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Clinical science - scientific reports
Síndrome de Urrets-Zavalia como complicação de iridoplastia com laser de Argônio
Edgar Espana, Alex Ioannidis, Celso Tello, Jeffrey M Liebmann, Paul J Foster e Robert Ritch Portuguese Abstract English Abstract English Full text
Há relação entre degenração macular relacionada à idade e rigidez da atéria carótida? O estudo do risco da aterosclerose nas
comunidades
Ning Cheung, Duanping Liao, FM Amirul Islam, Ronald Klein, Jie Jin Wang e Tien Yin Wong Portuguese Abstract English Abstract English Full text
Manejo do xantogranuloma orbital com metotrexate
Ashley Hayen, David J Wilson e James T Rosenbaum Portuguese Abstract English Abstract English Full text
Uma avaliação da habilidade de optometristas identificarem e conduzirem pacientes com doença ocular no Departamento de Acidentes
e Emergências de um Hospital de Olhos.
Scott Hau, Daniel Ehrlich, Katy Binstead e Seema Verma Portuguese Abstract English Abstract English Full text
Clinical science - extended reports
Importância das características do pulso venoso na predição do aumento da escavação do disco óptico
Chandrakumar Balaratnasingam, William Huxley Morgan, Martin L Hazelton, Phillip H House, Chris J Barry, Hsien Chan, Stephen
J Cringle e Dao-Yi Yu Portuguese Abstract English Abstract English Full text
Pontencial visual evocado multifocal em neuropatia óptica compressiva unilateral
Linda Semela, E Bo Yang, Thomas R Hedges, Laurel Vuong, Jeffrey G Odel e Donald C Hood Portuguese Abstract English Abstract English Full text
Tratamento prévio com injeção de acetonido de triancinolona subtenoniano tem efeitos benéficos na realização de fotocoagulação
em grid no edema macular diabético difuso
Masahiko Shimura, Toru Nakazawa, Kanako Yasuda, Takashi Shiono e Kohji Nishida Portuguese Abstract English Abstract English Full text
Características clínicas da neuropatia óptica por tireoidopatia: Grupo Europeu de pesquisa da orbitopatia de Graves (EUGOGO)
John Henry Lazarus, David McKeag, Carol Lane, Lelio Baldeschi, Kostas Boboridis, Jane A Dickinson, A Hullo, George - Kahaly,
Gerry Krassas, Claudio Marcocci, Michele Marino, Maarten Mourits, Marco Nardi, Christopher Neoh, Jacques Orgiazzi, Petros
Perros, Aldo Pinchera, Susanne Pitz, Mark F Prummel (Deceased), M S Sartini e Wilmar M Wiersinga Portuguese Abstract English Abstract English Full text
Cultura de epitélio da superfície ocular em lentes de contato terapêuticas
Nick Di Girolamo, Jeanie Chui, Denis Wakefield e Minas T. Coroneo Portuguese Abstract English Abstract English Full text
Tratamento com Azitromicina tópica a 1,5% (Azyter®) por 3 dias versus tratamento com Tobramicina a 0,3% por 7 dias para conjuntivite
bacteriana purulenta: estudo clínico multicêntrico, randomizado e controlado em adultos e crianças.
Isabelle COCHEREAU, Amel MEDDEB-OUERTANI, Moncef KHAIRALLAH, Abdelouahed AMRAOUI, Khalid ZAGHLOUL, Mihai POP, Laurent DELVAL,
Pascale POULIQUEN, Radhika TANDON, Prashant GARG, Pablo GOLDSCHMIDT e Tristan BOURCIER Portuguese Abstract English Abstract English Full text
Complicações graves de anestesia local para cirurgia de catarata: estudo nacional de um ano no Reino Unido
Tom Eke e John R Thompson Portuguese Abstract English Abstract English Full text
Efeitos da hidrofilicidade do material da lente intraocular acrílica e da angulação da háptica na opacificação da cápsula
anterior.
Lorenz Vock, Michael Georgopoulos, Thomas Neumayer, Wolf Buehl e Oliver Findl Portuguese Abstract English Abstract English Full text
Qualidade de vida relacionada à visão após cirurgia do buraco macular: evolução e fatores preditivos
Christoph Hirneiss, Aljoscha S Neubauer, Carolin A Gass, Ingrid W Reiniger, Siegfried G Priglinger, Anselm Kampik e Christos
Haritoglou Portuguese Abstract English Abstract English Full text
Medidas In vivo do pigmento macular. Comparação entre Espectroscopia por ressonância de Ranan e Fotometria heterocromática
cintilante
Ruth E Hogg, Roger S Anderson, Michael Stevenson, Margarita B Zlatkova e Usha Chakravarthy Portuguese Abstract English Abstract English Full text
Autofluorescência do fundus em degeneração macular relacionada à idade
Vikki A McBain, John Townend e Noemi Lois Portuguese Abstract English Abstract English Full text
Acurácia e performance de dispositivo de dosagem comercialemente disponível
Tara H Cronin, Malik Y. Kahook, Kira L Lathrop e Robert J Noecker Portuguese Abstract English Abstract English Full text
Laboratory science - extended reports
Receptor-1 solúvel do fator de crescimento vascular endotelial contribui para a barreira anti-angiogênica corneal.
Balamurali K. Ambati, Emory Patterson, Pooja Jani, Crystal Jenkins, Eric Higgins, Nirbhai Singh, Tushar Suthar, Nehali Vira,
Kimberly Smith e Ruth Caldwell Portuguese Abstract English Abstract English Full text
Relevância perceptiva de representações do campo visual anormal – perimetria visual estática em albinismo humano
Michael B. Hoffmann, Petra S Seufert e Linda C Schmidtborn Portuguese Abstract English Abstract English Full text
Características da Cripta Epitelial Limbar
Vijay A Shanmuganathan, Toshana Foster, Bina B Kulkarni, Andrew Hopkinson, Trevor Gray, Des G Powe, James Lowe e Harminder
S Dua
Portuguese Abstract English Abstract English Full text
Identificação de células residentes e inflamatórias derivadas da medula óssea na esclera por transplante de medulla ósse e
células tronco hematopoiéticas
Toshio Hisatomi, Koh-hei Sonoda, Fumihiko Ishikawa, Hong Qiao, Takahiro Nakamura, Mitsuhiro Fukata, Toru Nakazawa, Kousuke
Noda, Shinsuke Miyahara, Mine Harada, Shigeru Kinoshita, Ali Hafezi-Moghadam, Tatsuro Ishibashi e Joan W Miller Portuguese Abstract English Abstract English Full text
Polimorfismos genéticos da Glutatione S-transferase M1 e T1 estão relacionados ao risco de glaucoma primário de ângulo aberto
(POAG): um estudo na população Turca.
Mustafa Ünal, Mehmet Güven, Kazým Devranoðlu, Ahmet Özaydin, Bahadýr Batar, Ebru Eroðlu Görgün, Didar Uçar e Ahmet Sarýcý Portuguese Abstract English Abstract English Full text
Estress oxidativo mitocondrial no fotorreceptor em uveorretinite autoimume precoce experimental
Ranjan Rajendram, Sindhu Saraswathy e Narsing A Rao Portuguese Abstract English Abstract English Full text
VEGF-C promove sobrevivência de células endoteliais vasculares da retina via VEGFR-2
Bojun Zhao, Gill Smith, Jun Cai, Aihua Ma e Michael E Boulton Portuguese Abstract English Abstract English Full text
Evidência histológica de neovascularização em um retalho autólogo de EPR-coróide no porco
Kristel JM Maaijwee, Jan C van Meurs, Bernd Kirchhof, Neeltje M Mooij, Jerz Mackiewicz, Karin Kobuch e Antonia M Joussen Portuguese Abstract English Abstract English Full text
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Clinical science - scientific reports
Síndrome de Urrets-Zavalia como complicação de iridoplastia com laser de Argônio
Edgar Espana, Alex Ioannidis, Celso Tello, Jeffrey M Liebmann, Paul J Foster e Robert Ritch
Objetivo: Descrever 8 pacientes que desenvolveram midríase persistente após iridoplastia com laser de Argônio (IPLA).
Tipo de estudo: Retrospectivo de série de casos. Métodos: Revisamos os prontuários de 8 pacientes com ângulos oclusíveis após iridotomia com laser que desenvolveram midríase após
LPLA. Resultados: Doze olhos de oito pacientes (média de idade de 50 variação de 40 a 61 anos) desenvolveram midríase persistente. Sete dos
8 pacientes tinham síndrome da íris em platô. Apenas um paciente teve diminuição da acuidade visual. Pressão intraocular aumentou
apenas em 1 olho e se manteve estável ou diminuíu nos outros. Sete dos 8 pacientes tinham queixa de baixa visão, 2 dos 8 fotofobia
e 4 dos 8 embaçamento e um desconforto. Havia resposta pupilar mínima ou ausente à instilação de pilocarpina. A midríase eventualmente
se resolveu em todos os olhos sem tratamento. Conclusão: IPLA pode ser complicada por midríase não responsiva à pilocarpina. Midríase e sintomas associados se resolveram espontaneamente
em 1 ano na maioria dos casos.
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Há relação entre degenração macular relacionada à idade e rigidez da atéria carótida? O estudo do risco da aterosclerose nas
comunidades
Ning Cheung, Duanping Liao, FM Amirul Islam, Ronald Klein, Jie Jin Wang e Tien Yin Wong
Introdução/Objetivo: Aterosclerose e rigidez arterial têm sido implicados na patogênese da degeneração macular relacionada à idade (DMRI). Examinamos
a associação de rigidez da artéria carótida, uma medida da elasticidade arterial refletindo aterosclerose precoce, à DMRI
precoce. Métodos: Estudo populacional de corte seccional de 9954 pessoas de média idade (51 a 72 anos). A presença de sinais de DMRI foi determinada
com fotografias do fundus seguindo o protocolo de graduação de Wisconsin. Rigidez da artéria carótida foi medida por eco ultrassônico
de alta resolução da artéria carótida comum esquerda e definido como alteração do diâmetro arteiral ajustado (AADC, µ). Menor
AADC reflete maior rigidez carotídea. Associação da pressão de pulsação e espessura da íntima-média da artéria carótida (IMT)
aos sinais de DMRI foi também analisada. Resultados: Na população estudada, 454 (4,6%) tinham DMRI precoce. A AADC média (DP) foi 403 µ (127). Após ajuste para idade, gênero,
raça/centro, educação, tabagismo, glicemia, perfil lipídico, e marcadores inflamatórios, menores AADCs foram não foram associados
à DMRI precoce ou suas lesões. Outras medidas de rigidez arterial (pressao de pulsação) e aterosclerose (IMT da carótida também
não foram associados à DMRI precoce. Conclusões: Rigidez da artéria carótida não foi associada aos sinais de DMRI precoce em população de idade média. Estes dados não fornecem
evidência de ligações entre alterações elastóides da DMRI e processos ateroscleróticos precoces nas artérias carótidas e DMRI
precoce.
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Manejo do xantogranuloma orbital com metotrexate
Ashley Hayen, David J Wilson e James T Rosenbaum
Introdução/Objetivos: Avaliar a eficácia da terapia com metotrexate nos achados periorbitais do xantogranuloma inicial no adulto (XIA). Métodos: Revisão dos prontuários médicos de três pacientes com XIA, com e sem asma, que foram tratados com metotrexate na Universidade
de saúde e ciênica de Oregon. Diagnóstico de XIA foi feito através de biópsia em todos os pacientes. Eles foram avaliados
entre Fevereiro de 1998 e Julho de 2006. Todos os pacientes tiveram falha no tratamento clínico e/ou cirúrgico inicial. Metotrexate
foi administrado em 10-15 mg por semana com suplementação de folato e uso de corticosteróides. A eficácia foi baseada na melhora
da descoloração cutânea, envolvimento do eixo visual e queixa de inflamação pelo paciente. Resultados: Todos os três pacientes iniciaram metotrexate mas um descontinuou o tratamento após 3 semanas devido à náusea. Com acompanhamento
de 3 anos os dois pacientes que continuaram o tratamtneo perderam a descoloração amarelada cutânea e reportaram inflamação
significantemente menor e ptose após o tratamento. Corticosteróides orais puderam ser reduzidos ou descontinuados. Conclusões: XIA é uma doença rara e persistente que normalmente envolve a gordura pré-semptal. Metotrexate é uma opção terapêutica para
esta doença.
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Uma avaliação da habilidade de optometristas identificarem e conduzirem pacientes com doença ocular no Departamento de Acidentes
e Emergências de um Hospital de Olhos.
Scott Hau, Daniel Ehrlich, Katy Binstead e Seema Verma
Objetivo: Avaliar a habilidade de optometristas em identificar e conduzir corretamente pacientes com diferentes condições oculares
vistos no Departamento de Acidentes e Emergências (A&E) de um Hospital de Olhos. Métodos: Pacientes que se apresentaram no A&E foram selecionados aleatoriamente e examinados inicialmente por um de dois optometristas
experientes e por um oftalmologista. Um diagnóstico e um plano de conduta foi feito para cada paciente pelo optometrista e
pelo oftalmologista, que foi mascarado em relação ao plano do optometrista.
Concordância entre optometrista e oftamologista foi avaliada com relação a diagnósticos primários e secundários, plano de
conduta e se os pacientes poderiam ser vistos somente por optometrista. Estatística moderada em kappa foi utilizada para avaliar
o nível de concordância no manuseio dos dois grupos. Resultados: Um total de 150 pacientes foram avaliados. A concordância no diagnóstico primário e na conduta entre os dois grupos foi de
89,3% (intervalo de confiança (IC) de 95%:83,2-93,8%) e 79,3% (IC 95%: 84,4-94,8%), respectivamente. Elevado nível de concordância
na conduta foi encontrado (p=0,82) Nenhuma condição com ameaça da visão deixou de ser diagnosticada pelo optometrista. Conclusões: Houve boa concordância tanto em diagnóstico quanto plano de conduta entre optometrista e oftalmologista. Este estudo mostrou
que optometristas podem potencialmente trabalhar com segurança em um Departamento de A&E de um Hospital de Olhos movimentado.
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Clinical science - extended reports
Importância das características do pulso venoso na predição do aumento da escavação do disco óptico Chandrakumar Balaratnasingam, William Huxley Morgan, Martin L Hazelton, Phillip
H House, Chris J Barry, Hsien Chan, Stephen J Cringle e Dao-Yi Yu
Introdução/Objetivos: Pulso venoso é freqëntemente ausente no glaucoma, mas pode ser induzido através da aplicação de forças oftalmométricas graduadas
(FOG) que estão aumentadas no olho glaucomatoso. Desejamos avaliar se FOG podem ter valor preditivo na determinação da progressão
do glaucoma. Métodos: 75 pacientes glaucomatosos e suspeitos foram examinados prospectivamente em 1996 e reexaminados 82 meses depois. Todos os
indivíduos tiveram avaliação da PIO, campos visuais, fotografia esterioscópica do disco óptico e medidas das FOG na visita
inicial. Quando o pulso venoso era espontâneo, as FOG foram dita 0g. No reexame a avaliação da espessura corneal central e
pressão arterial sistêmica foram também realizados. Fotografias iniciais e subseqüentes do disco óptico foram comparadas e
graduadas entre aquelas que tiveram aumento da escavação e que permaneceram estáveis. Foi analisado o relacionamento entre
o aumetno da escavação (registrado como uma resposta binária) e as variáveis medidas foi modelado através de regressão logística
múltipla com efeitos mistos. Resultados: FOG na visita inicial foram fortemente preditivas de aumento da escavação (p=0,0044, relação de probabilidades 1,16/g, variação
de 0 a 60g) com maior valor preditivo em mulheres comparado aos homens (p=0,0042). O desvio médio no campo visual foi preditivo
de aumento da escavação (p=0,0439) assim como hemorragia no disco óptico em associação com idade avançada (p=0,0382). Espessura
corneal central não foi significativamente preditiva de aumento da escavação (p=0,0742) tendo ajustes para outras variáveis.
Conclusão: Medidas das FOG parecem fortemente preditivas para o risco de aumento da escavação do disco nos pacientes. Isto sugere que
a medida das FOG deva ter valor preditivo na avaliação do risco de progressão do glaucoma.
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Pontencial visual evocado multifocal em neuropatia óptica compressiva unilateral Linda Semela, E Bo Yang, Thomas R Hedges, Laurel Vuong, Jeffrey G Odel e Donald C Hood
Objetivo: Avaliar os efeitos da neuropatia óptica compressiva unilateral na amplitude e latência do potencial visual evocado multifocal
(mfVEP). Métodos: Regristros de perimetria estática automatizada (SAP) e mfVEPs foram obtidos de 6 pacientes com meningiomas presumidos afetando
um nervo óptico. Análise da amplitude e latência monocular e interocular foram realizadas e comparadas a controles normais. Resultados: A mudança na amplitude do mfVEP concordou com os achados do campo visual com ressalvas na localização e gravidade do desvio
comparado ao exame normal. O atraso no registro de respostas nos olhos afetados variou de 7,6 a 20,7 ms (análise interocular)
e 7,9 a 13,9 ms (análise monocular). Conclusões: Neuropatia óptica compressiva diminui a amplitude e aumenta a latência do mfVEP. As alterações na latênica foram similares
a aquelas vistas na neurite óptica porém mais graves que na neuropatia óptica isquêmica e no glaucoma.
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Tratamento prévio com injeção de acetonido de triancinolona subtenoniano tem efeitos benéficos na realização de fotocoagulação
em grid no edema macular diabético difuso Masahiko Shimura, Toru Nakazawa, Kanako Yasuda, Takashi Shiono e Kohji Nishida
Introdução/Objetivos: Avaliar prospectivamente a eficácia da injeção subtenoniana de acetonido de triancinolona (AT) antes de fotocoagulação em
grid (G-PC) para tratamento de edema macular diabético difuso (EMDD). Métodos: Quarenta e dois olhos de 37 pacientes consecutivos com EMDD foram estudados. Uma semana antes da G-PC, 21 olhos receberam
injeção subtenoniana de AT e os olhos contralaterais serviram cono controles. A evolução clínica da AV e espessura foveal
(EF) foi monitorada por mais de 24 semanas após G-PC. Desvio padrão (DP) da perimetria Humphrey 30-2 foi também medido. A
intensidade média do laser foi registrada. Resultados: Após a injeção de AT, EF e AV melhoraram e G-PC subseqüente manteve a melhora por mais de 24 semanas sem recorrência do EMDD.
Contrariamente, G-PC sem injeção de AT induziu piora transitória da EF e AV que foram posteriormente melhorando. Vinte e quatro
semanas após G-PC, DP nos olhos com injeção de AT foi melhor do que nos controles. A intensidade de laser necessária em olhos
submetidos à injeção de AT foi menor do que nos controles. Conclusão: Injeção subtenoniana de AT antes da G-PC permite tratamento com menor intensidade de laser e previne a diminuição da sensibilidade
do campo visual central, todos com vantagens clínicas sobre G-PC isolada.
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Características clínicas da neuropatia óptica por tireoidopatia: Grupo Europeu de pesquisa da orbitopatia de Graves (EUGOGO) John Henry Lazarus, David McKeag, Carol Lane, Lelio Baldeschi, Kostas Boboridis, Jane A Dickinson, A Hullo, George - Kahaly,
Gerry Krassas, Claudio Marcocci, Michele Marino, Maarten Mourits, Marco Nardi, Christopher Neoh, Jacques Orgiazzi, Petros
Perros, Aldo Pinchera, Susanne Pitz, Mark F Prummel (Deceased), M S Sartini e Wilmar M Wiersinga
Introdução: Este estudo foi realizado para determinar os critérios clínicos da neuropatia óptica por tireoidopatia (NOT). Métodos: Foi realizada avaliação de quarenta e sete pacientes com NOT que se apresentaram em 7 centros Europeus durante um ano. Protocolos
locais para o estado da tireóide, exame oftalmológico e investigação adicional foram utilizados. Cada olho foi classificado
como tendo NOT definitivo, duvidoso ou ausente. Resultados: Hipertiroidismo de Graves ocorreu na maioria; 20% tinham recebido radiodine. Dos 94 olhos, 55 tiveram NOT definitivo e 17
duvidoso. A classificação da média de atividade clínica foi 4/7 mas 25% foram classificados com 3 ou menos, indicando que
inflamação grave não foi essencial. Melhor acuidade visual corrigida foi 6/9 (Snellen) ou pior em 75% dos olhos com NOT. Visão
de cores estava reduzida em 33 olhos dos quais todos com excessão de um tinham NOT. A metade dos olhos com NOT tinham aparência
normal do disco óptico. Em olhos com NOT a proptose foi > 21mm (significante) em 66% e campos visuais anormais em 71%.
Imagens da órbita mostraram borramento dos ápices musculars em 88& dos pacientes com NOT. Tração do nervo óptico e prolapso
de tecido adiposo foram infreqüentes. Conclusão: Pacientes com NOT não devem ter proptose e inflamação orbital graves. Edema de disco óptico, acometimento da visão de cores
e evidência radiológica de compressão do nervo óptico são os critérios clínicos mais úteis nesta série de casos.
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Cultura de epitélio da superfície ocular em lentes de contato terapêuticas Nick Di Girolamo, Jeanie Chui, Denis Wakefield e Minas T. Coroneo
Objetivos: Este estudo foi iniciado após a observação de algumas propriedades intrigantes do crescimento epitelial em lentes de contato
(LCs) usadas como curativo pra pacientes após cirurgia para pterígio. O objetivo desta investigação foi determinar a eficácia
do cultivo de células epiteliais da superfície ocular humana em LC terapêutica e soro autólogo, pensando em utilizar este
sistema para transferir células epiteliais para pacientes com defeitos corneal/limbar persistetes. Métodos: Sobras de tecido utilizado para transplante em pacientes submetidos à cirurgia de pterígio (n=3), compostos por epitélio límbico
foram colocados em LCs siloxane-hidrogel (lotrafilcon A e balafilcon A). Explantes limbares foram cultivados em meio com 10%
de soro autólogo. Morfologia, capacidade proliferativa e perfil de citoqueratina foram determinados através de contraste de
fases, microscopia ótica e eletrônica (ME) e análise imunohistoquímica. Resultados: LCs lotrafilcon A sustentaram a proliferação e migração do tecido limbar. As células se tornaram confluentes em 10-14 dias
e consistiam de 2-3 camadas com um fenótipo corneal (CK3+/CK12+/CK19-) e uma propensão para proliferação (p63+). ME revelou
microvilos na superfície apical com proteções adesivas, indicando que estas células eram estáveis e viáveis para sobreviver
por período prolongado. O crescimento não foi observado nos explantes limbares cultivados em LCs balfilcon A. Coclusão: Desenvolvemos um método para cultivar células do epitélio da superfície ocular humana em LCs que deve facilitar a expansão
e transerência de células limbares autólogas evitando o risco associado ao transplante de tecido alogênico. Esta técnica deve
ser potencialmente útil no tratamento de pacientes com deficiência de “stem cell” no limbo.
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Tratamento com Azitromicina tópica a 1,5% (Azyter®) por 3 dias versus tratamento com Tobramicina a 0,3% por 7 dias para conjuntivite
bacteriana purulenta: estudo clínico multicêntrico, randomizado e controlado em adultos e crianças. Isabelle COCHEREAU, Amel MEDDEB-OUERTANI, Moncef KHAIRALLAH, Abdelouahed AMRAOUI, Khalid ZAGHLOUL, Mihai POP, Laurent DELVAL,
Pascale POULIQUEN, Radhika TANDON, Prashant GARG, Pablo GOLDSCHMIDT e Tristan BOURCIER
Objetivo: Comparar a eficácia e a segurança da azitromicina tópica a 1,5% por 3 dias (Azyter®) à tobramicina 0,3% por 7 dias no tratamento
de conjuntivite bacteriana purulenta. Métodos: Este estudo multicêntrico, randomizado com investigador mascarado incluindo 1043 crianças e adultos com conjuntivite bacteriana
purulenta comparou a eficácia da azitromicina a 1,5% duas vezes por dia por 3 dias versus tobramicina 0,3% uma gota a cada
duas horas por 2 dias, depois quatro vezes ao dia por 5 dias. Sinais foram avaliados e culturas colhidas no D0, D3 e D9. A
variável primária foi a cura clínica no teste de cura (TOC) – visita (D9>1), para pacientes com culturas positivas no D0.
Cura foi definida como: nota zero para injeção conjuntival bulbar e secreção. Resultados: Entre 471 pacientes com positividade do D0 durante o andamento do protocolo, 87,8% para azitromicina e 89,4% para tobramicina
foram clinicamente curados na TOC – visita. Azitromicina não foi inferior à tobramicina para cura clínica e bacteriológica.
Cura clínica foi significantemente mais alta com azitromicina no D3. O perfil de segurança da azitromicina foi satisfatório
com boa aceitação do paciente e do investigador. Conclusões: Azitromicina a 1,5% por 3 dias foi tão efetiva e segura quanto tobramicina por 7 dias. Além disso, no grupo da azitromicina,
mais pacientes tiveram cura clínica precoce no D3. Devida a sua posologia de duas vezes ao dia por 3 dias, a azitromicina
a 1,5% representará um avanço no manuseio da conjuntivie bacteriana purulenta, especialmente em crianças.
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Complicações graves de anestesia local para cirurgia de catarata: estudo nacional de um ano no Reino Unido Tom Eke e John R Thompson
Introdução: Atualmente tem ocorrido grandes mudanças na provisão de anestesia local (AL) para cirurgia de catarata. Técnicas para AL
sub-Tenoniana, tópica e tópica-itracameral têm se tornado comuns. Este estudo foi organizado para avaliar a segurança destas
técnicas mais novas para AL na prática rotineira. Objetivos: (i) obter uma estimative da freqüência de uso das várias técnicas de AL para cirurgia de catarata no Reino Unido (UK), (ii)
estimar a incidência de efeitos adversos graves associados a cada técnica de AL e (iii) documentar os tipos de efeitos adversos
graves associados a cada técnica de AL.
Métodos: Estudo prospectivo da prática rotineira no UK com duração de 13 meses entre 2002-2003. O estudo foi feito através
do “British Ophthalmic Surveillance Unit” (BOSU), que conduz um sistema de acesso para estudos de condições raras em oftalmologia.
Em cada mês, BOSU escreveu para todos os oftalmologistas mais antigos do UK, perguntando se eles tiveram algum caso de complicação
com AL com ameaça da visão ou da vida em cirurgia de catarata. Detalhes destes casos foram obtidos através do envio de um
questionário para cada correspondente. Para estimar a utilização de AL e suas várias técnicas outro questinário fi enviado
por correio para todos os oftalmologistas do banco de dados do BOSU na metade da pesquisa. Resultados: Entre todas as cirurgias de catarata realizadas sob os cuidados do serviço de saúde nacional 4,1% foram sob anestesia geral,
92,1% AL sem sedação e 3,9% AL com sedação. Durante o período de pesquisa uma estimativa de 375000 Als foram realizadas. O
uso de diferentes técnicas de AL foi: 30,6% peribulbar, 3,5% retrobulbar, 42,6% sub-Tenoniana, 1,7% sub-conjuntival, 9,9%
tópica e 11,0% tópica-intracameral. Complic ações com potencial de ameaça à visão foram comumente reportadas associadas às
técnicas retrobulbar e peribulbar com 26 casos de penetração ou perfuração do globo ocular, 16 deles com evolução visual ruim.
Complicações com potencial de ameaça à vida foram reportados com todas a técnicas exceto AL tópica-intracameral. Oito complicações
neurológicas, consistentes com atingimento cerebral da anestesia foram reportados: 7 ocorreram com AL peribulgar ou retrobulbar.
Análise regressiva de Poisson mostrou forte evid~encia de que as taxas variam com a técnica (p<0,0001 para complicações potencialmente
ameaçadoras da visão, p=0,03 para complicações neurológicas). Devido à probabilidade de subestimativa por não descrição das
complicações pelos médicos responsáveis, é provável que complicações adicionais ocorreram durnte o período da pesquisa. Conclusão: Esta extensa pesquisa prospectiva da prática rotineira achou uma baixa taxa de reportagem de complicações graves com AL sub-Tenoniana,
tópica e tópica-intracameral quando comparadas às técnicas retrobulbar e peribulbar. Isto fornece mais evidências de que estas
novas técnicas devem ser preferidas para as cirurgias rotineiras de catarata.
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Efeitos da hidrofilicidade do material da lente intraocular acrílica e da angulação da háptica na opacificação da cápsula
anterior. Lorenz Vock, Michael Georgopoulos, Thomas Neumayer, Wolf Buehl e Oliver Findl
Objetivo: Avaliar a influência do material acrílico hidrofílico e hidrofóbico e da angulação da háptica na opacificação da cápsula
anterior. Métodos: Estudo prospectivo em 53 pacientes com catarata senil bilateral. Os pacientes foram submetidos à cirurgia de catarata padrão
por um mesmo cirurgião e aleatoriamente receberam LIO acrílica hidrofílica em um olho e hidrofóbica no outro. Quarenta e cinco
destes pacientes completaram 1 ano de acompanhamento. Os seguintes parâmetros foram avaliados: decentração, abotoamento, abertura
ântero-lenticular (AAL), intensidade e padrão da opacificação de cápsula anterior (OCA), crescimento externo e resultado refrativo. Resultados: No acompanhamento de 1 ano, OCA foi vista em 80% das LIOs hidrofílicas e em 100% das hidrofóbicas. OCA foi mais intensa nas
LIOs hidrofóbicas (p<0,001). OCA difusa ocorreu em 33% das LIOs hidrofílicas e 87% das hidrofóbicas (p<0,001). OCA da borda
da rexis (33% nas hidrofílicas e 13% nas hidrofóbicas) não foi significantemente diferente entre os grupos. Crescimento externo
foi visto em 42% das hidrofílicas e 2% das hidrofóbicas (p=0,0003). Nenhum caso de AAL persistente foi observado nas hidrofóbicas,
mas em 42% das LIOs hidrofílicas. O resultado refrativo foi -0,29 ± 0,56 D para as hidrofílicas e 0,003± 0,44 D para as LIOs
hidrofóbicas (p<0,001) Conclusão: Estes resultados sugerem que ocorre menos OCA nas LIOs acrílicas hidrofílicas do que nas hidrofóbicas. Enquanto as propriedades
do material devem exercer seu papel, os hápticos angulados das LIOs hidrofílicas desempenham um efeito adicional contra AAL
persistente e falta de contato entre LIO e cápsula anterior.
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Qualidade de vida relacionada à visão após cirurgia do buraco macular: evolução e fatores preditivos Christoph Hirneiss, Aljoscha S Neubauer, Carolin A Gass, Ingrid W Reiniger, Siegfried G Priglinger, Anselm Kampik e Christos
Haritoglou
Introdução: Neste estudo avaliamos o sucesso funcional após cirurgia de buraco macular em relação á qualidade de vida relacionada à visão
e procuramos fatores preditivos determinantes do sucesso cirúrgico. Métodos: Cinqüenta e nove pacientes submetidos à vitrectomia via pars plana para buraco macular idiopático foram incluídos. As visitas
para acompanhamento foram realizadas em intervalos regulares após a cirurgia constituídas de exame clínico, tomografia de
corerência óptica (OCT) e medida da acuidade visual (AV). Para avaliar a qualidade de vida relacionada à visão os pacientes
preencheram o questionário de qualidade de vida relacionada à visão de 25 ítens do instituto nacional de olhos (VFQ-25) antes
e três meses após a cirurgia. Resultados: O fechamento do buraco macular foi conseguido em 57 de 59 pacientes (97%). AV média melhorou de 20/100 para 20/34 um ano
após a cirurgia (p=0,02). Apesar da boa acuidade visual (20/27) no olho contralateral, a qualidade de vida relacionada à visão
(pontuação no VFQ) aumentou de 75,9 +/- 14,4 (DP) para 81,5 +/- 14,2 um ano após a cirurgia (p<0,001). Apesar de não haver
correlação entre a melhora na qualidade de vida relacionada à visão e AV, o amento no VFQ-25 pode ser bem previsto: baixa
AV e deficiência significante no teste VFQ-25 pré operatório mostraram pacientes mais suscetíveis a se beneficiar da cirurgia
do buraco macular. Espessura retínica relativamente alta na borda do buraco medida no OCT também aumentou o valor preditivo. Conclusões: Cirurgia do buraco macular está associada com aumento na qualidade de vida relacionada à visão independentemente da boa AV
do olho contralateral. AV pré operatória, valor do VFQ-25 e, em parte, OCT devem auxiliar na previsão de melhora da qualidade
de vida relacionada à visão após a cirurgia.
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Medidas In vivo do pigmento macular. Comparação entre Espectroscopia por ressonância de Ranan e Fotometria heterocromática
cintilante Ruth E Hogg, Roger S Anderson, Michael Stevenson, Margarita B Zlatkova e Usha Chakravarthy
Objetivo: Investigar se dois métodos para medida de pigmento macular, nomeados fotometria heterocromàtica sintilante (HFP) e espectroscopia
por ressonância de Raman (RRS) fornecem dados comparáveis. Métodos: Medidas de pigemto macular foram realizadas no olho direito de 107 pacientes com idade entre 20 e 79 anos usando fotometria
heterocromática cintilante (HFP) e espectroscopia or ressonância de Raman (RRS). Correlações entre os métodos foram investigadas
e modelos de regressão foram gerados. RRS foi registrada como contagens Raman (RC) e HFP foi registrada como densidade de
pigmento óptico (MPOD). A média dos três maiores entre cinco RCs foram comparados com MPODs obtidos a 0,5° excentricamente
e uma medida integrada (perfil espacial; peMPOD) computado de 4 tamanhos de estímulos no HFP. Resultados: O coeficiente de variação foi de 12,0% para peMPOD e 13,5% pra RC. O peMPOD mostrou correlações estatísticamente significantes
com RC (r = 0,260, p= 0,012) visto que MPOD a 0,5° não se correlacionou significativamente (r=0,163, p=0,118). O peMPOD não
foi significativamente correlacionado à idade (p = 0,062) visto que MPOD a 0,5° se correlacionou positivamente à idade (p=0,011).
RC mostrou uma diminuição significativa com a idade (p = 0,002) e foi significantemente menor com a diminuição do diâmetro
pupilar (p=0,015). Conclusões: Apesar da correlação estatisticamente significante, as correlações foram fracas em alguns com excessão de 90% da variância
entre peMPOD e RC permanecendo inexplicada, merecendo pesquisas adicionais.
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Autofluorescência do fundus em degeneração macular relacionada à idade Vikki A McBain, John Townend e Noemi Lois
Introdução/Objetivos: Avaliar a distribuição de autofluorescência do fundus (AF) em pacientes com degeneração macular relacionada à idade (DMRI)
e neovascularização coroidal (NC). Métodos: Fotografias coloridas do fundus, angiofluoresceínografia (AFG) e imagem da AF do fundus foram obtidas de um grupo de 40 pacientes
(43 olhos) com DMRI e NC puramente clássica ou oculta. Apenas pacientes com NC rescém diagnosticada em quem imagens da AF
foram obtidas no período compreendido entre 2 semanas da AFG foram incluídos. A distribuição da AF foi qualitativamtne avaliada
e os achados comparados a aqueles das fotografias coloridas do fundus e AFG. Resultados: Vinte e nove olhos (67%) tiveram NC clássica e 14 (33%) tiveram NC oculta. Em 26 olhos com NC clássica (90%) houve baixo
sinal da AF no sítio da NC; em 7 olhos (50%) com NC oculta múltipols focos de baixo sinal da AF foram detectados. Fora da
área afetada pela lesão foi comumente observada AF homgênea na maioria dos casos (n= 33, 77%). Similarmente, AF homogênia
foi comumente observada nos olhos contralaterais (62%). Um padrão de aumento focal da AF foi raramente visto em olhos com
NC (n= 4, 9%) ou olhos contralaterais (n=4, 15%). Em 11 de 43 olhos (25%) áreas de aumento da AF, diverentes de aumento padrão
ou focal de AF, foram detectadas. Em quatro pacientes imgens de AF tinham sido obdidas antes do desenvolvimento de NC; em
nenhum houve qualquer aumento da AF detectada antes da formação da NC. Conclusões: Padrões distintos de AF foram observados em olhos com NC puramente clássica ou oculta. Aumento da AF foi raramente visto
em olhos com NC e em olhos contralaterais, sugerindo que aumento da AF, e assim, lipofuccina no EPR, não deve ter papel essencial
na formação da NC.
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Acurácia e performance de dispositivo de dosagem comercialemente disponível
Tara H Cronin, Malik Y. Kahook, Kira L Lathrop e Robert J Noecker
Objetivo: O dispositivo de dosagem do Travatan (DDT), recentemente introduzido, foi avaliado quanto a sua acurácia no registro e dispensa
da instilação. Métodos: O número de instilações dispensadas com cada depressão da alavanca e a concordância com o número total de gotas dispensadas
com etste registro pelo dispositivo foi avaliado de maneira controlada. Resultados: O DDT registrou corretamente a gota sendo dispensada em 100% do tempo com depressão total da alavanca do DDT em menos de
3 segundos. Sob três condições, concordância entre quantidade de gotas dispensada e gravadas foi de 99%. Contudo falha na
depressão total da alavanca ou depressão prolongada da alavanda por mais que 4 segundos resultaram em registro indisponível
do DDT. Conclusão: As instilações foram confiantemente registradas pelo DDT após cada depressão completa da alavanca. Contudo, pacientes necessitaram
ser instruídos sobre a melhor técnica, para que a evolução de complacência não seja confundida com fatores mecânicos.
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Laboratory science - extended reports
Receptor-1 solúvel do fator de crescimento vascular endotelial contribui para a barreira anti-angiogênica corneal. Balamurali K. Ambati, Emory Patterson, Pooja Jani, Crystal Jenkins, Eric Higgins, Nirbhai Singh, Tushar Suthar, Nehali Vira,
Kimberly Smith e Ruth Caldwell
Objetivo: Neovascularização patológica na córnea, normalmente avascular, é um evento grave que pode interferir na visão normal. A regulação
positiva do fator de crescimento endotelial (VGEF) tem sido associada à neovasculatização ocular, o que sugere que manter
níveis baixos de VEGF é importante para a avascularidade corneal e visão intacta. Este estudo se propõe a determinar o perfil
de expressão e possível contribuição do VEGFR-1 na barreira avascular corneal.
Tipo de Estudo: Estudo experimental tipo série de casos, investigando níveis de VEGF e sFlt em córneas humanas normais e com
neovascularização.
Participantes: Quatro córneas humanas normais, cinco córneas com queimadura por álcalis, três córneas humanas com aniridia,
uma com penfigóide ocular cicatricial e duas com ceratite intersticial foram examinadas. Métodos: Análises com Western Blot e imunohistoquímica foram realizadas para determinar os níveis de sFlt e VEGF em córneas humanas
normais e com neovascularização. Imunoprecipitação foi utilizada para demonstrar a ligação sFlt-VEGF. Resultados: Córneas humanas normais expressam fortemente sFlt no epitélio corneal e fracamente no estroma próximo ao limbo. VEGF é ligado
pelo sFlt na córnea humana normal. Córneas humanas neovascularizadas tiveram a expressão de sFlt bastante reduzida e significantemente
menos VEGF ligado pelo sFlt. Conclusão: sFlt é altamente expressado na córnea humana e normalmente seqüestra VEGF.
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Relevância perceptiva de representações do campo visual anormal – perimetria visual estática em albinismo humano Michael B. Hoffmann, Petra S Seufert e Linda C Schmidtborn
Objetivo: Em albinismo humano a plasticidade do sistema visual é desafiadora, uma vez que parte da retina temporal projeta anornalidade
no hemistério contra lateral. A sensibilidade da retina temporal anormalmente projetada está preservada? Métodos: Em 15 pacientes com albinismo e extensão da anormalidade da projeção retínica, determinada eletrofisiologicamente, e em 6
controles determinamos a detecção da sensibilidade do ponto luminoso nos 25° centrais do campo visual. As sensibilidades foram
determinadas monocularmente com perimetria estática branco-branco com “Octopus 101”. Resultados: Nos indivíduos com albinismo o limiar de detecção da anormalidade projetando parte da retina normal foi preservado. Longe
da vizinhança da papila não houve diferença significante da sensibilidade da retina nasal e temporal entre os grupos. Conclusões: Enquanto o escotoma induzido pela papila pode ser detectado nos pacientes do estudo, não houve indicação de campo visual
seletivo induzido pela anormalidade de projeção. Isto contrasta com os defeitos seletivos do campo visual observados em alguns
modelos animais de albinismo e indica que, em humanos, mecanismos de auto-organização cortical fazem a representação anormal
disponível para a percepção visual.
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Características da Cripta Epitelial Limbar Vijay A Shanmuganathan, Toshana Foster, Bina B Kulkarni, Andrew Hopkinson, Trevor Gray, Des G Powe, James Lowe e Harminder
S Dua
Objetivo: Em 2005 relatamos a descoberta de uma nova estrutura anatômica no limbo, a qual denominamos cripta epitelial limbar (CEL).
O objetivo deste estudo foi avaliar a distribuição, características imunofenotípicas e ultra estruturais das CEL como um nicho
de células tronco a ser considerado. Métodos: Secções histológicas seqüenciais do limbo córneo-escleral humano foram examinadas para investigação da presença e distribuição
de CEL. Caracterização imunofenotípica das células da CEL usando um painel de anticorpos de interesse foi realizada. Microscopia
eletrônica de transmissão das CEL foi usada para examinar as características ultra estruturais e morfométricas das células
dentro da CEL e do limbo adjacente. Resultados: Um total de 74 CELs foram identificados em 8 rimas córneo-esclerais. Elas variaram em número, tamanho e distribuição dentro
das rimas. Células dentro das criptas demonstraram o seguinte fenótipo: CK3-/CK19+/CD34-/Vimentina+/p63+/ Connexin43+/ M1B1
(Ki67)-. Presença de Cx43 foi também demonstrada nas redes cilíndricas adjacentes às CEL. Células basais das CEL foram significantemente
menores do que as células basais encontradas nas redes cilíndricas adjacentes e também menores do que as celulas epiteliais
limbares supranasais e da córnea central (p<0,05). Morfologicamente elas apresentaram uma elevada razão núcleo-citoplasmática
e foram aderentes à membrana basal por meio de convoluções complexas dos processos citoplasmáticos. Conclusões: CELs são esparsas, mas um achado consistente no limbo córneo- escleral humano. AS CELs contém uma subpopulação de células
única expressando algumas características que são consistentes com um nicho próprio de células tronco.
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Identificação de células residentes e inflamatórias derivadas da medula óssea na esclera por transplante de medulla ósse e
células tronco hematopoiéticas Toshio Hisatomi, Koh-hei Sonoda, Fumihiko Ishikawa, Hong Qiao, Takahiro Nakamura, Mitsuhiro Fukata, Toru Nakazawa, Kousuke
Noda, Shinsuke Miyahara, Mine Harada, Shigeru Kinoshita, Ali Hafezi-Moghadam, Tatsuro Ishibashi e Joan W Miller
Objetivos: Caracterizar células derivaadas da medula óssea (MO) na esclera sob condição normal e inflamatória. Examinamos sua diferenciação
após transplante de duas origens diferentes, medula óssea (MO) e células tronco hematopoiéticas (CTH). Métodos: MO e CTHs da proteína verde fluorescente (PVF) de camundongos transgênicos foram transplantados em camundongos selvagens
irradiados. Um mês após o transplante , os camundongosforam sacrificados e suas escleras examinadas por histologia, imunohistoquímica
(CD11b, CD11c, CD45), transmissão e microscopia eletrônica por varredura. Para investigar o recrutamento das células derivadas
da MO sob condições inflamatórias, uveíte auto imune experimental (UAE) foi induzida nos camundongos transplantados. Resultados: Células GFP positivas estavam distribuídas por toda a esclera, compreendendo 22,4 +- 129; 2.8% (MO) e 28,4 +- 129; 10,9%
(CTH) do total de células na região limbar e 18,1 +- 129; 6.7% (MO) e 26,3 +-129; 3,4% (CTH) na região peripapilar. Imunohistoquímica
mostrou de células GFP (+) CD11c (+), GFP (+) CD11b (+) migraram na sclera após transplante de MO e CTH. Transmissão e microscopia
eletrônica por escaneamento revelaram APCs entre os fibroblastos esclerais. Em camundongos UAE infitração vasta de células
GFP (+) se desenvolveu na esclera. Conclusões: Fornecemos evidências novas diretas para a migração de células da MO e CTH para a esclera diferenciando-se em macrófagos
e células dedríticas. Infiltaração vasta de células da MO e CTH foi vista como parte do processo inflamatório em UAE.
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Polimorfismos genéticos da Glutatione S-transferase M1 e T1 estão relacionados ao risco de glaucoma primário de ângulo aberto
(POAG): um estudo na população Turca. Mustafa Ünal, Mehmet Güven, Kazým Devranoðlu, Ahmet Özaydin, Bahadýr Batar, Ebru Eroðlu Görgün, Didar Uçar e Ahmet Sarýcý
Objetivos: Fatores genéticos e dano oxidativo têm sido relacionados ao desenvolvimento de glaucoma primário de ângulo aberto (POAG).
Neste estudo, objetivamos determinar os efeitos dos polimorfismos genéticos da glutatione S-transferase M1 (GSTM1) e glutatione
S-transferase (GSTT1) no risco de POAG numa população Turca. Métodos: Usando uma reação em cadeia de polimerase múltipla (PCR), polimorfismos genéticos da GSRM1 e GSTT1 foram analizados em 144
pacientes com POAG e em 121 controles saudáveis com idade similar. Resultados: O genótipo positivo para GSTM1 e o genótipo nulo para GSTT1 tiveram um risco aumentado de desenvolver POAG (OR: 2,93, IC
95%: 1,66-5,20 e RP: 4,25, IC 95%: 2,30-7,80, respectivamente). O risco de glaucoma também aumentou significantemente em indivíduos
com a combinação de GSTM1 positivo e genótipo nulo para GSTT1 (RP: 3,46, IC 95%: 1,64-7,38). Conclusão: O genótipo positivo para GSTM1 e o genótipo nulo para GSTT1 ou a combinação de ambos parecem estar associados ao aumento
do risco de desenvolvimento de POAG na população Turca.
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Estress oxidativo mitocondrial no fotorreceptor em uveorretinite autoimume precoce experimental Ranjan Rajendram, Sindhu Saraswathy e Narsing A Rao
Objetivos: Em uveíte experimental precoce induzida por atígeno-S (EAU), proteínas mitocondriais do fotorreceptor são nitradas primeiramente
por infiltração de macrófagos na retina, sugerindo que estress oxidativo é um evento inicial no desenvolvimento de EAU. Tentamos
detectar o estress oxidativo e localizá-lo na retina com EAU. Métodos: Ratos Lewis foram imunizados com antígeno-S em adjuvante completo de Freund (CFA). Animais injetados apenas com CFA e animais
não imunizados serviram como controles. Animais imunizados e não imunizados foram mortos no dia 5 e subseqüentes. Retinas
isoladas foram processadas para óxido nítrico sintetase indutora (iNOS), fator de necrose tumoral alfa (TNF-alfa) interferon
gama (IFN-gama), interleucina –I alfa (IL-1 alfa) e expressão de CD 28 através de reação em cadeia da polimerase em tempo
real (PCR). A iNOS foi ainda co-localizada com ciocromo c oxidase no dia 5 da EAU. Estress oxidaivo foi detectado através
de 2', 7'-diclorodihidrofluoresceína diacetato e localizado por um marcador mitocondrial específico. Infiltração de leucócitos
e células-T na retina/coróide foi avalida por imunohistoquímica. Resultados: A iNOS, TNF-alfa, IFN- gama, IL-1alfa e transcriptase CD28 estavam significantemente hiper-regulados no dia 5 da EAU e iNOS
foi colocalizada com citocromo c oxidase na mitocôndria do fotorreceptor. Estress oxidativo foi visto primariamente na mitocôndria
do fotorreceptor. Células T ocasionais estavam presentes na retina neste estágio. Conclusões: Durante a EAU precoce, o estress oxidativo mitocondrial é seletivamente notado nos segmentos internos do fotorreceptor. O
estress oxidativo parece resultar da hiper-regulação da iNOS na mitocôndria do fotorreceptor e da geração de citoquinas na
retina através de poucas células-T infiltrativas antígeno específicas.
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VEGF-C promove sobrevivência de células endoteliais vasculares da retina via VEGFR-2 Bojun Zhao, Gill Smith, Jun Cai, Aihua Ma e Michael E Boulton
Objetivos: Este estudo foi conduzido para determinar a expressão de VEGF-C em células endoteliais da retina, seu potencial ati-apoptótico
e seu papel pontual na retinopatia diabética. Métodos: Células endoteliais retínicas e pericitos cultivados foram expostos ao fator de necrose tumoral alfa (TNF-alfa) e expressão
de VEGF-C determinado por PCR-TR. Níveis de secreção da proteína VEGF-C em meio condicionado de células endoteliais foram
examinados por análise Western blotting. A habilidade do VEGF-C prevenir apopose induzida por TNF-alfa ou hiperglicemia em
células endoteliais foi estudada através de imunohistoquímica do tecido retínico. Resultados: VEGF-C foi expresso tanto pelas células endoteliais vasculares quanto pelos pericitos. TNF-alfa hiper-regulou tanto a expressão
de VEGF-C quanto de VEGFR-2 em células endoteliais de maneira dose dependente, porém sem efeito no VEGFR-3. Resultados de
citometria de fluxo mostraram que o VEGF-C previne a apoptose de células endoteliais indizida por TNF-alfa e hiperglicemia
além de que o efeito anti-apoptótico ocorreu principalmente via VEGFR-2. Em pericitos a expressão do RNAm de VEGF-C se manteve
estável sob tratamento com TNF-alfa exógeno. Imunocoloração para VEGF-C estava aumentada em vasos retínicos de espécies com
diabetes comparada a retina de controles não diabéticos. Conclusão: Nas células endoteliais da retina TNF-alfa estimula a expressão de VEGF-C o que, em termos, protege as células endoteliais
da apoptose induzida por TNF-alfa ou hiperglicemia via VEGFR-2 e, assim, ajuda a manter a neovascularização retínica.
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Evidência histológica de neovascularização em um retalho autólogo de EPR-coróide no porco Kristel JM Maaijwee, Jan C van Meurs, Bernd Kirchhof, Neeltje M Mooij, Jerz Mackiewicz, Karin Kobuch e Antonia M Joussen
Introdução/Objetivo: Translocação de um retalho autólogo livre composto de epitélio pigmentado da retina (EPR), membrana de Bruch (MB), coriocapilar
e coróide em pacientes com forma exudativa da degeneração macular relacionada à idade está sendo atualmente avaliada na prática
clínica. Estudos angiográficos nestes pacientes sugerem que seus retalhos se tornem revascularizados. Este estudo investiga
a evidência histológica da neovascularização do retalho em um modelo porcino. Métodos: Em 11 porcos (11 olhos) um retalho de EPR-coróide foi translocado da média periferia para um sítio intacto ou intensionalmente
lesionado de EPR-MB. Os olhos foram enucleados 1 semana ou 3 meses após a cirurgia. Secções dos tecidos foram avaliadas, usando
imunohistoquímica. Resultados: Vasos comunicantes entre a camada receptora e o retalho foram identificados entre 1 semana e 3 meses após a cirurgia. Esta
reconecção ocorreu livremente da MB do sítio receptor estar intacta ou lesionada no momento do transplante. A vasculatura
do retalho pareceu aberta e prefundida. Vasos com pilares transcapilares e conglomerados de pequenos novos vasos estavam presentes
no retalho. Conclusões: Este estudo demonstrou evidência histológica para neovascularização através da angiogênese de um retalho autólogo livre de
EPR-coróide.
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