rss

Resumos em Português
Benvindo aos Resumos em Portugues do BJO
Esta edição inclue resumos de todos os artigos de Ciências Clínica e Laboratorial  publicados em Novembro de 2006. Os textos completos, em Inglês, estão disponíveis somente para assinantes ou sob pagamento (US$ 12 por artigo).

Portuguese Abstracts
Welcome to the BJO Portuguese Abstracts
This edition includes Portuguese translations of the abstracts of all Clinical and Laboratory Science articles from the November 2006 issue. The full text is only available in Englishto subscribers or on a pay per view basis (US$12 per article)

November/ Novembro  2006
Volume 90 Number/ número 11

Clinical science - scientific reports Ciência clínica – relatos científicos
Clinical science - extended reports Ciência clínica – relatos extendidos
Laboratory science - extended reports Ciência laboratorial – relatos extendidos

Editors/ Editores: Dr Daniel de Souza Pereira and Dr Jonathan Lake
bhisit{at}itsa.ucsf.edu  bhisit{at}itsa.ucsf.edu


  Clinical science - scientific reports 

Hemodinâmica retrobulbar em neuropatia óptica isquêmica anterior não arterítica

Marion Kaup, Niklas Plange, Kay Oliver Arend e Andreas Remky
Portuguese Abstract   English Abstract  English Full text

Efeitos de anestésicos tópicos e fluoresceína no PCR em tempo real utilizado para o diagnóstico de ceratites herpéticas e por acantamoeba
Pablo Goldschmidt, Hidayeth Rostane, Cathy Saint-Jean, Laurence Batellier,Cécile Allouch, Eleonora Zito, Tristan Bourcier, Laurent Laroche e Christine Chaumeil
Portuguese Abstract   English Abstract  English Full text

Triancinolona intravítrea e fotocoagulação com laser para proliferação angiomatosa retinica

Tina Rike Krieglstein, Anselm Kampik e Michael Ulbig
Portuguese Abstract   English Abstract   English Full text

Alta incidência de tração vítreo-macular em neovascularização de coróide recorrente após terapia fotodinâmica repetitiva

Jörg C Schmidt, Stefan Mennel, Steffen Hörle e Carsten H. Meyer
Portuguese Abstract   English Abstract   English Full text

Fluxo sangüíneo coroidal na região foveal de olhos com descolamento regmatogênico de retina, submetidos à introflexão escleral com pneu de silicone
Ryoichi Sugawara, Taiji Nagaoka, Norihiko Kitaya, Naoki Fujio, Junichi Takahashi, Atsushi Takahashi, Harumasa Yokota e Akitoshi Yoshida
Portuguese Abstract   English Abstract   English Full text

  Clinical science - extended reports

Express��o de TFF1, MUC5AC e HLA-DR por c��lulas conjuntivais em pacientes com glacoma tratados com medica����es cr��nicas. Estes marcadores podem prever o sucesso da cirurgia para glaucoma?
Maxime Souchier, Nelly Buron, Pierre Olivier Lafontaine, Alain M Bron, Christophe Baudouin e Catherine Creuzot-Garcher
Portuguese Abstract   English Abstract   English Full text

Eficácia da Bimatoprosta 0,03% e Travoprosta 0,004% na diminuição da PIO em pacientes com glaucoma ou hipertensão ocular
Louis B Cantor, Joni S Hoop e Linda Morgan
Portuguese Abstract   English Abstract   English Full text

Influ��ncia do uso de tabaco no desenvolvimento de catarata
Prema Raju, Ronnie George, Ramesh Ve Sathyamangalam, Hemamalini Arvind, Baskaran Mani e Lingam Vijaya
Portuguese Abstract   English Abstract   English Full text

Estudo do tratamento precoce da retinopatia da prematuridade (ETROP): achados estruturais aos 2 anos de idade
William V. Good e ETROP *
Portuguese Abstract   English Abstract   English Full text

Consentimento para doa����o corneal: O efeito da idade de falecimento, inten����o registrada e grau de parentesco do familiar abordado
Mitchell Lawlor, Timothy Dobbins, Kellie-Anne Thomas e Frank Billson
Portuguese Abstract   English Abstract   English Full text

Exames refrativos e outros resultados ap��s cirurgia de catarata infantil com implante de lente intraocular
John-S Barry, Paul Ewings, Caspar Gibbon e Anthony G Quinn
Portuguese Abstract   English Abstract   English Full text

Detec����o de glaucoma utilizando classifica����o dependente de operador e independente de operador no HRT-III
Noga Harizman, Joseph R Zelefsky, Elena V Ilitchev, Celso A Tello, Robert Ritch e Jeffrey M Liebmann
Portuguese Abstract   English Abstract   English Full text

Avaliação estrutural e funcional da região macular em pacientes com glaucoma
Fabio N Kanadani, Donald C Hood, Tomas M Grippo, Boonchai Wangsupadilok, Noga Harizman, Vivienne C Greenstein, Jeffrey M Liebmann e Robert Ritch

Portuguese Abstract   English Abstract   English Full text

Perimetria peripapilar do fundus em olhos com glaucoma
Enrica Convento, Edoardo Midena, Maria T Dorigo, Veronica Maritan, Fabiano Cavarzeran e Iva A Fregona
Portuguese Abstract   English Abstract   English Full text

Caracter��sticas do estudo da retinopatia diab��tica da comunidade North Jutland

Lars l knudsen, Hans-Henrik Lervang, S��ren Lundbye-Christensen e Anders Gorst-Rasmussen
Portuguese Abstract   English Abstract   English Full text

Efeito da cirurgia refrativa na vis��o binocular e alinhamento ocular em pacientes com estrabismo manifesto ou intermitente
Daisy Godts, Ren�� Trau e Marie-Jos�� Tassignon
Portuguese Abstract   English Abstract   English Full text

  Laboratory science - extended reports

Um derivativo t��pico de dexametasona com libera����o de ��xido n��trico: efeitos na press��o intraocular e hemodin��mica ocular em um modelo de glaucoma em coelhos.

Fernando Giovanni Galassi, Emanuela Masini, Barbara Giambene, Francesca Fabrizi, Caterina Uliva, Manlio Bolla e Ennio Ongini
Portuguese Abstract   English Abstract   English Full text

O papel da variante da Optineurina Met98Lys em doen��as heredit��rias do nervo ��ptico
Jamie E Craig, Alex W Hewitt, David P Dimasi, Neil Howell, Carmel Toomes, Amy C Cohn e David A Mackey

Portuguese Abstract   English Abstract   English Full text

Detection by broad-range real-time PCR assay of Chlamydia species infecting human and animals
P Goldschmidt, H Rostane, M Sow, A Goépogui, L Batellier, and C Chaumeil
Portuguese Abstract   English Abstract   English Full text


  Clinical science - scientific reports 

Hemodinâmica retrobulbar em neuropatia óptica isquêmica anterior não arterítica
Marion Kaup, Niklas Plange, Kay Oliver Arend e Andreas Remky

Objetivos: Comparar a hemodin��mica retrobulbar entre pacientes com neuropatia ��ptica isqu��mica anterior n��o arter��tica (NAION) e controles com idades coincidentes atrav��s de imagens de Doppler colorido.
M��todos: Vinte e cinco pacientes com NOIAN aguda e 35 controles foram inclu��dos neste estudo. Atrav��s de Doppler colorido, foram medidas as velocidades do fluxo sang����neo da art��ria oft��lmica (AO), art��ria central da retina (ACR) e art��rias posteriores curtas temporal e nasal (APC). Foram determinados o pico sist��lico (PSV), final diast��lico (FDV) e ��ndice de resist��ncia de Pourcelot (IR).
Resultados: Na AO n��o houve diferen��as significantes entre NOIAN e controles. PSV e FDV da ACR (p <_00001 p="0,0017)" e="e" psv="psv" da="da" apc="apc" nasal="nasal" p005="p005" estavam="estavam" significantemente="significantemente" diminudos="diminudos" em="em" pacientes="pacientes" com="com" noian="noian" comparados="comparados" a="a" indivduos="indivduos" saudveis.="saudveis." no="no" houve="houve" diferena="diferena" significante="significante" na="na" temporal="temporal" entre="entre" controles.br="controles.br">Conclus��o: As velocidades de fluxo sang����neo da APC nasal e da ACR foram reduzidas significantemente em NOIAN aguda comparada a controles. Pacientes com NOIAN mostraram hemodin��mica retrobulbar significantemente diferente.

Back to section  Back to Table of ContentsEnglish Abstract  English Full text


Efeitos de anestésicos tópicos e fluoresceína no PCR em tempo real utilizado para o diagnóstico de ceratites herpéticas e por acantamoeba
Pablo Goldschmidt, Hidayeth Rostane, Cathy Saint-Jean, Laurence Batellier,Cécile Allouch, Eleonora Zito, Tristan Bourcier, Laurent Laroche e Christine Chaumeil

Introdu����o: O diagn��stico precoce de infec����es corneais pode prevenir a piora destas condi����es. O objetivo deste trabalho foi estudar as interfer��ncias potenciais das solu����es de oxybuproca��na e fluoresce��na utilizado por oftalmologistas nos desempenhos do PCR em tempo real realizado como teste rotineiro para diagn��stico de ceratite.
M��todos: Suspens��es quantificadas de Herpes simples (HSV1), Varicella Zoster (VZ), citomegalov��rus (CMV) e Acantamoeba com e sem oxibuproca��na ou fluoresce��na adicionados antes da extra����o do DNA foram testadoss pelo PCR em tempo real.
Resultados: As capacidades do PCR em tempo real em detectar HSV, CMV e Acantamoeba foram reduzidas pela oxibuproca��na e pela fluoresce��na. Ambos os produtos dilu��dos 1/16 reduziram a capacidade de detec����o do PCR para mais do que 2 logs (C��pias de DNA/amostra)
Conclus��es: A introdu����o simult��nea de fluoresce��na ou anest��sico t��pico nos tubos contendo as amostras a serem testadas pelo PCR podem levar a resultados falso negativos. Como as amostras corneais para diagn��stico de ceratite s��o obtidos ap��s administra����o t��pica de anest��sico e/ou corantes de fluoresce��na, oftalmologistas devem estar cientes da necessidade de irriga����o intensa da superf��cie ocular com solu����es adequadas para minimizar os riscos de falhas diagn��sticas.

Back to section  Back to Table of ContentsEnglish Abstract  English Full text


Triancinolona intravítrea e fotocoagulação com laser para proliferação angiomatosa retinica
Tina Rike Krieglstein, Anselm Kampik e Michael Ulbig

Introdu����o: Recentemente a prolifera����o angiomatosa ret��nica (RAP) tem sido descrita como um subtipo de degenera����o macular relacionada �� idade, por��m suas op����es terap��uticas ainda n��o est��o estabelecidas. As duas modalidades de tratamento que est��o em discuss��o atualmente s��o lise cir��rgica da arter��ola principal e v��nula drenadora ou o uso do PDT combinado �� inje����o intrav��trea de triancinolona. Neste estudo experimentamos tratamento com laser focal em RAPs neovasculares intrarret��nicas extrafoveais precoces.
M��todos: S��rie prospectiva de casos. Inclu��mos 13 pacientes consecutivos com les��es RAP extrafoveais est��dio 1. Todos os pacientes foram submetidos ao exame oftalmol��gico completo, inclu��ndo angiofluoresce��nografia e tomografia de coer��ncia ��ptica (OCT III) antes do tratamento e 2 semanas, 1 m��s, 2 meses e 4 meses ap��s. Em casos com edema macular importante (espessamento ret��nico >350��m no OCT III, 12 pacientes) realizamos inje����o intrav��trea de 4mg de triancinolona antes do tratamento com laser focal na tentativa de reduzir o edema.
Resultados: Esta s��rie de casos mostrou melhora ou estabiliza����o anat��mica em pacientes com les��o RAP extrafoveal ap��s o tratamento. Acuidade visual inicial (AV) variou entre 0,1 e 0,6 na tabela de Snellen. Calculando valores logar��tmicos, achamos que a AV melhorou de 2 a 5 linhas log em 5 casos, deteriorou em 4 casos (-2 a 5 linhas log) e estabilizou em 4 casos (altera����o -1 a +1 linha log). A exsuda����o na angiofluoresce��nografia parou em 11 casos.
Conclus��es: Esta s��rie preliminar de casos sugere que a combina����o de fotocoagula����o com laser ap��s inje����o intrav��trea de triancinolona �� uma op����o de tratamento vi��vel para RAP extrafoveal est��dio 1. Em casos com edema macular importante a inje����o intrav��trea de triancinolona melhorou a AV. Para a estabiliza����o a longo prazo, tratamento adicional com laser �� indispens��vel. Estes resultados preliminares sustentam um estudo cl��nico prospectivo maior e mais detalhado.

Back to section  Back to Table of ContentsEnglish Abstract  English Full text


Alta incidência de tração vítreo-macular em neovascularização de coróide recorrente após terapia fotodinâmica repetitiva
Jörg C Schmidt, Stefan Mennel, Steffen Hörle e Carsten H. Meyer

Objetivos: As causas de recidiva da neovasculariza����o de cor��ide (CNV) ap��s terapia fotodin��mica (PDT) permanecem controversas. Cirurgia subret��nica foi realizada ap��s PDT sem sucesso para determinar, intraoperat��riamente, o estado da interface posterior do v��treo. Tipo de estudo: S��rie de casos intervencional.
Metodos: Vitrectomia convencional de 3 vias foi realizada em 10 olhos com CNV que tinham sido submetidas a entre 1 e 4 sess��es de PDT. A sonda de vitrectomia foi mantida pr��xima �� borda do nervo ��ptico para avalia����o e estudo do v��treo posterior.
Resultados: O tamanho da les��o aumentou da primeira para a ��ltima PDT de 1,5 (DP 0,53) para 2,3 (DP 0,83) di��metros de disco do estudo da fotocoagula����o macular ��macular photocoagulation study (MPS)��. Os achados intraoperat��rios durante a vitrectomia revelaram pequena liquefa����o do v��treo e DVP incompleto com ades��o marcadamente forte na regi��o macular em todos os casos (10/10). Conclus��o: Determinamos uma anormalidade de alta incid��ncia da ades��o v��trea em olhos com CNV recorrente. Ades��es v��treo-macualres devem desencadear a regress��o da CNV ap��s PDT.

Back to section  Back to Table of ContentsEnglish Abstract  English Full text


Fluxo sangüíneo coroidal na região foveal de olhos com descolamento regmatogênico de retina, submetidos à introflexão escleral com pneu de silicone
Ryoichi Sugawara, Taiji Nagaoka, Norihiko Kitaya, Naoki Fujio, Junichi Takahashi, Atsushi Takahashi, Harumasa Yokota e Akitoshi Yoshida

Objetivos: Avaliar a expressão conjuntival de TFF1, MUC5AC e HLA-DR em pacientes com glaucoma tratados com medicações tópicas e determinar se estes parâmetros podem prever o resultado da cirurgia para glaucoma.
Métodos: Coletamos 77 amostras de citologia de impressão conjuntival em 77 pacientes com glaucoma (66 receberam colírios com preservante, 11 tratados com colírios sem preservante) e em 43 controles. A expressão de TFF1, MUC5AC e HLA-DR foi analisada por meio de citometria de fluxo. Trabeculectomia foi realizada em 56 pacientes; sucesso foi definido como pressão intraocular (PIO) de 15 mmHg ou menos sem qualquer droga redutora de PIO aos 6 meses.

Resultados: A expressão de TFF1, MUC5AC e HLA-DR foi estatisticamente mais alta em pacientes do que em controles (p=0.01, 0.05 e 0.004, respectivamente). Uma expressão mais alta de MUC5AC foi encontrada em pacientes tratados com colírios com preservante do que naqueles recebendo colírios sem preservante (p=0,04). Uma expressão mais alta de MUC5AC e uma expressão mais baixa de HLA-DR foi mais observada em cirurgias bem sucedidas do que mal-sucedidas. Uma correlação estatística significativa foi observada entre o TFF1 e o MUC5AC encontrada nos controles e pacientes mas não nas falhas cirúrgicas e grupos com colírios sem preservante.
Conclusões: Secreções de TFF1 e MUC5AC são provavelmente uma resposta a alterações discretas da superfície ocular causadas pelo uso a longo prazo de tratamento tópico. Sua expressão aumentada pode ser um fator preditivo de cirurgia de glaucoma bem-sucedida.

Back to section  Back to Table of ContentsEnglish Abstract  English Full text


  Clinical science - extended reports

Expressão de TFF1, MUC5AC e HLA-DR por células conjuntivais em pacientes com glacoma tratados com medicações crônicas. Estes marcadores podem prever o sucesso da cirurgia para glaucoma?
Maxime Souchier, Nelly Buron, Pierre Olivier Lafontaine, Alain M Bron, Christophe Baudouin e Catherine Creuzot-Garcher

Objetivos: Avaliar a expressão conjuntival de TFF1, MUC5AC e HLA-DR em pacientes com glaucoma tratados com medicações tópicas e determinar se estes parâmetros podem prever o resultado da cirurgia para glaucoma.
Métodos: Coletamos 77 amostras de citologia de impressão conjuntival em 77 pacientes com glaucoma (66 receberam colírios com preservante, 11 tratados com colírios sem preservante) e em 43 controles. A expressão de TFF1, MUC5AC e HLA-DR foi analisada por meio de citometria de fluxo. Trabeculectomia foi realizada em 56 pacientes; sucesso foi definido como pressão intraocular (PIO) de 15 mmHg ou menos sem qualquer droga redutora de PIO aos 6 meses.
Resultados: A expressão de TFF1, MUC5AC e HLA-DR foi estatisticamente mais alta em pacientes do que em controles (p=0.01, 0.05 e 0.004, respectivamente). Uma expressão mais alta de MUC5AC foi encontrada em pacientes tratados com colírios com preservante do que naqueles recebendo colírios sem preservante (p=0,04). Uma expressão mais alta de MUC5AC e uma expressão mais baixa de HLA-DR foi mais observada em cirurgias bem sucedidas do que mal-sucedidas. Uma correlação estatística significativa foi observada entre o TFF1 e o MUC5AC encontrada nos controles e pacientes mas não nas falhas cirúrgicas e grupos com colírios sem preservante.
Conclusões: Secreções de TFF1 e MUC5AC são provavelmente uma resposta a alterações discretas da superfície ocular causadas pelo uso a longo prazo de tratamento tópico. Sua expressão aumentada pode ser um fator preditivo de cirurgia de glaucoma bem-sucedida.

Back to section  Back to Table of ContentsEnglish Abstract  English Full text


Eficácia da Bimatoprosta 0,03% e Travoprosta 0,004% na diminuição da PIO em pacientes com glaucoma ou hipertensão ocular
Louis B Cantor, Joni S Hoop e Linda Morgan

Introdução/Objetivos: Avaliar a eficácia da bimatoprosta e travoprosta na diminuição da PIO no tratamento de glaucoma e hipertensão ocular.
Métodos: Estudo clínico prospectivo, de distribuição aleatória e investigador mascarado de grupos paralelos. Após completar a “desintoxicação “ de qualquer outra droga anti-glaucomatosa, pacientes (n=157) foram distribuídos aleatoriamente para uso de bimatoprosta ou travoprosta por 6 meses. As visitas ocorreram na linha de base, semana 1 e meses 1, 3 e 6. A PIO foi medida às 9 horas em cada visita e também às 13 e 16 horas na linha de base e meses 3 e 6.

Resultados: Não houve diferença significante entre os grupos na PIO da linha de base às 9h, 13h ou 16h (P>0,741). Após 6 meses, ambas as medicações reduziram significantemente a PIO em todos os horários (P<0,001). Após 6 meses, a redução média da PIO às 9h foi de 7,1 mmHg (27,9%) com bimatoprosta (n=76) e 5,7 mm Hg (23,3%) com travoprosta (n=81) (P=0,014). Às 13h, a redução média da PIO foi de 5,9 mm Hg com bimatoprosta (25,3%) e 5,2 mm Hg (22,4%) com travoprosta (P=0,213). Às 16h, a redução média foi de 5,3 mm Hg (22,5%) com bimatoprosta e 4,5 mm Hg (18,9%, P=0,207) com travoprosta. Ambas as medicações estudadas foram bem toleradas, tendo olho vermelho como efeito adverso mais relatado em ambos os grupos de estudo.
Conclusões: Bimatoprosta obteve maior redução média da PIO do que travoprosta.

Back to section  Back to Table of ContentsEnglish Abstract  English Full text


Influência do uso de tabaco no desenvolvimento de catarata
Prema Raju, Ronnie George, Ramesh Ve Sathyamangalam, Hemamalini Arvind, Baskaran Mani e Lingam Vijaya

Objetivos: Estudar a influ��ncia do uso de tabaco na forma����o de catarata em uma popula����o rural da ��ndia do Sul.
M��todos: 3924 indiv��duos do Estudo Chennai de Glaucoma realizados na ��ndia do Sul rural foram submetidos a exame oftalmol��gico completo incluindo a gradua����o LOCS II. Informa����es em rela����o ao uso de tabaco, tipo de tabaco (com ou sem fumar), dura����o e quantidade usada foram coletados.
Resultados:1705 (1106:599: M: F) pessoas utilizavam tabaco e eram significativamente mais velhas (idade m��dia: 55.80 10.64 years) do que n��o-usu��rios (52.23 10.51) (p <_0.0001. xmlns:_730="urn:x-prefix:_730" xmlns:m="urn:x-prefix:m" xmlns:_302="urn:x-prefix:_302" xmlns:_74="urn:x-prefix:_74" xmlns:ci="urn:x-prefix:ci" _731="_731" _730:_1="_730:_1" m:_="m:_" f="f" pessoas="pessoas" fumavam="fumavam" _900="_900" _302:_598="_302:_598" usavam="usavam" tabaco="tabaco" sem="sem" fumar="fumar" e="e" _74="_74" _74:_0="_74:_0" em="em" ambas="ambas" as="as" formas.="formas." o="o" odds="odds" ratio="ratio" or="or" ajustado="ajustado" ajuste="ajuste" para="para" idade="idade" sexo="sexo" uma="uma" histria="histria" positiva="positiva" de="de" uso="uso" catarata="catarata" foi="foi" _172="_172" ci:_="ci:_" _1.51-1.96="_1.51-1.96" _1.39="_1.39" _1.15-1.68="_1.15-1.68" respectivamente.="respectivamente." fumado="fumado" _1.04="_1.04" _0.88-1.23="_0.88-1.23" _2.74="_2.74" _2.31-3.26="_2.31-3.26" _1.19="_1.19" _0.89-1.59="_0.89-1.59" _1.54="_1.54" _1.22-1.95="_1.22-1.95" nenhuma="nenhuma" associao="associao" significativa="significativa" notada="notada" entre="entre" ato="ato" algum="algum" tipo="tipo" particular="particular" catarata.="catarata." significativamente="significativamente" associado="associado" com="com" nuclear="nuclear" mesmo="mesmo" aps="aps" _1.67="_1.67" _1.16-2.39.br="_1.16-2.39.br">Conclus��o: O uso de tabaco foi significativamente associado a catarata. O fumo do tabaco n��o foi significativamente associado com a forma����o de catarata; no entanto, uso de tabaco sem fumar foi mais associado com catarata.

Back to section  Back to Table of ContentsEnglish Abstract  English Full text


Estudo do tratamento precoce da retinopatia da prematuridade (ETROP): achados estruturais aos 2 anos de idade
William V. Good e ETROP *

Objetivo: Determinar se o tratamento precoce da retinopatia da prematuridade (ROP) pr��-limiar de alto risco melhora a evolu����o estrutural da retina aos 2 anos de idade.
M��todos: Crian��as com ROP bilateral pr��-limiar de alto risco tiveram um olho aleatoriamente selecionado para tratamento com abla����o ret��nica perif��rica. O olho contra lateral foi acompanhado convencionalmente e tamb��m tratado se evoluisse para ROP limiar ou observado se limiar n��o fosse atingido. Em pacientes com doen��a assim��trica, o olho pr��-limiar de alto risco foi selecionado para tratamento mais precoce ou para manejo convencional. Aos dois anos de idade as crian��as foram examinadas por oftalmologistas certifcados para determinar a evolu����o estrutural de seus olhos. Para os prop��sitos deste estudo evolu����o estrutural desfavor��vel foi definida como (1) uma dobra ret��nica posterior envolvendo a m��cula, (2) descolamento de retina envolvendo a m��cula ou (3) tecido retro-lental ou "massa" obscurecendo a vis��o do p��lo posterior.
Resultados: O exame de 2 anos foi comparado ao exame de 9 meses. Os dados estavam dispon��veis em 339 de 374 crian��as sobreviventes (90,6%). Evolu����o estrutural desfavor��vel foi reduzida em 15,4% em olhos com manejo convencional e 9,1% em olhos tratados precocemente (p=0,002) aos 2 anos de idade. Efeitos colaterais oculares (excluindo na estrutura ret��nica) da ROP ou de seu tratamento foram semelhantes nos olhos tratados precocemente e nos olhos de manejo convencional.
Conclus��o: O benef��cio do tratamento precoce da ROP pr��-limiar de alto risco na estrutura ret��nica perdura aos 2 anos de idade e n��o �� contra balanceado por nenhum efeito adverso conhecido causado pela interven����o precoce. Tratamento precoce melhora a chance para evolu����o favor��vel da estrutura ret��nica em longo prazo em olhos com ROP pr��-limiar de alto risco. Acompanhamento em longo prazo est�� planejado para determinar a evolu����o estrutural e funcional aos 6 anos de idade.

Back to section  Back to Table of ContentsEnglish Abstract  English Full text


Consentimento para doação corneal: O efeito da idade de falecimento, intenção registrada e grau de parentesco do familiar abordado
Mitchell Lawlor, Timothy Dobbins, Kellie-Anne Thomas e Frank Billson

Objetivo: Determinar se o consentimento para doação corneal está relacionado ao grau de parentesco do consentidor, à idade do doador em potencial e à indicação de doação realizada pelo falecido na carteira de motorista.
Método: O Banco de Olhos de South Wales é responsável pelo serviço de transplante de córnea para o estado mais populoso da Austrália. Ao longo do período de 18 meses de Primeiro de Julho de 2004 a 31 de dezembro de 2005 para todos os requerimentos de doação foram registrados o grau de parentesco do consentidor, a idade do falecido e a indicação de doador ou não-doador na carteira de motorista.
Resultados: Ao longo do período de 18 meses 841 indivíduos foram abordados para realização de doação corneal. 63,2% destes indivíduos consentiram a doação. Aumento da idade de falecimento foi associada de forma significativamente positiva com o consentimento da doação (p=0,006). Análise univariada multivariável com ajuste para a idade de falecimento demonstrou que o tipo relativo estava fortemente associado ao consentimento (p<0,0001), com as mães e os pais mais propensos a doar do que os irmãos, e os irmãos eram mais propensos a doar do que os filhos e esposos. Uma indicação de disposição de doar na carteira de motorista estava fortemente associada ao consentimento (p<0,0001).

Conclusões: Índices maiores de consentimento vindos de doadores mais idosos tem implicações nas políticas para maximizar a captação de córneas. A decisão para doar vindo de um membro da família é complexa e influenciada pelo contexto social. Pesquisas devem investigar estratégias individuais a serem empregadas quando buscando o consentimento a partir de categorias particulares de parentesco.

Back to section  Back to Table of ContentsEnglish Abstract  English Full text


Exames refrativos e outros resultados após cirurgia de catarata infantil com implante de lente intraocular
John-S Barry, Paul Ewings, Caspar Gibbon e Anthony G Quinn

Objetivos: Demonstra����o de resultados de exames refrativos, precis��o da sele����o do poder di��ptrico da lente intraocular e resultados visuais e complica����es em crian��as sendo submetidas a cirurgia de catarata.
M��todos: Quatorze olhos operados de oito crian��as com idade menor que um ano tiveram sua refra����o plotada (equivalente esf��rico) ao longo do tempo. Acuidades visuais pr��-operat��rias e finais regsitradas foram avaliadas.
Resultados: Houve um seguimento mediano de 37,25 meses. A refra����o inicial p��s-operat��ria mediana foi de +6,75D.
Conclus��es: Os resultados refrativos para cada olho n��o foram inteiramente previs��veis e variaram entre as crian��as. No entanto, houve um padr��o constante entre cada crian��a que foi submetida a cirurgia bilateral, com ambos os olhos seguindo um padr��o semelhante de altera����o refrativa ao longo do tempo. Oito olhos demonstraram regress��o mi��pica ao longo do tempo, possivelmente demonstrando emetropiza����o. Os dois casos unilaterais aparentaram demonstrar um desvio mi��pico. Dois pacientes (quatro olhos) n��o seguiram uma curva de aumento mi��pico, um destes pacientes mostraram uma tend��ncia precoce a aumento de hipermetropia. Causas definitivas para esta altera����o refrativa n��o foram identificadas. Uma refra����o p��s-operat��ria maior do que +4,5D evitou miopia precoce. A varia����o da diferen��a entre a refra����o p��s-operat��ria e a prevista utilizando SRK-T foi de -2,85 a 2,97D. A maior parte dos resultados visuais s��o encorajadores comparados a dados hist��ricos em crian��as mais velhas.

Back to section  Back to Table of ContentsEnglish Abstract  English Full text


Detecção de glaucoma utilizando classificação dependente de operador e independente de operador no HRT-III
Noga Harizman, Joseph R Zelefsky, Elena V Ilitchev, Celso A Tello, Robert Ritch e Jeffrey M Liebmann

Objetivo: Comparar as capacidades de um novo sistema de pontua����o de probabilidade em glaucoma (GPS) e a an��lise de regress��o de Moorfields (MRA) para diferenciar olhos normais de olhos glaucomatosos utilizando o software HRT-III e bancos de dados espec��ficos de ra��as.
M��todos: Neste estudo prospectivo, um olho (erro refrativo de 5D) de pacientes normais e com glaucoma inclu��do. Todos os indiv��duos foram submetidos a exame ocular completo, perimetria acrom��tica padr��o (SITA-SAP, program 24-2) e oftalmoscopia de scanneamento por laser (tom��grafo de retina Heidelberg , HRT-III) no per��odo de um m��s. Indiv��duos normais apresentavam campos visuais normais em ambos os olhos (PSD>5%) e GHT dentro de limites de 97% da normalidade) e um exame cl��nico normal. Glaucoma foi definido baseado na perda de campo visual no SITA-SAP (PSD < 5% e GHT fora da normalidade) em dois campos visuais consecutivos. Exames HRT-II foram exportados para o software HRT-III (vers��o 3,0), que utiliza banco de dados com especificidade racial maior, consistindo de 733 olhos de caucasianos e 215 olhos de negros. MRA ajustado por ra��a para o setor mais anormal (coloca����o de linha de contorno dependente de operador) foi comparado ��s pontua����es globais ajustadas de acordo com a ra��a (independente de operador). Setores de MRA fora do intervalo de confian��a de 99,9% (��fora dos limites da normalidade��) e GPS de 0,64 foi considerado anormal.
Resultados: 136 indiv��duos normais (72 negros, 64 brancos) e 84 pacientes com glaucoma (52 negros, 32 brancos) foram recrutados (idade m��dia, 50,4 +-14,4 anos). O desvio m��dio de campo visual foi de -0,4+-1,1db para o grupo normal e -7,3+-6,7db para o grupo com glaucoma (p <_0001. pontuaes="pontuaes" mdias="mdias" para="para" o="o" gps="gps" foram="foram" de="de" _021-023="_021-023" e="e" _073-027="_073-027" olhos="olhos" normais="normais" glaucomatosos="glaucomatosos" respectivamente="respectivamente" p0001.="p0001." sensibilidade="sensibilidade" especificidade="especificidade" foi="foi" _771="_771" _903="_903" mra="mra" _714="_714" _919.="_919." br="br">Conclus��es: Nesta coorte, a sensibilidade e especificidade do software GPS foi semelhante ao do MRA, o que requere a coloca����o de uma linha de contorno dependente do operador. O desenvolvimento de software para detectar glaucoma sem uma linha de contorno �� critico para melhorar o uso em potencial do HRT como uma ferramenta para detec����o de glaucoma na popula����o.

Back to section  Back to Table of ContentsEnglish Abstract  English Full text


Avaliação estrutural e funcional da região macular em pacientes com glaucoma
Fabio N Kanadani, Donald C Hood, Tomas M Grippo, Boonchai Wangsupadilok, Noga Harizman, Vivienne C Greenstein, Jeffrey M Liebmann e Robert Ritch

Objetivo: Investigar a correla����o da medida estrutural da ��rea macular tomografia de coer��ncia ��ptica (OCT) com duas medidas para avalia����o funcional macular Campo visual Humphrey 10-2 (CVH) e potencial visual evocado (PVEmf).
M��todos: Cinquenta e cinco olhos com glaucoma de ��ngulo aberto foram selecionados. O CVH 10-2 foi definido como anormal quando grupamentos de 3 pontos com P <_5 xmlns:macular="urn:x-prefix:macular" com="com" um="um" deles="deles" de="de" p1="p1" estavam="estavam" presentes.="presentes." o="o" pvemf="pvemf" foi="foi" considerado="considerado" anormal="anormal" quando="quando" os="os" grficos="grficos" probabilidade="probabilidade" tinham="tinham" dois="dois" ou="ou" mais="mais" pontos="pontos" adjacentes="adjacentes" e="e" _3="_3" p5="p5" pelo="pelo" menos="menos" destes="destes" p1.="p1." critrios="critrios" foram="foram" usados="usados" para="para" anlise="anlise" do="do" oct="oct" macular:_="macular:_" _1="_1" _2="_2" setores="setores" setor="setor" p5.br="p5.br">Resultados: Cinq��enta e quatro de 55 olhos mostraram CVH 10-2 anormal enquanto 50 tiveram defeitos centrais no PVEmf. Os dois crit��rios para OCT resultaram em sensibilidade de 85% e 91%. Quando ambos os testes funcionais mostraram defeito (49 olhos), o OCT estava anormal em 45. Para o OCT, as regi��es inferiores internas e externas eram as de maior probabilidade de anormalidade e ambas as avalia����es funcionais foram mais anormais no hemicampo superior.
Conclus��es: H�� boa concord��ncia entre espessura macular e defeitos funcionais em pacientes com glaucoma. Estudo da regi��o macular deve fornecer uma medida quantitativa para estadiamento e monitoramento da doen��a.

Back to section  Back to Table of ContentsEnglish Abstract  English Full text


Perimetria peripapilar do fundus em olhos com glaucoma
Enrica Convento, Edoardo Midena, Maria T Dorigo, Veronica Maritan, Fabiano Cavarzeran e Iva A Fregona

Objetivos: Avaliar, com perimetria do fundus (PF), o diferencial de limiar peripapilar de sensibilidade �� luz (DLS) em olhos com glaucoma e hipertens��o ocular (HO) e compar��-lo �� espessura da camada de fibras nervosas da retina (RNFL).
M��todos: Trinta e cinco olhos galucomatosos, 29 OH e 24 controles foram inclu��dos. DLS peripapilar a 1�� da cabe��a do disco ��ptico foi quantificada com PF; a espessura peripapilar da RNFL foi medida, na mesma ��rea, por tomografia de coer��ncia ��ptica (OCT).
Resultados: DLS peripapilar m��dia foi: 19,2 �� 1,7 dB, 17,6 �� 4,2 dB, 10,1 �� 6,9 dB em olhos controle, HO e glaucomatosos (p< 0,0001). A m��dia de espessura da RNFL foi de 98,4 �� 35,3 ��, 83,9 �� 35,1 ��, 55,8 �� 28,2 ��, respectivamente (p < 0,0001). A DLS peripapilar m��dia mostrou maior sensibilidade e especificidade em diferenciar estes 3 grupos comparada �� espessura da RNFL.
Conclus��o: Redu����o progressiva significante da DLS peripapilar foi documentada em olhos com HO e glaucomatosos comparados a controles (p < 0,001). H�� redu����o paralela da DLS e RNFL.

Back to section  Back to Table of ContentsEnglish Abstract  English Full text


Características do estudo da retinopatia diabética da comunidade North Jutland
Lars l knudsen, Hans-Henrik Lervang, Søren Lundbye-Christensen e Anders Gorst-Rasmussen

Objetivo: V��rios estudos baseados em popula����es t��m reportado glicemia e hipertens��o arterial como fatores de risco para desenvolvimento de retinopatia diab��tica. Estes estudos foram iniciados a mais de duas d��cadas atr��s e devem assim refletir a composi����o da popula����o e do tratamento de um tempo pr��vio, o que sugere a realiza����o de novos estudos com a popula����o diab��tica atual.
M��todos: Este estudo em coorte transversal incluiu 656 indiv��duos com diabetes tipo 1 e 328 com tipo 2. Taxas de preval��ncia para retinopatia diab��tica proliferativa, edema macular clinicamente significante e v��rias les��es ret��nicas espec��ficas foram avaliadas juntamente com suas associa����es a uma gradua����o simplificada e aprovada internacionalmente.
Resultados: A preval��ncia de retinopatia proliferativa foi de 0,8 % e 0,3 % para diabetes tipo 1 e 2. As taxas equivalentes de preval��ncia de edema macular clinicamente significante foram de, respectivamente, 7,9 % e 12,8 %. As manifesta����es na retina mais freq��entes ocorreram at�� a retinopatia n��vel 3, a partir do qual houve diminui����o.
Conclus��o: A preval��ncia atual de retinopatia proliferativa �� menor do que a de estudos pr��vios enquanto a de edema macular clinicamente significante �� maior. Estes dados sugerem diferentes fatores de risco para estas entidades cl��nicas.

Back to section  Back to Table of ContentsEnglish Abstract  English Full text


Efeito da cirurgia refrativa na visão binocular e alinhamento ocular em pacientes com estrabismo manifesto ou intermitente
Daisy Godts, René Trau e Marie-José Tassignon

Objetivo: Avaliar o efeito da cirurgia refrativa na visão binocular e alinhamento ocular em pacientes com estrabismo manifesto ou intermitente com ou sem componentes verticais.
Localização: Universidade da Antuérpia, Edegem, Bélgica.
Pacientes e Métodos: Vinte e dois olhos de 13 pacientes com estrabismo foram submetidos a cirurgia refrativa. Cinco destes olhos apresentaram esotropia; quatro apresentaram desvio vertical pequeno. Dois pacientes apresentaram exotropia intermitente com visão binocular do qual um paciente apresentava desvio vertical. Um paciente apresentava hipermetropia com desvio vertical dissociado (DVD).
Resultados: Alinhamento ocular e função binocular permaneceram inalterados no pós-operatório em todos os pacientes com exceção de dois com alta anisometropia que apresentaram melhora na função binocular. Nestes pacientes, o desvio pré-operatório manifesto se tornou intermitente ou latente após cirurgia que permitiu fusão e estereopsia. Desvio vertical foi encontrado no pré-operatório de 8 de 13 pacientes. Este desvio vertical permaneceu inalterado no pós-operatório mas melhorou em um paciente com anisometropia.
Conclusão: Estrabismo préoperatório intermitente ou manifesto não é contraindicação para cirurgia refrativa desde que recomendações específica sejam levadas em consideração como exame ortóptico pré-operatório adequado e tendo o objetivo de atingir emetropia no olho dominante.

Back to section  Back to Table of ContentsEnglish Abstract  English Full text


  Laboratory science - extended reports

Um derivativo tópico de dexametasona com liberação de óxido nítrico: efeitos na pressão intraocular e hemodinâmica ocular em um modelo de glaucoma em coelhos.
Fernando Giovanni Galassi, Emanuela Masini, Barbara Giambene, Francesca Fabrizi, Caterina Uliva, Manlio Bolla e Ennio Ongini

Objetivos: Obter mais informação no papel do óxido nítrico (ON) no glaucoma e comparar uma dexametasona que libera óxido nítrico com um fosfato de dexametasona em relação à pressão intraocular e hemodinâmica ocular em um modelo experimental de glaucoma em coelhos.
Métodos: Seis coelhos foram tratados com fosfato de dexametasona 0,1% no olho direito e com NCX1021 no olho esquerdo por cinco semanas. Os parâmetros considerados foram: pressão intraocular (PIO), marcadores de NO no humor aquoso, hemodinâmica intraocular da artéria oftálmica por meio de imagem colorida de Doppler, expressão de sintetase endotelial de óxido nítrico (e-NOS) nos processos ciliares e histologia do corpo ciliar.
Resultados: A dexametasona aumentou os níveis de PIO, o NCX1021 não aumentou. Níveis de GMP nítrico e cíclico no humor aquoso foram diminuídos pela dexametasona e aumentados pelo NCX1021. O índice de resistividade da artéria oftálmica foi aumentada, a expressão de e-NOS foi reduzida e os corpos ciliares mostraram lesões histológicas nos olhos tratados com dexametasona, e não nos tratados com NCX1021.
Conclusões: Nosso estudo sugere que o NCX1021 pode evitar o aumento de PIO, a diminuição do fluxo de sanguíneo ocular e as alterações do corpo ciliar possivelmente induzidas por tratamento com corticoesteróide
.

Back to section  Back to Table of ContentsEnglish Abstract  English Full text


O papel da variante da Optineurina Met98Lys em doenças hereditárias do nervo óptico
Jamie E Craig, Alex W Hewitt, David P Dimasi, Neil Howell, Carmel Toomes, Amy C Cohn e David A Mackey


Objetivos: Pesquisar o papel da variante comum da Optineurina Met98Lys como uma alelo de risco no glaucoma prim��rio de ��ngulo aberto (GPAA), na atrofia ��ptica autoss��mica dominante (ADOA) e na neuropatia ��ptica heredit��ria de Leber (LHON)
M��todos: A presen��a da variante da Optineurina Met98Lys foi determinada em um total de 429 indiv��duos (128 com glaucoma de press��o normal GPN) com GPAA, 29 indiv��duos que apresentavam GPAA relacionado �� miocilina, 101 indiv��duos com pedigrees de ADOA, 157 indiv��duos com pedigrees de LHON e 218 controles com GPAA normal pareado de acordo com a idade.
Resultados: 17/218 (7,8%) dos indiv��duos controles apresentavam a variante Optineurina Met98Lys. 28 (5,6%) indiv��duos com GPAA eram positivos para Optineurina Met98Lys. Houve mais carregadores com Optineurina Met98Lysno grupo com GPN do que no grupo com GPAA de press��o alta (p=0,033). No entanto, n��o houve diferen��a significativa entre as coortes com GPN e os controles (p=609). Dois carregadores da muta����o MYOC apresentaram a variante. A variante foi encontrada em 1/10 pedigrees com ADOA e em 8/35 pedigrees com LHON.
Conclus��o: Nossos dados n��o d��o suporte a um papel importante para uma vari��vel da Optineurina Met98Lys no glaucoma, ADOA ou LHON. No entanto, uma associa����o fraca da variante com GPN comparada com GPAA de press��o alta foi observada. Meta-an��lise de todos os dados publicados na variante e glaucoma confirmaram que a associa����o, embora seja fraca, �� altamente significativa ao comparar glaucoma com controles normais.

Back to section  Back to Table of ContentsEnglish Abstract  English Full text


Detection by broad-range real-time PCR assay of Chlamydia species infecting human and animals
P Goldschmidt, H Rostane, M Sow, A Goépogui, L Batellier, and C Chaumeil

To be posted

Back to section  Back to Table of ContentsEnglish Abstract  English Full text


 

    Register for free content

    The full back archive is now available for all BMJ Journals. Institutional subscribers may access the entire archive as part of their subscription. Personal subscribers will also have access to all content when logged in. Non-subscribers who register have free access to all articles published before 2006 right back to volume 1 issue 1. Register here to access the free archive of all BMJ Journals.

    Don't forget to sign up for content alerts so you keep up to date with all the articles as they are published.