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Clinical science - scientific reports
Calcificação corneal após tratamento intensivo com lágrima artificial de hialorunato de sódio Wolfgang Bernauer, Michael A Thiel, Michael Kurrer, Arnd Heiligenhaus, Kathrin Rentsch, Anja Schmitt, Carsten Heinz e Ahmet
Yanar Portuguese Abstract English Abstract English Full text
Prevalência e espectro de coinfecção bacteriana durante a ceratite fúngica James Carey Pate, Dan B. Jones e Kirk R. Wilhelmus Portuguese Abstract English Abstract English Full text
Buracos paracentrais secundários após cirurgia para remoção da membrana limitante interna
Philipp Steven, Horst Laqua, David Wong e Hans Hoerauf Portuguese Abstract English Abstract English Full text
Características da angiografia com indocianina verde em Malattia Leventinese Eric H Souied, Nicolas Leveziel, Giuseppe Querques, Jacques Darmon, Gabriel Coscas e Gisele Soubrane Portuguese Abstract English Abstract English Full text
Sinais de retinopatia em indivíduos não diabéticos predizem risco subseqüente para aparecimento de diabetes? Tien Yin Wong, Quresh Mohamed, Ronald Klein e David J Couper Portuguese Abstract English Abstract English Full text
Correlação entre tomografia de coerência óptica e angiofluoresceínografia do fundus após terapia fotodinâmica para membranas
neovasculares de coróide
Ann Van de Moere, Sukhpal Singh Sandhu e Stephen James Talks Portuguese Abstract English Abstract English Full text
Mudan�a refracional em doen�a ocular por tireoidopatia (um sinal cl�nico negligenciado)
S Chandrasekaran, C Petsoglou, F A Billson, D Selva, and R Ghabrial Portuguese Abstract English Abstract English Full text
Esclerectomia profunda e mitomicina-C de baixa dose: Estudo prospectivo de distribuição aleatória na África Ocidental
Christine Mielke, Vinod K Dawda e Nitin Anand Portuguese Abstract English Abstract English Full text
Clinical science - extended reports
Efeito de solução oftálmica anti-inflamatória não hormonal na redução da pressão intraocular por Latanoprost em pacientes
com glaucoma primário de ângulo aberto ou hipertensão ocular
Tatsuya Chiba, Kenji Kashiwagi, Nami Chiba e Shigeo Tsukahara Portuguese Abstract English Abstract English Full text
Degeneração marginal pelúcida da córnea: Avaliação da superfície corneal e adaptação de lente de contato Claudia Gruenauer-Kloevekorn, Ulrike Fischer, Kristian Kloevekorn-Norgall e Gernot I W Duncker Portuguese Abstract English Abstract English Full text
Ceratoplastia penetrante repetida: Indicações, sobrevida do enxerto e resultado visual Hani Al-Mezaine e Michael D. Wagoner Portuguese Abstract English Abstract English Full text
Inplante Baerveldt para glaucoma em pacientes pediátricos Koen A. van Overdam, Jan Tjeerd H.N. de Faber, Hans G Lemij e Peter W.T. de Waard Portuguese Abstract English Abstract English Full text
Validação de dois sistemas de pontuação para predizer a rotura da cápsula posterior durante a facoemulsificação Stuart A Osborne, Wendy E Adams, Catey V Bunce e Scott G Fraser Portuguese Abstract English Abstract English Full text
Terapia fotodinâmica combinada à injeção intravítrea de triancinolona no tratamento de neovascularização subfoveal de coróide
em degeneração macular relacionada à idade: um estudo comparativo
Wai-Man Chan, Timothy Y Y Lai, Amy L Wong, Jian-Ping Tong, David T L Liu e Dennis S C Lam Portuguese Abstract English Abstract English Full text
Efeito da hipertensão sistêmica no fluxo sangüíneo coroidal foveolar em degeneração macular relacionada á idade Tatyana I Metelitsina, Juan E Grunwald, Joan C. DuPont e Gui-Shuang Ying Portuguese Abstract English Abstract English Full text
Previsão de escotoma futuro em perimetria estática automatizada convencional, utilizando tecnologia de perimetria de dupla
freqüência Satoshi Kogure, Yoshiki Toda e Shigeo Tsukahara Portuguese Abstract English Abstract English Full text
Medida do disco óptico em um estudo populacional no Norte da China
Yun Wang, Liang Xu, Li Zhang, Hua Yang, Yingnan Ma e Jost B Jonas Portuguese Abstract English Abstract English Full text
Alterações longitudinais no erro refrativo do equivalente esférico em crianças com esotropia acomodativa Scott R Lambert e Michael Lynn Portuguese Abstract English Abstract English Full text
Definindo miopia usando o erro refrativo e a acuidade visual Log MAR > 0,3 em 1334 crianças de Cingapura de idade 7 a 9 Hai-Dong Luo, Gus Gazzard, Paul Foster, Yu Liang, Anoop Shankar, Donald TH Tan e Seang-Mei Saw Portuguese Abstract English Abstract English Full text
Tendências no registro de cegos na população adulta na República da Irlanda de 1996 a 2003 Clare Kelliher, Colm O'Brien e Des Kenny Portuguese Abstract English Abstract English Full text
Laboratory science - extended reports
Análise proteômica das secreções das Glândulas de Meibomius humanas
Patricia S Tsai, James E Evans, Karin M Green, Rose M Sullivan, Debra A Schaumberg, Stephen M Richards, M. Reza Dana e David
Sullivan Portuguese Abstract English Abstract English Full text
Expressão de CRAMP pela via PGN-TLR-2 e de alfa defensina-3 via CpG ODN-TLR-9 em fibroblastos da córnea
Sandra Rodriguez-Martinez, Mario Eugenio Cancino-Diaz e Juan Carlos Cancino-Diaz Portuguese Abstract English Abstract English Full text
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Clinical science - scientific reports
Calcificação corneal após tratamento intensivo com lágrima artificial de hialorunato de sódio Wolfgang Bernauer, Michael A Thiel, Michael Kurrer, Arnd Heiligenhaus, Kathrin Rentsch, Anja Schmitt, Carsten Heinz e Ahmet
Yanar
Resumo
Objetivos: Relatar efeito adverso potencial do tratamento intensivo com l�grima artificial de hialorunato de s�dio.
M�todos: Cinco casos de dep�sito de c�lcio profundo na c�rnea associado com doen�a da superf�cie ocular e uso freq�ente de
col�rio de �cido hialur�nico s�o descritos. Todos os pacientes utilizaram uma formula��o de col�rio de hialorunato tamponado
com fosfato quando uma calcifica��o repentina ocorreu. Todos os olhos necessitaram ceratoplastia penetrante para reabilita��o
visual. Os bot�es dos receptores foram examinados com microscopia �ptica e an�lise dispersiva de raios-x. A concentra��o de
fosfato na medica��o t�pica foi medida e comparada a outras solu��es de hialorunato.
Resultados: A microscopia �ptica mostrou mineraliza��o densa de todo o estroma. Os dep�sitos cristalinos eram formados por
hidroxiapatita, Ca5(PO4)3OH. Concentra��es 50x maiores de fosfato foram medidos no col�rio de hialorunato de s�dio utilizados
para o tratamento (50,9mmol/l) quando comparado ao soro normal. As outras formula��es de hislorunato mostraram concentra��es
de fosfato de
<_0.1 a="a" _10.9="_10.9" mmol="mmol" l.="l." font="font">
Conclus�es: A formula��o do col�rio de hialorunato neste estudo favorece a forma��o de dep�sitos insol�veis de fosfato de
c�lcio na presen�a de ceratopatia epitelial. Isso ocorre devido � alta concentra��o de fosfato e instila��o freq�ente. Os
fabricantes e m�dicos devem estar cientes que solu��es t�picas podem conter quantidades consider�veis de fosfato que podem
levar a complica��es corneais que podem prejudicar a vis�o.
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Prevalência e espectro de coinfecção bacteriana durante a ceratite fúngica James Carey Pate, Dan B. Jones e Kirk R. Wilhelmus
Resumo
Objetivos: Estimar a tendência da ceratomicose em manifestar infecção bacteriana paralela e verficar afinidades entre os isolados.
Métodos: Coinfecção bacteriana de 152 episódios de ceratomicose com diagnóstico positivo na cultura foi definida como a detecção
de bactérias no esfregaço e na cultura em dois ou mais meios.
Resultados: Sessenta e cinco (43%) episódios de ceratite fúngica apresentaram um ou mais isolados bacterianos e 30 (20%) ceratomicoses
cumpriram critérios laboratoriais para infecção polimicrobiana. O risco de coinfecção bacteriana foi maior com ceratite por
leveduras do que com ceratite por fungo filamentoso. De todos os 89 isolados bacterianos, 45(51%) foram cocos gram positivos
dos quais 32 (36%) foram estafilococos.
Conclusões: Coinfecção bacteriana pode complicar ocasionalmente as ceratites fúngicas, particularmente por candidíase. Estfilococos
são coisolados prevalentes.
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Buracos paracentrais secundários após cirurgia para remoção da membrana limitante interna
Philipp Steven, Horst Laqua, David Wong e Hans Hoerauf
Resumo
Objetivo: Descrever um novo achado pós operatório após delaminação da membrana limitante interna (ILM) no tratamento de diferentes
doenças maculares.
Relato de casos: Descrevemos sete pacientes com buracos retínicos paracentrais, todos localizados temporalmente á macula,
que se desenvolveram após vitrectomia via pars plana e remoção da ILM sem intercorrências para tratamento de edema macular
cistóide (n=3), macular pucker (n=3 e buraco macular (n=1) com o uso de indocianina verde (n=4), azul de tripan (n=1), acetonido
de triancinolona (n=1) ou sem corante (n=1).
Conclusões: O uso de corantes têm sido incriminado por causar dano iatrogênico à retina. Em nossa série, acreditamos que a
observação nova de buracos na área macular deva estar relacionada à remoção da ILM por si só. Nós especulamos que a delaminação
da ILM deve causar um enfraquecimento retínico por dano da célula de Müller; isto deve ser seguido por uma quebra da estrutura
e consequentemente formação do buraco.
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Características da angiografia com indocianina verde em Malattia Leventinese Eric H Souied, Nicolas Leveziel, Giuseppe Querques, Jacques Darmon, Gabriel Coscas e Gisele Soubrane
Resumo
Introdução/Objetivos: Malattia leventinese (ML) é uma degeneração macular hereditária caracterizada pela presença de pequenas
drusas radiais. Apesar das descrições extensivas do fundus, características angiográficas da ML têm sido descritas inadequadamente.
Nosso objetivo foi descrever os aspectos da angiografia com indocianina verde (ICV) observados na ML.
Métodos: Dez olhos de cinco pacientes consecutivos portadores de ML(idade: 27 a 44 anos) foram prospectivamente incluídos.
Exame oftalmológico completo incluindo fotografias coloridas do fundus, autofluorescência, angiografia com fluoresceína (AF)
e ICV foram realizados.
Resultados: ICV diferenciou dois tipos de drusas. Drusas grandes arredondadas agregadas foram consistentemente hipofluorescentes
nas fases precoces e apresentaram pontos de hiperfluorescência circundados por halos de hipofluorescênica nas fases tardias.
Diferentemente, drusas radiais pequenas foram em sua maioria hiperfluorescentes nas fases precoces com diminuição da fluorescência
ns fases tardias na seqüência da ICV. AF também mostrou diferenças no tingimento entre os dois tipos de drusas.
Conclusões: Angiografia com ICV revelou diferenças marcantes entre as drusas grandes arredondadas e as radiais pequenas observadas
em ML. A drusa central grande mostrou-se com uma característica pustuliforme incomum nas fases tardias da seqüência da ICV.
Esta característica distinta deve ser útil no diagnóstico do estágio tardio da doença quando a consolidação das drusas pode
esconder as drusas radiais.
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Sinais de retinopatia em indivíduos não diabéticos predizem risco subseqüente para aparecimento de diabetes? Tien Yin Wong, Quresh Mohamed, Ronald Klein e David J Couper
Resumo Introdução/Objetivos: Sinais isolados de retinopatia são comuns em indivíduos não diabéticos e têm mostrado associação
com alterações no metabolismo da glicose. Em uma população de pessoas não diabéticas, avaliamos a associação destes sinais
de retinopatia com o desenvolvimento subseqüente de diabetes.
Métodos: Um estudo populacional de 7992 pessoas não diabéticas com idades entre 49 e 73 anos foi conduzido. Fotografias da
retina destes participantes foram avaliadas quanto à presença de sinais de retinopatia de acordo com um protocolo padronizado.
Casos incidentes de diabetes foram identificados prospectivamente.
Resultados: Após acompanhamento por 3 anos, 291 (3,6%) pessoas desenvolveram diabetes. Na população total, retinopatia não
foi significativamente associada à incidência de diabetes(4,7% vs 3,6%, relações das probabilidades multivariadas ajustadas
1,1, 95% de intervalos coincidentes IC, 0,7, 1,9). Entretanto, entre os participantes com história familiar positiva para
diabetes, retinopatia foi associada com a incidência de diabetes(10,4% vs 4,8%, relações das probabilidades multivariadas
ajustadas 2,3, 95% IC, 1,0, 5,3). Entre participantes sem história familiar de diabetes, retinopatia não foi associada à incidência
de diabetes. Conclusões: Em indivíduos com história familiar de diabetes, sinais de retinopatia predizem risco subseqüente
de desenvolvimento de diabetes.
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Correlação entre tomografia de coerência óptica e angiofluoresceínografia do fundus após terapia fotodinâmica para membranas
neovasculares de coróide
Ann Van de Moere, Sukhpal Singh Sandhu e Stephen James Talks
Resumo
Introdução/Objetivos:
Avaliar a correlação entre tomografia de coerência óptica (OCT) e vazamento na angiografia fluoresceínica do fundus (FFA)
após terapia fotodinâmica (PDT) com verteprfina para neovascularização coroidal (CNV).
Métodos:
Estudo retrospectivo comparativo observacional de série de casos de pacientes que tratados com PDT para CNV em um centro.
Todos os pacientes tinham FFA e OCT trimestrais desde o início do PDT para avaliação em caso de necessidade de tratamento
adicional. Um par de imagens de FFA e OCT de uma mesma visita em data aleatória da consulta foram coletados de cada série
de pacientes e avaliados separadamente por observadores diferentes. A presença de descolamento do epitélio pigmentado, fluido
sub-retínico, tração vítreo-macular, flúido intra-retínico, ausência de depressão foveal e espessura da retina no OCT foram
correlacionados com presença de vazamento na FFA.
Resultados:
Um total de 121 olhos de 121 pacientes foi incluído. A presença de fluido sub-retínico, edema macular cistóide grosseiro,
espessamento retínico semelhante a esponja e espessura da retina maior que 350 microns no OCT se correlacionaram bem com vazamento
na FFA (p<0,01). As relações de probabilidade foram 3,0, 5,7, 2,7 e 3,6 respectivamente. A presença de cisto foveal solitário
não se correlacionou bem com vazamento na FFA.
Conclusões:
A presença de fluido sub-retínico, fluido intra-retínico em forma de edema macular cistóide grosseiro, espessamento retínico
semelhante à esponja ou espessamento retínico maior que 350 microns se correlacionam com vazamento na FFA e assim sugerem
a necessidade de repetição do PDT.
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Mudança refracional em doença ocular por tireoidopatia (um sinal clínico negligenciado)
S Chandrasekaran, C Petsoglou, F A Billson, D Selva, and R Ghabrial
Resumo Introdu��o/obetivos: A literatura sobre altera��es refracionais em doen�a ocular por tireoidopatia (DOT) � limitada. Este
estudo documenta a mudan�a refracional em pacientes com DOT submetidos � descompress�o orbital. Os autores prop�em poss�veis
mecanismos para os erros refracionais adquiridos.
M�todos: Este � um estudo retrospectivo observacional de cinco pacientes com DOT progressiva. S�o apresentados seus exames
oculares detalhados, incluindo as situa��es refracionais pr� e p�s operat�rias.
Resultados: Em um paciente � reportada altera��o hipermetr�pica de equivalente esf�rico (EE) maior que 3,75D. Ap�s descompress�o
orbital, uma altera��o mi�pica de EE entre 1,00 e 2,50D foi observada em todos os pacientes, percebida entre 1 dia e 9 meses
ap�s a cirurgia, dependendo da disponibilidade de dados. O di�metro axial aumentou em dois casos, correspondendo � altera��o
mi�pica p�s operat�ria. Imagens da resson�ncia magn�tica de um paciente mostraram aplanamento do polo posterior como causa
da hipermetropia pr� operat�ria adquirida.
Conclus�es: A DOT tem efeito significante no estado refracional. O mecanismo porposto para o aparecimento da hipermetropia
est� relacionado ao aumento de volume do conte�do orbital com aplanamento da esclera posterior. Isto se reverte com a descompress�o
orbital efetiva. Documenta��o do erro refracional em todos os casos de DOT progressiva � recomendada. Hipermetropia progressiva
adquirida deve ser sugestiva de atividade da DOT.
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Esclerectomia profunda e mitomicina-C de baixa dose: Estudo prospectivo de distribuição aleatória na África Ocidental
Christine Mielke, Vinod K Dawda e Nitin Anand
Resumo
Objetivo: Estudar a eficácia e a segurança da esclerectomia profunda (EP) com mitomicina C (MMC) intraoperatória em uma população
da África Ocidental.
Métodos: Estudo prospectivo, controlado de distribuição aleatória. Os participantes do estudo foram pacientes da Nigéria com
glaucoma primário de ângulo aberto sem controle medicamentoso submetidos a cirurgia primária no hospital de Maja em Lagos,
Nigéria. 39 olhos de 39 pacientes submetidos a EP foram distribuídos aleatoriamente em um grupo recebendo MMC intraoperatório
a 0,25mg/ml por 2 minutos ao final do procedimento (EP-MMC) e um grupo controle (EP sem MMC).
Resultados: Dos vinte e um pacientes no grupo sem MMC e 18 no grupo EP-MMC não houve diferença significativa na idade. A média
de seguimento foi de 16,4 +-11,3 meses. A probabilidade de manter uma PIO menor do que 18mmHg com ou sem medicações adicionais
(intervalo de confiança de 95%) com um ano foi de 70% (47 a 92%, 95%) e 79% (57 a 100%) e aos 18 meses foi de 35% (8 a 62%)
e 38% (7 a 69%) para o grupo sem MMC e com MMC, respectivamente e sem diferença entre os índices de sucesso (p=0,6). Uma PIO
menor do que 18mmHg sem medicação adicional foi mantida em 65% (41 a 89%) e 73% (49 a 96%) com um ano e 24% (8 a 48%) e 13%
(13 a 46%) aos 18 meses para o grupo sem MMC e com MMC, respectivamente (p=0,5). Não ocorreram complicações graves relacionados
ao procedimento.
Conclusões: Os índices de sucesso da EP em pacientes com glaucoma negros da África Ocidental, de acordo com o que foi realizado
neste estudo, foram baixos. O estudo não teve poder suficiente para detectar se o uso de MMC pode aumentar estes índices de
sucesso.
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Clinical science - extended reports
Efeito de solução oftálmica anti-inflamatória não hormonal na redução da pressão intraocular por Latanoprost em pacientes
com glaucoma primário de ângulo aberto ou hipertensão ocular
Tatsuya Chiba, Kenji Kashiwagi, Nami Chiba e Shigeo Tsukahara
Resumo
Objetivos: Pesquisar os efeitos de uma droga anti-inflamatória não-hormonal (AINH) na redução de pressão intraocular induzida
por latanoprost em pacientes com glaucoma.
Métodos: Exames foram realizados em 16 olhos de 16 pacientes com glaucoma que receberam somente latanoprost pelo período de
pelo menos 6 semanas. A solução AINH, sódio-2-amino-3-(4-bromobenzil) fenilacetato sesquihidrato, foi administrada adicionalmente
por 12 semanas em um olho (grupo AINH), enquanto uma solução de hialorunato de sódio foi administrada no outro olho (grupo
controle) de forma duplo mascarada. A medida da PIO foi realizada antes do início da administração adicional das soluções
oftálmicas e 2, 4, 6, 8, 10 e 12 semanas após o início da administração adicional e 2, 4, 6 semanas após a interrupção da
administração adicional.
Resultados: Nenhuma diferença significativa foi observada na PIO antes da administração adicional da solução oftálmica entre
o grupo AINH e o grupo controle. Após a administração adicional da solução oftálmica, a PIO no grupo AINH foi constantemente
mais alta do que o grupo controle, e uma diferença máxima de PIO entre os dois grupos foi de 1,08 +- 1,75 mmHg (p=0,03). Esta
tendência foi continuamente observada mesmo após a interrupção da administração adicional.
Conclusão: A solução oftálmica de AINH pode afetar em parte a redução da PIO induzida pelo latanoprost.
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Degeneração marginal pelúcida da córnea: Avaliação da superfície corneal e adaptação de lente de contato Claudia Gruenauer-Kloevekorn, Ulrike Fischer, Kristian Kloevekorn-Norgall e Gernot I W Duncker
Resumo
Objetivos: Nosso objetivo foi de quantificar irregularidades corneais, descrever a adaptação de lentes de contato e responder
à questão se lentes de contato com superfície posterior especial podem melhorar a acuidade visual em pacientes com degeneração
margianl pelúcida (DMP).
Pacientes e métodos: Treze olhos foram adaptados com lente de contato com desenho de superfície posterior especial. Dados
videoceratoscópicos foram avaliados. Os pacientes foram seguidos por um período médio de 22,2 meses. A tolerância à lente
e acuidade visual corrigida foram avaliadas.
Resultados: A excentricidade média não excedeu 0,7 em todos os pacientes. Tanto a excentricidade superior quanto a excentricidade
inferior ou ambos foram negativos em todos os pacientes. Utilizando a análise Fourier todos os indivíduos com DMP mostraram
aumento do astigmatismo irregular da córnea anterior. Utilizando os coeficientes de Zernicke 7 olhos (53,8%) apresentaram
aberrações de maior ordem com erro de raiz quadrada fora do normal. A acuidade visual com lentes de contato melhorou em todos
os olhos com aumento médio de 2,7 linhas (máximo de 8 linhas). Nenhuma complicação séria foi observada.
Conclusões: A avaliação quantitativa dos dados videoceratográficos podem auxiliar o diagnóstico de DMP e distinguir DMP de
outras doenças corneais ectásicas. Lentes de contato com desenho especial de superfície posterior podem melhorar a acuidade
visual e tolerância à lente.
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Ceratoplastia penetrante repetida: Indicações, sobrevida do enxerto e resultado visual Hani Al-Mezaine e Michael D. Wagoner
Resumo
Objetivo: Determinar a sobrevida do enxerto e resultado visual após ceratoplastia penetrante de repetição (CP).
Métodos: Revisão retrospectiva dos prontuários médicos de pacientes que foram submetidos a CP de repetição no Hospital Especializado
em Olhos King Khaled (KKESH) entre primeiro de janeiro de 1991 e 31 de dezembro de 2002.
Resultados: Duzentos e quarenta e três CP repetidas realizados em 210 olhos de 208 pacientes que foram submetidos à primeira
CP no KKESH foram incluídos no estudo. O seguimento médio foi de 43 meses (1 a 170 meses). No exame mais recente, 114 (54,3%)
dos enxertos estavam claros. A sobrevida total foi de 98% após 1 ano, 83% após 2 anos e 49% após 5 anos. A melhor sobrevida
de enxerto foi em olhos com diagnóstico original de ceratocone (93,8%) e a pior sobrevida foi em olhos com distrofia de Fuchs
(23,1%). De maneira geral, 29,6% dos olhos alcançaram uma acuidade visual final maior do que 20/200 enquanto apenas 4,8% foi
de 20/40 ou mais. O melhor prognóstico visual ocorreu em olhos com diagnóstico original de distrofia estromal e ceratocone.
Conclusão: Embora o prognóstico para CP repetidas seja pior do que da CP primária, resultados razoáveis podem ser obtidos
com CP repetida em casos cuidadosamente selecionados.
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Inplante Baerveldt para glaucoma em pacientes pediátricos Koen A. van Overdam, Jan Tjeerd H.N. de Faber, Hans G Lemij e Peter W.T. de Waard
Resumo
Objetivo: Avaliação do implante Baerveldt para glaucoma (BGI) no tratamento de glaucoma pediátrico. Tipo de Estudo: Retrospectivo
não comparativo de série de casos.
Métodos: Cinqüenta e cinco olhos de 40 pacientes pediátricos consecutivos (< 16 anos) com glaucoma primário ou secundário
foram submetidos ao implante de Baerveldt (350 mm2). A evolução da cirurgia foi avaliada através de análise da tabela-Kaplan-Meier.
Resultados: A taxa total de sucesso foi de 80% até a última visita, com uma média de acompanhamento de 32 (variação 2-78)
meses. Sucesso cumulativo foi de 94% em 12 e 24 meses, 85% aos 36 meses, 78% aos 48 meses e 44% aos 60 meses. Onze olhos (20%)
falharam no pós-operatório devido à PIO>21mmHg (8 olhos), hipotonia persistente (2 olhos) e hemorragia coroidal após cirurgia
de catarata (1 olho). A complicação mais frequente que precisasse de reintervenção foi relacionada ao tubo (20%). Uma nova
observação foi leve a moderada discoria em 22% dos olhos, todos buftálmicos, causado por anovelamento de um tufo de íris periférico
no caminho do tubo.
Conclusões: O BGI é eficiente e seguro no tratamento de glaucoma primário ou secundário. Quando a cirurgia do ângulo for comprovadamente
ineficiente ou inapropriada em pacientes pediátricos, o BGI é uma boa opção de tratamento, devendo-se estar preparado para
lidar com problemas relativos ao tubo.
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Validação de dois sistemas de pontuação para predizer a rotura da cápsula posterior durante a facoemulsificação Stuart A Osborne, Wendy E Adams, Catey V Bunce e Scott G Fraser
Resumo
O Objetivo deste estudo foi tentar validar dois sistemas de previsão de complicação intraoperatória durante a facoemulsificação
(Muhtaseb et al, Moorfields Eye Hospital, and Habib et al, Sunderland EyeInfirmary). A população estudada foi de pacientes
atendidos na Sunderland Eye Infirmary submetidos a facoemulsificação entre primeiro de janeiro de 2001 e 31 de dezembro de
2003. Aplicamos cada sistema a um grupo controle de 300 pacientes desta população e extrapolamos os resultados para fornecer
uma estimativa de uma abrangência de pontuações para toda a população. Aplicamos os mesmos sistemas de pontuação para todos
os casos complicados da mesma população estudada. Utilizando estes resultados fomos capazes de realizar o cálculo do risco
de complicação para uma pontuação particular em cada sistema de pontuação. A validade de ambos os sistemas de pontuação foi
apoiado por este estudo. A aplicação destes sistemas na pratica clínica permitiria a seleção apropriada de casos de facoemulsificação
para o apoio ao cirurgião em treinamento, melhor consentimento dos pacientes para sua cirurgia e a comparação sem viés de
resultados cirúrgicos de cirurgiões com casos com dificuldades diversas.
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Terapia fotodinâmica combinada à injeção intravítrea de triancinolona no tratamento de neovascularização subfoveal de coróide
em degeneração macular relacionada à idade: um estudo comparativo
Wai-Man Chan, Timothy Y Y Lai, Amy L Wong, Jian-Ping Tong, David T L Liu e Dennis S C Lam
Resumo
Objetivo: Avaliar a evolução do tratamento de neovascularização subfoveal de coróide (NVC) secundária à degeneração macular
relacionada à idade (DMRI) com injeção intravítrea de triancinolona (IVTA) combinada à terapia fotodinâmica (PDT) com verteporfina.
Métodos: Um total de 48 olhos de 48 pacientes com NVC subfoveal secundária à DMRI foram prospectivamente recrutados com 24
olhos tratados por combinação de PDT com IVTA e comparados à um grupo controle de 24 olhos que receberam monoterapia com PDT.No
grupo de tratamento combinado, IVTA foi realizada imediatamente após o PDT como um procedimento ambulatorial. A média do número
de tratamentos, média da acuidade visual logMAR melhor corrigida (BCVA), alteração média das linhas de acuidade visual e proporção
de pacientes sem perda visual moderada em um ano foram comparados entre os grupos.
Resultados: Em um ano, a BCVA logMAR para o grupo PDT com IVTA mudou de 0,88 para 0,95 (P=0,32 comparado à linha de base),visto
que a BCVA logMAR para o grupo de monoterapia reduziu de 0,74 para 1,09 (P<0,001 comparado à linha de base). Uma proporção
significativamente maior de pacientes que tiveram PDT com IVTA não desenvolveram perda visual moderada em um ano comparados
ao grupo com monoterapia (70,8% e 33,3% respectivamente, P=0,009). Olhos com tratamento combinado tiveram número significantemente
menor de perda de linhas de visão comparados com monoterapia (0,7 e 3,5 linhas respectivamente, P=0,015). Análise do subgrupo
mostrou que PDT com IVTA é eficiente na presença de perda visual tanto em grupos com CNV predominantemente clássicas quanto
ocultas. A média de número de tratamentos para os grupos de terapia combinada e monoterapia foi de 1,5 e 1,96 respectivamente
(P=0,076).
Conclusões: Terapia combinada de PDT com IVTA pareceu ser estatisticamente mais eficiente em 12 meses para a estabilização
da visão (alteração <3 linhas logMAR) comparada à monoterapia com PDT. Estudos aleatórios controles adicionais podem ser justificados
para concluir a eficácia do PDT com IVTA.
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Efeito da hipertensão sistêmica no fluxo sangüíneo coroidal foveolar em degeneração macular relacionada á idade Tatyana I Metelitsina, Juan E Grunwald, Joan C. DuPont e Gui-Shuang Ying
Resumo
Objetivo: Investigar o efeito da hipertensão sistêmica (HS) na circulação coroidal foveolar em pacientes com degeneração macular
relacionada à idade(DMRI).
Métodos: O estudo incluiu 163 olhos com características precoces de DMRI em 124 pacientes. Os olhos estudados tinham acuidade
visual de 20/40 ou melhor, drusas ≥63µm e/ou hipertrofia do EPR. Cinqüenta e seis dos pacientes com DMRI tinham história de
HS e quarenta e sete deles estavam em tratamento com medicações anti hipertensivas. Fluxometria com Doppler Laser(Oculix)
foi utilizada para avaliar a velocidade relativa do fluxo sangüíneo coroidal (ChBVel), volume (ChBVol) e fluxo (ChBFlow) no
centro da fóvea dos olhos em estudo. Diferenças na média dos parâmetros hemodinâmicos entre os grupos de olhos foi avaliada,
usando análise de variância (ANOVA) e um teste tendência linear, com ajuste de correlação entre olhos do mesmo paciente.
Resultados: Pacientes portadores de DMRI com HS mostraram ChBFlow diminuído em comparação a aqueles sem HS(ANOVA, P=0,02).
Esta associação se manteve após ajustes para fatores múltiplos(P=0,04). Conclusões: Pacientes com DMRI e HS têm ChBFlow menor
que aqueles sem HS. Esta diminuição na circulação sangüínea coroidal deve ajudar a explicar o mecanismo através do qual a
hipertensão sistêmica deve contribuir para a progressão da DMRI e desenvolvimento de MNVC.
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Previsão de escotoma futuro em perimetria estática automatizada convencional, utilizando tecnologia de perimetria de dupla
freqüência Satoshi Kogure, Yoshiki Toda e Shigeo Tsukahara
Resumo
Objetivo: Confirmar se o escotoma detectado com tecnologia de dupla freqüência (FDT) é confirmado pelo analisador de campo
visual Humphrey (HFA) após três anos.
Métodos: Indivíduos foram primeiramente examinados com o programa de varredura C-20-1 do FDT. O campo visual foi examinado
anualmente por quatro anos, utilizando o programa C30-2 do HFA. Os 58 pontos focais testados no HFA foram atribuídos a um
dos 17 grupos correspondentes aos pontos de teste do FDT. Cada grupo foi representado como o símbolo de menor probabilidade
de desvio total (TD) dos pontos testados no HFA incluídos no grupo. Os grupos foram graduados, normal, escotoma suspeito e
escotoma, dependendo da probabilidade de TD 5% ou mais, 5%-1%, menos que 1%, respectivamente. Risco relativo (RR) de anormalidade
no FDT para escotoma futuro no HFA foi estimado.
Resultados: Oitenta olhos de 42 pacientes foram acompanhados por 4 anos. Enquanto 4,0% dos grupos normais de HFA com resultados
normais de FDT desenvolveram dentro do grupo escotoma, 20.8% dos grupos normais com resultados anormais de FDT desenvolveram
dentro de grupos escotoma com HFA no terceiro ano. RR para escotoma futuro foi 5,24 (95%IC,2,75-10,0, p<0,05).
Conclusões: Um resultado anormal no FDT mostra um alto risco de futuro escotoma no HFA após 3 anos mesmo se a perimetria HFA
original mostrou resultados normais.
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Medida do disco óptico em um estudo populacional no Norte da China
Yun Wang, Liang Xu, Li Zhang, Hua Yang, Yingnan Ma e Jost B Jonas
Resumo
Objetivo: Determinar o tamanho do disco óptico na população chinesa adulta em regiões urbanas e rurais de Beijing.
Métodos: O estudo de coorte populacional em secção transversal incluiu 4439 indivíduos entre 5324 convidados para participar
(taxa de adesão 83,4%). Ele foi dividido na parte rural (1973 (44,4%) indivíduos) e parte urbana (2466 55,6%) indivíduos).
A idade média foi de 56,2 ± 10,6 anos (variância, 40 – anos). Fotografias coloridas do disco óptico foram morfometricamente
examinadas. Medida principal de avaliação foi a área do disco óptico.
Resultados: Fotografias coloridas dos discos ópticos foram disponíveis para 4027 (90,7%) indivíduos. A medida média da área
do disco óptico foi de 2,65 ± 0,57 mm2 (variância: 1,03 mm2 – 7,75 mm2). A área do disco óptico foi significantemente (p<0,001)
correlacionada à presença de miopia, com uma diminuição brusca da área do disco óptico de alta miopia para erro refrativo
de intensidade mediana, um curso ligeiramente horizontal nos erros refrativos variando entre -8 e +4 dioptrias e uma diminuição
adicional na área de discos ópticos com tendência à hipermetropia. A área do disco óptico não foi relacionada à idade(p=0,14)
ou gênero (p=0,93) (área do disco óptico em homens: 2,65 ± 0,56 mm2 versus mulheres: 2,65 ± 0.57 mm2). "Microdiscos" devem
ser definidos como menores que 1,51 mm2 e "macrodiscos" como maiores que 3,79 mm2.
Conclusões: Comparada a dados de estudos anteriores, a média do tamanho do disco óptico é maior em chineses do que em caucasianos.
Em chineses, olhos com hipermetropia alta têm discos ópticos significativamente menores e olhos com alta miopia têm discos
ópticos significativamente maiores que olhos emétropes.
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Alterações longitudinais no erro refrativo do equivalente esférico em crianças com esotropia acomodativa Scott R Lambert e Michael Lynn
Resumo
Introdução: Avaliar as alterações longitudinais no equivalente esférico (EE) de crianças com erros refrativos e esotropia
acomodativa em função da idade em que os óculos foram prescritos.
Métodos: Erros refrativos foram seguidos longitudinalmente em 126 crianças com esotropia acomodativa para uma média de 4,4
+- 2,5 anos. Refrações sob cicloplegia foram realizadas com autorefrator para crianças mais velhas e retinoscopia para crianças
mais novas. Os dados refrativos foram analisados para 3 grupos de crianças baseadas na idade em que foram prescritos os óculos.
Resultados: O EE inicial foi dependente da idade (< 2 anos, 5,1+-1,9D; 2 a < 4 anos, 4,2 +- 1,9D; 4 a 8 anos, 3,8+-1,7D).
Crianças de todos os grupos etários apresentaram um aumento inicial no EE, seguido por uma diminuição tardia; no entanto,
a diminuição maior ocorreu nos pacientes do grupo etário mais velho. O EE alcançou seu pico um ano após a prescrição dos óculos
para as crianças de 4 a 8 anos de idade comparado a 6 anos após prescrição de óculos para crianças com menos de 2 anos de
idade.
Conclusão: Alterações longitudinais no EE para crianças com esotropia acomodativa variam em função de sua idade quando o uso
de óculos é iniciado.
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Definindo miopia usando o erro refrativo e a acuidade visual Log MAR > 0,3 em 1334 crianças de Cingapura de idade 7 a 9 Hai-Dong Luo, Gus Gazzard, Paul Foster, Yu Liang, Anoop Shankar, Donald TH Tan e Seang-Mei Saw
Resumo
Objetivo: Determinar a associação do equivalente esférico (EE) com baixa acuidade visual não corrigida (AV) e determinar uma
definição para miopia utilizando LogMAR AV > 0,3 como critério.
Métodos: 1334 crianças em fase escolar chinesas (idade média 7,8; 7 a 9 anos) recrutadas para o estudo após a exclusão das
crianças com hipermetropia de +2,00 dioptrias (D) e astigmatismo de -2,00D. A AV sem correção LogMAR foi medida para ambos
os olhos. A autorefração cicloplégica foi alcançada por meio da instilação de 3 gotas de ciclopentolato 1% com intervalos
de 5 minutos. A média de 5 refrações consecutivas bem sucedidas e leituras ceratométricas foram obtidas com autorefratômetros
calibrados Cânon RK5 por estudantes bem treinados de optometria pelo menos 30 minutos após a instilação da terceira gota de
cicloplégico. Pontos de EE de corte (-0,25D; -0,5D; -0,75; -1,00D) foram avaliados.
Resultados: Utilizando diferentes pontos de corte, a prevalência da miopia desta amostra de crianças variou de 45,8% (EE de
pelo mneos -0,25D) a 30,7% (EE de pelo menos -1,00D). O ponto de corte maior ou igual a -0,75D apresentou especificidade e
sensibilidade de 91,8% (95% IC, 89.2 a 94.4) e 93.7% (95% CI, 92.1 to 95.3), respectivamente para prever baixa visão definida
como AV LogMAR > 0,3 em qualquer dos olhos. O próximo ponto de corte de -0,5D apresentou sensibilidade maior (93,3%) e especificidade
menor (87,9%). Conclusões: Os pontos de corte de -0,75D e -0,5D na refração com EE são adequados para prever a AV LogMAR sem
correção pior do que 0,3, que é o critério comum nos EUA como padrão de licença de motorista.
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Tendências no registro de cegos na população adulta na República da Irlanda de 1996 a 2003 Clare Kelliher, Colm O'Brien e Des Kenny
Resumo
Introdução: A República da Irlanda tem um banco de dados centralizado de todas as pessoas cegas registradas no pais. O último
estudo do registro nacional de cegos foi realizado em 1996. O presente estudo procurou primeiro investigar e identificar alterações
na composição do estudo. Após, houve preocupação que muitas pacientes não foram apropriadamente registradas. Para verificar
isso, níveis de registro em pacientes do ambulatório de uma clínica oftalmológica foram determinados.
Métodos: Critérios para o registro de cegos na Irlanda são (1) visão melhor corrigida de 6/60 no melhor olho ou, (2) campo
visual com um ângulo de 20 graus ou menos. O Conselho Nacional para os Cegos na Irlanda (CNCI) é o único responsável pelo
banco de dados de registro nacional que registra todos os pacientes que cumprem seus critérios. Este banco de dados computadorizado
foi analisado de forma a oferecer informações demográficas e sobre a condição de registro dos registrados em 2003. Esta informação
foi comparada com os resultados do estudo de 1996. Para avaliar a precisão do registro atual, o status de registro de pacientes
que cumprem os critérios de uma clínica ambulatorial de um serviço de referência em oftalmologia ao longo de um período de
nove semanas foi estudado.
Resultados: 6862 adultos foram registrados como cegos no CNCI em 2003, o que representa um aumento de 37% desde 1996. As principais
causas do registro foram degeneração macular relacionada à idade (DMRI) (25%), glaucoma (12%) e retinite pigmentosa (7%).
Comparando os dados de 1996 e 20033, aumentos dramáticos nos números registrados de DMRI (de 812 a 1729 pessoas – aumento
de 113%) e retinopatia diabética (RD) (de 147 a 323 pessoas – aumento de 120%) foram encontrados. Os números registrados de
glaucoma permaneceram relativamente estáveis (795 em 1996 e 811 em 2003). Uma queda importante, de 53%, foi notada no número
de pessoas registradas devido a catarata – de 561 pessoas a 261. Dos 672 casos novos registrados em 2003, DMRI foi responsável
por 44%, glaucoma 13% e DR 7%. Ao longo do estudo de nove semanas 75 pacientes de um total de 2320 pacientes que atendidos
na clínica preencheram os critérios de registro de cegueira. Foi constatado que 21% (16 de 75) destes pacientes não foram
adequadamente registrados.
Conclusão: Um aumento geral no registro de cegueira de adultos de 37% na República da Irlanda foi observado entre 1996 e 2003.
Ocorreram aumentos grandes no registro de cegueira devido a DMRI (113%) e RD (120%). Uma diminuição notável no registro decorrentes
de catarata foi constatado. Vigilância por médicos é necessária para garantir o registro de pacientes que cumprem os critérios
estabelecidos.
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