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Portuguese Abstracts
Welcome to the BJO Portuguese Abstracts
This edition includes Portuguese translations of the abstracts of all Clinical and Laboratory Science articles from the July 2004 issue.
The full text is only available in English
to subscribers or on a pay per view basis (US$12 per article)
 

Resumos em Portugu�s
Benvindo � Resumos em Portugues do BJO
Esta edi��o inclue resumos de todos os artigos de Ci�ncias C�nica e Laboratorial  publicados em Julho de 2004.
Os textos completos, em Ingl�s, est�o dispon�veis somente para assinantes ou sob pagamento (US$12 por artigo).


July/ Julho  2004
Volume 88 Number/ n�mero 7

Clinical science - scientific reports Ci�ncia clinica � relatos cient�ficos
Clinical science - extended reports Ci�ncia cl�nica � relatos extendidos
Laboratory science - scientific reports Ci�ncia laboratorial � relatos cient�ficos
Laboratory science - scientific reports Ci�ncia laboratorial � relatos cient�ficos
 

Editors/ Editores: Dr Daniel de Souza Pereira and Dr Jonathan Lake
bhisit{at}itsa.ucsf.edu  bhisit{at}itsa.ucsf.edu


  Clinical science - scientific reports 


O Coronavirus da SARS (Severe Acute Respiratory Syndrome � S�ndrome Respirat�ria Grave Aguda) na L�grima
Seng-Chee Loon, Stephen C B Tech, Lynette L E Oon, Hoe-Nam Leong, Su-Yun S E Thoe, Ai-Ee Ling e Yee-Sin Leo
Portuguese Abstract   English Abstract  English Full text

Achados Cl�nicos e Ultraestruturais nas linhas de �Crina de Cavalo� no epit�lio corneal
Saeed Akhtar, Anthony J Bron, Li-Wern M Voon e Keith M Meek
Portuguese Abstract   English Abstract  English Full text

Inibi��o da MPM previne migra��o das c�lulas epiteliais do cristalino humano e contra��o da c�psula
Tina T L Wong, Julie T Daniels, Jonathan G Crowston e Peng T Khaw
Portuguese Abstract   English Abstract   English Full text

Pesquisa nacional do uso de antimetab�litos em cirutgia de glaucoma no Reino Unido
D Siriwardena, B Edmunds, R P L Wormald e P T Khaw
Portuguese Abstract   English Abstract   English Full text

Compara��o da combina��o fixa de latanoprost e timolol com combina��o n�o-fixa de brimonidina e timolol em pacientes com press�o intraocular elevada. Um estudo multic�ntrico europeu de 6 meses com avalia��o mascarada
Julian Garcia-Sanchez, MD, PhD, Jean-Francois Rouland, MD, Detlev Spiegel, MD, Bojan Pajic, MD, Ian Cunliffe, MD, Carlo Traverso, MD e John Landry, MMath
Portuguese Abstract   English Abstract   English Full text

Caracter�sticas dos Macroaneurismas Arteriais Ret�nicos em Pacientes com Uve�te
Emiko Yamanaka, Nobuyuki Ohguro, Akira Kubota, Shuji Yamamoto, Yayoi Nakagawa e Yasuo Tano

Portuguese Abstract   English Abstract   English Full text

Resposta reduzida dos di�metros dos vasos da retina ao est�mulo cintilante em pacientes com diabetes
Gerhard Garhofer, Claudia Zawinka, Hemma Resch, Peter Kothy, Migena Isaj, Leopold Schmetterer e Guido T Dorner

Portuguese Abstract   English Abstract   English Full text

Taxa Inicial de Regress�o do Tumor P�s-Braquiterapia Relacionada com a Dissemina��o Metast�tica em Melanoma Uveal Posterior.
Igor Kaiserman, Irene Anteby, Itay Chowers, Eytan Z. Blumenthal, Iris Kliers e Jacob Pe'er

Portuguese Abstract   English Abstract   English Full text

An�lise da Perda Axonal na Atrofia em Banda do Nervo �ptico atrav�s de Tomografia de Coer�ncia �ptica
M�rio L. R. Monteiro, Bruno Campelo Leal, Alexandre A. M. Rosa e Marcello D. Bronstein

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  Clinical science - extended reports

Refra��o e ceratometria em prematuros de 40 semanas (idade corrigida) e crian�as de termo
Moshe Snir, Ronit Friling, Dov Weinberger, Ilana Sherf e Ruth Axer-Siegel

Portuguese Abstract   English Abstract   English Full text

A cirurgia de catarata cong�nita precoce � um fator de risco para glaucoma?
Mandagere Vishwanath, Richard Cheong-Leen, David S. I. Taylor, Isabelle Russell-Eggitt e Jugnoo Rahi
Portuguese Abstract   English Abstract   English Full text

Recortar e colar: Uma abordagem de pequena incis�o sem sutura para a cirurgia de pter�gio.
Gabor Koranyi
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FTY720 prolonga a sobrevida do aloenxerto corneal com efeito diferencial nas diferentes popula��es linfoc�ticas.
Klaus Mayer, Florian Birnbaum, Thomas Reinhard, Alexander Reis, Stefan Braunstein, Frans H Claas e Rainer Sundmacher
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Efeito da midr�ase e campos estrat�gicos variados no screening de doen�a ocular relacionada � diabetes atrav�s de imagem digital
Helen Murgatroyd, Angela Ellingford, Alan Cox, Moira Binnie, John D Ellis, Carolyn J MacEwen e Graham P Leese
Portuguese Abstract   English Abstract   English Full text

Express�o da Prote�na Associada ao Transportador em Melanoma Uveal
Krishnakumar Subramanian, Amirtha S Lakshmi, Dhiraj J Abhyankar e Jyotirmay Biswas
Portuguese Abstract   English Abstract   English Full text

O programa de rastreamento visual pr�-escolar em Seul: Resultados da Cor�ia do Sul
Hyun Taek Lim, Young Suk Yu, Song-Hee Park, Hyosook Ahn, Shinja Kim, Mija Lee, Ji-Yeon Jeong, Kyung Hwan Shin e Bon Sool Koo

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Miopia infantil e tabagismo dos pais
Seang-Mei Saw, Kee-Seng Chia, Jon M Lindstrom, Donald TH Tan e Richard A Stone
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Astigmatismo em crian�as chinesas pr�-escolares � Preval�ncia, Altera��o e efeito no desenvolvimento refracional
Dorothy S.P. Fan, Srinivas K. Rao, Eva Y.Y. Cheung, Maksudul Islam, Sekjin Chew, e Dennis S.C. Lam
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Recobrimento com retalho de F�scia Temporalis Aut�loga em Exposi��o de Implante de Esfera Orbital de Propietileno Poroso (Medpor�)
Mandeep Sagoo e Jane M Olver
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  Laboratory science - scientific reports

Ativa��o do fator nuclear kappa B na conjuntiva com o raspado epitelial da c�rnea de camundongo e ceratoconjuntivite epid�mica humana
Satoru Kase, Koki Aoki, Takayuki Harada, Chikako Harada, Kazuhiro Ohgami, Kenji Shiratori, Shinzo Nishi, Shigeaki Ohno e Kazuhiko Yoshida
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Influ�ncia da Cirurgia N�o-penetrante de Glaucoma no Facilitamento do Escoamento de Aquoso em Olhos Isolados de Porcos
Tarek Shaarawy, Renyi Wu, Andre Mermoud, Josef Flammer e Ivan Haefliger

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Brimonidina purite 0,15% vs. Dorzolamida 2% administradas duas vezes por dia para reduzir a press�o intraocular em indiv�duos com glaucoma de �ngulo aberto ou hipertens�o ocular
Elizabeth D. Sharpe, MD, Douglas G. Day, MD, Charles J. Beischel, MD, Jennifer S. Rhodes, BS, Jeanette A. Stewart, RN e William C. Stewart, MD

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  Laboratory science - extended reports

Meio de Cultura Composto por Mistura de C�lulas do Epit�lio Pigmentado da Retina e C�lulas de M�ller Reduz a Permeabilidade de C�lulas Endoteliais Vasculares da Retina In Vitro
Marina L Tretiach, Michele C Madigan e Mark C Gillies

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  Clinical science - scientific reports 
 

O Coronavirus da SARS (Severe Acute Respiratory Syndrome � S�ndrome Respirat�ria Grave Aguda) na L�grima
Seng-Chee Loon, Stephen C B Tech, Lynette L E Oon, Hoe-Nam Leong, Su-Yun S E Thoe, Ai-Ee Ling e Yee-Sin Leo


Resumo
Introdu��o: A SARS (Severe Acute Respiratory Syndrome � S�ndrome Respirat�ria Grave Aguda) � uma doen�a infecciosa nova que causou uma epidemia global em 2003. Pesquisas mostraram que a doen�a � causada por um novo coronav�rus. N�s identificamos uma s�rie de casos onde a rea��o em cadeia de polimerase (PCR) na l�grima demonstrou a presen�a do v�rus. A detec��o de infec��es oculares da l�grima utilizando t�cnicas com PCR tem sido utilizada por oftalmologistas para diagnosticar infec��es por outros v�rus.

M�todos: Esta � uma s�rie de casos de SARS classificados como suspeitos ou prov�veis. Amostras da l�grima foram coletadas de 36 pacientes consecutivos com suspeita de SARS em Singapura durante um per�odo de 12 dias (7 a 18 de abril de 2003). Estas amostras foram analisadas por meio de PCR seguindo protocolos desenvolvidos pela rede OMS de laborat�rios.

Resultados: Tr�s pacientes com diagn�stico prov�vel de SARS (uma mulher e dois homens) apresentaram resultados positivos nas amostras coletadas. Apresentamos um perfil destes casos. Amostras de l�grima foram utilizadas para confirmar a SARS na mulher, que mostrou positividade somente na l�grima. Os esp�cimes positivos foram encontrados em casos cuja coleta foi realizada no in�cio da infec��o.

Conclus�es: Esta � a primeira s�rie de casos relatados com a detec��o do coronav�rus da SARS a partir da l�grima e tem implica��es importantes para a pr�tica da oftalmologia e da medicina. A capacidade em detectar e isolar o v�rus na fase inicial da doen�a pode ser uma ferramenta diagn�stica importante para pacientes futuros j� que a coleta da l�grima � simples e reprodut�vel. Muitos trabalhadores da �rea da sa�de est�o em proximidade com os olhos dos nossos pacientes; isto pode ser uma fonte de cont�gio entre estes trabalhadores e outros pacientes. Cl�nicas oftalmol�gicas talvez tenham que mudar com o surgimento de medidas de quarentena e isolamento adequados para o manejo de pacientes com SARS.

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Achados Cl�nicos e Ultraestruturais nas linhas de �Crina de Cavalo� no epit�lio corneal
Saeed Akhtar, Anthony J Bron, Li-Wern M Voon e Keith M Meek


Introdu��o/Objetivo: As linhas de �crina de cavalo� s�o linhas incomuns, acinzentadas, paralelas e incompletas do epit�lio da c�rnea, que podem levar a desconforto ocular ou visual. Relatamos os achados cl�nicos e ultraestruturais de dois pacientes.

M�todos: Debridamento terap�utico foi realizado em dois pacientes com o dist�rbio da �crina de cavalo�. Este epit�lio de pouca ader�ncia foi removido e fixado em glutaralde�do com azul cuprol�nico e processado para microscopia eletr�nica.

Resultados: Estudos ultraestruturais mostraram pannus colagenoso e avascular que localizava-se sob todo o epit�lio removido e separados por uma zona semelhante � l�mina basal. Este material lamelar estendia-se para dentro do epit�lio em dobras semelhantes aos achados cl�nicos. Caracter�sticas ultraestruturais interessantes inclu�ram: 1) Falta de hemi-desmossomos em rela��o ao material da l�mina basal. 2) Encarceramento de cerat�citos dentro das dobras lamelares. 3) Regularidade incomum e dimens�es finas das fibrilas de col�geno e proteoglicanas que compunham o pannus subepitelial. O material lamelar continha proteoglicanas e fibrilas semelhantes a col�geno de espa�o longo.

Conclus�es: As linhas de �crina de cavalo� ocorrem devido a material de l�mina basal, provavelmente de origem epitelial, que invagina para o epit�lio corneal. A presen�a de alguns cerat�citos dentro destas invagina��es sugere uma contribui��o estromal para este dist�rbio. A observa��o das linhas de �crina de cavalo� na incid�ncia focal da l�mpada de fenda provavelmente est� relacionada � espessura e propriedades de dispers�o da luz das invagina��es e dos dep�sitos subepiteliais. For�as tracionais, impostas pela a��o palpebral, talvez expliquem sua disposi��o horizontal.

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Inibi��o da MPM previne migra��o das c�lulas epiteliais do cristalino humano e contra��o da c�psula
Tina T L Wong, Julie T Daniels, Jonathan G Crowston e Peng T Khaw


Introdu��o/Objetivo: O desenvolvimento de contra��o da c�psula posterior ap�s cirurgia de catarata � causada pela atividade das c�lulas epiteiliais residuais. Metaloproteinases matriciais (MPM) s�o um grupo de enzimas proteol�ticas essenciais para a migra��o celular e contra��o mediada por c�lulas ap�s cicatriza��o. Pesquisamos se a inibi��o da a��o de MPM pode reduzir a migra��o de c�lulas epiteiliais do cristalino e, como resultado, levar � redu��o da contra��o capsular.

M�todos: C�psulas do cristalino humano doadas foram cultivadas e tratadas com inibidor de MPM de amplo espectro � a Ilomastat (GM6001). A produ��o de MPM 2 e 9 foi determinado por ELISA. A migra��o celular para a c�psula posterior e contra��o capsular foram medidas digitalmente.

Resultados: A inibi��o de MPMs reduziu significativamente (p<0,05) a migra��o de c�lulas epiteliais para a c�psula posterior, assim como reduziu a contra��o capsular (p<0,05).

Conclus�es: Ilomastat reduziu de forma significativa a migra��o das c�lulas epiteliais para a superf�cie da c�psula posterior e inibiu a contra��o capsular. A inibi��o da MPM pode desempenhar um papel no tratamento da opacifica��o da c�psula posterior.

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Pesquisa nacional do uso de antimetab�litos em cirutgia de glaucoma no Reino Unido
D Siriwardena, B Edmunds, R P L Wormald e P T Khaw

Objetivos: Avaliar o padr�o de uso de antimetab�litos em cirurgias de trabeculectomia por todos os oftalmologistas em atividade cl�nica no Reino Unido.

M�todos: Question�rio postal com 12 quest�es sobre uso de antimetab�litos em cirugia de trabeculectomia foi enviado para todos os 749 oftalmologistas em atividade cl�nica no Reino Unido. Eles foram questionados sobre o n�mero estimado de trabeculectomias realizadas por ano, fequ�ncia de uso do 5-fluorouacil (5-FU) em cirurgias prim�rias e reopera��es, m�todo de adiministra��o de 5-FU utilizado, fequ�ncia de utiliza��o de mitomicina (MMC) em cirurgias prim�rias ou reopera��es e dosagem usual de MMC utilizada. Fatores que influenciaram na decis�o de usar ou n�o os antimetab�litos foram tamb�m avaliados.

Resultados:A taxa de questin�rios respondidos foi de 82% (615 de 749); 87% (533) desses oftalmologistas realizam cirurgias de trabeculectomia. Desses 533 m�dcos, 98 (18%) nunca utilizaram nenhum antimetab�lito. A maioria deles 82% utilizam antimetab�litos, por�m infrenquentemente (apenas 9% usam antimetab�litpos em mais da metade dos casos). O antimetab�lito preferido foi 5-FU. Dos 435 oftalmologistas que ralizam cirurgia de trabeculectomia, utilizando antimetab�litos, 402 (93%) usam 5-FU e 179 (41%) usam MMC. V�rios fatores influenciaram na decis�o de utilizar ou n�o o antimetab�lito, mas experi�ncia de complica��es associadas com o seu uso foi o fator decisivo para 34% dos m�dicos consultados.

Conclus�o: O uso de antimetab�litos, particularmente MMC, no Reino Unido � muito menor do que na Am�rica ou Jap�o, onde trabeculectomia com MMC � o procedimento preferido para cirurgia de glaucoma.

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Compara��o da combina��o fixa de latanoprost e timolol com combina��o n�o-fixa de brimonidina e timolol em pacientes com press�o intraocular elevada. Um estudo multic�ntrico europeu de 6 meses com avalia��o mascarada
Julian Garcia-Sanchez, MD, PhD, Jean-Francois Rouland, MD, Detlev Spiegel, MD, Bojan Pajic, MD, Ian Cunliffe, MD, Carlo Traverso, MD e John Landry, MMath


Objetivo: Comparar o efeito redutor da press�o intraocular (PIO) e seguran�a da combina��o fixa (CF) de latanoprost/timolol com a combina��o n�o-fixa (CNF) de brimonidina/timolol em pacientes com PIO elevada.

M�todos: Neste estudo europeu de 6 meses de dura��o com avalia��o mascarada de grupos paralelos de distribui��o aleat�ria, pacientes com glaucoma ou hipertens�o ocular e PIOs > 21mmHg em monoterapia ou > 16mmHg com duas medica��es receberam CF de latanoprost/timolol �s 08:00 horas ou CNF de brimonidina/timolol �s 08:00 e �s 20:00 horas. Foi avaliada a diferen�a na redu��o da PIO di�rna m�dia da avalia��o inicial at� o m�s 6.

Resultados: De maneira geral, 325 dos 334 pacientes distribu�dos aleatoriamente foram inclu�dos em an�lises �com inten��o de tratamento� (CF latanoprost/timolol, 163; CNF brimonidina/timolol, 162). As PIOs de base di�rnas foram semelhantes. CF latanoprost/timolol, 26,4+2,7 mmHg; CNF brimonidina/timolol 26,5+2,8mmHg (p=0,851). No m�s 6 os n�veis foram de 16,9 2.8 mmHg nos pacientes do grupo de CF latanoprost/timolol e 18,2+3,1mmHg nos pacientes do grupo de CNF brimonidina/timolol (P<0,001). Nenhum efeito adverso foi relatado por 76,4% e 75,5% dos pacientes recebendo CF latanoprost/timolol e CNF brimonidina/timolol, respectivamente. Propor��es maiores dos pacientes tratados com brimonidina/timolol relataram efeitos adversos relacionados � medica��o do estudo (18,6% vs 7,3%) e maior porcentagem tamb�m encerrou sua participa��o no estudo devido a tais efeitos (10,8% vs 1,8%).

Conclus�o: A combina��o fixa de latanoprost/timolol administrada uma vez ao dia � mais eficaz e melhor tolerada do que a CNF de brimonidina/timolol administrada duas vezes ao dia.

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Caracter�sticas dos Macroaneurismas Arteriais Ret�nicos em Pacientes com Uve�te
Emiko Yamanaka, Nobuyuki Ohguro, Akira Kubota, Shuji Yamamoto, Yayoi Nakagawa e Yasuo Tano


Objetivo: Determinar a frequ�ncia e as caracter�sticas cl�nicas de macroaneurismas ret�nicos em pacientes com uve�te.
Tipo de estudo: Observa��o de s�rie de casos.

M�todos: Realizamos revis�o retrospectiva de arquivos cl�nicos, fotogr�ficos e angiogr�ficos de 1007 pacientes com uve�te examinados na Cl�nica de Uve�te do Hospital Universit�rio de Osaka, entre Janeiro de 1995 e Abril de 2002. Todos os prontu�rios foram examinados para determinar a presen�a, lateralidade, tipo, localiza��o e evolu��o cl�nica de macroaneurismas e sua associa��o com doen�as sist�micas e oculares.

Resultados: Dos 1007 pacientes com uve�te, somente 14 (1,39%) tinham macroaneurismas. Doze entre esses 14 tinham corioretinite multifocal perif�rica (PMC) e 5 desses 12 foram diagnosticados com sarcoidose. Os 7 restantes n�o receberam diagn�stico de sarcoidose. Houve apenas um caso com sarcoidose sem PMC e um caso remanescente foi de uve�te de origem desconhecida. Encontramos 18 macroaneurismas entre todos os casos, 17 (94,4%) eram do tipo exsudativo e um do tipo hemorr�gico. Dois pacientes foram tratados de hipertens�o arterial sist�mica mas os outros n�o tinham sinais de hipertens�o ou doen�a cardiovascular.

Conclus�es: Macroaneurismas n�o s�o caracteristicamente encontrados em pacientes com uve�te, por�m a maioria deles � encontrada em pacientes com PMC. A maioria dos macroaneurismas foi do tipo exsudativo e conclu�mos que pacientes com PMC devem ser examinados cudadosamente a procura de macroaneurismas exsudativos.

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Resposta reduzida dos di�metros dos vasos da retina ao est�mulo cintilante em pacientes com diabetes
Gerhard Garhofer, Claudia Zawinka, Hemma Resch, Peter Kothy, Migena Isaj, Leopold Schmetterer e Guido T Dorner


Introdu��o/Objetivo:O est�mulo da retina com luz cintilante aumenta os di�metros das art�rias e veias da retina em animais e humanos, indicando uma correla��o mutio �ntima entre atividade neural e fluxo sangu�neo. O objetivo do presente estudo foi investigar se essa resposta est� alterada em pacientes com diabetes mellitus insulino dependentes (DMID).

M�todos: 26 pacientes com diabetes mellitus sem retinopatia ou com retinopatia n�o proliferativa leve e 26 volunt�rios n�o diab�ticos com idades e sexos semelhantes foram inclu�dos no estudo. Os di�metros dos vasos ret�nicos foram continuamente medidos com o Zeiss Retinal Vessel Analyzer. Durante essas medidas 3 epis�dios de per�odos de est�mulos cintilantes de onda ao quadrado (16, 32 e 64 secs; 8Hz) foram aplicados atrav�s da passagem de ilumina��o do analisador vascular.

Resultados: A resposta ao est�mulo com ilumina��o cintilante difusa foi significantemente diminu�da nas art�rias da retina dos pacientes diab�ticos comparados aos volunt�rios sadios (ANOVA, p<0,03). Nos pacientes controles n�o diab�ticos o et�mulo cintilante aumentou os di�metros das art�rias ret�nicas em +1,6�1,8% (m�dia�DP, p<0,001 vs. linha de base), +2,8�2,2% (p<0,001) e +2,8�1,6% (p<0,001) durante 16, 32 and 64 sec de est�mulo cintilante, respectivamente. Em pacientes diab�ticos oest�mulo cintilante n�o influenciou no di�metro vascular arterial: +0,1� 3,1% (16 sec, p=0,9), +1,1�2,7% (32 sec, p=0,07), +1,0�2,8% (64 sec, p=0,1). Nas veias ret�nicas, a resposta � luz cintilante n�o foi significantemente diferente nos dois grupos. O di�metro das veias ret�nicas aumentou em +0,7�1,6% (16 sec, p<0,05), +1,9�2,3% (32 sec, p<0,001) e 1,7�1,8% (64 sec, p<0,001) no grupo controle durante o est�mulo cintilante. Novamente, n�o foi observado aumento nos pacientes do grupo estudado: +0,6�2,4%, +0,5�1,5% and +1,2�3,1% (16, 32 and 64 sec, respectivamente).

Conclus�es: Respostas a est�mulos cintilantes nas art�rias e veias ret�nicas est�o anormalmente reduzidas em pacientes com DMID que n�o apresentam retinopatia ou com retinopatia n�o proliferativa leve. Ainda deve ser esclarecido se essa diminui��o da resposta deve ser atribu�da � rea��o vascular ret�nica alterada ou � diminui��o da atividade neuronal.

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Taxa Inicial de Regress�o do Tumor P�s-Braquiterapia Relacionada com a Dissemina��o Metast�tica em Melanoma Uveal Posterior
Igor Kaiserman, Irene Anteby, Itay Chowers, Eytan Z. Blumenthal, Iris Kliers e Jacob Pe'er



Objetivo: Confirmar o valor do progn�stico da taxa inicial de regress�o do tumor p�s-braquiterapia em melanoma uveal posterior.
Tipo de estudo:Estudo de coorte prospectivo,comparativo,observacional.

M�todos:
Pacientes: 147 olhos(147 pacientes) com melanoma de cor�ide (m�dia de 61 anos de idade) tratados atrav�s de braquiterapia com Ru-106.
Procedimentos durante a observa��o: Pacientes foram acompanhados clinicamente e atrav�s de ultra-sonografia a cada 6,7 � 0,3 meses (1001 exames). Em m�dia, cada paciente foi examinado 5,8 vezes (m�dia de acompanhamento de 9,6 �3,7 anos). Os par�metros ecogr�ficos inclu�ram tamanho da base do tumor, altura, refletividade interna, regularidade, vasculariza��o e extens�o extra-escleral. O acompanhamento cl�nico inclu�u exame ocular e �screening� de met�stases peri�dico ( testes de fun��o e imagem hep�ticas).
Medidas principais de evolu��o: Risco de met�tases hep�ticas em correla��o com a taxa inicial de regress�o do tumor p�s-braquiterapia.

Resultados: Na ocasi�o da braquiterapia a altura do tumor foi de 5,2mm (varia��o 2,2 - 11,8mm). Ap�s braquiterapia 142 tumores (96,6%) responderam com diminui��o da altura. A taxa de regress�o da altura inicial foi de 6,1 � 0,8% por m�s em pacientes que desenvolveram met�stases tardias vs. 4,3 � 0,4% por m�s naqueles que n�o desenvolveram met�stases. Tumores mais altos que 6 mm, tumores com uma refletividade interna menor que 50% e tumores com taxa inicial de regress�o de altura maior que 0,7 mm/m�s (10% por m�s) tiveram maior mortalidade relacionada ao melanoma em 5 anos. An�lise de sobreviv�ncia de Kaplan-Meier e o modelo de riscos multivari�veis proporcionais Cox mostraram papel significante da altura do tumor e taxa de regress�o inicial do tumor na sobrevida dos pacientes.

Conclus�es: Este estudo confirma que a taxa inicial de regress�o do tumor p�s-braquiterapia tem valor progn�stico

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An�lise da Perda Axonal na Atrofia em Banda do Nervo �ptico atrav�s de Tomografia de Coer�ncia �ptica
M�rio L. R. Monteiro, Bruno Campelo Leal, Alexandre A. M. Rosa e Marcello D. Bronstein


Objetivos: Medir a perda axonal em pacientes com atrofia em banda do nervo �ptico causada por compress�o do quiasma �ptico, utilizando tomografia de coer�ncia �ptica (Humphrey-Zeiss Medical Systems, San Leandro, CA) e avaliar a habidilidade deste instrumento em identificar este padr�o de perda da camada de fibras nervosas da retina (CFNR).

M�todos: Vinte olhos de 16 pacientes consecutivos com atrofia em banda do nervo �ptico e hemianopsia temporal permanente devido � compress�o do quiasma e 20 olhos de um grupo controle de 16 pacientes saud�veis com idade e sexo coincidentes foram prospectivamente estudados. Todos os pacientes foram submetidos a exame oftalmol�gico, incluindo campimetria e avalia��o da CFNR, utilizando a tomografia de coer�ncia �ptica. A m�dia de espessura da CFNR ao redor do disco �ptico foi comparada entre os dois grupos.

Resultados: A espessura da CFNR periparilar (m�dia� DP) de olhos com atrofia em banda foi de 101,00 � 9,89 �m, 62,21 � 12,71 �m, 104,89 � 12,60 �m e 50,13 � 16,88 �m nas regi�es superior, temporal inferior e nasal, respectivamente. A m�dia total de CFNR foi de 79.94 � 7.17 �m. No grupo controle, os valores correspondentes foram 140,10 � 16,06 �m, 86,50 � 12,17 �m, 144,60 � 15,70 �m e 97,94 � 16,02 �m. A m�dia total de CFNR foi de 117,72 � 9,53 �m. As medidas foram significantemente diferentes entre os dois grupos. Medidas em cada um dos doze 30-graus de divis�es fornecidos pelo equipamento tamb�m mostraram valores significativamente diferentes entre olhos com atrofia em banda e controles normais.

Conclus�es: Tomografia de coer�ncia �ptica foi capaz de identificar perda axonal em todos os quatro quadrantes assim como em cada um dos doze 30-graus de segmentos do disco. Assim, a tomografia de coer�ncia �ptica parece ser um instrumento promissor no diagn�stico e acompanhamento de doen�as neurooftalmol�gicas respons�veis por perda da CFNR, mesmo quando houver acometimento predominante nas �reas nasal ou temporal do disco �ptico.

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  Clinical science - extended reports

Refra��o e ceratometria em prematuros de 40 semanas (idade corrigida) e crian�as de termo
Moshe Snir, Ronit Friling, Dov Weinberger, Ilana Sherf e Ruth Axer-Siegel

Objetivo: Comparar a refra��o e leituras ceratom�tricas entre beb�s prematuros e de termo de 40 semanas e o poss�vel efeito do peso ao nascer (PN) e idade gestacional (IG) nestes par�metros oculares.

M�todos: Trinta e tr�s beb�s prematuros hospitalizados na unidade de neonatologia entre Janeiro e Mar�o de 2002 foram pareados com 33 beb�s nascidos na mesma �poca e hospitalizados na mesma unidade. O grupo prematuro recebeu fundoscopia 4 a 5 semanas ap�s o parto. O exame ocular com 40 semanas incluiu retinoscopia sob cicloplegia, fundoscopia e medidas ceratom�tircas. M�dia e desvio-padr�o da refra��o, poder astigm�tico, eixo do astigmatismo e leitura ceratom�trica foram calculados e comparados entre os grupos e correlacionados com PN e IG nos beb�s prematuros.

Resultados: Retinopatia no est�gio I ou II foi notada em 88% dos beb�s prematuros na primeira fundoscopia, mas em apenas 36% � idade de 40 semanas. Diferen�as estat�sticas significativas foram encontradas para a refra��o sob cicloplegia (p=0,02 para ambos os olhos) e ceratometria (p=0,001 para ambos os olhos). PN e IG n�o apresentaram impacto nos achados refrativos e ceratom�tricos nos beb�s prematuros.

Conclus�es: Beb�s com retinopatia da prematuridade leve � idade corrigida de 40 semanas apresentam discreta hipermetropia comparada � hipermetropia moderada encontrada nos beb�s prematuros (diferen�a de 50%) e apresentam valores ceratom�tricos mais altos e mais curvos. A curvatura corneal maior pode contribuir com o desenvolvimento de miopia. Oftalmologistas e pais devem ficar a par da possibilidade de disfun��o visual precoce em crian�as prematuras de idade relativamente maior.

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A cirurgia de catarata cong�nita precoce � um fator de risco para glaucoma?
Mandagere Vishwanath, Richard Cheong-Leen, David S. I. Taylor, Isabelle Russell-Eggitt e Jugnoo Rahi


Objetivos: Estimar o risco de glaucoma do af�cico ap�s lensectomia em catarata cong�nita e sua associa��o com cirurgia no primeiro m�s de vida.

M�todo: Conduzimos uma revis�o retrospectiva de casos de todos os pacientes submetidos � lensectomia para catarata cong�nita durante o primeiro ano de vida no Great Ormond Street Hospital entre 1994 e 1997. Pacientes com glaucoma pr� existente, disgenesia do seguimento anterior e s�ndrome de Lowe foram excluidos. O risco de glaucoma do af�cico depois da cirurgia foi estimado utilizando an�lise de sobreviv�ncia de Kaplan-Meier.

Resultados: 80 pacientes, submetidos a 128 lensectomias no nosso servi�o foram eleg�veis. Desses, 6 pacientes (9 olhos) perderam o acompanhamento. Baseado na soma de olhos, o risco de glaucoma em 5 anos ap�s lensectomia foi 15,6% (95% IC 10,2% - 23,4%). Baseado na soma de pacientes, o risco de glaucoma em 5 anos em pelo menos um olho ap�s cirurgia bilateral foi 25,1% (95% IC 15,1% - 40,0%). A incid�ncia de glaucoma permaneceu em num n�vel constante nos primeiros 5 anos depois da cirurgia. Ap�s lensectomia bilateral realizada durante o primeiro m�s de vida, o risco de glaucoma em cinco anos em um olho foi de 50% (95% IC 27,8% - 77,1%) comparado a 14,9% (95% IC 6,5% - 32,1%) com cirurgia realizada ap�s este per�odo (teste log rank, p=0,012, rela;�ao das probabilidades 5,7). N�o houve diferen�a significante em 5 anos de acompanhamento entre olhos operados antes e ap�s 1 m�s de idade(Teste de Kolmogorov-Smirnov: Lensectomia Unilateral p = 0,587, Lensectomia Bilateral p = 0,369).

Conclus�o: A lensectomia bilateral durante o primeiro m�s de vida est� associada a um maior risco de glaucoma subsequente comparada � cirurgia realizada mais tardiamente. A raz�o para isso � desconhecida mas talvez seja prudente, em casos bilaterais, protelar a cirurgia at� 4 semanas de idade. Como a incid�ncia de glaucoma � semelhante para cada ano ap�s a cirurgia, a vigil�ncia a longo prazo � obrigat�ria.

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Recortar e colar: Uma abordagem de pequena incis�o sem sutura para a cirurgia de pter�gio
Gabor Koranyi


Objetivo: Avaliar os benef�cios de uma nova t�cnica de cirurgia de pter�gio em rela��o � dor p�s-operat�ria e tempo cir�rgico
Tipo de Estudo: Cl�nico prospectivo de distribui��o aleat�ria
Participantes: Quarenta e tr�s pacientes operados devido a pter�gio nasal prim�rio.

M�todos: Retalhos conjuntivais aut�logos removidos pr�ximo ao limbo superotemporal foram utilizados para cobrir a esclera ap�s remo��o do pter�gio. Ap�s distruibui��o aleat�ria, 20 pacientes tiveram o retalho fixado por adesivo de fibrina (Tisseel Duo Quick, Baxter, Vienna, Austria); os outros 23 pacientes tiveram o retalho fixado por meio de suturas absorv�veis (Vicril 7-0 Johnson & Johnson Intl, Brussels, Belgium). O teste de Mann-Whiteny foi utilizado para an�lise estat�stica.
Medidas: Dor p�s-operat�ria foi graduada de acordo com a escala visual an�loga (EVA) duas vezes ao dia durante a primeira semana ap�s a cirurgia. O tempo cir�rgico foi anotado desde a primeira incis�o at� a remo��o do blefarostato.

Resultados: A dor m�dia foi significativamente menor quando foi utilizado o adesivo de fibrina, p<0,05. O tempo cir�rgico m�dio foi de 9,7 minutos (6 a 13 minutos) para o adesivo e 18.5 minutos (12 a 30 minutos) para suturas, p<0,001. N�o houve complica��es.

Conclus�o: Utilizar o adesivo em vez das suturas para fixar o retalho do transplante conjuntival leva a menor dor p�s-operat�ria e diminui o tempo cir�rgico significativamente.

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FTY720 prolonga a sobrevida do aloenxerto corneal com efeito diferencial nas diferentes popula��es linfoc�ticas
Klaus Mayer, Florian Birnbaum, Thomas Reinhard, Alexander Reis, Stefan Braunstein, Frans H Claas e Rainer Sundmacher


Introdu��o/Objetivo: FTY720 � um imunomodulador potente com efeitos �nicos na migra��o linfoc�tica. Recentemente sua seguran�a e efici�ncia foram comprovadas em transplantes renais humanos. N�s pesquisamos a pot�ncia do FTY720 na inibi��o de rejei��o alogr�fica em modelo experimental de ceratoplastia penetrante alog�nica ortot�pica.

M�todos: Ceratoplastias penetrantes foram realizadas em ratos da ra�a Fisher como doadores e ratos da ra�a Lewis como receptores ou doadores: grupo 1 (n=10): controle alog�nico; grupo 2 (n=10): Lewis/Lewis controle sing�nico; grupo 3 (n=9): micofenolato mofet�lico 40 mg/kg; grupo 4 (n=10): FTY720 1,2mg/kg; grupo 5 (n=8): FTY720 0,3 mg/kg. Quatro animais foram sacrificados para avalia��o imunohistol�gica no dia 14. A medica��o nos grupos tratados foi administrada durante 18 dias.

Resultados: O tempo m�dio de sobrevida do enxerto sem rejei��o foi de 11,3 + 0,8 dias para o controle alog�nico (grupo 1), 24,6+2,5 para o grupo 3 (MMF), 44,5+5,7 dias para o grupo 4 (FTY720 1,2mg/kg) e 35,3+5,7 dias para o grupo 5 (FTY720 0,3 mg/kg)(p<0,05). O controle alog�nico mostrou infiltrado denso com CD4+. CD8+, CD161+ (c�lulas natural killer), CD25+ (receptor IL2) e macr�fagos. Nos grupos tratados a densidade do CD4+, CD8+, CD161+ e CD 25+ foi significativamente reduzida quando comparada ao controle alog�nico (p<0,05). No entanto, no grupo 5 a redu��o do infiltrado CD4+ foi maior do que a redu��o do infiltrado das c�lulas CD8+ (p<0,05) e CD161+.

Discuss�o: Imunossupress�o oral com FTY720 prolonga a sobrevida do aloenxerto corneal no nosso modelo de transplante. Os resultados sugerem que FTY720 tem efeito diferente em algumas popula��es linfoc�ticas. C�lulas CD4+ parecem ser mais afetadas que c�lulas CD8+ e natural killer.

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Efeito da midr�ase e campos estrat�gicos variados no screening de doen�a ocular relacionada � diabetes atrav�s de imagem digital
Helen Murgatroyd, Angela Ellingford, Alan Cox, Moira Binnie, John D Ellis, Carolyn J MacEwen e Graham P Leese


Objetivos: Os objetivos deste estudo foram avaliar os efeitos de (1) midr�ase e (2) fotografia de campo �nico versus campo triplo no screening de doen�a ocular relacionada a diabetes, utilizando fotografia digital.

M�todo: Achados de exames em l�mpada de fenda foram comparados � fotografia digital do fundo de olho para detec��o de qualquer retinopatia e para retinopatia referida em 398 pacientes (794 olhos). Uma C�mera digital Topcon TRC-NW6S n�o midri�tica foi utilizada. Tr�s est�gios fotogr�ficos foram utilizados: campo �nico n�o dilatado, campo �nico dilatado e campos m�ltiplos dilatados. As fotografias foram apresentadas em ordem aleat�ria para um dos dois retin�logos examinadores. Para as fotos de campo �nico os examinadores foram mascarados para o uso de midri�ticos. Em 13% das fotografias do fundo a classifica��o foi realizada por todos os classificadores.

Resultados: Midr�ase reduziu a propor��o de fotografias inclassific�veis de 26% para 5% (p<0,001). Midr�ase ou fotografias de campo triplo n�o aumentaram a sensitividade ou especificidade para detec��o de qualquer retinopatia ou de retinopatia referida quando comparadas � fotografia de campo �nico n�o dilatada. A sensitividade e especificidade para detectar retinopatia referida, utilizando fotografia de campo �nico n�o dilatado foi 77% (95% de intervalos coincidentes 71-84%) e 95% (95% IC 93-97%) respecitivamente. Utilizando fotografias de campo �nico dilatadas foram 81% (95% IC 76-87%) e 92% (95% IC 90-94%) respectivamente. Utilizando fotografias dilatadas de campo triplo foram 83% (95% IC 78-88%) e 93% (95% IC 91-96%) respectivamente. A capacidade para detec��o de retinopatia referida entre os classificadores em fotos classific�vies foi excelente (valores Kappa 0,86-1,00).

Conclus�es: Midr�ase reduz a taxa de falha t�cnica. Midr�ase e fotografia de campo triplo como utilizadas neste estudo n�o aumentaram a sensitividade ou especificidade para detectar retinopatia diab�tica.

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Express�o da Prote�na Associada ao Transportador em Melanoma Uveal
Krishnakumar Subramanian, Amirtha S Lakshmi, Dhiraj J Abhyankar e Jyotirmay Biswas


Introdu��o/Objetivo: A prote�na associada ao transportador (TAP) � importante na apresenta��o de pept�deos � mol�cula de classe I do principal complexo de histocompatiibilidade (MHC). Defeitos no TAP levam � diminui��o da express�o do MHC de classe I. N�s estudamos a imunoexpress�o da mol�cula de classe I de ant�genos leuc�cit�rios humanos (HLA) e subunidade TAP1 em melanomas uveais prim�rios correlacionando-os ao tipo celular e extens�o extra-escleral.

M�todos: Ant�geno HLA classe I e subunidade TAP1 foram analisados atrav�s de colora��o com imunoperoxidase com anticorpos monoclonais em 45 melanomas uveais prim�rios de amostras arquivadas. Os tumores foram divididos em 2 grupos. Grupo A: tumores sem extens�o extra-escleral. Grupo B: tumores com extens�o extra-escleral/met�stase hep�tica. Imunoan�lises foram realizadas atrav�s de um m�todo semi-quantitativo.

Resultados: Ant�geno HLA classe I e TAP1 estavam diminu�dos em 35/35 tumores sem extens�o extra-escleral (100%) e positivo em 6/10 tumores com met�stase hep�tica (60%). A diminui��o da imunoexpress�o do HLA classe I e TAP1 em melanomas uve�is sem extens�o extra-eslceral foi significante (p<0,001). Ant�geno HLA classe I e TAP1 foram negativos em melanomas de c�lulas fusiformes (p<0,001).

Conclus�es: A express�o do ant�geno HLA classe I e TAP1 estava diminu�da em melanomas uve�is sem extens�o extra-escleral e em melanomas de c�lulas fusiformes. Express�o diminu�da do TAP1 deve levar � diminui��o da express�o do ant�geno HLA classe I em melanoma uveal. Essa observa��o preliminar necessita de mais investiga��o o que esclarecer� melhor o mecanismo imunol�gico desse tumor e, assim, possibilitar� novas estrat�gias terap�uticas.

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O programa de rastreamento visual pr�-escolar em Seul: Resultados da Cor�ia do Sul
Hyun Taek Lim, Young Suk Yu, Song-Hee Park, Hyosook Ahn, Shinja Kim, Mija Lee, Ji-Yeon Jeong, Kyung Hwan Shin e Bon Sool Koo


Objetivo: Descrevemos um novo modelo de rastreamento visual pr�-escolar em Seul para investigar a distribui��o de diversos dist�rbios oculares nesta popula��o metropolitana pr�-escolar.

M�todos: Realizamos rastreamento visual em 36973 crian�as da pr�-escola entre 3 e 5 anos de maneira progressiva. O primeiro passo foi rastreamento no lar utilizando um conjunto de 5 cart�es fotogr�ficos e um question�rio. As crian�as que n�o passavam pela primeira etapa (AV < 0,5 em pelo menos um olho ou respostas fora do normal no question�rio) foram reavaliadas com tabelas de acuidade visual comuns em centros de sa�de p�blicos regionais. Ap�s esta reavalia��o, algumas crian�as foram encaminhas a oftalmologistas. O crit�rio de encaminhamento foi de AV<0,5 aos 3 anos e <0,63 aos 4 ou 5 anos em pelo menos um olho.

Resultados: Dos pacientes avaliados, 7116 (19,2%) das crian�as n�o foram aprovadas na avalia��o em casa e 2058 (28,9%) das 7116 crian�as foram encaminhadas. Os resultados do exame oftalmol�gico nas cl�nicas de olhos estavam dispon�veis para 894 (43,4%) das crian�as encaminhadas. O restante das crian�as n�o foram a oftalmologistas por j� estarem em acompanhamento com outro m�dico ou por raz�es pessoais. Erros refrativos foram encontrados em 608 (1,6%) das crian�as. Astigmatismo foi encontrado em 78,2% das ametropias. Ambliopia foi descoberta em 149 (0,4%) das crian�as e o erro refrativo foi a etiologia mais predominante (82,5%). Estrabismo manifesto foi detectado em 52 crian�as. O valor preditivo positivo para o rastreamento oftalmol�gico foi de 0,77 e para os dist�rbios visuais significativos que necessitaram de tratamento foi de 0,49.

Conclus�es: Nosso programa de rastreamento visual pr�-escolar foi de f�cil realiza��o e acesso �s crian�as e seus pais e foi eficaz na detec��o de v�rios dist�rbios oculares. No entanto, a participa��o das crian�as encaminhadas para oftalmologistas foi baixa. O resultado e efici�ncia do nosso programa precisam ser otimizadas com novas revis�es.

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Miopia infantil e tabagismo dos pais
Seang-Mei Saw, Kee-Seng Chia, Jon M Lindstrom, Donald TH Tan e Richard A Stone


Objetivo: Avaliar a rela��o entre exposi��o a tabagismo passivo paterno e miopia em crian�as chinesas de Singapura.

M�todos: 1334 crian�as chinesas de 3 escolas em Singapura foram recrutadas, todas participantes do Estudo de Coorte de Singapura para Fatores de Risco da Miopia (ECSFRP). Informa��es em rela��o a tabagismo materno ou paterno, n�mero de anos de tabagismo e n�mero de cigarros por dia durante a vida da crian�a foram obtidas. Estes dados foram correlacionadas com dados dispn�veis no ECSFRP. A autorefra��o sob cicloplegia, raio de curvatura corneal e medidas biom�tricas foram comparadas com o hist�rico de tabagismo dos pais.

Resultados: Quatrocentos e trinta e quatro pais (33.3%) e 23 m�es (1,7%) eram tabagistas durante a vida da crian�a. N�o foram observadas tend�ncias entre tabagismo dos pais e erro refrativo ou comprimento axial. Ap�s controle por idade, g�nero, escola, educa��o materna e miopia matera, crian�as com m�es que fumaram apresentaram refra��es mais �positivas� (m�dia ajustada= -0,28 dioptrias versus 1,38 dioptrias) comparadas a crian�as cujas m�es n�o fumavam (p=0,012).

Conclus�es: Nosso estudo n�o encontrou evid�ncias sugestivas de associa��es entre tabagismo e erro refrativo. Houve sugest�o de maior incid�ncia de hipermetropia em crian�as filhas de m�es tabagistas, mas a aus�ncia de rela��es com tabagismo paterno e a quantidade pequena de m�es fumantes nesta amostra impedem conclus�es definitivas entre tabagismo infantil passivo e miopia.

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Astigmatismo em crian�as chinesas pr�-escolares � Preval�ncia, Altera��o e efeito no desenvolvimento refracional
Dorothy S.P. Fan, Srinivas K. Rao, Eva Y.Y. Cheung, Maksudul Islam, Sekjin Chew, e Dennis S.C. Lam


Objetivos: Estudar a preval�ncia, tipo e altera��o do astigmatismo em crian�as chinesas pr�-escolares e o efeito do astigmatismo no desevolvimento refracional

M�todos: Estudo transversal de crian�as pr�-escolares foi realizado em duas escolas escolhidas de forma aleat�ria. Estudo de coorte foi realizado em amostra de crian�as cinco anos ap�s o exame inicial. O erro refracional (medida por auto-refra��o sob cicloplegia) e comprimento axial medido por ultrassom foram as principais vari�veis avaliadas.

Resultados: A idade m�dia das 522 crian�as deste estudo foi de 55,7 meses (DP 10,9 meses; varia��o: 27 a 77 meses). A leitura m�dia do cilindro foi de �0,65 dioptrias (DP0,58D; varia��o: 0 a �4,75D) e astigmatismo a favor da regra (53%) foi predominante. Nas 108 crian�as estudadas de forma longitudinal, a m�dia do cilindro diminuiu de �0,62D para �0,50D (p=0,019). A presen�a de astigmatismo no exame inicial predisp�s os olhos a maior miopiza��o (p<0,001). Al�m disso, crian�as com astigmatismo aumentado apresentaram maior progress�o mi�pica (p<0,001) e crescimento axial (p=0,002).

Conclus�es: Este estudo relata alta preval�ncia de astigmatismo em crian�as chinesas pr�-escolares. A presen�a de astigmatismo, especialmente com astigmatismo progressivo, aparentemente, predisp�e a crian�a a miopia progressiva. Outros estudos s�o necess�rios.

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Recobrimento com retalho de F�scia Temporalis Aut�loga em Exposi��o de Implante de Esfera Orbital de Propietileno Poroso (Medpor�)
Mandeep Sagoo e Jane M Olver


Introdu��o/Objetivos: Recobrimento com f�scia temporal tem sido recomendado em exposi��es de esferas de hidroxiapatita. Os objetivos desse estudo foi identificar potenciais fatores de risco para exposi��o de inplantes de esfera de propietileno poroso (Medpor�) e avaliar o uso do recobrimento com retalho de f�scia temporal aut�loga.

M�todos: Revis�o retrospectiva de casos consecutivos de exposi��o de implante orbital de esfera de polietileno poroso.

Resultados: Ocorreram cinco casos entre Maio de 2000 e Outubro de 2001 ( tr�s homens e duas mulheres; idade m�dia de 44,5 anos). Tr�s foram submetidos � enuclea��o (dois com implantes prim�rios) e dois, � eviscera��o (um com implante prim�rio). A exposi��o ocorreu em um implante prim�rio, dois secund�rios e dois reposicionados. O di�metro do implante orbital foi de 20 mm em 4 casos e 16 mm em um caso (contra��o do saco conjuntival). A m�dia de tempo entre implante e exposi��o foi de 23 meses (varia��o 0,7-42,6). Tr�s pacientes tiveram desinser��o secund�ria a adapta��o da pr�tese antes da exposi��o. A m�dia de tempo entre o �ltimo procedimento (implante escleral ou adapta��o da pr�tese) at� a exposi��o foi de 3 meses (varia��o de 0,7-12,6). Quatro pacientes necessitaram de interven��o cir�rgica, entre eles, tr�s necessitaram mais do que um procedimento. Recobrimento com �patch� de f�scia temporalis aut�loga foi bem sucedido, fechando o defeito sem re-exposi��o em tr�s dos quatro pacientes. Os transplantes foram deixados descobertos em tr�s pacientes, com uma m�dia de tempo de conjuntivaliza��o de 2,4 meses (varia��o 1,6 a 3,2).

Conclus�es: Exposi��o de implantes esclerais de polietileno poroso foram tratados com sucesso por recobrimento com f�scia temporalis aut�loga em 3 de 4 pacientes. N�s conclu�mos que essa t�cnica � �til, o tecido doador � facilmente coletado e n�o leva � inflama��o prolongada do saco conjuntival, infec��o ou extrus�o.

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  Laboratory science - scientific reports

Ativa��o do fator nuclear kappa B na conjuntiva com o raspado epitelial da c�rnea de camundongo e ceratoconjuntivite epid�mica humana
Satoru Kase, Koki Aoki, Takayuki Harada, Chikako Harada, Kazuhiro Ohgami, Kenji Shiratori, Shinzo Nishi, Shigeaki Ohno e Kazuhiko Yoshida


Objetivo: Avaliar a express�o de p65, um fator nuclear kappa B (FN-kB), no epit�lio conjuntival do camundongo C57B16 e em paciente com ceratoconjuntivite epid�mica (CCE).

M�todos: Raspado epitelial normal da c�rnea obtido 6 horas ap�s a les�o foi processado em parafina. Amostras de conjuntiva normal e com CCE foram obtidas por meio de citologia de impress�o. Ambas as amostras foram analisadas por imunocitoqu�mica utilizando anti-corpos anti-p65.

Resultados: Imunocitoqu�mica com o anticorpo anti FB-kB p65 mostrou que o p65 estava localizada no citoplasma da conjuntiva epitelial do camundongo C57B16 sem tratamento. Seis horas ap�s raspado da c�rnea, a prote�na p65 foi expressada no n�cleo do epit�lio conjuntival. P65 foi localizada no citoplasma do epit�lio conjuntival no olho normal humano. A prote�na p65 foi expressada no n�cleo das c�lulas epiteliais conjuntivais no paciente com CCE.

Conclus�o: Estes achados sugerem que o FN-kB foi ativado na conjuntiva com o raspado epitelial da c�rnea do camundongo e na CCE humana.

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Influ�ncia da Cirurgia N�o-penetrante de Glaucoma no Facilitamento do Escoamento de Aquoso em Olhos Isolados de Porcos
Tarek Shaarawy, Renyi Wu, Andre Mermoud, Josef Flammer e Ivan Haefliger


Objetivo: Investigar, in vitro, a influ�ncia da cirurgia n�o-penetrante de glaucoma (NPGS) e a influ�ncia de sutura do flap escleral superficial apertada no facilitamento do escoamento de aquoso em olhos isolados de porcos.

Materiais e M�todos: A c�mara anterior de 12 olhos de cad�veres de porcos enucleados foram canalizados e perfundidos. NPGS foi realizada pelo mesmo cirurgi�o. O facilitamento total de escoamento do aquoso foi medido antes e depois das cirurgias e ap�s a sutura do flap escleral.

Resultados: O facilitamento de escoamento do aquoso, que era 0,164 �� 0,014 ��l�Pmin-1�PmmHg-1 antes da cirurgia, aumentou significativamente ap�s NPGS (1,584 �� 0,217 ��l�Pmin-1�PmmHg-1, P<0,001). Quando o flap superficial foi fechado a facilita��o de escoamento do aquoso diminuiu significantemente (0,754 �� 0,107��l�Pmin-1�PmmHg-1,P<0,001) mas permaneceu significantemente maior do que antes da cirurgia (P<0,01). Ap�s a sutura do flap superficial a resist�ncia total aumentou para 1,625�� 0,210��l-1�Pmin�PmmHg. A diferen�a na resist�ncia para escoamento antes e ap�s a sutura do flap foi 0,848 ���P0.169��l-1min�PmmHg.

Conclus�es: Ap�s NPGS, a tnes�o da sutura do flap escleral pode modular a resist�ncia ao escoamento de aquoso. O modelo experimental descrito pode ser um modelo eficiente para treinamento da t�cnica cir�rgica para glaucoma.

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Brimonidina purite 0,15% vs. Dorzolamida 2% administradas duas vezes por dia para reduzir a press�o intraocular em indiv�duos com glaucoma de �ngulo aberto ou hipertens�o ocular
Elizabeth D. Sharpe, MD, Douglas G. Day, MD, Charles J. Beischel, MD, Jennifer S. Rhodes, BS, Jeanette A. Stewart, RN e William C. Stewart, MD


Objetivo: Avaliar a efic�cia de brimonidina purite versus dorzolamida administrados duas vezes por dia em indiv�duos com glaucoma prim�rio de �ngulo aberto ou hipertens�o ocular.

M�todos: Nesse estudo duplo mascarado, multic�ntrico, prospectivo, comparativo 33 indiv�duos foram distribu�dos aleatoriamente para brimonidina purite ou dorzolamida nas quatro primeiras semanas de tratamento ap�s um per�oto de 4 semanas sem tratamento. Os indiv�duos come�aram o tratamento oposto no segundo per�odo de 4 semanas ap�s outro per�odo de 4 semanas sem tratamento. A press�o intraocular (PIO) foi medida entre as 08:00 e 10:00, 18:00 e 20:00 horas ap�s medida de cada linha basal e no final de cada per�odo de tratamento.

Resultados: A PIO basal di�rna foi de 22,9� 2,8 para brimonidina purite e 22,2 � 2,4 mm Hg para dorzolamida. A PIO durante as 4 semanas seguintes � terapia foi 21,0 � 3,7 para brimonidina purite e 21,0 � 3,1 mm Hg para dorzolamida (P = 0,90). A m�dia da PIO di�rna foi 19,3 � 3,1 para brimonidina purite e 19,8 � 2,4 mm Hg para dorzolamida (P = 0,46). Dorzolamida causou mais ardor ocular ap�s instila��o (n=8) do que brimonidina purite (n=1) (p=0,02). N�o houve diferen�a estat�sticamente significante entre os dois grupos comparando os efeitos adversos.

Conclus�es: Este estudo sugere que tanto brimonidina purite e dorzolamida administrados duas vezes por dia t�m efic�cia similar no tratamento de indiv�duos com glaucoma prim�rio de �ngulo aberto ou hipertens�o ocular. Contudo, uma tend�ncia de maior efic�cia da brimonidina purite comparada � dorzolamina
foi observada as 10:00.

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  Laboratory science - extended reports

Meio de Cultura Composto por Mistura de C�lulas do Epit�lio Pigmentado da Retina e C�lulas de M�ller Reduz a Permeabilidade de C�lulas Endoteliais Vasculares da Retina In Vitro
Marina L Tretiach, Michele C Madigan e Mark C Gillies


Objetivo: Investigar o efeito de fotocoagula��o com laser na permeabilidade da c�lula endotelial do capilar da retina utilizando um modelo in vitro.

M�todos: C�lulas endoteliais de capilares da retina foram expostas a sobrenadantes de c�lulas de cultura de longa dura��o que foram tratadas com argon-laser. A permeabilidade da c�lula endotelial foi analisada por (i) medida da rest�ncia el�trica transendotelial e (ii) equil�brio de inulina-3H e albunina-14C ao logo da monocamada de c�lulas endoteliais.

Resultados: Fotocoagula��o de v�rias c�lulas ret�nicas e c�lulas controles ECV304 com laser na c�mara mais baixa n�o melhorou significativamente a permeabilidade da monocamada de c�lulas endoteliais comparada �s c�lulas n�o tratadas. Contudo, o meio que estava condicionado em mistura de c�lulas do epit�lio pigmentado da retina e c�lulas de M�ller reduziu significantemente a permeabilidade da monocamada de c�lulas endoteliais tanto para inulina (43,2+/-6,5 % equil�brio em culturas misturadas vs. 59,8+/-7,0 % c�lulas controle, P< 0,05) quanto para albumina (15,1+/-3,8 % vs. 31,1+/-6,7 %, P< 0,05). Foi tamb�m observado aumento de 4 vezes na resist�ncia el�trica transendotelial.

Conclus�es: Esses resultados s�o consistentes com a hip�tese de que a intera��o entre as c�lulas de M�ller e c�lulas do epit�lio pigmentado da retina induzidas por tratamento com laser resulta em secre��o de fatores sol�veis que reduzem a permeabilidade do endot�lio vascular na retina. A identifica��o desses fatores devem influenciar no tratamento cl�nico de edema macular secund�rio a retinopatia diab�tica e outras doen�as.

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