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Clinical science - scientific reports
Hemodinâmica retrobulbar em neuropatia óptica isquêmica anterior não arterítica
Marion Kaup, Niklas Plange, Kay Oliver Arend e Andreas Remky Portuguese Abstract English Abstract English Full text
Efeitos de anestésicos tópicos e fluoresceína no PCR em tempo real utilizado para o diagnóstico de ceratites herpéticas e
por acantamoeba
Pablo Goldschmidt, Hidayeth Rostane, Cathy Saint-Jean, Laurence Batellier,Cécile Allouch, Eleonora Zito, Tristan Bourcier,
Laurent Laroche e Christine Chaumeil Portuguese Abstract English Abstract English Full text
Triancinolona intravítrea e fotocoagulação com laser para proliferação angiomatosa retinica
Tina Rike Krieglstein, Anselm Kampik e Michael Ulbig Portuguese Abstract English Abstract English Full text
Alta incidência de tração vítreo-macular em neovascularização de coróide recorrente após terapia fotodinâmica repetitiva
Jörg C Schmidt, Stefan Mennel, Steffen Hörle e Carsten H. Meyer Portuguese Abstract English Abstract English Full text
Fluxo sangüíneo coroidal na região foveal de olhos com descolamento regmatogênico de retina, submetidos à introflexão escleral
com pneu de silicone Ryoichi Sugawara, Taiji Nagaoka, Norihiko Kitaya, Naoki Fujio, Junichi
Takahashi, Atsushi Takahashi, Harumasa Yokota e Akitoshi Yoshida Portuguese Abstract English Abstract English Full text
Clinical science - extended reports
Express��o de TFF1, MUC5AC e HLA-DR por c��lulas conjuntivais em pacientes com glacoma tratados com medica����es cr��nicas.
Estes marcadores podem prever o sucesso da cirurgia para glaucoma? Maxime Souchier, Nelly Buron, Pierre Olivier Lafontaine, Alain M Bron,
Christophe Baudouin e Catherine Creuzot-Garcher Portuguese Abstract English Abstract English Full text
Eficácia da Bimatoprosta 0,03% e Travoprosta 0,004% na diminuição da PIO em pacientes com glaucoma ou hipertensão ocular
Louis B Cantor, Joni S Hoop e Linda Morgan Portuguese Abstract English Abstract English Full text
Influ��ncia do uso de tabaco no desenvolvimento de catarata Prema Raju, Ronnie George, Ramesh Ve Sathyamangalam, Hemamalini Arvind, Baskaran Mani e Lingam Vijaya Portuguese Abstract English Abstract English Full text
Estudo do tratamento precoce da retinopatia da prematuridade (ETROP): achados estruturais aos 2 anos de idade William V. Good e ETROP * Portuguese Abstract English Abstract English Full text
Consentimento para doa����o corneal: O efeito da idade de falecimento, inten����o registrada e grau de parentesco do familiar
abordado Mitchell Lawlor, Timothy Dobbins, Kellie-Anne Thomas e Frank Billson Portuguese Abstract English Abstract English Full text
Exames refrativos e outros resultados ap��s cirurgia de catarata infantil com implante de lente intraocular John-S Barry, Paul Ewings, Caspar Gibbon e Anthony G Quinn Portuguese Abstract English Abstract English Full text
Detec����o de glaucoma utilizando classifica����o dependente de operador e independente de operador no HRT-III Noga Harizman, Joseph R Zelefsky, Elena V Ilitchev, Celso A Tello, Robert Ritch e Jeffrey M Liebmann Portuguese Abstract English Abstract English Full text
Avaliação estrutural e funcional da região macular em pacientes com glaucoma
Fabio N Kanadani, Donald C Hood, Tomas M Grippo, Boonchai Wangsupadilok, Noga Harizman, Vivienne C Greenstein, Jeffrey M Liebmann
e Robert Ritch Portuguese Abstract English Abstract English Full text
Perimetria peripapilar do fundus em olhos com glaucoma Enrica Convento, Edoardo Midena, Maria T Dorigo, Veronica Maritan, Fabiano Cavarzeran e Iva A Fregona Portuguese Abstract English Abstract English Full text
Caracter��sticas do estudo da retinopatia diab��tica da comunidade North Jutland Lars l knudsen, Hans-Henrik Lervang, S��ren Lundbye-Christensen e Anders Gorst-Rasmussen Portuguese Abstract English Abstract English Full text
Efeito da cirurgia refrativa na vis��o binocular e alinhamento ocular em pacientes com estrabismo manifesto ou intermitente Daisy Godts, Ren�� Trau e Marie-Jos�� Tassignon Portuguese Abstract English Abstract English Full text
Laboratory science - extended reports
Um derivativo t��pico de dexametasona com libera����o de ��xido n��trico: efeitos na press��o intraocular e hemodin��mica
ocular em um modelo de glaucoma em coelhos.
Fernando Giovanni Galassi, Emanuela Masini, Barbara Giambene, Francesca Fabrizi, Caterina Uliva, Manlio Bolla e Ennio Ongini Portuguese Abstract English Abstract English Full text
O papel da variante da Optineurina Met98Lys em doen��as heredit��rias do nervo ��ptico
Jamie E Craig, Alex W Hewitt, David P Dimasi, Neil Howell, Carmel Toomes, Amy C Cohn e David A Mackey Portuguese Abstract English Abstract English Full text
Detection by broad-range real-time PCR assay of Chlamydia species infecting human and animals P Goldschmidt, H Rostane, M Sow, A Goépogui, L Batellier, and C Chaumeil Portuguese Abstract English Abstract English Full text
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Clinical science - scientific reports
Hemodinâmica retrobulbar em neuropatia óptica isquêmica anterior não arterítica
Marion Kaup, Niklas Plange, Kay Oliver Arend e Andreas Remky
Objetivos: Comparar a hemodin��mica retrobulbar entre pacientes com neuropatia ��ptica isqu��mica anterior n��o arter��tica (NAION)
e controles com idades coincidentes atrav��s de imagens de Doppler colorido. M��todos: Vinte e cinco pacientes com NOIAN aguda e 35 controles foram inclu��dos neste estudo. Atrav��s de Doppler colorido, foram
medidas as velocidades do fluxo sang����neo da art��ria oft��lmica (AO), art��ria central da retina (ACR) e art��rias posteriores
curtas temporal e nasal (APC). Foram determinados o pico sist��lico (PSV), final diast��lico (FDV) e ��ndice de resist��ncia
de Pourcelot (IR). Resultados: Na AO n��o houve diferen��as significantes entre NOIAN e controles. PSV e FDV da ACR (p
<_00001 p="0,0017)" e="e" psv="psv" da="da" apc="apc" nasal="nasal" p005="p005"
estavam="estavam"
significantemente="significantemente"
diminudos="diminudos"
em="em"
pacientes="pacientes"
com="com"
noian="noian"
comparados="comparados"
a="a"
indivduos="indivduos"
saudveis.="saudveis."
no="no"
houve="houve"
diferena="diferena"
significante="significante"
na="na"
temporal="temporal"
entre="entre"
controles.br="controles.br">Conclus��o: As velocidades de fluxo sang����neo da APC nasal e da ACR foram reduzidas significantemente em NOIAN aguda comparada a controles.
Pacientes com NOIAN mostraram hemodin��mica retrobulbar significantemente diferente.
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Efeitos de anestésicos tópicos e fluoresceína no PCR em tempo real utilizado para o diagnóstico de ceratites herpéticas e
por acantamoeba
Pablo Goldschmidt, Hidayeth Rostane, Cathy Saint-Jean, Laurence Batellier,Cécile Allouch, Eleonora Zito, Tristan Bourcier,
Laurent Laroche e Christine Chaumeil
Introdu����o: O diagn��stico precoce de infec����es corneais pode prevenir a piora destas condi����es. O objetivo deste trabalho foi estudar
as interfer��ncias potenciais das solu����es de oxybuproca��na e fluoresce��na utilizado por oftalmologistas nos desempenhos
do PCR em tempo real realizado como teste rotineiro para diagn��stico de ceratite.
M��todos: Suspens��es quantificadas de Herpes simples (HSV1), Varicella Zoster (VZ), citomegalov��rus (CMV) e Acantamoeba com e sem
oxibuproca��na ou fluoresce��na adicionados antes da extra����o do DNA foram testadoss pelo PCR em tempo real. Resultados: As capacidades do PCR em tempo real em detectar HSV, CMV e Acantamoeba foram reduzidas pela oxibuproca��na e pela fluoresce��na.
Ambos os produtos dilu��dos 1/16 reduziram a capacidade de detec����o do PCR para mais do que 2 logs (C��pias de DNA/amostra) Conclus��es: A introdu����o simult��nea de fluoresce��na ou anest��sico t��pico nos tubos contendo as amostras a serem testadas pelo
PCR podem levar a resultados falso negativos. Como as amostras corneais para diagn��stico de ceratite s��o obtidos ap��s administra����o
t��pica de anest��sico e/ou corantes de fluoresce��na, oftalmologistas devem estar cientes da necessidade de irriga����o intensa
da superf��cie ocular com solu����es adequadas para minimizar os riscos de falhas diagn��sticas.
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Triancinolona intravítrea e fotocoagulação com laser para proliferação angiomatosa retinica
Tina Rike Krieglstein, Anselm Kampik e Michael Ulbig
Introdu����o: Recentemente a prolifera����o angiomatosa ret��nica (RAP) tem sido descrita como um subtipo de degenera����o macular relacionada
�� idade, por��m suas op����es terap��uticas ainda n��o est��o estabelecidas. As duas modalidades de tratamento que est��o
em discuss��o atualmente s��o lise cir��rgica da arter��ola principal e v��nula drenadora ou o uso do PDT combinado �� inje����o
intrav��trea de triancinolona. Neste estudo experimentamos tratamento com laser focal em RAPs neovasculares intrarret��nicas
extrafoveais precoces. M��todos: S��rie prospectiva de casos. Inclu��mos 13 pacientes consecutivos com les��es RAP extrafoveais est��dio 1. Todos os pacientes
foram submetidos ao exame oftalmol��gico completo, inclu��ndo angiofluoresce��nografia e tomografia de coer��ncia ��ptica
(OCT III) antes do tratamento e 2 semanas, 1 m��s, 2 meses e 4 meses ap��s. Em casos com edema macular importante (espessamento
ret��nico >350��m no OCT III, 12 pacientes) realizamos inje����o intrav��trea de 4mg de triancinolona antes do tratamento
com laser focal na tentativa de reduzir o edema. Resultados: Esta s��rie de casos mostrou melhora ou estabiliza����o anat��mica em pacientes com les��o RAP extrafoveal ap��s o tratamento.
Acuidade visual inicial (AV) variou entre 0,1 e 0,6 na tabela de Snellen. Calculando valores logar��tmicos, achamos que a
AV melhorou de 2 a 5 linhas log em 5 casos, deteriorou em 4 casos (-2 a 5 linhas log) e estabilizou em 4 casos (altera����o
-1 a +1 linha log). A exsuda����o na angiofluoresce��nografia parou em 11 casos. Conclus��es: Esta s��rie preliminar de casos sugere que a combina����o de fotocoagula����o com laser ap��s inje����o intrav��trea de
triancinolona �� uma op����o de tratamento vi��vel para RAP extrafoveal est��dio 1. Em casos com edema macular importante
a inje����o intrav��trea de triancinolona melhorou a AV. Para a estabiliza����o a longo prazo, tratamento adicional com laser
�� indispens��vel. Estes resultados preliminares sustentam um estudo cl��nico prospectivo maior e mais detalhado.
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Alta incidência de tração vítreo-macular em neovascularização de coróide recorrente após terapia fotodinâmica repetitiva
Jörg C Schmidt, Stefan Mennel, Steffen Hörle e Carsten H. Meyer
Objetivos: As causas de recidiva da neovasculariza����o de cor��ide (CNV) ap��s terapia fotodin��mica (PDT) permanecem controversas.
Cirurgia subret��nica foi realizada ap��s PDT sem sucesso para determinar, intraoperat��riamente, o estado da interface posterior
do v��treo.
Tipo de estudo: S��rie de casos intervencional. Metodos: Vitrectomia convencional de 3 vias foi realizada em 10 olhos com CNV que tinham sido submetidas a entre 1 e 4 sess��es de
PDT. A sonda de vitrectomia foi mantida pr��xima �� borda do nervo ��ptico para avalia����o e estudo do v��treo posterior. Resultados: O tamanho da les��o aumentou da primeira para a ��ltima PDT de 1,5 (DP 0,53) para 2,3 (DP 0,83) di��metros de disco do estudo
da fotocoagula����o macular ��macular photocoagulation study (MPS)��. Os achados intraoperat��rios durante a vitrectomia revelaram
pequena liquefa����o do v��treo e DVP incompleto com ades��o marcadamente forte na regi��o macular em todos os casos (10/10).
Conclus��o: Determinamos uma anormalidade de alta incid��ncia da ades��o v��trea em olhos com CNV recorrente. Ades��es v��treo-macualres
devem desencadear a regress��o da CNV ap��s PDT.
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Fluxo sangüíneo coroidal na região foveal de olhos com descolamento regmatogênico de retina, submetidos à introflexão escleral
com pneu de silicone Ryoichi Sugawara, Taiji Nagaoka, Norihiko Kitaya, Naoki Fujio, Junichi Takahashi, Atsushi Takahashi, Harumasa Yokota e Akitoshi Yoshida
Objetivos: Avaliar a expressão conjuntival de TFF1, MUC5AC e HLA-DR em pacientes com glaucoma tratados com medicações tópicas e determinar
se estes parâmetros podem prever o resultado da cirurgia para glaucoma. Métodos: Coletamos 77 amostras de citologia de impressão conjuntival em 77 pacientes com glaucoma (66 receberam colírios com preservante,
11 tratados com colírios sem preservante) e em 43 controles. A expressão de TFF1, MUC5AC e HLA-DR foi analisada por meio de
citometria de fluxo. Trabeculectomia foi realizada em 56 pacientes; sucesso foi definido como pressão intraocular (PIO) de
15 mmHg ou menos sem qualquer droga redutora de PIO aos 6 meses. Resultados: A expressão de TFF1, MUC5AC e HLA-DR foi estatisticamente mais alta em pacientes do que em controles (p=0.01, 0.05 e 0.004,
respectivamente). Uma expressão mais alta de MUC5AC foi encontrada em pacientes tratados com colírios com preservante do que
naqueles recebendo colírios sem preservante (p=0,04). Uma expressão mais alta de MUC5AC e uma expressão mais baixa de HLA-DR
foi mais observada em cirurgias bem sucedidas do que mal-sucedidas. Uma correlação estatística significativa foi observada
entre o TFF1 e o MUC5AC encontrada nos controles e pacientes mas não nas falhas cirúrgicas e grupos com colírios sem preservante. Conclusões: Secreções de TFF1 e MUC5AC são provavelmente uma resposta a alterações discretas da superfície ocular causadas pelo uso
a longo prazo de tratamento tópico. Sua expressão aumentada pode ser um fator preditivo de cirurgia de glaucoma bem-sucedida.
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Clinical science - extended reports
Expressão de TFF1, MUC5AC e HLA-DR por células conjuntivais em pacientes com glacoma tratados com medicações crônicas. Estes
marcadores podem prever o sucesso da cirurgia para glaucoma? Maxime Souchier, Nelly Buron, Pierre Olivier Lafontaine, Alain M Bron, Christophe Baudouin e Catherine Creuzot-Garcher
Objetivos: Avaliar a expressão conjuntival de TFF1, MUC5AC e HLA-DR em pacientes com glaucoma tratados com medicações tópicas e determinar
se estes parâmetros podem prever o resultado da cirurgia para glaucoma. Métodos: Coletamos 77 amostras de citologia de impressão conjuntival em 77 pacientes com glaucoma (66 receberam colírios com preservante,
11 tratados com colírios sem preservante) e em 43 controles. A expressão de TFF1, MUC5AC e HLA-DR foi analisada por meio de
citometria de fluxo. Trabeculectomia foi realizada em 56 pacientes; sucesso foi definido como pressão intraocular (PIO) de
15 mmHg ou menos sem qualquer droga redutora de PIO aos 6 meses. Resultados: A expressão de TFF1, MUC5AC e HLA-DR foi estatisticamente mais alta em pacientes do que em controles (p=0.01, 0.05 e 0.004,
respectivamente). Uma expressão mais alta de MUC5AC foi encontrada em pacientes tratados com colírios com preservante do que
naqueles recebendo colírios sem preservante (p=0,04). Uma expressão mais alta de MUC5AC e uma expressão mais baixa de HLA-DR
foi mais observada em cirurgias bem sucedidas do que mal-sucedidas. Uma correlação estatística significativa foi observada
entre o TFF1 e o MUC5AC encontrada nos controles e pacientes mas não nas falhas cirúrgicas e grupos com colírios sem preservante. Conclusões: Secreções de TFF1 e MUC5AC são provavelmente uma resposta a alterações discretas da superfície ocular causadas pelo uso
a longo prazo de tratamento tópico. Sua expressão aumentada pode ser um fator preditivo de cirurgia de glaucoma bem-sucedida.
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Eficácia da Bimatoprosta 0,03% e Travoprosta 0,004% na diminuição da PIO em pacientes com glaucoma ou hipertensão ocular
Louis B Cantor, Joni S Hoop e Linda Morgan
Introdução/Objetivos: Avaliar a eficácia da bimatoprosta e travoprosta na diminuição da PIO no tratamento de glaucoma e hipertensão ocular. Métodos: Estudo clínico prospectivo, de distribuição aleatória e investigador mascarado de grupos paralelos. Após completar a “desintoxicação
“ de qualquer outra droga anti-glaucomatosa, pacientes (n=157) foram distribuídos aleatoriamente para uso de bimatoprosta
ou travoprosta por 6 meses. As visitas ocorreram na linha de base, semana 1 e meses 1, 3 e 6. A PIO foi medida às 9 horas
em cada visita e também às 13 e 16 horas na linha de base e meses 3 e 6. Resultados: Não houve diferença significante entre os grupos na PIO da linha de base às 9h, 13h ou 16h (P>0,741). Após 6 meses, ambas
as medicações reduziram significantemente a PIO em todos os horários (P<0,001). Após 6 meses, a redução média da PIO às 9h
foi de 7,1 mmHg (27,9%) com bimatoprosta (n=76) e 5,7 mm Hg (23,3%) com travoprosta (n=81) (P=0,014). Às 13h, a redução média
da PIO foi de 5,9 mm Hg com bimatoprosta (25,3%) e 5,2 mm Hg (22,4%) com travoprosta (P=0,213). Às 16h, a redução média foi
de 5,3 mm Hg (22,5%) com bimatoprosta e 4,5 mm Hg (18,9%, P=0,207) com travoprosta. Ambas as medicações estudadas foram bem
toleradas, tendo olho vermelho como efeito adverso mais relatado em ambos os grupos de estudo. Conclusões: Bimatoprosta obteve maior redução média da PIO do que travoprosta.
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Influência do uso de tabaco no desenvolvimento de catarata Prema Raju, Ronnie George, Ramesh Ve Sathyamangalam, Hemamalini Arvind, Baskaran Mani e Lingam Vijaya
Objetivos: Estudar a influ��ncia do uso de tabaco na forma����o de catarata em uma popula����o rural da ��ndia do Sul. M��todos: 3924 indiv��duos do Estudo Chennai de Glaucoma realizados na ��ndia do Sul rural foram submetidos a exame oftalmol��gico
completo incluindo a gradua����o LOCS II. Informa����es em rela����o ao uso de tabaco, tipo de tabaco (com ou sem fumar),
dura����o e quantidade usada foram coletados. Resultados:1705 (1106:599: M: F) pessoas utilizavam tabaco e eram significativamente mais velhas (idade m��dia: 55.80 10.64 years) do
que n��o-usu��rios (52.23 10.51) (p
<_0.0001. xmlns:_730="urn:x-prefix:_730" xmlns:m="urn:x-prefix:m"
xmlns:_302="urn:x-prefix:_302"
xmlns:_74="urn:x-prefix:_74"
xmlns:ci="urn:x-prefix:ci"
_731="_731"
_730:_1="_730:_1"
m:_="m:_"
f="f"
pessoas="pessoas"
fumavam="fumavam"
_900="_900"
_302:_598="_302:_598"
usavam="usavam"
tabaco="tabaco"
sem="sem"
fumar="fumar"
e="e"
_74="_74"
_74:_0="_74:_0"
em="em"
ambas="ambas"
as="as"
formas.="formas."
o="o"
odds="odds"
ratio="ratio"
or="or"
ajustado="ajustado"
ajuste="ajuste"
para="para"
idade="idade"
sexo="sexo"
uma="uma"
histria="histria"
positiva="positiva"
de="de"
uso="uso"
catarata="catarata"
foi="foi"
_172="_172"
ci:_="ci:_"
_1.51-1.96="_1.51-1.96"
_1.39="_1.39"
_1.15-1.68="_1.15-1.68"
respectivamente.="respectivamente."
fumado="fumado"
_1.04="_1.04"
_0.88-1.23="_0.88-1.23"
_2.74="_2.74"
_2.31-3.26="_2.31-3.26"
_1.19="_1.19"
_0.89-1.59="_0.89-1.59"
_1.54="_1.54"
_1.22-1.95="_1.22-1.95"
nenhuma="nenhuma"
associao="associao"
significativa="significativa"
notada="notada"
entre="entre"
ato="ato"
algum="algum"
tipo="tipo"
particular="particular"
catarata.="catarata."
significativamente="significativamente"
associado="associado"
com="com"
nuclear="nuclear"
mesmo="mesmo"
aps="aps"
_1.67="_1.67"
_1.16-2.39.br="_1.16-2.39.br">Conclus��o: O uso de tabaco foi significativamente associado a catarata. O fumo do tabaco n��o foi significativamente associado com
a forma����o de catarata; no entanto, uso de tabaco sem fumar foi mais associado com catarata.
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Estudo do tratamento precoce da retinopatia da prematuridade (ETROP): achados estruturais aos 2 anos de idade William V. Good e ETROP *
Objetivo: Determinar se o tratamento precoce da retinopatia da prematuridade (ROP) pr��-limiar de alto risco melhora a evolu����o
estrutural da retina aos 2 anos de idade. M��todos: Crian��as com ROP bilateral pr��-limiar de alto risco tiveram um olho aleatoriamente selecionado para tratamento com abla����o
ret��nica perif��rica. O olho contra lateral foi acompanhado convencionalmente e tamb��m tratado se evoluisse para ROP limiar
ou observado se limiar n��o fosse atingido. Em pacientes com doen��a assim��trica, o olho pr��-limiar de alto risco foi selecionado
para tratamento mais precoce ou para manejo convencional. Aos dois anos de idade as crian��as foram examinadas por oftalmologistas
certifcados para determinar a evolu����o estrutural de seus olhos. Para os prop��sitos deste estudo evolu����o estrutural
desfavor��vel foi definida como (1) uma dobra ret��nica posterior envolvendo a m��cula, (2) descolamento de retina envolvendo
a m��cula ou (3) tecido retro-lental ou "massa" obscurecendo a vis��o do p��lo posterior. Resultados: O exame de 2 anos foi comparado ao exame de 9 meses. Os dados estavam dispon��veis em 339 de 374 crian��as sobreviventes
(90,6%). Evolu����o estrutural desfavor��vel foi reduzida em 15,4% em olhos com manejo convencional e 9,1% em olhos tratados
precocemente (p=0,002) aos 2 anos de idade. Efeitos colaterais oculares (excluindo na estrutura ret��nica) da ROP ou de seu
tratamento foram semelhantes nos olhos tratados precocemente e nos olhos de manejo convencional. Conclus��o: O benef��cio do tratamento precoce da ROP pr��-limiar de alto risco na estrutura ret��nica perdura aos 2 anos de idade e
n��o �� contra balanceado por nenhum efeito adverso conhecido causado pela interven����o precoce. Tratamento precoce melhora
a chance para evolu����o favor��vel da estrutura ret��nica em longo prazo em olhos com ROP pr��-limiar de alto risco. Acompanhamento
em longo prazo est�� planejado para determinar a evolu����o estrutural e funcional aos 6 anos de idade.
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Consentimento para doação corneal: O efeito da idade de falecimento, intenção registrada e grau de parentesco do familiar
abordado Mitchell Lawlor, Timothy Dobbins, Kellie-Anne Thomas e Frank Billson
Objetivo: Determinar se o consentimento para doação corneal está relacionado ao grau de parentesco do consentidor, à idade do doador
em potencial e à indicação de doação realizada pelo falecido na carteira de motorista. Método: O Banco de Olhos de South Wales é responsável pelo serviço de transplante de córnea para o estado mais populoso da Austrália.
Ao longo do período de 18 meses de Primeiro de Julho de 2004 a 31 de dezembro de 2005 para todos os requerimentos de doação
foram registrados o grau de parentesco do consentidor, a idade do falecido e a indicação de doador ou não-doador na carteira
de motorista. Resultados: Ao longo do período de 18 meses 841 indivíduos foram abordados para realização de doação corneal. 63,2% destes indivíduos
consentiram a doação. Aumento da idade de falecimento foi associada de forma significativamente positiva com o consentimento
da doação (p=0,006). Análise univariada multivariável com ajuste para a idade de falecimento demonstrou que o tipo relativo
estava fortemente associado ao consentimento (p<0,0001), com as mães e os pais mais propensos a doar do que os irmãos, e os
irmãos eram mais propensos a doar do que os filhos e esposos. Uma indicação de disposição de doar na carteira de motorista
estava fortemente associada ao consentimento (p<0,0001). Conclusões: Índices maiores de consentimento vindos de doadores mais idosos tem implicações nas políticas para maximizar a captação de
córneas. A decisão para doar vindo de um membro da família é complexa e influenciada pelo contexto social. Pesquisas devem
investigar estratégias individuais a serem empregadas quando buscando o consentimento a partir de categorias particulares
de parentesco.
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Exames refrativos e outros resultados após cirurgia de catarata infantil com implante de lente intraocular John-S Barry, Paul Ewings, Caspar Gibbon e Anthony G Quinn
Objetivos: Demonstra����o de resultados de exames refrativos, precis��o da sele����o do poder di��ptrico da lente intraocular e resultados
visuais e complica����es em crian��as sendo submetidas a cirurgia de catarata. M��todos: Quatorze olhos operados de oito crian��as com idade menor que um ano tiveram sua refra����o plotada (equivalente esf��rico)
ao longo do tempo. Acuidades visuais pr��-operat��rias e finais regsitradas foram avaliadas. Resultados: Houve um seguimento mediano de 37,25 meses. A refra����o inicial p��s-operat��ria mediana foi de +6,75D. Conclus��es: Os resultados refrativos para cada olho n��o foram inteiramente previs��veis e variaram entre as crian��as. No entanto,
houve um padr��o constante entre cada crian��a que foi submetida a cirurgia bilateral, com ambos os olhos seguindo um padr��o
semelhante de altera����o refrativa ao longo do tempo. Oito olhos demonstraram regress��o mi��pica ao longo do tempo, possivelmente
demonstrando emetropiza����o. Os dois casos unilaterais aparentaram demonstrar um desvio mi��pico. Dois pacientes (quatro
olhos) n��o seguiram uma curva de aumento mi��pico, um destes pacientes mostraram uma tend��ncia precoce a aumento de hipermetropia.
Causas definitivas para esta altera����o refrativa n��o foram identificadas. Uma refra����o p��s-operat��ria maior do que
+4,5D evitou miopia precoce. A varia����o da diferen��a entre a refra����o p��s-operat��ria e a prevista utilizando SRK-T
foi de -2,85 a 2,97D. A maior parte dos resultados visuais s��o encorajadores comparados a dados hist��ricos em crian��as
mais velhas.
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Detecção de glaucoma utilizando classificação dependente de operador e independente de operador no HRT-III Noga Harizman, Joseph R Zelefsky, Elena V Ilitchev, Celso A Tello, Robert Ritch e Jeffrey M Liebmann
Objetivo: Comparar as capacidades de um novo sistema de pontua����o de probabilidade em glaucoma (GPS) e a an��lise de regress��o
de Moorfields (MRA) para diferenciar olhos normais de olhos glaucomatosos utilizando o software HRT-III e bancos de dados
espec��ficos de ra��as. M��todos: Neste estudo prospectivo, um olho (erro refrativo de 5D) de pacientes normais e com glaucoma inclu��do. Todos os indiv��duos
foram submetidos a exame ocular completo, perimetria acrom��tica padr��o (SITA-SAP, program 24-2) e oftalmoscopia de scanneamento
por laser (tom��grafo de retina Heidelberg , HRT-III) no per��odo de um m��s. Indiv��duos normais apresentavam campos visuais
normais em ambos os olhos (PSD>5%) e GHT dentro de limites de 97% da normalidade) e um exame cl��nico normal. Glaucoma foi
definido baseado na perda de campo visual no SITA-SAP (PSD < 5% e GHT fora da normalidade) em dois campos visuais consecutivos.
Exames HRT-II foram exportados para o software HRT-III (vers��o 3,0), que utiliza banco de dados com especificidade racial
maior, consistindo de 733 olhos de caucasianos e 215 olhos de negros. MRA ajustado por ra��a para o setor mais anormal (coloca����o
de linha de contorno dependente de operador) foi comparado ��s pontua����es globais ajustadas de acordo com a ra��a (independente
de operador). Setores de MRA fora do intervalo de confian��a de 99,9% (��fora dos limites da normalidade��) e GPS de 0,64
foi considerado anormal. Resultados: 136 indiv��duos normais (72 negros, 64 brancos) e 84 pacientes com glaucoma (52 negros, 32 brancos) foram recrutados (idade
m��dia, 50,4 +-14,4 anos). O desvio m��dio de campo visual foi de -0,4+-1,1db para o grupo normal e -7,3+-6,7db para o grupo
com glaucoma (p
<_0001. pontuaes="pontuaes" mdias="mdias" para="para" o="o" gps="gps" foram="foram"
de="de"
_021-023="_021-023"
e="e"
_073-027="_073-027"
olhos="olhos"
normais="normais"
glaucomatosos="glaucomatosos"
respectivamente="respectivamente"
p0001.="p0001."
sensibilidade="sensibilidade"
especificidade="especificidade"
foi="foi"
_771="_771"
_903="_903"
mra="mra"
_714="_714"
_919.="_919."
br="br">Conclus��es: Nesta coorte, a sensibilidade e especificidade do software GPS foi semelhante ao do MRA, o que requere a coloca����o de
uma linha de contorno dependente do operador. O desenvolvimento de software para detectar glaucoma sem uma linha de contorno
�� critico para melhorar o uso em potencial do HRT como uma ferramenta para detec����o de glaucoma na popula����o.
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Avaliação estrutural e funcional da região macular em pacientes com glaucoma
Fabio N Kanadani, Donald C Hood, Tomas M Grippo, Boonchai Wangsupadilok, Noga Harizman, Vivienne C Greenstein, Jeffrey M Liebmann
e Robert Ritch
Objetivo: Investigar a correla����o da medida estrutural da ��rea macular tomografia de coer��ncia ��ptica (OCT) com duas medidas
para avalia����o funcional macular Campo visual Humphrey 10-2 (CVH) e potencial visual evocado (PVEmf). M��todos: Cinquenta e cinco olhos com glaucoma de ��ngulo aberto foram selecionados. O CVH 10-2 foi definido como anormal quando grupamentos
de 3 pontos com P
<_5 xmlns:macular="urn:x-prefix:macular" com="com" um="um" deles="deles" de="de"
p1="p1"
estavam="estavam"
presentes.="presentes."
o="o"
pvemf="pvemf"
foi="foi"
considerado="considerado"
anormal="anormal"
quando="quando"
os="os"
grficos="grficos"
probabilidade="probabilidade"
tinham="tinham"
dois="dois"
ou="ou"
mais="mais"
pontos="pontos"
adjacentes="adjacentes"
e="e"
_3="_3"
p5="p5"
pelo="pelo"
menos="menos"
destes="destes"
p1.="p1."
critrios="critrios"
foram="foram"
usados="usados"
para="para"
anlise="anlise"
do="do"
oct="oct"
macular:_="macular:_"
_1="_1"
_2="_2"
setores="setores"
setor="setor"
p5.br="p5.br">Resultados: Cinq��enta e quatro de 55 olhos mostraram CVH 10-2 anormal enquanto 50 tiveram defeitos centrais no PVEmf. Os dois crit��rios
para OCT resultaram em sensibilidade de 85% e 91%. Quando ambos os testes funcionais mostraram defeito (49 olhos), o OCT estava
anormal em 45. Para o OCT, as regi��es inferiores internas e externas eram as de maior probabilidade de anormalidade e ambas
as avalia����es funcionais foram mais anormais no hemicampo superior. Conclus��es: H�� boa concord��ncia entre espessura macular e defeitos funcionais em pacientes com glaucoma. Estudo da regi��o macular
deve fornecer uma medida quantitativa para estadiamento e monitoramento da doen��a.
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Perimetria peripapilar do fundus em olhos com glaucoma Enrica Convento, Edoardo Midena, Maria T Dorigo, Veronica Maritan, Fabiano Cavarzeran e Iva A Fregona
Objetivos: Avaliar, com perimetria do fundus (PF), o diferencial de limiar peripapilar de sensibilidade �� luz (DLS) em olhos com glaucoma
e hipertens��o ocular (HO) e compar��-lo �� espessura da camada de fibras nervosas da retina (RNFL). M��todos: Trinta e cinco olhos galucomatosos, 29 OH e 24 controles foram inclu��dos. DLS peripapilar a 1�� da cabe��a do disco ��ptico
foi quantificada com PF; a espessura peripapilar da RNFL foi medida, na mesma ��rea, por tomografia de coer��ncia ��ptica
(OCT). Resultados: DLS peripapilar m��dia foi: 19,2 �� 1,7 dB, 17,6 �� 4,2 dB, 10,1 �� 6,9 dB em olhos controle, HO e glaucomatosos (p< 0,0001).
A m��dia de espessura da RNFL foi de 98,4 �� 35,3 ��, 83,9 �� 35,1 ��, 55,8 �� 28,2 ��, respectivamente (p < 0,0001). A DLS
peripapilar m��dia mostrou maior sensibilidade e especificidade em diferenciar estes 3 grupos comparada �� espessura da RNFL.
Conclus��o: Redu����o progressiva significante da DLS peripapilar foi documentada em olhos com HO e glaucomatosos comparados a controles
(p < 0,001). H�� redu����o paralela da DLS e RNFL.
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Características do estudo da retinopatia diabética da comunidade North Jutland Lars l knudsen, Hans-Henrik Lervang, Søren Lundbye-Christensen e Anders Gorst-Rasmussen
Objetivo: V��rios estudos baseados em popula����es t��m reportado glicemia e hipertens��o arterial como fatores de risco para desenvolvimento
de retinopatia diab��tica. Estes estudos foram iniciados a mais de duas d��cadas atr��s e devem assim refletir a composi����o
da popula����o e do tratamento de um tempo pr��vio, o que sugere a realiza����o de novos estudos com a popula����o diab��tica
atual. M��todos: Este estudo em coorte transversal incluiu 656 indiv��duos com diabetes tipo 1 e 328 com tipo 2. Taxas de preval��ncia para
retinopatia diab��tica proliferativa, edema macular clinicamente significante e v��rias les��es ret��nicas espec��ficas foram
avaliadas juntamente com suas associa����es a uma gradua����o simplificada e aprovada internacionalmente. Resultados: A preval��ncia de retinopatia proliferativa foi de 0,8 % e 0,3 % para diabetes tipo 1 e 2. As taxas equivalentes de preval��ncia
de edema macular clinicamente significante foram de, respectivamente, 7,9 % e 12,8 %. As manifesta����es na retina mais freq��entes
ocorreram at�� a retinopatia n��vel 3, a partir do qual houve diminui����o. Conclus��o: A preval��ncia atual de retinopatia proliferativa �� menor do que a de estudos pr��vios enquanto a de edema macular clinicamente
significante �� maior. Estes dados sugerem diferentes fatores de risco para estas entidades cl��nicas.
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Efeito da cirurgia refrativa na visão binocular e alinhamento ocular em pacientes com estrabismo manifesto ou intermitente Daisy Godts, René Trau e Marie-José Tassignon
Objetivo: Avaliar o efeito da cirurgia refrativa na visão binocular e alinhamento ocular em pacientes com estrabismo manifesto ou
intermitente com ou sem componentes verticais. Localização: Universidade da Antuérpia, Edegem, Bélgica. Pacientes e Métodos: Vinte e dois olhos de 13 pacientes com estrabismo foram submetidos a cirurgia refrativa. Cinco destes olhos apresentaram
esotropia; quatro apresentaram desvio vertical pequeno. Dois pacientes apresentaram exotropia intermitente com visão binocular
do qual um paciente apresentava desvio vertical. Um paciente apresentava hipermetropia com desvio vertical dissociado (DVD). Resultados: Alinhamento ocular e função binocular permaneceram inalterados no pós-operatório em todos os pacientes com exceção de dois
com alta anisometropia que apresentaram melhora na função binocular. Nestes pacientes, o desvio pré-operatório manifesto se
tornou intermitente ou latente após cirurgia que permitiu fusão e estereopsia. Desvio vertical foi encontrado no pré-operatório
de 8 de 13 pacientes. Este desvio vertical permaneceu inalterado no pós-operatório mas melhorou em um paciente com anisometropia. Conclusão: Estrabismo préoperatório intermitente ou manifesto não é contraindicação para cirurgia refrativa desde que recomendações
específica sejam levadas em consideração como exame ortóptico pré-operatório adequado e tendo o objetivo de atingir emetropia
no olho dominante.
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Laboratory science - extended reports
Um derivativo tópico de dexametasona com liberação de óxido nítrico: efeitos na pressão intraocular e hemodinâmica ocular
em um modelo de glaucoma em coelhos.
Fernando Giovanni Galassi, Emanuela Masini, Barbara Giambene, Francesca Fabrizi, Caterina Uliva, Manlio Bolla e Ennio Ongini
Objetivos: Obter mais informação no papel do óxido nítrico (ON) no glaucoma e comparar uma dexametasona que libera óxido nítrico com
um fosfato de dexametasona em relação à pressão intraocular e hemodinâmica ocular em um modelo experimental de glaucoma em
coelhos. Métodos: Seis coelhos foram tratados com fosfato de dexametasona 0,1% no olho direito e com NCX1021 no olho esquerdo por cinco semanas.
Os parâmetros considerados foram: pressão intraocular (PIO), marcadores de NO no humor aquoso, hemodinâmica intraocular da
artéria oftálmica por meio de imagem colorida de Doppler, expressão de sintetase endotelial de óxido nítrico (e-NOS) nos processos
ciliares e histologia do corpo ciliar. Resultados: A dexametasona aumentou os níveis de PIO, o NCX1021 não aumentou. Níveis de GMP nítrico e cíclico no humor aquoso foram diminuídos
pela dexametasona e aumentados pelo NCX1021. O índice de resistividade da artéria oftálmica foi aumentada, a expressão de
e-NOS foi reduzida e os corpos ciliares mostraram lesões histológicas nos olhos tratados com dexametasona, e não nos tratados
com NCX1021. Conclusões: Nosso estudo sugere que o NCX1021 pode evitar o aumento de PIO, a diminuição do fluxo de sanguíneo ocular e as alterações
do corpo ciliar possivelmente induzidas por tratamento com corticoesteróide.
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O papel da variante da Optineurina Met98Lys em doenças hereditárias do nervo óptico
Jamie E Craig, Alex W Hewitt, David P Dimasi, Neil Howell, Carmel Toomes, Amy C Cohn e David A Mackey
Objetivos: Pesquisar o papel da variante comum da Optineurina Met98Lys como uma alelo de risco no glaucoma prim��rio de ��ngulo aberto
(GPAA), na atrofia ��ptica autoss��mica dominante (ADOA) e na neuropatia ��ptica heredit��ria de Leber (LHON) M��todos: A presen��a da variante da Optineurina Met98Lys foi determinada em um total de 429 indiv��duos (128 com glaucoma de press��o
normal GPN) com GPAA, 29 indiv��duos que apresentavam GPAA relacionado �� miocilina, 101 indiv��duos com pedigrees de ADOA,
157 indiv��duos com pedigrees de LHON e 218 controles com GPAA normal pareado de acordo com a idade.
Resultados: 17/218 (7,8%) dos indiv��duos controles apresentavam a variante Optineurina Met98Lys. 28 (5,6%) indiv��duos com GPAA eram
positivos para Optineurina Met98Lys. Houve mais carregadores com Optineurina Met98Lysno grupo com GPN do que no grupo com
GPAA de press��o alta (p=0,033). No entanto, n��o houve diferen��a significativa entre as coortes com GPN e os controles (p=609).
Dois carregadores da muta����o MYOC apresentaram a variante. A variante foi encontrada em 1/10 pedigrees com ADOA e em 8/35
pedigrees com LHON. Conclus��o: Nossos dados n��o d��o suporte a um papel importante para uma vari��vel da Optineurina Met98Lys no glaucoma, ADOA ou LHON.
No entanto, uma associa����o fraca da variante com GPN comparada com GPAA de press��o alta foi observada. Meta-an��lise de
todos os dados publicados na variante e glaucoma confirmaram que a associa����o, embora seja fraca, �� altamente significativa
ao comparar glaucoma com controles normais.
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Detection by broad-range real-time PCR assay of Chlamydia species infecting human and animals
P Goldschmidt, H Rostane, M Sow, A Goépogui, L Batellier, and C Chaumeil
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