerência óptica realçada através da média de múltiplas varreduras Birgit Sander, Michael Larsen, Lars Thrane, Jesper Leth Hougaard e Thomas Martini Jorgensen
Resumo Objetivos: Descrever um método para alinhamento computadorizado e obtenção da média de sequências de varreduras-B de Tomografias de
Coerência �ptica (OCT) e apresentar observaç�es clínicas baseadas nos melhoramentos das imagens retínicas resultantes. Métodos: Estudo metodol&oactue;gico e investigação retrospectiva de casos selecionados. Cinco humanos foram incluídos, um sujeito
saudável, dois pacientes com corioretinopatia central serosa, um pacientes com oclusão de ramo venoso da retina e um paciente
com pseudo-oclusão da artéria cílio-retínica. Baseado em alinhamento computadorizado das sequências de varreduras-B obtidas
em localizaç�es retínicas idênticas, imagens médias de OCT foram produzidas e mostradas em cores falsas ou escala de cinza.
Estes tomogramas realçados foram comparados a outras características morfol&oactue;gica e funcionais. Resultados: Imagens retínicas melhoradas permitiram atribuiç�es anatômicas às imagens do OCT particularmente na camada externa dos fotorreceptores
e no epitélio pigmentar da retina tanto no ollho saudável quanto na patologia. Identificação tanto da desorganização estrutural
p&oactue;s-edematosa quanto da atenuação da retina interna p&oactue;s-isquêmica foi superior às imagens do OCT padrão. Conclus�es: Médias de mùltiplas varreduras-B do OCT realça a qualidade da imagem retínica suficientemente para revelar novos detalhes
da fisiopatologia da retina. A utilização desta técnica no OCT3 torna possível a observação de detalhes comparáveis com os
resultados obtidos utilizando Coerência �ptica de Resolução-Ultraalta.
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Experiência na saúde de pais de crianças com distúrbios visuais recém diagnosticados Jugnoo Sangeeta Rahi, Irene Manaras, Helena Tuomainen e Gillian Lewando Hundt
Resumo Objetivo: Pesquisar a experiência na saùde e necessidades do pais no período de diagn&oactue;stico de distùrbios oculares de seus filhos. Métodos:Pais de crianças com diagn&oactue;stico recente de distùrbio visual e/ou distùrbios oculares em hospital de nível terciário
em Londres participaram de questionário, utilizando ferramentas padronizadas, seguidos por entrevista aprofundada para esclarecer
suas noç�es sobre os processos da saùde, sua satisfação geral e necessidades não preenchidas. Resultados: Sessenta e sete porcento (147) das famílias elegíveis (135 mães e 76 pais) participaram deste estudo. A satisfação geral
com o cuidado com as crianças foi alta, e maior em pais de crianças com perda visual leve ou distùrbios oculares isolados
do que naqueles com perda visual grave ou mùltiplas afecç�es. Idependente disto, os pais relataram como maior necessidade
o fornecimento de informaç�es gerais, incluindo o distùrbio do pr&oactue;prio filho e serviços sociais e educacionais. Mães
apresentaram maiores necessidades de informação do que os pais, assim como pais brancos comparados a minorias étnicas. Pais
brancos também acreditaram que os processos de saùde eram menos coordenados e abrangentes do que o que os pais de minorias
étnicas acreditaram. Conclus�es: Embora os pais relatem alta satisfação geral com os serviços, é essencial priorizar o meio, o conteùdo e a abrangência da
informação geral fornecida pelos profissionais aos pais. Planejamento igualitário e fornecimento de serviços de saùdo para
as famílias de crianças com distùrbios visuais precisam levar em consideração que necessidades informativas variam de acordo
com a etnicidade, complexidade e gravidade da perda visual e se os pais são os responsáveis primários ou não.
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Incidência de complicações no receptor de enxertos perioculares superficiais e de espessura total de pele Igal Leibovitch, Shyamala C Huilgol, James Hsuan e Dinesh Selva
Resumo Objetivo: Avaliar as complicações de enxertos perioculares de espessura total de pele (EPPET) em pacientes tratados com cirurgia micrográica
de Moh (CMM) para malignidades perioculares. Método: Esta série de casos prospectivos, multi-cêntricos, incluiu todos os pacientes da Austrália tratados com CMM para malignidades
perioculares seguidos por reconstrução por EPPET monitorados pela Fundação de Pele Câncer entre 1993 e 1999. Os parâmetros
registrados foram a demografia dos pacientes, motivo para encaminhamento, classificação histológica da malignidade e evidência
de infiltração perineural, duração do tumor, local do tumor, recidivas antes da CMM, tamanho pré-operatório do tumor e tamanho
pós-operatório do defeito. Os locais de doação do EPPET incluíram pálpebra superior, região pré-auricular, retroauricular,
braquial interno e supraclavicular. As medidas principais do pós-operatório foram as complicações dos locais do receptor de
EPPET (falha completa ou parcial do enxerto, infecção do enxerto, sangramento agudo / hematoma, hipertrofia do enxerto e contração
do enxerto). Resultados: Trezentos e noventa e sete pacientes (229 homens, 168 mulheres), idade média de 60 + 15 anos (20 a 91 anos). 92,7% foram
diagnosticados com carcinoma basocelular, 2,0% com doença de Bowen e 3,3% com carcinoma espinocelular. O canto medial foi
acometido em 66,5% dos pacientes, a pálpebra inferior em 28% dos pacientes e a pálpebra superior foi acometida em 5,5% dos
pacientes. Complicações pós-operatórias foram registradas em 62 pacientes (15,5% de todos os pacientes) e foram: hipertrofia
de enxerto (45,1% das complicações), contração do enxerto (29,1% das complicações) e falha parcial do enxerto (12,9%). A única
associação estatisticamente significativa encontrada foi um maior índice de hipertrofia do enxerto na reconstrução do canto
medial (P = 0,007). Conclusão: Complicações do enxerto no receptor no EPPET não são comuns. A hipertrofia do enxerto foi responsável pela maior parte das
complicações e mais comum no canto medial. Outras variáveis como demografia do paciente, características do tumor ou fatores
locais do doador foram associadas a risco maior de complicações.
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