rss

BJO in Translation: Portuguese

flagPortuguese At a glance

May/ Maio 2009
Volume 93 Number/ número 5
Table of Contents

Editors/ Editores: Dr Daniel de Souza Pereira and Dr José Alvaro P. Gomes
drdanielpereira{at}gmail.com  drdanielpereira{at}gmail.com


Perimetria de frequência duplicada Matrix da Humphrey

A perimetria Matrix utiliza tecnologia de freqüência duplicada (FDT) para testar eletivamente a função das células ganglionares do subtipo magnocelular. Clement et al investigaram a performance da perimetria Matrix da Humphrey na detecção de perda de campo visual glaucomatosa num estudo prospectivo tipo caso-controle (115 casos de glaucoma primário de ângulo aberto e 33 controles normais). Cada participante foi submetido a perimetria automatizada padrão (SITA 24-2) e em seguida perimetria Matrix 24-2. A sensibilidade e especificidade da perimetria Matrix foram de aproximadamente 100% para perda de campo visual glaucomatoso moderada e grave. No entanto, a perimetria Matrix apresentou menor sensibilidade (87,3%) para detectar perda de campo visual glaucomatosa precoce em comparação com a perimetria SITA 24-2
Veja na página 581


Projeção de imagens do fundus com OCT

Projeções de OCT produzem imagens da face do fundus que podem ser relacionadas à fotografia e à angiofluoresceinografia. Gorczynska et al utilizaram um protótipo de OCT de alta velocidade com resolução de 3,5 m na coleta de imagens de 83 pacientes com DMRI não exsudativa. A projeção das imagens de OCT do fundus foram geradas pelos dados do OCT 3D somados em diferentes níveis de profundidade da retina. Os autores mostraram que com a projeção das imagens do fundus com OCT observa-se doenças da retina externa (morfologia das drusas, alterações do epitélio pigmentado e anormalidades pigmentárias) invisíveis aos métodos padrões de obtenção de imagens do fundus.
Veja na página 602


Farmacogenética do fator H do complemento (Y402H)

A transição de timina para citosina (T/C) no gene do fator H do complemento (CFH, Y402H) está fortemente associada à DMRI. Lee et al investigaram se genótipos CFH têm efeito farmacogenético no tratamento de DMRI exsudativa com ranibizumab. Fenótipos de DMRI foram caracterizados em 156 pacientes e cada um foi genotipado para um único polimorfismo de nucleotídeo rs1061170 (Y402H) no gene CFH. Pacientes homozigotos para o alelo de risco CFH Y402H tiveram risco 37% maior de necessitar tratamento adicional com injeções de ranibizumab (p=0,04). Os autores concluem que a determinação do genótipo CFH dos pacientes pode ser útil no raciocínio para o tratamento de DMRI exsudativa.
Veja na página 609


Privação sócio-econômica e acuidade visual inicial em AMD

Acharya et al avaliaram a influência dos fatores sócio-econômicos na acuidade visual (AV) inicial em DMRI exsudativa. Duzentos e quarenta e quatro pacientes com diagnóstico recente foram incluídos. O “Scottish Index of Multiple Deprivation” – índice escocês de privação múltipla - (SIMD) foi determinado no endereço de moradia dos pacientes. Idade, localização e tipo de neovascularização coroidal foram associados à AV inicial enquanto a privação sócio-econômica, não.
Veja na página 623


Doppler Fourier-domain com OCT

Wang et al mediram o fluxo sanguíneo total em 10 olhos humanos normais utilizando Doppler Fourier-domain com tomografia de coerência óptica (FD-OCT). Quatro pacientes com varreduras circulares que seccionaram todos os ramos vasculares da retina ao redor da papila foram utilizados. O fluxo sanguíneo total da retina foi obtido pela soma dos fluxos nos ramos venosos. A média de fluxo sanguíneo retínico foi 45,6 (3,8) l/min (variação de 40,8 a 52,9 l/min). A velocidade média de fluxo foi 19,3 mm/s. Estes valores de fluxo estão dentro da variação previamente estabelecida pela fluxometria com laser Doppler.
Veja na página 630


Hemodinâmica retrobulbar na neurite óptica isquêmica anterior (NOIA) não arterítica

Sanjari et al compararam a hemodinâmica retrobulbar e espessura da carótida ipsilateral de 17 pacientes portadores de NOIA não arterítica unilateral vs.o lado não acometido por imagens coloridas de Doppler. No sítio com NOIA não arterítica, as velocidades de fluxo nas artérias oftálmicas estavam diminuídas e as espessuras das paredes da carótida, aumentadas. Estas observações, contrárias ao esperado aumento da velocidade na artéria oftálmica de acordo com o princípio de Bernoulli, devem ser indicativas de falha nos mecanismos de autorregulação.
Veja na página 634


Microscopia de varredura com Laser confocal 3D in vivo

Zhivov et al realizaram microscopia de varredura com Laser confocal 3D (CLSM) in vivo na observação da superfície corneal e epitélio de 10 córneas humanas (3 normais, 3 com ceratopatia bolhosa, 3 com ceratoplastia penetrante e 1 com erosão corneal). Foram realizadas reconstrução em 3D e diferentes técnicas de imagem (volumétrica, observação en face, corte transversal, corte oblíquo e reconstrução superficial) com o objetivo de demonstrar alterações na superfície corneal e epitélio. Os autores concluíram que a observação de detalhes estruturais da córnea foi consideravelmente superior à obtida com o exame convencional de contato com superfície plana.
Veja na página 663


Telemedicina ocular

O uso de telemedicine com transmissão de fotos do fundo de olho de clínicas rurais para especialistas em retina dentro e fora do Nepal poderiam trazer melhora substancial no cuidado de pacientes no Nepal. Ulrich et al utilizaram uma câmera Nidak-AFC 230 para fotografar patologia do fundo de olho de 50 pacientes de áreas rurais do Nepal. As imagens foram carregadas em um servidor de internet e analisadas por um especialista de retina em uma central de análise de exames nos EUA. Os autores relataram não terem encontrado obstáculos durante os primeiros testes com telemedicina no Nepal.
Veja na página 694


    Register for free content


    Free sample
    This recent issue is free to all users to allow everyone the opportunity to see the full scope and typical content of BJO.
    View free sample issue >>

    Free archive
    The full back archive is now available for BJO. Institutional subscribers may access the entire archive as part of their subscription. Personal subscribers will also have access to all content when logged in. Non-subscribers who register have free access to all articles published before 2006, back to volume 1 issue 1.
    Register to access the free archive >>

    Don't forget to sign up for content alerts so you keep up to date with all the articles as they are published.