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Clinical science - scientific reports
Complicações da terapia com mitomicina C em 100 olhos com neoplasia da superfície ocular
Jwu Jin Khong e James Muecke Portuguese Abstract English Abstract English Full text
Aumento relativo do conteúdo do DNA mitocondrial nos leucócitos de pacientes com NOINA
Khaled K. Abu-Amero e Thomas M. Bosley Portuguese Abstract English Abstract English Full text
Ceratoprótese lamelar profunda assistida por microcerátomo (DLKPro)
Shigeto Shimmura, Hideyuki Miyashita, Yuichi Uchino, Tetsushi Taguchi, Hisatoshi Kobayashi, Jun Shimazaki, Junzo Tanaka e
Kazuo Tsubota Portuguese Abstract English Abstract English Full text
Monitor microprocessado em frascos para avaliar o uso de colírios
Manuel Marcel Hermann e Michael Diestelhorst Portuguese Abstract English Abstract English Full text
Comparação de tonometria de rebote com a tonometria de aplanação de Goldmann e correlação com espessura corneal central
Milko E Iliev, David Goldblum, Konstantinos Katsoulis, Christoph Amstutz e Beatrice Frueh Portuguese Abstract English Abstract English Full text
Perda visual unilateral e performance neurológica em crianças na pré-escola
Susan Hrisos, Michael P Clarke, Thomas Kelly, Jane Henderson e Charlotte M Wright Portuguese Abstract English Abstract English Full text
Os efeitos da gabapentina e memantina em nistagmo adquirido e cong�nito: um estudo retrospectivo
T Shery, F A Proudlock, N Sarvananthan, R J McLean, and I Gottlob Portuguese Abstract English Abstract English Full text
Avuls�o do nervo �ptico por traumatismo com ma�aneta em crian�as
I A Chaudhry, F A Shamsi, A Al-Sharif, E Elzaridi, and W Al-Rashed Portuguese Abstract English Abstract English Full text
Clinical science - extended reports
Antioxidantes no Estudo de Prevenção de Catarata (EPC): Efeitos de suplementos antioxidantes na progressão de catarata na
Índia do Sul
David C. Gritz, Muthiah Srinivasan, Scott D. Smith, Usha Kim, Thomas M. Lietman, John H. Wilkins, Brinda Priyadharshini, Rajesh
Kumar John, Srinivasan Aravind, N. Venkatesh Prajna, Ravilla Duraisami Thulasiraj e John P. Whitcher Portuguese Abstract English Abstract English Full text
Diagnóstico e tratamento da iridociclite por citomegalovirus sem necrose de retina
Ilse de Schryver, Flore Rozenberg, Nathalie Cassoux, Susan Michelson, Philippe Kestelyn, Phuc LeHoang, Janet Louise Davis
e Bahram Bodaghi Portuguese Abstract English Abstract English Full text
Tratamento a curto prazo de meibomite com minociclina
Joel D Aronowicz, Ward E. Shine, Deniz Oral, Jose M Vargas, and James P McCulley Portuguese Abstract English Abstract English Full text
A epidemiologia do tratamento médico para glaucoma e hipertensão ocular no Reino Unido; 1994 a 2003
Christopher Owen, Iain Carey, Stephen de Wilde, Peter Whincup, Richard Wormald e Derek Cook Portuguese Abstract English Abstract English Full text
Aumento na segurança da terapia fotodinâmica, utilizando a metade da dose de verteporfina, em coroido-retinopatia serosa central
crônica: um estudo piloto de curta duração
Timothy Y Y Lai, Wai-Man Chan, Haitao Li, Ricky Y K Lai, David T L Liu e Dennis S C Lam Portuguese Abstract English Abstract English Full text
Estágio de apresentação e evolução visual de pacientes investigados para retinoblastoma familiar: grande registro nacional
nos Países Baixos
Saskia M. Imhof, Annette C. Moll e Antoinette Y.N. Schouten-van Meeteren Portuguese Abstract English Abstract English Full text
Neuropatia ótica isquêmica anterior está quase sistematicamente associada à apnéia obstrutiva do sono
Karine Palombi, Elisabeth Renard, Patrick Levy, Christophe Chiquet, Chrystéle Deschaux, Jean-Paul Romanet e Jean-Louis Pepin Portuguese Abstract English Abstract English Full text
Benefícios psicosociais de cirurgia corretiva do estrabismo em adultos
Sue Jackson, Richard Harrad, Marianne Morris e Nichola Rumsey Portuguese Abstract English Abstract English Full text
Marcadores de c�lulas tronco: express�o de ABCG2 e MCM2 em retinoblastoma
A Mohan, M Kandalam, H L Ramkumar, L Gopal, and S Krishnakumar Portuguese Abstract English Abstract English Full text
Laboratory science - scientific reports
Aumento do índice proliferativo KI-67 e ausência do INK4 P16 na neoplasia conjuntival intraepitelial – vias patogências relacionadao
ao HPV são diferentes à lesão cervical espinocelular intraepitelial?
Kuan-Ting Kuo, Hsiao-Ching Chang, Chen-Hsiang Hsiao e Ming-Chieh Lin Portuguese Abstract English Abstract English Full text
Laboratory science - extended reports
Efeito protetor da 2-(6-ciano-1-hexin-1-il)adenosina mediado pelo receptor adenosina A2A na isquemia/reperfusão retínica em
ratos
Takashi Konno, Ayumi Sato, Takehiro Uchibori, Akihiko Nagai, Kentaro Kogi e Norimichi Nakahata Portuguese Abstract English Abstract English Full text
Localização do SDF-1 e seu receptor CXCR4 na retina de olhos humanos idosos e em olhos com degeneração macular relacionada
à idade
Imran A Bhutto, D S McLeod, Carol A Merges, Takuya Hasegawa e Gerard A Lutty Portuguese Abstract English Abstract English Full text
Ativador de plasminogênio tissular recombinante injetado na cavidade vítrea parece penetrar nas veias retínicas de um modelo
porcino de oclusão vascular
Tamer H Mahmoud, You-Wei Peng, Alan D Proia, Michael Davidson, Vincent A Deramo e Sharon Fekrat Portuguese Abstract English Abstract English Full text
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Clinical science - scientific reports
Complicações da terapia com mitomicina C em 100 olhos com neoplasia da superfície ocular
Jwu Jin Khong e James Muecke
Resumo
Objetivo: Determinar as complicações associadas a mitomicina C (MMC) no tratamento de neoplasia da superfície ocular. Métodos: Estudo retrospectivo e consecutivo de 100 olhos em 91 pacientes com neoplasia de superfície ocular tratado com MMC em um
único centro entre Novembro de 1998 e Janeiro de 2005. Os resultados avaliados incluíram complicações da MC e o tratamento
necessário para estas complicações. Resultados: Um a três ciclos de sete dias de MMC tópica a 0,04% quatro vezes ao dia foram administrados em 59 olhos com neoplasia intraepitelial
córneo-conjuntival (NIC) localizada, em 19 olhos com NIC difusa e em seis olhos com NIC recidivada, em um olho com carcinoma
espinocelular superficial, em três olhos com melanose primária adquirida (MPA) adquirida com atipia, nove olhos com melanoma
maligno conjuntival (MM), dois olhos com carcinoma sebáceo pagetóide e um olho com fibroxantoma atípico recidivante. Nove
pacientes apresentavam NIC bilateral. 31 (34%) dos casos desenvolveram reação alérgica à MMC e 14 (14%) dos olhos apresentaram
epífora secundaria a estenose do ponto lacrimal com um período de seguimento médio de 26,5 meses. Conclusão: No maior estudo realizado de complicações de MMC tópica no tratamento de neoplasias da superfície ocular, reações alérgicas
e estenose do ponto são relativamente comuns. Complicações sérias não foram observadas, o que sugere que a médio prazo a MMC
é segura.
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Aumento relativo do conteúdo do DNA mitocondrial nos leucócitos de pacientes com NOINA
Khaled K. Abu-Amero e Thomas M. Bosley
Resumo
Objetivo: Pesquisar as alterações possíveis no conteúdo do DNA mitocondrial em pacientes com neuropatia óptica isquêmica anterior não
arterítica (NOINA). Métodos: Dezenove pacientes com NOINA foram comparados a 32 controles pareados de acordo com a idade, distribuição por sex e etnia.
O DNA foi extraído dos leucócitos e reação em cadeia de polimerase foi realizada com dois pares de teste (um par para o gene
mtDNA ND1 e o outro para o gene nuclear –actina) na presença de corante de fluoresceína. Resultados: O conteúdo relativo médio de mtDNA nos controles (0.93 0.11; 95% IC 0.89 0.97) foi significativamente menor do que nos pacientes
com NOINA (2.40 1.05; 95% IC 1.90 2.91; p < .001). O conteúdo relativo de mtDNA foi correlacionado de forma negativa com a
acuidade visual de Snellen. (Spearman's rho; r = -0.37; p = 0.022). Conclusão: O conteúdo relativo de mtDNA aumentado em pacientes com NOINA pode demonstrar uma resposta ao stress oxidativo, possivelmente
devido em parte a um defeito na cadeia respiratória mitocondrial. Alterações de nucleotídeos não-semelhantes ao mtDNA, aumento
significativo no conteúdo do mtDNA e uma associação significativa entre o conteúdo de mtDNA e acuidade visual implicam que
anormalidades mitocondriais podem ser um fator de risco para NOINA.
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Ceratoprótese lamelar profunda assistida por microcerátomo (DLKPro)
Shigeto Shimmura, Hideyuki Miyashita, Yuichi Uchino, Tetsushi Taguchi, Hisatoshi Kobayashi, Jun Shimazaki, Junzo Tanaka e
Kazuo Tsubota
Resumo
Objetivos: Estabelecer uma técnica cirúrgica para ceratoprótese (Kpro) que mantenha uma camada intacta da superfície da córnea. Métodos: Um microcerátomo manual (Moria LSK-1) foi utilizado para criar um retalho de 130 ¼m com diâmetro de aproximadamente 10mm
no olho direito de coelhos brancos japoneses. O estroma sob o retalho foi dissecado antes da remoção de um disco de estroma
de 5.00 mm. Um disco de colágeno de 5,0mm imobilizado por álcool polivinílico (COL-PVA) foi posicionado no estroma posterior
exposto próxima à membrana de Descemet. O retalho foi reposicionado e fixado com suturas de nylon 10.0 que foram removidos
dois dias após a cirurgia. As córneas foram acompanhadas por meio de biomicroscopia e fotografias. Os coelhos foram sacrificados
após 6 meses e as córneas transplantadas foram examinadas histologicamente por corantes de HE e imunohistoquímica para vimentina
e actina alfa lisa. Resultados: Os discos de COL-PVA permaneceram transparentes ao longo de todo o estudo, sem complicações relacionadas ao flap ou ao epitélio
sobrejacente. A interface entre o COL-PVA e a membrana de Descemet permaneceu clara sem sinais de opacificação devido a cicatrização
ou depósitos celulares. A Patologia revelou um polímero intacto de COL-PVA no estroma posterior com infiltração celular mínima
ao longo das interfaces anteriores e posteriores. A imunohistoquímica mostrou que a vimentina e coloração por alfa são comparáveis
ao controle com ceratoplastia lamelar. Conclusões: O DLKPro assistido por microcerátiomo pode ser uma técnica segura para o transplante de hidrogéis artificiais com objetivos
terapêuticos.
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Monitor microprocessado em frascos para avaliar o uso de colírios
Manuel Marcel Hermann e Michael Diestelhorst
Resumo
Introdução: A efetividade de um colírio auto-administrado pode ser avaliado somente se a adesão ao tratamento for conhecida. Estudamos
a especificidade e sensibilidade de um novo aparelho de controle microprocessado. Métodos: O sistema de monitoração foi conduzido por um microprocessador de 8bits para aquisição de dados e armazenamento utilizando
sensores que mediam a pressão aplicada no frasco, temperatura e posição vertical. Dez aparelhos foram montados embaixo de
colírios comerciais de 10ml. Os indivíduos testados anotavam cada aplicação de forma manual. Um total de 15 aplicações em
3 dias foi avaliado. Resultados: Os relatos manuais confirmaram as 15 aplicações para cada um dos 10 frascos. Os aparelhos de monitoramentos detectaram um
total de 149 eventos; um foi perdido, o que indica uma sensibilidade de 99%. Dois aparelhos registraram 3 aplicações que não
foram registrados nos protocolos manuais, indicando uma especificidade de 98%. Frascos refrigerados foram identificados corretamente.
O tempo da bateria foi maior do que 60 dias. Conclusões: O novo aparelho de monitoramento demonstrou alta confiabilidade dos dados adquiridos de adesão. A influência importante,
porém desconhecida, da adesão do pacientes e de estudos clínicos devem ser mostrados com este aparelho. Isso pode levar a
pacientes melhor tratados. Estudos vão se beneficiar de uma credibilidade mais alta com resultados menos influenciados por
uma não adesão ao tratamento.
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Comparação de tonometria de rebote com a tonometria de aplanação de Goldmann e correlação com espessura corneal central
Milko E Iliev, David Goldblum, Konstantinos Katsoulis, Christoph Amstutz e Beatrice Frueh
Resumo
Objetivos: A tonometria de rebote (TR) é realizada sem anestesia com um dispositivo portátil manual. O objetivo primário foi de comparar
a TR com a tonometria de aplanação de Goldmann (TAG) e correlacionar com a espessura central da córnea (ECC). O objetivo secundário
foi avaliar tolerabilidadde e praticidade da TR sob “condições de estudo” e “condições de prática clínica”. Métodos: No grupo 1 (52 olhos/28pacientes), todas as medidas foram realizadas pelo mesmo médico no mesmo local e na seguinte ordem:
paquimetria de não-contato, TR, biomicroscopia, TAG. Os pacientes foram questionados em relação a dor e desconforto. No grupo
2 (499 olhos/27 pacientes), a tonometria foi realizada por outros 3 clínicos durante exames de rotina. Resultados: TR foi bem tolerada e segura. A PIO variou entre 6 e 48mmHg. Nenhuma tendência diferente foi encontrada entre os grupos.
A TR apresentou tendência leve de superestimar as leituras: n=101, difernça média: 1.0±2.17mmHg; 84.1% das leituras de TR
estavam entre ±3mmHg do TAG; 95% de intervalo de confiança na análise de Bland-Altman -3.2 to +5.2mmHg. Tanto a TR quanto
a TAG mostraram correlação positiva fraca com a ECC (r2 0.028 e 0.025, respectivamente). Conclusões: TR pode ser considerada uma alternativa confiável clínica e em casos em que o posicionamento da cabeça na lâmpada de fenda
é impossível ou em casos em que soluções tópicas devem ser evitadas.
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Perda visual unilateral e performance neurológica em crianças na pré-escola
Susan Hrisos, Michael P Clarke, Thomas Kelly, Jane Henderson e Charlotte M Wright
Resumo
Introdução: Perda visual unilateral (PVI) devido a ambliopia ou erro refrativo é comum na infância, mas sua significância funcional ainda
não é conhecida Objetivos: Pesquisar a influência da acuidade visual e estereoacuidade na performance de crianças na pré-escola em tarefas de habilidade
visual motora e visual espacial. Métodos: Crianças com acuidade visual normal (6/6) em ambos os olhos e crianças com PVI variando de 6/9 a 6/60, sem estrabismo e visão
normal no olho contralateral foram avaliados com bateria de testes de desenvolvimento neurológico de tarefas guiadas pela
visão. Resultados: Cinqüenta crianças (idade média (DP): 52.4 (5.7) meses; AV mediana (abrangência): 6/9 (6/6 a 6/60); estereoacuidade mediana
(abrangência): 70 segundos arco (40 - ausentes)) completaram a bateria de teste. PVI e estereoacuidade estiveram moderadamente
correlacionados (Pearson's r= .537, p<0.001) mas 7 de 28 crianças com PVI apresentaram estereoacuidade normal
(<70 segundos arco) enquanto 5 de 22 com AV normal apresentaram estereoacuidade anormal. A estereoacuidade foi correlacionada
com a performance em tarefa que exigia coordenação mão-olho fina e uma tarefa de avaliação da integração visual-motora. PVI
não foi correlacionada com a performance em qualquer dos itens da bateria de testes. Conclusões: A PVI por si não é correlacionada com ações visuais motoras, a não ser quando associada com estereoacuidade reduzida. A estereoacuidade
aparenta ter um papel significante nas ações finas visuais motoras e representação espacial em crianças na pré-escola.
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Os efeitos da gabapentina e memantina em nistagmo adquirido e congênito: um estudo retrospectivo
T Shery, F A Proudlock, N Sarvananthan, R J McLean, and I Gottlob
Resumo Introdução: Tratamento farmacológico têm tido sucesso em algumas formas de nistagmo adiquirido. Contudo, não se conhece a eficácia de
drogas no tratamento de nistagmo infantil idiopático ou nistagmo associado a doenças oculares. Métodos: Os autores analisam retrospectivamente a acuidade visual Snellen, função visual subjetiva e registros de movimentos oculares
de 23 pacientes com nistagmo ( 13 secundários à esclerose múltipla, três associados à outras doenças neurológicas, dois infantis
idiopáticos e cinco com doenças oculares associadas) tratados com gabapentina ou memantina. Resultados: Com gabapentina, 10 dos 13 pacientes com nistagmo secundário à esclerose múltipla (EM) mostraram alguma melhora. Memantina
melhorou a AV em todos os três pacientes com EM que não melhoraram com gabapentina. Não houve mudança do nistagmo em outras
desordens neurológicas. Pacientes com nistagmo congênito mostraram redução do nistagmo e de suas AVs dependendo da doença
ocular. Conclusão: Gabapentina e memantina devem ser eficientes em nistagmo adquirido secundário à EM. De acordo com o conhecimento dos autores,
esta é a primeira série de pacientes mostrando que gabapentina é eficiente na melhora do nistagmo em nistagmo congênito/nistagmo
associado com doença ocular. Memantina deve ser útil como droga alternativa no tratamento de pacientes com nistagmo.
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Avulsão do nervo óptico por traumatismo com maçaneta em crianças
I A Chaudhry, F A Shamsi, A Al-Sharif, E Elzaridi, and W Al-Rashed
Resumo Objetivo: Reportar perda visual grave por avulsão do nervo óptico (ANO) em crianças devido à traumatismo por maçaneta. Métodos: Registros clínicos de 14 crianças de um hospital terciário de olhos que apresentavam perda visual grave como resultado de
lesões por maçanetas foram revisados. Os dados foram analisados quanto à localização, sintomas apresentados, estudos diagnósticos,
intervenção e causa da perda visual. Resultados: Haviam 11 garotos e três garotas com média de 8 anos de idade e 125 cm de altura. O local de ocorrência do trauma foi residênica
em 11 e escola em 3 crianças. Acuidade visual (AV) foi percepção luminosa (PL) em cinco pacientes e sem percepção luminosa
(SPL) em nove. Todas as 14 crianças tinham evidência de ANO e quatro pacientes tiveram rotura do globo ocular que necessitou
reparo incial. O diagnóstico de ANO foi feito clinicamente ou por estudos de imagem e confirmados histopatologicamente em
olhos que foram enucleados. A média de acompanhamento foi de 28,8 meses (variação entre 4 meses a 8 anos). AV final foi PL
em um paciente e SPL em 13 pacientes, oito olhos necessitaram enucleação por olho cego doloroso ou para obtenção de boa cosmética. Conclusão: ANO foi causa comum de perda visual em crianças que apresentavam traumatismo ocular por maçaneta.
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Clinical science - extended reports
Antioxidantes no Estudo de Prevenção de Catarata (EPC): Efeitos de suplementos antioxidantes na progressão de catarata na
Índia do Sul
David C. Gritz, Muthiah Srinivasan, Scott D. Smith, Usha Kim, Thomas M. Lietman, John H. Wilkins, Brinda Priyadharshini, Rajesh
Kumar John, Srinivasan Aravind, N. Venkatesh Prajna, Ravilla Duraisami Thulasiraj e John P. Whitcher
Resumo
Objetivo: Determinar se suplementos antioxidantes (beta-caroteno e vitaminas C e E) podem diminuir a progressão de catarata na Índia
do Sul rural. Métodos: O EPC foi um estudo clínico de distribuição aleatória, triplo-mascarado, controlado por placebo de cinco anos para avaliar
a capacidade de suplementos antioxidantes na diminuição da progressão de catarata. A variável primária estudada foi alteração
na opalescência nuclear ao longo do tempo. Outras variáveis foram: opacidades corticais e posteriores e alterações de coloração
do núcleo, acuidade visual corrigida, alteração miópica e falha do tratamento. Exames anuais foram realizadas para cada indivíduo
por 3 examinadores de forma mascarada. Modelos multivariados utilizando equações gerais de estimativas (EGE) foram utilizados
para análise dos resultados, com correção para medições múltiplas ao longo do tempo. Resultados: O recrutamento inicial envolveu 798 indivíduos. Os grupos de tratamento foram comparáveis nos níveis iniciais. Houve alta
adesão com as medicações de acompanhamento e do estudo. Houve progressão das cataratas, não houve diferença significativa
entre os tratamentos ativos e com placebo nas variáveis primárias e secundarias. Conclusão: Suplementação com antioxidantes com beta-caroteno, vitaminas C e E não afetaram a progressão da catarata em uma população
com prevalência alta de catarata cuja dieta é geralmente deficiente em antioxidantes.
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Diagnóstico e tratamento da iridociclite por citomegalovirus sem necrose de retina
Ilse de Schryver, Flore Rozenberg, Nathalie Cassoux, Susan Michelson, Philippe Kestelyn, Phuc LeHoang, Janet Louise Davis
e Bahram Bodaghi
Resumo
Objetivo: Descrever o diagnóstico e terapêutica da uveíte anterior por citomegalovirus (CMV) não associada à necrose aguda da retina
em pacientes imunocompetentes. Pacientes e métodos: Pacientes encaminhados entre 2001 e 2003 para manejo de uveíte unilateral crônica recidivante, associada a glaucoma secundário,
submetidos à investigação extensiva, incluindo testes laboratoriais para herpes. Tratamento anti-viral específico foi iniciado
em todos os casos e o nível de inflamação ocular foi avaliado durante o acompanhamento. Resultados: Cinco pacientes, 3 homens e 2 mulheres foram incluídos. A idade média foi de 50 anos (variação de 17-80 anos). Uveíte anterior
unilateral sem atrofia da íris foi observada em todos os casos. A uveíte era crônica em 3 casos e recorrente em 2. Glaucoma
foi observado em todos os pacientes com pressão intraocular média de 30 mmHg (variação 22-43 mmHg). Cinco pacientes responderam
inicialmente à terapia específica anti-CMV. Ainda que cirurgia para glaucoma fosse necessária em 2 casos, tanto a inflamação
ocular quanto o glaucoma foram controlados em todos os casos. Recidivas ocorreram em 3 casos após cessar a terapia, necessitando
manutenção prolongada da terapia com valganciclovir. Conclusões: Infecção por CMV e terapia anti-viral específica devem ser consideradas em todos os casos de iridociclite crônica ou recidivante
e glaucoma secundário. Regimes de manutenção de valganciclovir parecem ser necessários na prevenção destas recidivas.
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Tratamento a curto prazo de meibomite com minociclina
Joel D Aronowicz, Ward E. Shine, Deniz Oral, Jose M Vargas, and James P McCulley
Resumo
Objetivo: Avaliar o impacto clinico, parâmetros aquosos da lágrima e morfologia da glândula de meibomius em pacientes com meibomite
primária antes, durante e 3 meses após terapia com minociclina oral Métodos: Recrutamos prospectivamente 16 pacientes, 11 do sexo masculino e 5 do sexo feminino (idade média 69 anos). Cada paciente
recebem avaliações rotineiras antes, 3 meses apos terapia e após 6 meses no exame de acompanhamento. Nós avaliamos aspecto
clínico, volume da lágrima, fluxo e renovação, evaporação, teste Schirmer I, esvaziamento da glândula de meibomius, bacteriologia
e exame com corante de verde de lissamina. Resultados: Melhora foi observada nos sinais clínicos de meibomite na segunda e na terceira visita. Os achados nas culturas melhoraram.
Diminuição do volume de aquoso e fluxo, aumento da taxa de evaporação em umidade relativa de 35 a 45% UR (P<0.05) também foi
detectada. Outros parâmetros não foram alterados , o esvaziamento da glândula de meibomius não mostrou melhora. Conclusões: Três meses de minociclina oral resultou em melhoras clínicas em todos os sinais de meibomite que persistiram por pelo menos
3 meses após interrupção do tratamento apesar de diminuição no volume de aquoso e fluxo com aumento da evaporação. No entanto,
houve melhora na turvação das secreções. Terapia a curto prazo com minociclina provavelmente apresenta eficácia no manejo
da meibomite que vai além da erradicação bacteriana.
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A epidemiologia do tratamento médico para glaucoma e hipertensão ocular no Reino Unido; 1994 a 2003
Christopher Owen, Iain Carey, Stephen de Wilde, Peter Whincup, Richard Wormald e Derek Cook
Resumo
Objetivos: Estudar tendências na prevalência do tratamento para glaucoma e hipertensão ocular de 1994 a 2003 e examinar fatores determinantes
do tratamento em 2002. Métods: Utilizamos dados computadorizados de 131 clínicas do Reino Unido (RU) (o banco de dados DIN-LINK), com os quais meio milhão
de pacientes com 40 anos ou mais foram registrados anualmente. Em média 10000 pacientes foram tratados para glaucoma e hipertensão
ocular anualmente. Resultados: A prevalência do tratamento para glaucoma e hipertensão ocular aumentou de 1,7% em 1994 para 2,3% em 2003. Pacientes com
idade de 85 anos ou mais apresentaram 13 vezes mais chances de tratamento do que aquele com idade 40 a 64 anos (95% IC 12.2-13.8).
Homens apresentavam mais chances de tratamento do que mulheres. (OR 1.24, 95% IC 1.19-1.28). Indivíduos com menor remuneração
apresentavam menos chances de tratamento do que pacientes melhor remunerados. (OR 0.92, 95% IC 0.86-0.99). Embora o uso de
beta-bloqueadores tópicos tenha diminuído desde 1995, o uso de prostaglandinas tópicas e terapias combinadas aumentou. Em
2003, o uso de prostaglandinas superou as medicações com somente beta-bloqueadores. Conclusões: A prevalência de tratamento por glaucoma aumentou ao longo do tempo e com a idade do paciente. Diferenças no tratamento de
acordo com o sexo ou status social podem ser explicados pelo uso ou acesso à saúde ou a prevalência da doença. Tendências
no glaucoma em tratamento mostram a alteração no uso de beta-bloqueadores tópicos para terapias mais novas.
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Aumento na segurança da terapia fotodinâmica, utilizando a metade da dose de verteporfina, em coroido-retinopatia serosa central
crônica: um estudo piloto de curta duração
Timothy Y Y Lai, Wai-Man Chan, Haitao Li, Ricky Y K Lai, David T L Liu e Dennis S C Lam
Resumo
Objetivo: Avaliar a segurança a curto prazo de um protocolo modificado para terapia fotodinâmica (PDT) com a metade da dose de verteprofina
pra tratamento de coroido-retinopatia serosa central crônica (CSC). Métodos: Vinte olhos de 18 pacientes com CSC crônica sintomática foram submetidos à PDT, utilizando 3mg/m2 de verteporfina. Verteporfina
foi infundida em 8 minutos, seguida de aplicação de laser, guiada por angiografia com indocianina verde dois minutos após.
OCTs e ERGmfs seriados foram realizados após o PDT em 4 dias, 2 semanas e 1 mês. A acuidade visual melhor corrigida (AVMC),
OCT da espessura central da retina e média de amplitude e picos de latência do ERGmf foram comparados longitudinalmente. A
análise dos subgrupos foi, posteriormente, realizada para olhos com ou sem descolamento do epitélio pigmentado (PED) Resultados: Um mês após PDT a média de AVMC melhorou de 20/40 para 20/30 (P=0,001). A média da espessura central da retina também reduziu
de 276 m para 158 m (P<0,001) e 17 olhos (85%) tiveram completa resolução do descolamento seroso e/ou PED. ERGmfs não mostraram
alterações significantes na amplitude média de resposta N1 e P1 e latência em todos os olhos. A análise dos subgrupos demonstrou
que olhos sem PED tiveram aumento significante na média da amplitude e resposta central P1 com redução no pico de latência
P1 no ERGmf um mês após o PDT. Para olhos com PED, redução transitória na amplitude média de resposta central P1 foi observada
4 dias após o PDT. Conclusões: O protocolo modificado para PDT com a metade da dose de verteporfina pareceu ser uma boa opção de tratamento para pacientes
com CSC crônica, especialmente em olhos sem PED. Estudos controlados adicionais se fazem necessários para demonstrar a segurança
desta opção de tratamento em longo prazo.
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Estágio de apresentação e evolução visual de pacientes investigados para retinoblastoma familiar: grande registro nacional
nos Países Baixos
Saskia M. Imhof, Annette C. Moll e Antoinette Y.N. Schouten-van Meeteren
Resumo
Introdução: Nos Países Baixos está se implantando um programa abrangente para investigação de retinoblastoma (RB) familiar logo após
o nascimento. Neste relato avaliamos o estágio da doença no momento da detecção e a evolução visual nestes pacientes, através
do programa de investigação. Materiais e métodos: Estudo retrospectivo em toda a nação. De Janeiro de 1992 à Julho de 2004, pacientes sob risco de retinoblastoma familiar
foram investigados 1-2 semanas após o nascimento e checados quanto à lateralidade, classificação de Reese-Ellsworth /Classificação
International de Retinoblastoma, envolvimento macular, idade de RB primário, terapia inicial e evolução visual. Resultados: Dezessete pacientes foram diagnosticados com RB familiar, 88,3% com desenvolvimento bilateral e 11,7% unilateral. Dos 34
olhos, 56% eram R-E grupo I, 16% grupo II A-B, 16% grupo III A-B, 9% grupo IV e 3% grupo V. Utilizando a Classificação Internacional
de Retinoblastoma, 72% eram grupo A, 19% grupo B, 6% grupo C e 3% grupo E. A evolução visual revelou 73,5% dos olhos com 20/20-20/40,
26,5% com 20/100-nula; 5,9% dos olhos foram enucleados, todos os outros olhos foram tratados com métodos de tratamentos locais
conservadores. De todos os olhos, 59% tiveram RB extra macular, 98% dos pacientes tiveram pelo menos um olho com RB extra
macular. Conclusão: A maioria dos pacientes com RB familiar apresenta-se como grupo I R-E ou grupo A quando investigados até 2 semanas após o
nascimento. Aproximadamente 90% dos pacientes tiveram acuidade visual de 20/20-20/40 a longo prazo. Apesar da ocorrência comum
de envolvimento macular, envolvimento macular bilateral foi infreqüente e, uma vez que a maioria dos olhos foi salva, boa
visão foi obtida na maioria dos pacientes.
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Neuropatia ótica isquêmica anterior está quase sistematicamente associada à apnéia obstrutiva do sono
Karine Palombi, Elisabeth Renard, Patrick Levy, Christophe Chiquet, Chrystéle Deschaux, Jean-Paul Romanet e Jean-Louis Pepin
Resumo
Objetivo: Avaliar a presença de síndrome da apnéia do sono em novos pacientes diagnosticados com neuropatia óptica isquêmica anterior
não arterítica (NAION). Métodos: Pacientes novos diagnosticados com NAION foram submetidos à polissomografia. A prevalência de apnéia do sono em pacientes
com NAION foi comparada com a prevalência previamente vista na população geral. Hipertensão, diabetes, hiperlipidemia e lesões
ateromatosas na carótida foram identificados como fatores de risco clássicos para NAION. Resultados: Vinte e sete pacientes novos consecutivos diagnosticados com NAION (18 homens e 9 mulheres, idade média 65,8 anos, IMC 27,23.kg/m2)
foram incluídos no estudo. Vinte e quatro deles (89%) exibiram a sindrome da apnéia do sono (índice de distúrbio respiratório:
37,218/h). A taxa de risco para um paciente com NAION sofrer de apnéia do sono foi de 4,9 comparada à população geral (p<0,001).
A apnéia do sono foi 1,5 a 2 vezes mais freqüente que a taxa identificada para os outros fatores de risco tipicamente associados
à NAION (i.e. hipertensão, diabetes). Conclusões: Apnéia do sono é a desordem mais freqüente associada à NAION e deveria ser investigada nesta população. Ao menos um questionário
relacionado aos sintomas de apnéia do sono e investigação de insônia deveria ser sistematicametne proposto em pacientes com
NAION.
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Benefícios psicosociais de cirurgia corretiva do estrabismo em adultos
Sue Jackson, Richard Harrad, Marianne Morris e Nichola Rumsey
Resumo
Introdução: Poucos trabalhos mostram o impacto psicosocial do estrabismo em adultos e nenhum compara os dados pré e pós operatórios utilizando
questionários padronizados relacionando os resultados cirúrgicos e os resultados psicosociais. Métodos: 46 participantes foram examinados com 6 semanas e 3 meses de pós-operatório. Medidas padronizadas de ansiedade e depressão
(escala de depressão e ansiedade hospitalar), ansiedade social (Escala de Aparência Derriford) e qualidade de vida (OMSQOLBref)
foram completadas. Resultados: Níveis de depressão pré-operatória foram comparáveis à população normal, no entanto níveis de ansidade geral foram ligeiramente
aumentados e os níveis de ansiedade social e isolamento social foram significativamente piores do que na população normal.
A cirurgia resultou em melhora significativa nos ajustes psicosociais com melhoras em todas as variáveis do estudo para o
grupo participante como um todo. O grupo sem diplopia atingiu ganhos mais significativos do que o grupo com diplopia. Aproximadamente
um terço das medidas do estudo foram significativamente correlacionados com a medida objetiva do desvio ocular pré-operatório
caindo para apenas uma variável pós-operatória. Cálculos envolvendo a medida subjetiva do desvio ocular e variáveis do estudo
mostraram padrões opostos com cinco variáveis atingindo significado pós-operatório. Não houve efeitos relacionados ao sexo
ou à idade aparentes nestes dados. Conclusão: A cirurgia de estrabismo oferece melhoras significativas à função psicológica e física.
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Stem cell markers: ABCG2 and MCM2 expression in retinoblastoma
A Mohan, M Kandalam, H L Ramkumar, L Gopal, and S Krishnakumar
Resumo
Introdução: Os autores estudaram a express�o de marcadores de superf�cie de c�lulas tronco cancerosas, ABCG2 e marcadores neuronais celulares,
MCM2 em retinoblastoma e correlacinaram clinicopatologicamente. Métodos: Entre 39 retinoblastomas, 18 tumores n�o foram submetidos � quimioterapia pr�-operat�ria/p�s-operat�ria, 15 foram submetidos
� quimioterapia p�s-operat�ria e seis � pr�-operat�ria. Vinte tumores n�o eram invasivos e 19 invadiam a cor�ide/nervo �ptico.
Express�o de ABCG2 foi estudada por imunohistoqu�mica. Resultados: ABCG2 foi positivo em seis dos seis e MCM2
foi positivo em cinco de seis tumores que recorreram na �rbita ou metastisaram.
ABCG2 foi positivo em 15/19 e MCM2 em 16/19 tumores com invas�o. Tumores
invasivos mostraram maior express�o de prote�nas ABCG2 (p
<_001 e="e" mcm2="mcm2" p001.="p001." no="no" houve="houve" correlao="correlao"
entre="entre"
diferenciao="diferenciao"
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tumors.="tumors."
retina="retina"
neoplsica="neoplsica"
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positiva="positiva"
para="para"
abcg2="abcg2"
mcm2.="mcm2."
br="br">Conclusão: ABCG2 e MCM2 foram mais expressados em tumores invasivos. Estudos adicionais se fazem necess�rios para o entendimento da
signific�ncia da express�o de ABCG2 e MCM2 em retinoblastoma.
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Laboratory science - extended reports
Efeito protetor da 2-(6-ciano-1-hexin-1-il)adenosina mediado pelo receptor adenosina A2A na isquemia/reperfusão retínica em
ratos
Takashi Konno, Ayumi Sato, Takehiro Uchibori, Akihiko Nagai, Kentaro Kogi e Norimichi Nakahata
Resumo
Objetivos: Determinar o efeito da 2-(6-ciano-1-hexin-1-il) adenosina (2-CN-Ado), um agonista do receptor adenosina A2A, no dano da isquemia/reperfusão
em ratos. Métodos: O dano retínico causado pela isquemia/reperfusão foi induzido pela elevação da pressão intraocular de um olho para 130 mmHg
por 60 minutos com posterior retorno ao normal. Após 7 dias o dano retínico causado pela isquemia/reperfusão foi histologicamente
quantificado por medidas da espessura das camadas da retina. A pressão intra-ocular foi medida por um transdutor de pressão. Resultados: A isquemia/reperfusão retínica causou perda de células na camada de células ganglionares e afinamento das camadas plexiforme
interna e nuclear. Tanto a administração tópica quanto intra-venosa de 2-CN-Ado causou uma redução do dano causado pela isquemia/reperfususão.
Um agonista seletivo do receptor A2A, 1,3,7-trimetil-8-(3-clorostiril) xantina (CSC), mas não um antagonista seletivo do receptor
A1, 8-ciclopentil-1,3-dipropilxantina (DPCPX), ou um antagonista seletivo do receptor A2B, aloxazina, reduziram o efeito protetor
do 2-CN-Ado. Enquanto a administração ocular tópica de 2-CN-Ado causou redução sustentada da pressão intraocular, a administração
venosa mostrou efeito hipotensor ocular passageiro. Conclusões: Estes resultados sugerem que 2-CN-Ado atenua o dano retínico causado por isquemia/reperfusão e ao menos parte deste efeito
protetor deve ser mediado pela ativação do receptor A2A.
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Localização do SDF-1 e seu receptor CXCR4 na retina de olhos humanos idosos e em olhos com degeneração macular relacionada
à idade
Imran A Bhutto, D S McLeod, Carol A Merges, Takuya Hasegawa e Gerard A Lutty
Resumo
Objetivo: Examinar a imunolocalização do fator-1 (SDF-1) derivado do estroma celular e seu receptor CXCR4 em olhos humanos doadores
controle e olhos com degeneração macular relacionada à idade (DMRI). Métodos: Olhos de cadáveres de 8 controles idosos (idade média de 79,8 anos) e de 12 doadores com DMRI (idade média de 83,9 anos)
foram crio-preservados e seccionados na região macular. SDF-1 e CXCR4 foram localizados, utilizando imunohistoquímica fosfatase
estreptavidina alcalina e então as secções foram coradas. Três observadores mascarados independentes classificaram o produto
da reação himunohistoquímica. Resultados: Nas retinas controle a imuno-reatividade SDF-1 foi mais intensa na matriz interna dos fotorreceptores(IPM). CXCR4 mostrou
padrão similar na imunocoloração, mas foi mais proeminente nos segmentos internos dos fotorreceptores. Na coróide dos controles
e DMRI a localização do SDF-1 e CXCR4 foi mais proeminente nas células do epitélio pigmentado da retina (EPR) e estroma coroidal.
Contudo, a intensidade para o SDF-1 foi significantemente reduzida no EPR (p<0,0001) e estroma coroidal (p<0,05) em olhos
com DMRI tardia. A imuno-reatidade para SDF-1 e CXCR4 foi fraca ou quase ausente em cicatrizes disciformes com neovascularização
coroidal (CNV). Células circulatórias, presumivelmente leucócitos, foram mais intensamente positivas para CXCR4. Conclusõess: Nossos resultados mostram que mudanças na distribuição e níveis relativos de SDF-1/CXCR4 não foram evidentes na DMRI precoce.
Isto sugere que SDF-1/CXCR4 não devem contribuir para a formação de CNV em DMRI em que células CXCR4+ não estavam incorporadas
na neovascularização. Contudo os exemplares de CNV estudados estavam dentro da cicatriz disciforme, assim não podemos comentar
sobre o papel SDF-1/CXCR4 nos estágios precoces de formação da CNV.
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Ativador de plasminogênio tissular recombinante injetado na cavidade vítrea parece penetrar nas veias retínicas de um modelo
porcino de oclusão vascular
Tamer H Mahmoud, You-Wei Peng, Alan D Proia, Michael Davidson, Vincent A Deramo e Sharon Fekrat
Resumo
Introdução: Determinar se o ativador de plasminogênio tissular recombinante (rtPA) injetado na cavidade vítrea pode penetrar nos vasos
retínicos de olhos de porcos com e sem oclusão vascular. Métodos: Oito olhos (grupo I) de 4 porcos foram submetidos a clampeamento do fluxo do nervo óptico por 90 minutos. Uma hora após a
reperfusão um olho de cada porco recebeu a injeção de 75 g de rtPA, e o olho contra lateral foi injetado com solução salina
balanceada (BSS). Os olhos foram processados para imunohistoquímica. Quatro olhos adicionais (grupo II) de 2 porcos receberam
as mesmas injeções sem o clampeamento do nervo óptico. Resutlados: Após a reperfusão, o quadro clínico foi similar ao de oclusão da veia central da retina. Coloração com imunoperoxidase mostrou
rtPA apenas nas veias da retina e não nas artérias em todos os olhos injetados com rtPA tanto no grupo I quanto no grupo II.
Estes olhos também mostraram coloração intensa de rtPA no nível da membrana limitante interna (ILM). Não foi vista coloração
da ILM ou dos vasos da retina nos olhos injetados com BSS. A coloração com imunoflurescência mostrou impregnação intensa no
nível da ILM mas não nos vasos da retina dos olhos injetados com rtPA. Conclusões: Ativador de plasminogênio tissular recombinante deve penetrar nas veias da retina, mas não nas arteríolas em olhos de porco
com e sem oclusão vascular. A ILM deve ter alguma função na prevenção da penetração do rtPA.
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