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Dezembro / December 2006 Editors/ Editores: Dr Daniel de Souza Pereira and Dr Jonathan Lake |
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Retinocoroidite toxopl�smica na inf�ncia: Achados cl�nicos em uma pesquisa no Reino Unido Padrões de metástases regionais de melanoma malígno primário da conjuntiva nos linfonodos da cabeça e pescoço
Úlcera corneal no Sudeste da Ásia: prevenção da ceratite fúngica corneal nas vilas do Sul da Índia usando antibióticos tópicos Estudo controlado de distibuição aleatória do transplante conjuntival autólogo versus membrana amniótica Tempo de retenção de agentes imunossupressores sistêmicos poupadores de corticosteróides em pacientes com doença inflamatória
ocular Cirurgia com dispositivo de drenagem para glaucoma assitida por cola de fibrina Trabeculoplastia seletiva com laser vs. trabeculoplastica com laser de Argônio: resultados de um estudo clínicoo de um ano
com distribuição aleatória Diferenças das idades na aferição da pressão ocular central e periférica utilizando o tonômetro rebound Hemodinâmica retrobulbar e análise morfométrica do disco óptico em glaucoma primário de ângulo aberto Uma revisão de oito famílias com síndrome unha-patela associada à glaucoma Fluxo sangüíneo retrobulbar em pacientes com catarata Complicações intraoperatórias da catarata nos muito velhos Investigação da estabilidade da lente intraocular acrílica de peça única em cirurgia de catarata e em combinação com cirurgia
de vitrectomia Transições diferentes do eletrorretinograma multifocal entre pacientes com degeneração macular relacionada à idade e vasculopatia
polipoidal coroidal após terapia fotodinâmica
Alterações da espessura da lâmina cribrosa humana, relacionadas à idade
IL-10 and TGF- contribuem para o desenvolvimento de conjuntivite alérgica induzida experimentalmente em camundongos durante
a fase efetiva |
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Espessura corneal central e sua relação com miopia em chineses adultos Objetivo: Investigar a associa��o entre a espessura corneal central (ECC) e o grau de miopia em chineses. M�todos: Neste estudo prospectivo observacional, 714 indiv�duos consecutivos foram recrutados em uma cl�nica de cirurgia refrativa. ECC foi medida em ambos os olhos de cada paciente, utilizando o Orbscan (Bausch and Lomb, Rochester, NY, USA) e os dados do olho direito foram selecionados para an�lise. A ECC foi correlacionada com o grau de miopia, utilizando o coeficiente de correla��o de Pearson e teste t de Dunnett com compara��es m�ltiplas. Resultados: Os idades dos indiv�duos variaram de 15 a 59 anos. A ECC m�dia foi de 534,5 �m com desvio padr�o de 38,1 �m (varia��o 305 a 684 �m). O equivalente esf�rico mi�pico m�dio foi -5,30 dioptrias (D) com desvio padr�o de 2,74 D (varia��o -17,5 a -0,625 D). N�o houve correla��o entre ECC e o grau de miopia (r = -0,13, p = 0,719). Conclus�es: Em olhos m�opes chineses a ECC teve grande varia��o mas n�o se correlacionou com o grau de miopia. Back to section Back to Table of ContentsEnglish Abstract English Full text Papel da polarimetria com varredura à laser utilizando o GDx VCC no manejo de suspeitos de glaucoma Objetivo: Determinar o papel da polarimetria com varredura � laser utilizando o GDx VCC no manejo de suspeitos de glaucoma. M�todos: Por um per�odo de 12 meses, 43/447 (9,6%) de indiv�duos encaminhados para uma cl�nica para investiga��o de glaucoma foram classificados como �suspeitos de glaucoma� quando n�o foi poss�vel caracterizar a apar�ncia do disco �ptico e os campos visuais como definitivamente glaucomatosos ou normais. Destes pacientes, 39 foram submetidos � uma revis�o oftalmol�gica completa, inclu�ndo avalia��o dos campos visuais e an�lise da camada de fibras nervosas da retina com GDx VCC. Resultados: Seguindo a revis�o, 17/39 (43,6 %) dos pacientes foram descartados devido a resultados normais de GDx VCC. Os 22/39 (56,4 %) restantes foram considerados como sob risco de desenvolvimento de glaucoma progressivo e acompanhamento adicional no hospital de olhos foi recomendado. Em tr�s pacientes (7,7%) o tratamento foi iniciado. Dos 22 pacientes, 12 foram considerados como portadores de glaucoma de press�o normal pr� perim�trico, 7 glaucomas de press�o normal e um glaucoma prim�rio de �ngulo aberto. Em 19 destes pacientes foram achados resultados anormais de GDx VCC, particularmente assimetria na espessura da camada de fibras nervosas entre os olhos. Contudo, em 2/39 (5,1 %) pacientes o GDx VCC foi normal apesar da presen�a de defeito da rima neuroret�nica no disco �ptico com perda do campo visual correspondente e em um paciente com glaucoma prim�rio de �ngulo aberto. Conclus�es: Polarimetria com varredura a laser com GDx VCC � um instrumento importante na defini��o e manejo de suspeitos de glaucoma. Contudo, na investiga��o para glaucoma, os resultados do GDx VCC n�o deveriam ser usados isoladamente, mas em conjunto com m�todos convencionais de avalia��o do disco �ptico e campo visual. Back to section Back to Table of ContentsEnglish Abstract English Full text Estimação da lente intraocular secundária em crianças afácicas ulitlizando apenas a refração: comparação à técnica de biometria
padrão Objetivo: Avaliar os seguintes m�todos de determina��o da lente intraocular de c�mara posterior (LIO) no implante secund�rio em crian�as com a f�rmula Holladay: (1) estima��o apenas atrav�s da refra��o af�cica (usando a suposta ceratometriaK de 44 dioptrias D) e (2) c�lculo baseado na biometria pr� operat�ria. M�todos: Revis�o dos prontu�rios em um hospital de olhos de refer�ncia de pacientes pedi�tricos af�cicos com 12 anos ou menos que foram submetidos a implante secund�rio da LIO Alcon MA60BM, determina��o da LIO pra uma refra��o plana atrav�s dos dois m�todos anteriores ("estima��o" e "c�lculo"), e previs�o de refra��o pseudof�cica para a LIO implantada atrav�s dos dois m�todos anteriores com compara��o � refra��o pseudof�cica atual. Resultados: Cinq�enta olhos de 30 pacientes foram estudados. Os valores estimados da LIO secund�ria (m�dia 25,81 D, 95% de intervalos coincidentes IC +/-1,65 D) e valores calculados da LIO secund�ria (m�dia 26,35, 95% IC +/- 1,50 D) n�o foram significantemente diferentes (valor absoluto da m�dia das diferen�as 1,86 D, 95% IC +/-0,41 D)pelo teste t pareado com n�vel alfa de 0,05 (p=0,11). Para cada olho as refra��es pseudof�cicas previstas pelos dois m�todos para a LIO que foi implantada diferiram entre elas e da refra��o pseudof�cica final (medidas repetidas ANOVA, P < 0,0001; teste Tukey, P < 0,01). Conclus�es: O m�todo de estima��o da LIO pela refra��o af�cica apenas fornece valores similares a aqueles obtidos atrav�s da t�cnica padr�o e pode ser �til se a biometria n�o estiver dispon�vel. O planejamento da refra��o pseudof�cica em afacia pedi�trica � pass�vel de erro. Back to section Back to Table of ContentsEnglish Abstract English Full text Atividade física e incidência cumulativa de degeneração macular relacionada à idade: O comportamento do estudo de olhos de
Beaver Introdução: Doença cardiovascular e degeneração macular relacionada à idade (DMRI) parecem ter fatores de risco em comum. Atividade
física melhora o prognóstico cardiovascular, contudo existem poucos estudos investigando a relação entre atividade física
e incidência de DMRI em longo prazo. Back to section Back to Table of ContentsEnglish Abstract English Full text Retinocoroidite toxoplásmica na infância: Achados clínicos em uma pesquisa no Reino Unido Objetivo: Comparar os achados cl�nicos em crian�as com les�es oculares toxopl�smicas ativas atribu�das � infec��o adquirida ap�s ou
antes do nascimento. Back to section Back to Table of ContentsEnglish Abstract English Full text Padr�es de met�stases regionais de melanoma mal�gno prim�rio da conjuntiva nos linfonodos da cabe�a e pesco�o Objetivo: Correlacionar padr�es de met�stase de linfonodos regionais em melanoma mal�gno (MM) prim�rio conjuntival. Tipo de estudo: An�lise retrospectiva (1990-2003) de dados cl�nicos em dois centros de refer�ncia terci�ria em Londres. Participantes: 12 pacientes com met�stases regionais ap�s falha do tratamento local para MM conjuntival. Resultados: 6 casos predominantemente envolvendo a conjuntiva temporal sofreram met�stase para os linfonodos pr� auriculares e dois, predominantemente envolvendo a conjuntiva nasal, para os linfonodos sub mandibulares. Dos 2 casos com doen�a puramente multifocal, 1 sofreu met�stase para os linfonodos pr� auriculares e outro tanto para os submandibulares quanto para os parot�deos. Um MM conjuntival prim�rio teve sua or�gem na conjuntiva temporal mas sofreu met�stase para os linfonodos sub mandibulares e outro caso originado da conjuntiva nasal, para linfonosos pr� auriculares. Conclus�es: Les�es melan�ticas na conjuntiva temporal tendem a sofrer met�stases para os linfonodos pr� auriculares e les�es na conjuntiva nasal, para os linfonodos submandibulares. Os padr�es parecem consistentes com as bases laboratoriais de mapeamento das bacias de drenagem linf�tica conjuntival. Back to section Back to Table of ContentsEnglish Abstract English Full text |
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Úlcera corneal no Sudeste da Ásia: prevenção da ceratite fúngica corneal nas vilas do Sul da Índia usando antibióticos tópicos Objetivo: Determinar se a profilaxia com antif�ngicos t�picos disbribu�dos por agentes de sa�de de vilas (ASV) no Sul da �ndia � necess�ria
para preven��o de ceratite f�ngica ap�s abras�o corneal em uma popula��o em que a metade das �lceras s�o f�ngicas.
Resultados: Durante o per�odo de 18 meses 1365 indiv�duos se apresentaram aos ASVs com doen�as oculares e 374 deles com abras�es corneais foram eleg�veis para tratamento. Destes, 368 (98,5%) se curaram sem complica��es. Dois pacientes tiveram alergia localizada leve � pomada, dois desistiram do tratamento e dois do grupo placebo desenvolveram infiltrados corneais estromais microsc�picos cultura-negativos que se curaram em uma semana com col�rio de Natamicina. Conclus�es: Tanto �lceras f�ngicas quanto bacterianas que ocorrem ap�s abras�es corneais traum�ticas parecem ser eficientemente prevenidas em vilarejos atrav�s do uso da profilaxia isolada com antibi�ticos. Back to section Back to Table of ContentsEnglish Abstract English Full text Estudo controlado de distibuição aleatória do transplante conjuntival autólogo versus membrana amniótica Objetivo: Determinar se a membrana amni�tica pode ser usada como uma alternativa ao transplante aut�logo de conjuntiva ap�s a ex�rese
do pter�gio. Back to section Back to Table of ContentsEnglish Abstract English Full text Tempo de retenção de agentes imunossupressores sistêmicos poupadores de corticosteróides em pacientes com doença inflamatória
ocular Introdu��o: M�ltiplas medica��es imunossupressoras t�m sido utilizadas no manejo de doen�a inflamat�ria ocular quando o controle n�o � atingido pelo uso isolado de corticoster�ides. Contudo, enquando estudos cl�nicos sustentam a efic�cia da maioria desses agentes, estudos comparativos n�o t�m sido feitos. Tempo de reten��o, uma medida da dura��o da terapia com qualquer droga utilizada, � um indicador isolado de inefic�cia e tolerabilidade que facilita esta compara��o. N�s comparamos o tempo de reten��o de agentes imunossupressores poupadores de corticoster�ides em pacientes atendidos em nossa cl�nica terci�ria de refer�ncia para doen�a inflamat�ria ocular. M�todos: Revisamos prontu�rios de todos os pacientes atendidos na cl�nica de doen�a inflamat�ria ocular no Instituto de Olhos de Casey (Casey Eye Institute) durante o per�odo de um ano (2003). Destes prontu�rios coletamos os seguintes dados cl�nicos: idade, sexo, diagn�stico ocular e uso de imunossupressores sist�micos poupadores de corticoster�ides, incluindo drogas, dura��o da terapia e, se suspensa, o motivo da suspens�o. Regress�o de Cox, ajustada para aglomeramento, foi usada para comparar outras medica��es comparadas ao metotrexate. Resultados: 107 e 302 pacientes (35%) vistos na cl�nica de doen�a inflamat�ria ocular em 2003 tiveram um total de 193 prescri��es correntes ou passadas para agentes sist�micos imunossupressores poupadores de cortiocoster�ides. O grupo tratado, maioria deles com uve�te, iclu�u 32 homens e 75 mulheres, com idade de 5 a 86 anos. A prescri��o mais comum foi de metotrexate (66 utiliza��es, 34%), cliclosporina (37, 19%), azatioprina (26, 13%), micofenolato mofetil (22, 11%) e ciclofosfamida (15, 13%).Os pacientes tiveram reten��o estatisticamente significante menor em ciclosporina (p = 0,004), azatioprina (p = 0,04), micofenolato mofetil (p = 0,04) e ciclofosfamida (p = 0,0001) comparados ao metotrexate. Raz�es para a suspens�o inclu�ram efeitos adversos, inefic�cia, sucesso/remiss�o, custo e desejo de fertilidade. Conclus�es: Em pacientes com doen�a inflamat�ria ocular, metotrexate deve oferecer uma combina��o superior de efici�ncia e toler�ncia comparado a outros agentes imunossupressores poupadores de corticoster�ide. Neste estudo houve um risco duas vezes maior para n�o reten��o para azatioprina, micofenolato mofenil e ciclosporina e um risco de 4 vezes para ciclofosfamida comparados ao metotrexate. Back to section Back to Table of ContentsEnglish Abstract English Full text Cirurgia com dispositivo de drenagem para glaucoma assitida por cola de fibrina Objetivo: Descrevemos o uso de cola de fibrina como substituta � sutura para partes da cirurgia para implante de dispositivo de drenagem para glaucoma. M�todos: Estudo caso-controle retrospectivo n�o aleat�rio, revisando 28 casos consecutivos de implante de dispositivo de drenagem para glaucoma (GDD), utilizando material tradicional de sutura comparado a 14 casos consecutivos de implante de GDD, utilizando cola de fibrina �Tisseel� (Baxter AG, Vienna, Austria) para partes do procedimento. A cola de fibrina foi usada para fechar a conjuntiva, fixar o transplante de peric�rdio e o tupo � esclera. Dados de acompanhamento por 3 meses para cada grupo foram avaliados assim como os dados de tempo de cirurgia, inflama��o p�s operat�ria, uso de medica��o antiglaucomatosa e press�o ocular (PO). An�lise estat�stica foi realizada utilizando an�lise de vari�ncia (ANOVA). Resultados: A idade m�dia dos pacientes o grupo sutura (17 homens, 11 mulheres) foi de 56,6 (+/-10,5) anos e 54,7 (+/- 8,6) anos (oito homens, sei mulheres) no grupo �Tisseel� (p=0,56). N�o houveram diferen�as estatisticamente significantes nos n�veis press�ricos oculares em qualquer momento do acompanhamento entre os dois grupos. N�o houveram diferen�as estatisticamente significantes na necessidade de uso de col�rios para glaucoma p�s operat�rio ou taxas de complica��es p�s operat�rias nos dois grupos. Inflama��o conjuntival foi mais pronunciada no grupo sutura (p=0,0013) utilizando uma escala padr�o para compara��o. O tempo de cirurgia foi significativamente menor para o grupo �Tisseel�, 15,0 (+/-3,11) minutos, comparado ao grupo sutura, 25,93 (+/-4,04) minutos (p= 0,0001). Conclus�es: Cola de fibrina �Tiseel� parece ser um substituto seguro pra algumas suturas no implante do dispositivo de drenagem para glaucoma. O uso de �Tisseel� n�o parece ter impacto no controle da PO ou complica��es, enquanto melhora significativamente a inflama��o e a diminui��o do tempo de cirurgia. Estudos adicionais s�o necess�rios pra melhor entendimento do papel da cola de fibrina na cirurgia de implante do dispositivo de drenagem para glaucoma. Back to section Back to Table of ContentsEnglish Abstract English Full text Trabeculoplastia seletiva com laser vs. trabeculoplastica com laser de Argônio: resultados de um estudo clínicoo de um ano
com distribuição aleatória Objetivos: Comparar a trabeculoplastia seletiva com laser (SLT) e a trabeculoplastica com laser de Arg�nio (ALT) em termos de queda na PO em pacientes com glaucoma de �ngulo aberto (OAG). M�todos: Cento e setenta e seis olhos de 152 pacientes foram inclu�dos no estudo; 89 no grupo SLT e 87 no ALT. Pacientes foram distribu�dos aleatoriamente para receber tratamento com SLT ou ALT em 180 graus da malha trabecular (MT). Pacientes selecionados para o estudo tinham OAG, inclu�ndo aqueles com glaucoma pseudoesfoliativo e pigmentar. Os pacientes foram acompanhados por 12 meses ap�s o tratamento. Press�o ocular, acuidade visual, rea��o de c�mara anterior, grau de pigmenta��o da MT e n�mero de medica��es utilizadas foram avaliadas em todas as visitas. O principal par�metro para acompanhamento foi a diminui��o da PO em 12 meses p�s tratamento, comparada entre os grupos SLT e ALT. Resultados: N�o houve diferen�a significante (p=0,846) na m�dia de queda da PO entre os grupos SLT (5,86mmHg) e ALT (6,04mmHg) em um ano ou em qualquer per�odo do acompanhamento. N�o houve diferen�as significantes na taxa de complica��es tardias ou precoces nos dois grupos. Conclus�es: SLT � equivalente � ALT em termos de redu��o da PO em 1 ano, tratando-se de procedimento seguro e eficiente para pacientes com glaucoma de �ngulo aberto. Back to section Back to Table of ContentsEnglish Abstract English Full text Diferenças das idades na aferição da pressão ocular central e periférica utilizando o tonômetro rebound Objetivo: Avaliar a influ�ncia da idade nas medidas e rela��es entre leituras centrais e perif�ricas da PO realizadas com ton�metro rebound. M�todos: As press�es intraoculares foram avaliadas utilizando o ton�metro ICare� rebound(Tiolat Oy, Helsinki, Finland) no olho direito de duzentos e dezessete pacientes (88 homens, 129 mulheres) com idades de 18 a 85 anos (m�dia DP, 45,91 9,8 anos) no centro e a 2 mm do limbo nasal e temporal ao longo do meridiano horizontal. Tr�s grupos de idade foram estabelecidos como sendo menores que 30 anos (n=75), de 31 a 60 anos (n=77) e mais de 60 anos (n=65). Resultados: Houve forte correla��o entre medidas da PO central e perif�rica com as medidas centrais sendo maiores que as perif�ricas.
Os valores de PO mais altos foram encontrados no grupo mais jovem para a localiza��o central. Indiv�duos do grupo mais velho
(mais de 60 anos) apresentaram medidas de PO significativamente menores na regi�o temporal do que do outros dois grupos (p
<_0001 enquanto="enquanto" no="no" foram="foram" vistas="vistas" diferenas="diferenas"
significantes="significantes"
entre="entre"
os="os"
grupos="grupos"
de="de"
localizao="localizao"
central="central"
e="e"
nasal="nasal"
p="0,006,"
respectivamente.="respectivamente."
houve="houve"
uma="uma"
diminuio="diminuio"
significante="significante"
nas="nas"
leituras="leituras"
po="po"
temporal="temporal"
conforme="conforme"
a="a"
idade="idade"
aumentava="aumentava"
_="_"
font="font">
Conclus�o: Pacientes mais velhos mostraram valores de PO menores do que os de idade m�dia e mais jovens na periferia temporal. Uma
correla��o negativa entre idade e PO segundo o ton�metro rebound foi encontrada na periferia corneal por�m n�o no centro corneal. Back to section Back to Table of ContentsEnglish Abstract English Full text Hemodinâmica retrobulbar e análise morfométrica do disco óptico em glaucoma primário de ângulo aberto Introdu��o: Estudos anteriores confirmaram hemodin�mica retrobulbar diminu�da em glaucoma prim�rio de �ngulo aberto (GPAA). Para investigar
uma correla��o entre hemodin�mica retrobulbar e an�lise morfom�trica da rima neurorret�nica em pacientes com GPAA. M�todos: Cinq�enta e um pacientes com GPAA (idade m�dia de 65+/-11 anos) foram inclu�dos neste estudo cl�nico. Velocidades de fluxo
sang��neo (velocidades de pico sist�lico-PSV e final diast�lico-EDV) da art�ria oft�lmica (OA), art�ria central da retina
(CRA), art�rias ciliares posteriores (PCA) e veia central da retina foram medidos utilizando imagens coloridas e Doppler (Siemens
Sonoline Sienna). Morfometria do disco �ptico foi realizada atrav�s de tomografia com laser (Heidelberg Retinal Tomograph
II). Os par�metros esteriom�tricos da rima neurorret�nica �rea e volume da rima, medida da forma da escava��o e o corte seccional
da camada de fibras nervosas da retina (RNFL) foram utilizados para a an�lise.
Resultados: O PSV da CRA foi significantemente (p
<_0001 correlacionado="correlacionado" _="_" rea="rea" r="0,49)." volume="volume"
da="da"
rima.="rima."
as="as"
velocidades="velocidades"
mdias="mdias"
veia="veia"
central="central"
retina="retina"
foram="foram"
significantemente="significantemente"
p0001="p0001"
correlacionadas="correlacionadas"
ao="ao"
rima="rima"
e="e"
de="de"
corte="corte"
seccional="seccional"
rnfl="rnfl"
no="no"
encontradas="encontradas"
correlaes="correlaes"
entre="entre"
os="os"
fluxos="fluxos"
velocidade="velocidade"
na="na"
oa="oa"
pcas.="pcas."
font="font">
Conclus�es: Hemodin�mica retrobulbar da art�ria e veia central da retina est�o correlacionadas ao dano da rima neurorret�nica em GPAA.
Back to section Back to Table of ContentsEnglish Abstract English Full text Uma revisão de oito famílias com síndrome unha-patela associada à glaucoma Objetivo: S�ndrome unha-patela(onicoosteoartrodisplasia heredit�ria) (NPS) � uma s�ndrome autoss�mica dominante rara caracterizada
por displasia das unhas, patelas, cotovelos e cristas hil�acas. Muta��es no gene LMX1B foram identificadas como respons�veis
pela NPS em quatro fam�lias norte americanas com associa��o de glaucoma e NPS. N�s desejamos investigar esta associa��o em
fam�lias australianas e determinar a freq��ncia desta s�ndrome na popula��o do sudeste australiano.
M�todo: Investigamos as fam�lias vistas no estudo da heran�a do glaucoma na Tasm�nia (Glaucoma Inheritance Study in Tasmania). Entre
mais de 1700 casos de glaucoma em 350 pedigrees na Tasm�nia os participantes foram questionados sobre quaisquer outros problemas
de sa�de. Uma fam�lia com glaucoma e NPS foi identificada. Dezoito casos adicionais indexados de NPS foram identificados nos
arquivos dos servi�os de sa�de especializados em gen�tica de Vict�ria, respons�vel por todos os servi�os gen�ticos no sudeste
da Austr�lia. Oito destes pedigrees estavam dispon�veis para exame. Realizamos uma investiga��o detalhada para glaucoma (press�o
ocular, perimetria automatizada e est�reo-fotos de papila) em todos os membros dispon�veis da fam�lia. O DNA um caso de cada
fam�lia foi sequenciado para muta��es no LMX1B e, uma vez identificado, outros membros da fam�lia foram investigados para
a mesma muta��o.
Resultados: No total, 52 casos vivos de NPS foram identificados no sudeste da Austr�lia, sugerindo uma preval�ncia m�nima de pelo menos
1 em 100000. Trinta e dois indiv�duos de oito pedigrees de NPS (quatro casos familiares e quatro espor�dicos) foram examinados.
Quatorze indiv�duos tiveram apenas NPS. Quatro indiv�duos tiveram NPS e glaucoma ou hipertens�o ocular. Cinco pedigrees com
NPS tiveram descri��o de hist�ria familiar de glaucoma, contudo algumas destas pessoas com glaucoma n�o tinham NPS. Muta��es
no LMX1B foram identificadas em 5/8 dos casos indexados � tr�s espor�dicos e dois familiares. Um caso de NPS com glaucoma
e uma muta��o no LMX1B, um caso de NPS com glaucoma no qual n�o foi encontrado muta��o no LMX1B e dois casos de NPS com hipertens�o
ocular e muta��es LMX1B foram identificados. Dois indiv�duos com muta��es no LMX1B tiveram NPS sem glaucoma ou hiperens�o
ocular ou hist�ria familiar de glaucoma. A idade m�dia do diagn�stico de glaucoma em casos com causa aparente de muta��es
no LMX1B foi de 29,7 anos, substancialmente abaixo da idade esperada para diagn�stico da maioria dos glaucomas prim�rios de
�ngulo aberto. Dois dos seis casos (33%) com idade acima de 40 anos desenvolveram glaucoma, concordando com outros relatos
de risco elevado de glaucoma em NPS. Contudo,isto n�o fornece a estima��o precisa do risco porque o n�mero de casos mais idosos
com NPS no estudo foi muito pequeno.
Conclus�o: Glaucoma � visto em membros de fam�lias com NPS e pacientes com NPS deveriam ser examinados regularmente para glaucoma.
Contudo, devido as fam�lias com NPS serem verificadas primariamente pelos mais jovens ou casos isolados, a estima��o do risco
� dificultada pela aus�ncia de informa��o sobre indiv�duos mais velhos com NPS.
Back to section Back to Table of ContentsEnglish Abstract English Full text Fluxo sangüíneo retrobulbar em pacientes com catarata Objetivo: Investigar a hemodin�mica retrobulbar em pacientes com catarata.
Indiv�duos e M�todos: Imagens coloridas de Doppler (CDI) da art�ria oft�lmica foram obtidas nos olhos agendados para cirurgia em 30 pacientes
com catarata e um olho aleatoriamente selecionado de 100 controles saud�veis. A velocidade do pico sist�lico, velocidade m�dia,
velocidade do final diast�lico e �ndice de resistividade na art�ria oft�lmica foram registrados e ajustados para a influ�ncia
da idade e press�o arterial m�dia. O tipo de catarata foi registrado e a opacidade do cristalino medida com um medidor de
opacidade cristaliniana. A rela��o de probabilidades para catarata, dependendo dos ajustes dos par�metros de fluxo sang��neo,
idade e tabagismo foi analisada em um modelo de regress�o log�stica.
Resultados: A idade m�dia (� DP) foi de 45,5 � 17,7 anos e 67,6 � 5,8 anos em pacientes controle e com catarata, respectivamente (p
<_0001. a="a" relao="relao" feminino="feminino" masculino="masculino" foi="foi" de="de"
_54="_54"
_46="_46"
e="e"
_13="_13"
_17="_17"
respectivamente="respectivamente"
p="0,001)."
preditores="preditores"
significantes="significantes"
catarata="catarata"
em="em"
uma="uma"
anlise="anlise"
regresso="regresso"
logstica="logstica"
foram="foram"
idaderp="1,194;"
_95="_95"
ic="0,607"
_="_"
_1292="_1292"
_0001="_0001"
tabagismo="tabagismo"
rp="0,731;"
_72398="_72398"
velocidade="velocidade"
mdia="mdia"
fluxo="fluxo"
sangneo="sangneo"
na="na"
ao="ao"
_0881="_0881"
ajustada="ajustada"
significativamente="significativamente"
menor="menor"
pacientes="pacientes"
com="com"
mesmo="mesmo"
quando="quando"
apenas="apenas"
idades="idades"
coincidentes="coincidentes"
idade="idade">55 anos) e n�o fumantes (31 controles, 19 pacientes) foram considerados (p=0,003). A opacidade do cristalino e o tipo de catarata
n�o influenciaram nos achados presentes.
Conclus�o: Velocidade m�dia aumentada na art�ria oft�lmica deve estar associada com um risco reduzido para catarata. Back to section Back to Table of ContentsEnglish Abstract English Full text Complicações intraoperatórias da catarata nos muito velhos Objetivos: Identificar se o risco de complica��o intraoperat�ria da cirurgia de catarata com facoemulsifica��o aumenta com a idade.
M�todos: 1441 pacientes consecutivos submetidos � cirurgia de catarata com facoemulsifica��o foram avaliados pr� operatoriamente
e dados sobre complica��es intraoperat�rias foram coletados prospectivamente. Os dados foram introduzidos em um arquivo computadorizado
e regress�o log�stica foi utilizada para examinar evid�ncias de associa��o entre idade e risco de complica��o intraoperat�ria.
Al�m disso as taxas de complica��es intraoperat�rias foram comparadas entre pacientes de idade maior ou igual � 88 anos e
abaixo disso e entre pacientes com idade de 96 ou mais e abaixo.
Resultados: N�o houve associa��o estatisticamente significante entre idade e risco de complica��o intraoperat�ria. Achamos pequena evid�ncia
de que pacientes de idade igual ou maior � 88 anos apresentavam risco aumentado de complica��o intraoperat�ria, comparados
aos pacientes abaixo desta idade ou que aqueles de idade igual ou maior � 96 anos e menos se est�o sob risco aumentado, contudo
o n�mero foi pequeno.
Conclus�es: Estes resultados sugerem que a idade isoladamente n�o � um fator de risco significante pra nenhuma complica��o intraoperat�ria
ocorrida durante cirurgia de catarata com facoemulsifica��o. Isto tem implica��es n�o apenas pra o racioc�nio dos riscos de
complica��es pr� operat�rias de pacientes individuais mas tamb�m para compara��es mais expressivas entre taxas nacionais de
complica��es e de cirurgias individuais e melhora a sele��o dos casos suscept�veis para instru��o. Back to section Back to Table of ContentsEnglish Abstract English Full text Investigação da estabilidade da lente intraocular acrílica de peça única em cirurgia de catarata e em combinação com cirurgia
de vitrectomia Objetivo: Comparar o grau de movimenta��o da LIO n�o apenas entre os olhos que receberam LIO acr�lica de pe�a �nica e LIO acr�lica
de 3 pe�as ap�s cirurgia de catarata, mas tamb�m entre olhos que receberam LIO acr�lica de pe�a �nica ap�s procedimento combinado
de catarata/vitrectomia.
M�todos: No primeiro estudo descrevemos cinq�enta pacientes que foram implantados com LIO acr�lica de pe�a �nica em um olho e LIO
acr�lica de 3 pe�as no outro olho para catarata senil. No segundo estudo reportamos cinquenta pacientes que foram implantados
com LIO acr�lica de pe�a �nica em cirurgia combinada de vitrectomia e catarata para catarata e doen�as ret�nicas. O grau de
descentra��o e inclina��o da LIO assim como a profundidade da c�mara anterior (ACD) foram medidos utilizando v�deo fotografia
Scheimpflug em 1 semana, 1 m�s, 3 meses e 6 meses ap�s a cirurgia em ambos os estudos. O estado refracional p�s operat�rio
foi tamb�m examinado.
Resultados: A descentra��o e inclina��o m�dias n�o demonstraram altera��es significantes durante o acompanhamento em olhos com quaisquer
das LIOs implantadas e n�o foi notada diferen�a significante em nenhum dos estudos durante o acompanhamento. A ACD n�o se
alterou ap�s a cirurgia com implante de LIO de pe�a �nica tanto no grupo de cirurgia de catarata quanto de catarata/vitrectomia,
exceto pra 1 semana ap�s a cirurgia em olhos que necessitaram de tamponamento com g�s. Em contraste, diminui��o significante
da ACD foi observada no grupo de 3 pe�as ap�s cirurgia de catarata. O esquivalente esf�rico n�o se alterou significantemente
em nenhum dos estudos.
Conclus�es: A LIO acr�lica de pe�a �nica esteve est�vel no saco capsular tanto horizontalmente quanto verticalmente ap�s a cirurgia
de catarata e cirurgia combinada.
Back to section Back to Table of ContentsEnglish Abstract English Full text Transições diferentes do eletrorretinograma multifocal entre pacientes com degeneração macular relacionada à idade e vasculopatia
polipoidal coroidal após terapia fotodinâmica Objetivo: Comparar e avaliar as transi��es na fun��o ret�nica ap�s terapia fotodin�mica (PDT) entre degenera��o macular relacionada
� idade (DMRI) e vasculopatia coroidal polipoidal (PCV), utilizando eletrorretinogramas multifocais(ERGsmf).
M�todos: Dez olhos com neovasculariza��o coroidal (CNV) devida a DMRI e 11 olhos com CNV secund�ria a PCV foram inclu�das no estudo.
ERGsmf foram realizados antes do PDT, 1 semana e 3 meses ap�s PDT. Os registros dos ERGsmf foram adquiridos atrav�s de um
sistmea Veris (vers�o 3.1.3) usando um est�mulo de 103 hex�gonos. A kernel de primeira ordem foi utilizada para calcular amplitudes
e lat�ncias. Amplitudes e lat�ncias m�dias de dois an�is centrais graduados de 0 a 4 graus de �ngulo visual foram analisados
e comparados com cada doen�a.
Resultados: Em DMRI, a amplitude m�dia N1 tendeu a decrescer e as amplitudes m�dias N1P1 reduziram a n�veis estatisticamente significantes
(p=0,047) 1 semana ap�s PDT. Tr�s meses ap�s PDT n�o houveram diferen�as significantes nas amplitudes m�dias de N1 e N1P1
comparadas aos valores pr� PDT. Em PCV n�o houveram mudan�as significantes nas amplitudes m�dias de N1 e N1P1 1 semana ap�s
tratamento. Contudo, 3 meses ap�s PDT as amplitudes m�dias mostraram aumentos estatisticamente significantes em N1 (p=0,008)
e N1P1 (p=0,006)comparadas aos valores pr� PDT.
Conclus�es: As transi��es dos registros de ERGsmf s�o diferentes entre pacientes com DMRI e PVC. Em pacientes com DMRI estes resultados
devem mostrar defici�ncias transit�rias na fun��o ret�nica 1 semana ap�s PDT, mas em PVC, especulamos que a efic�cia do PDT
seja superior �s defici�ncias ap�s o tratamento. Back to section Back to Table of ContentsEnglish Abstract English Full text |
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Alterações da espessura da lâmina cribrosa humana, relacionadas à idade Objetivos: Medir a espessura da l�mina cribrosa humana in vitro em esp�cimes completamente hidratadas e determinar se h� alguma associa��o entre espesura e idade ou sexo. M�todos: Quarenta e cinco nervos �pticos humanos fixados de idades entre 9 e 90 anos foram discecados do globo e seccionados ap�s congelamento. O estudo foi dividido em duas partes: a primeira investigou as mudan�as gerais na espessura da l�mina cribrosa (LCT) e a espessura do feixe cribroso (CBT) com a idade e a segunda dividiu os olhos em dois grupos de idade espec�ficos (38 a 49 anos e 78 a 87 anos)avaliando as diferen�as entre idade e sexo. Resultados: LCT variou de 345,4 a 555,9 entre os indiv�duos. Houve uma rela��o positiva entre a LCT e a idade (LCT = 2,41*idade + 365,5,
95% IC para inclina��o de 1,31 a 3,52, r2 = 0,30, p
<_0001. xmlns:dp="urn:x-prefix:dp" houve="houve" uma="uma" diferena="diferena"
regional="regional"
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_="_"
poro="poro"
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_.="_."
aumentou="aumentou"
a="a"
idade.="idade."
foram="foram"
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os="os"
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porm="porm"
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foi="foi"
estatisticamente="estatisticamente"
significante.="significante."
font="font">
Conclus�es: Este estudo demonstra um aumento na LCT com o aumento da idade em humanos.Esta altera��o estrutural da l�mina cribrosa deve
ter implica��es em seu funcionamento relacionadas � complac�ncia e reversibilidade o que tem relev�ncia particular no glaucoma
quando o aumento na idade tem sido identificado como um forte fator de risco pra desenvolvimento da doen�a. Back to section Back to Table of ContentsEnglish Abstract English Full text
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IL-10 and TGF- contribuem para o desenvolvimento de conjuntivite alérgica induzida experimentalmente em camundongos durante
a fase efetiva Introdução/objetivos: Investigar o envolvimento da IL-10 e TGF- no desenvolvimento de conjuntivite alérgica induzida experimentalmente (EC) em camundongos. Métodos: Camundongos Balb/c foram ativamente sensibilizados com alérgeno (RW)e depois testados com colírio contendo RW após 10 dias. Vinte e quatro horas após, conjuntiva, baço e sangue foram coletados para histologia e análise da expressão de citoquinas, ensaios de produção e proliferação de citoquinas e medida dos níveis de Ig. Camundongos que desenvolveram EC receberam injeção intraperitoneal com 200 g de anticorpos anti-IL-10 ou anti-TGF- em 0, 2, 4, 6 e 8 dias (fase de indução do tratamento) ou 500 g de anticorpos duas horas antes do teste com RW (fase efetora do tratamento). IgG de ratos normais foi usada para controle nas injeções. Resultados: Tratamento tanto com anticorpos anti-IL-10 ou anti-TGF- durante a fase de indução não afetaram a infiltração eosinofílica na conjuntiva. Em contraste, tratamento com qualquer dos anticorpos na fase efetora suprimiu a infiltração. Durante a fase efetora, o tratamento com anticorpo anti-TGF- significativamente super regulou a proliferação e produção da citoquina Th2 pelos esplenócitos ao contrário do anticorpo anti-IL-10. Os níveis de IL-1 na conjuntiva estavam reduzidos após tratamento com quaisquer dos anticorpos; além disso, os níveis de eotaxina e TNF- estavam reduzidos após tatametno com anticorpo para TGF-. Conclusões: IL-10 e TGF- não têm papel imunossupressor no desenvolvimento de EC. Ao contrário,eles aumentam a infiltração eosinofílica na conjuntiva durante a fase efetora da EC. Back to section Back to Table of ContentsEnglish Abstract English Full text
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